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O projeto "Júlia Passos _ Álbum Novo" tem como objetivo a gravação e lançamento do primeiro álbum da artista amazônida, composto por 10 faixas que passeiam pela fusão das raízes latino-amazônicas e as sonoridades do pop contemporâneo. A proposta inclui a distribuição do álbum nas plataformas digitais, 2 (dois) shows de lançamento, nas cidades de Belém e São Paulo, e a produção audiovisual de 1 (um) videoclipe. Com foco na valorização e difusão da música amazônica, o projeto busca conectar as raízes culturais da região ao cenário musical nacional e internacional, proporcionando acesso à arte e consolidando a trajetória de Júlia Passos no mercado fonográfico. Além disso, promove a diversidade rítmica da Amazônia e fortalece a valorização da identidade cultural nortista.
1. Álbum Digital – 10 faixas O primeiro álbum autoral da artista Júlia Passos reúne 10 faixas inéditas que fundem os ritmos latino-amazônicos com elementos do pop contemporâneo. A obra propõe uma escuta envolvente, que valoriza sonoridades tradicionais como a guitarrada, lambada e carimbó, exaltando a diversidade cultural amazônica com uma linguagem moderna. O repertório inclui participações especiais de grandes nomes da música paraense, como Felipe Cordeiro, Valéria Paiva, Manoel Cordeiro e Waldo Squash, além de uma regravação do clássico “Chorando Se Foi”. 2. Videoclipe – Single do álbum A proposta audiovisual acompanha o lançamento de uma das faixas do álbum e traduz visualmente a força estética e identitária da música de Júlia Passos. Com direção artística alinhada à linguagem amazônica-pop da artista, o videoclipe ressalta as cores, gestualidades e símbolos da cultura nortista, potencializando o alcance da obra por meio das plataformas digitais. 3. Shows de promoção do álbum – Belém e São Paulo Dois shows serão realizados como lançamento do álbum: um em Belém (PA), berço artístico da cantora, e outro em São Paulo (SP), importante polo de difusão musical no Brasil. As apresentações contarão com banda ao vivo e participações especiais, apresentando o repertório autoral com forte identidade amazônica, aproximando públicos diversos e promovendo o intercâmbio cultural entre regiões. 4. Oficinas – Contrapartida social em Belém (PA) Como ação de contrapartida social, o projeto oferecerá duas oficinas gratuitas voltadas a crianças e jovens da periferia de Belém: Oficina de Percussão com Márcio Jardim: Introdução aos ritmos amazônicos, com prática de instrumentos percussivos e vivência coletiva, promovendo o aprendizado musical como ferramenta de expressão e pertencimento.Oficina de Presença de Palco com Júlia Passos: Atividade formativa sobre performance, identidade e expressão artística no palco, com foco em fortalecer a autoestima, a comunicação corporal e a criatividade de crianças em situação de vulnerabilidade social para oferecer novas perspectivas de projeção no mercado de trabalho, artístico ou não.
OBJETIVO GERAL Produzir e lançar o primeiro álbum da cantora Júlia Passos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Gravar e lançar 9 faixas inéditas interpretadas pela artista; Regravar e lançar 1 faixa clássica da Lambada; Porduzir e lançar 1 vídeoclipe; Realizar 2 shows referentes ao lançamento em Belém e São Paulo; Realizar 2 oficinas relacionadas a produção musical em bairros periféricos de Bleém do Pará; Projetar nacional e internacionalmente a música produzida no Pará, ampliando o reconhecimento da musicalidade amazônica e inserindo-a no mercado fonográfico brasileiro e global; Fomentar a cadeia produtiva da música, gerando oportunidades para músicos, produtores, técnicos e profissionais do setor cultural envolvidos na gravação, circulação e divulgação do álbum; Elevar a autoestima da população paraense, valorizando a identidade cultural amazônica e reforçando o orgulho pelas manifestações musicais da região; Promover a acessibilidade e democratização cultural, garantindo espaços inclusivos para PCDs e realizando apresentações gratuitas em comunidades e escolas públicas; Fortalecer a identidade artística da cantora Júlia Passos, consolidando sua trajetória como representante da nova geração da música latino-amazônica; Ampliar a visibilidade de artistas LGBTQIA+ na música brasileira, promovendo a diversidade de identidades e expressões culturais no mercado fonográfico.
Na imensidão da Amazônia, onde a cultura pulsa com força ancestral e contemporânea, surge uma voz que traduz identidade, resistência e renovação: Júlia Passos. Cantora, compositora e performer, Júlia é uma das potências da nova geração da música amazônica, trazendo em sua arte uma fusão única entre os ritmos tradicionais da região Norte e a energia do Pop Latino-Amazônico. Com mais de 10 anos de trajetória musical, Júlia percorreu diferentes cenários. Em 2022, deu um passo decisivo ao mergulhar na música autoral, consolidando sua identidade artística com composições que ecoam suas raízes amazônicas e sua visão de mundo. A artista tem se dedicado à criação de seu primeiro álbum, um marco que representa não apenas um novo capítulo de sua carreira, mas também um manifesto sonoro da cultura da amazônia para o Brasil e o mundo. O Projeto do primeiro álbum da artista nasce desse movimento, unindo produção fonográfica, produção audiovisual e circulação nacional. Ele contará com 10 faixas, sendo 9 inéditas e uma regravação de um clássico da lambada, ritmo regional do Pará, imergindo na riqueza dos ritmos amazônicos com uma sonoridade moderna e pulsante, além de participações especiais. A formação da banda que gravará o álbum e estará presente nos shows de lançamentos do disco, que acontecerão nas cidades de Belém e São Paulo, ecoando a potência de naipes de metais e percussão, evocando a vibração das big bands latino-americanas. Júlia Passos é um nome em ascensão dessa nova geração que busca conectar tradição e modernidade, trazendo a fusão do Pop Latino-Amazônico como marca registrada. Trazendo a lambada como carro chefe, ela valoriza ritmos tradicionais e os insere em uma estética contemporânea, se posicionando como uma voz potente na preservação e reinvenção da música amazônica. Como um dos patrimônios culturais mais ricos do Brasil, a música da Amazônia carrega em suas melodias e ritmos a identidade de um povo que resiste e se reinventa. No entanto, mesmo com sua grandiosidade, a cena musical da Amazônia ainda enfrenta desafios em sua difusão e reconhecimento no cenário nacional. O primeiro álbum de Júlia Passos surge como uma iniciativa essencial para fortalecer essa representatividade e ampliar o alcance da musicalidade amazônica para além das fronteiras regionais. Nascida e criada em uma família de artistas do bairro do Telégrafo, periferia de Belém, Júlia tem na música uma companhia comum desde os primeiros anos de sua vida. Além de intérprete, a cantora estudou violão em cursos livres e no Conservatório Carlos Gomes, aprimorarando o canto com grandes vozes da música paraense. As experiências com o público vieram muito cedo, dos palcos ao trio elétrico antes mesmo dos 12 anos de idade. Mas foi aos 13 que Júlia iniciou sua carreira profissional cantando na noite de Belém. Formada em Direito com pós-graduação em Produção Cultural, Júlia também trabalha como apresentadora, estuda teatro e é comunicadora digital. E assim reúne a música à produção de conteúdo nas redes sociais e ao trabalho de apresentadora em grandes campanhas e palcos por Belém. Este projeto vem para promover a carreira da artista com seu primeiro álbum autoral, alavancando suas produções musicais e possibilitando a realização de muitas outras apresentações. Além disso, a proposta de acessibilidade do projeto, com intérprete de Libras e espaço PCD, reforça o compromisso com a democratização cultural. A realização de oficinas como contrapartidas sociais amplia o impacto social, garantindo que públicos historicamente marginalizados também tenham acesso a formação artística. A gravação e circulação deste álbum são fundamentais não apenas para consolidar a carreira da artista, mas também para difundir um som que representa a diversidade e a potência criativa da Amazônia. O projeto atende à crescente demanda por novos talentos da música regional e responde à necessidade de espaços que promovam essa arte em escala nacional. Dessa forma, não apenas impulsiona a trajetória de uma artista amazônida, mas também contribui ativamente para o fortalecimento da música do Norte, para sua projeção no Brasil e para a valorização da cultura popular como um todo. Portanto, é importante pontuar que a realização do projeto "Júlia Passos _ Álbum Novo" depende do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91, tendo em vista a necessidade de captação de recursos privados para viabilizar a produção, gravação, difusão e democratização do acesso a um trabalho fonográfico inédito, com alto valor cultural, mas sem viabilidade comercial imediata. Trata-se de uma proposta que valoriza a diversidade cultural brasileira ao promover a música latino-amazônica, ainda pouco inserida nos grandes circuitos de distribuição. A proposta está alinhada com os incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois promove a difusão da cultura nacional, estimula a produção cultural regional e valoriza a formação de acervo cultural brasileiro por meio de registros sonoros e audiovisuais, além de estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras e regionais. Além disso, contribui diretamente para os seguintes objetivos do Art. 3º da mesma Lei: I _ fomentar e difundir a produção cultural e artística;II _ proteger as expressões culturais nacionais e regionais;III _ apoiar projetos que estimulem a formação de plateias;V _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX _ possibilitar, em todas as regiões do País, o acesso aos bens e serviços culturais. O projeto ganha ainda maior relevância por ter à frente uma artista nortista, mulher e integrante da comunidade LGBTQIA+, cuja trajetória representa não apenas uma nova geração da música amazônica, mas também o fortalecimento de vozes plurais, diversas e historicamente sub-representadas no mercado fonográfico. A iniciativa promove inclusão, visibilidade e ampliação de repertórios culturais. Assim, a proposta se destaca como manifestação legítima da cultura popular, promovendo ritmos regionais do Pará, como a lambada, o calypso, a guitarrada, o brega e a cumbia amazônica, heranças vivas de saberes e práticas culturais, conectando-os com linguagens contemporâneas da música pop. Ao valorizar essa memória musical coletiva, o projeto contribui para a preservação e reinvenção de expressões culturais ameaçadas pela homogeneização do mercado fonográfico. Além disso, contempla ações de democratização do acesso à cultura com acesso gratuito aos produtos do projeto (álbum, oficinas, shows, videoclipe), acessibilidade para PCDs e forte compromisso com a formação de público. Dada sua natureza de preservação e promoção de saberes tradicionais, ritmos populares e manifestações identitárias regionais, o projeto pleiteia enquadramento no Art. 18 da Lei Rouanet, com incentivo integral, uma vez que se insere no campo da cultura popular e tradicional conforme previsto na Instrução Normativa vigente do MinC. Essa classificação reconhece a importância de fomentar propostas que promovem diversidade, ancestralidade e pertencimento, ampliando o acesso à cultura de base comunitária e fortalecendo o imaginário coletivo amazônico por meio da arte. Atendendo aos objetivos da Lei 8.313/91 e se enquadrando nos critérios do Art. 18, o proejto trata diretamente da valorização da cultura popular brasileira, com ênfase na musicalidade amazônica e suas expressões rítmicas tradicionais e contemporâneas. Difundindo e fortalecendo manifestações culturais oriundas do Norte do país, contribuindo para sua preservação, renovação e projeção no cenário nacional e internacional. Portanto, o projeto justifica-se plenamente no escopo da Lei de Incentivo à Cultura, uma vez que promove acesso, inclusão, identidade, diversidade e fortalecimento da economia criativa por meio da música.
Além de apresentar um repertório autoral inédito, este projeto carrega em sua essência uma missão de pertencimento, continuidade e valorização da música amazônica, com a participação especial de nomes que são verdadeiros pilares da nossa cultura musical. A presença desses artistas e produtores não é apenas uma escolha técnica, mas uma reverência às raízes e uma ponte entre gerações que mantêm viva a força criativa da Amazônia. Manoel Cordeiro, mestre da guitarra paraense e figura fundamental na consolidação da lambada, do carimbó pop e da guitarrada, empresta sua experiência e seu legado ao projeto, representando a memória viva da música que transcende fronteiras. Felipe Cordeiro, expoente da nova música popular brasileira feita na Amazônia, leva adiante o legado de seu pai Manoel, conectando tradição e inovação com um trabalho autoral que já percorreu o Brasil e o mundo. Sua participação reforça o diálogo entre gerações e a atualidade da musicalidade nortista. Valéria Paiva, cantora e compositora de expressão marcante, vocalista potente da Banda Fruto Sensual, um dos maiores nomes do Brega no Brasil, reconhecida por sua contribuição à música de tradição e identidade amazônica, traz ao álbum a força feminina enraizada no canto de resistência , beleza e representatividade. Waldo Squash, ícone e referência do tecnobrega, integrante da Gang do Eletro, representa a Amazônia urbana, eletrônica e periférica. Sua colaboração traduz a pulsação contemporânea da região, sem perder suas raízes populares. Traduzindo a modernidade com os beats eletrônicos e manifestações culturais de Belém e da região Norte. Leo Chermont, guitarrista e produtor musical, é conhecido pelo seu trabalho criativo e sofisticado à frente de projetos como Strobo. Agora assina a direção musical deste álbum. Potencializando a fusão entre o tradicional e o contemporâneo, fazendo com que as faixas tenham identidade forte, original e universal. Com sua sensibilidade e inventividade, ele dá forma a uma sonoridade que une o tradicional ao POP global, com refinamento e identidade forte. Como gesto simbólico e de celebração da história da música paraense, o projeto inclui também uma releitura de “Chorando Se Foi”, maior clássico da lambada, reconhecido mundialmente e eternizado como símbolo da musicalidade do Norte. Reinterpretar essa canção é reafirmar a potência da lambada como patrimônio sonoro da Amazônia e reconectar gerações por meio da arte. Reunir esses nomes em um mesmo trabalho é um gesto de amor à cultura amazônica, mas também uma construção coletiva de memória, inovação e representatividade. Este álbum não é apenas um projeto fonográfico: é um manifesto sonoro de pertencimento, continuidade e futuro.
ÁLBUM DIGITAL Quantidade: 1 Faixas: 10 SHOWSQuantidade: 2 Locais de realização: Belém e São Paulo. Duração: 60 minutos OFICINAS (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) Quantidade: 2 Carga Horária de cada oficina: 6 a 12 horas Quantidade máxima de participantes por oficina: 30 pessoas Local: Belém/PA VIDEOCLIPE Quantidade: 1 Duração: 3 minutos Local de gravação: Belém/PA
O projeto contempla ações de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Nos shows gratuitos e atividades presenciais, os espaços selecionados serão acessíveis, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil para pessoas com deficiência visual. Haverá reserva de assentos para PCDs e acompanhantes. Quanto à acessibilidade de conteúdo, os materiais de divulgação contarão com versões com audiodescrição e legendas descritivas. Os videoclipes e registros audiovisuais do projeto serão disponibilizados com LIBRAS e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), e os roteiros serão adaptados para facilitar a compreensão por todos os públicos. Nos shows, será garantida a presença de intérprete de Libras em tempo real. O projeto também se compromete a buscar consultorias de acessibilidade para ampliar suas práticas de inclusão e garantir que as ações estejam de acordo com as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura.
A democratização de acesso será um dos pilares do projeto através da realização de dois shows gratuitos, com foco em comunidades periféricas e espaços culturais acessíveis, promovendo a inclusão e o contato direto com o público. Além disso, será realizado ao menos um ensaio aberto, com visita guiada para estudantes de escolas públicas do bairro do Telégrafo, periferia de Belém, onde a artista nasceu e cresceu, proporcionando uma experiência formativa e de bastidor. O projeto também prevê a transmissão online de conteúdos selecionados — como trechos de shows, bate-papos com a artista e bastidores da produção — por meio de redes sociais e plataformas de vídeo, ampliando o alcance territorial e permitindo que pessoas de todo o país (e do exterior) tenham acesso ao conteúdo de forma gratuita, nos perfis de Júlia Passos que conta com um público e engajamento expressivo em todas as redes. A distribuição do álbum será feita inteiramente pelas plataformas digitais de música, com acesso gratuito por meio de canais como Spotify, Deezer e YouTube, atingindo potencialmente milhares de ouvintes em todo o Brasil e no exterior. Os videoclipes das faixas também serão lançados gratuitamente online, com legendas e recursos de acessibilidade. Para ampliar ainda mais o impacto cultural, estão previstas atividades formativas complementares, como rodas de conversa online e oficinas artísticas com participação de músicos, produtores e convidados ligados à música amazônica. Essas atividades terão caráter gratuito, com divulgação aberta, e serão registradas para posterior disponibilização ao público.
JÚLIA PASSOS - Artista Principal, Cantora, Proponente e Diretora Criativa. Júlia Passos é cantora, compositora, empresária, bacharel em direito, pesquisadora, produtora de conteúdo e influenciadora digital, que une a força das raízes latino-amazônica às sonoridades pop contemporâneas. Com uma carreira de 13 anos no mercado da música, marcada pela versatilidade e pela expressão artística em diversas áreas, Júlia transforma suas raízes em experiências autênticas e inovadoras. JOELLE MESQUITA - Produção Executiva Produtora cultural e empresária, é fundadora da Soma Música e atua como produtora cultural com ampla experiência no mercado musical amazônico. Com uma trajetória sólida, assina produções em alguns dos maiores festivais de Belém, contribuindo com sua visão estratégica e compromisso com a arte independente. LÉO CHERMONT - Produtor Musical e Diretor Guitarrista e produtor musical, é conhecido pelo seu trabalho criativo e sofisticado à frente de projetos como Strobo. Agora assina a direção musical deste álbum. Potencializando a fusão entre o tradicional e o contemporâneo, fazendo com que as faixas tenham identidade forte, original e universal. Com sua sensibilidade e inventividade, ele dá forma a uma sonoridade que une o tradicional ao POP global, com refinamento e identidade forte. VINNY ARAÚJO - Figurinista Figurinista paraense com olhar apurado para a estética amazônica e contemporânea. Atua na criação de figurinos cênicos e autorais que dialogam com identidade, performance e territorialidade, traduzindo conceitos em vestimentas que potencializam a narrativa artística. Atualmente mantém a comunicação da moda artística entre Belém e São Paulo, conectando territórios e elevando a moda amazônica a outro patamar. MANOEL CORDEIRO - Guitarrista, compositor, participação especial Mestre da guitarra paraense e figura fundamental na consolidação da lambada, do carimbó pop e da guitarrada, empresta sua experiência e seu legado ao projeto, representando a memória viva da música que transcende fronteiras. FELIPE CORDEIRO - Guitarrista, compositor, cantor e co-produtor de uma faixa Expoente da nova música popular brasileira feita na Amazônia, leva adiante o legado de seu pai Manoel, conectando tradição e inovação com um trabalho autoral que já percorreu o Brasil e o mundo. Sua participação reforça o diálogo entre gerações e a atualidade da musicalidade nortista. ALTAR SONORO - Direção Artística e Visual; direção videoclipe Produtora audiovisual paraense especializada em videoclipes, fotografia e identidade visual. Reconhecida por sua abordagem inovadora e pelo uso criativo de tecnologias acessíveis, como produções com celular, a Altar Sonoro se destaca na cena de Belém por sua estética vanguardista e potência narrativa.
Periodo para captação de recursos encerrado.