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PRONAC 252545Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MOCIDADE ALEGRE - CARNAVAL 2026

GREMIO RECREAT CULT E ESCOLA DE SAMBA MOCIDADE ALEGRE
Solicitado
R$ 1,81 mi
Aprovado
R$ 1,81 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-05-19
Término
2026-05-19
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a elaboração, o desenvolvimento, a produção, a promoção e a realização do Desfile do Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mocidade Alegre no Carnaval de São Paulo 2026. O desfile será no dia 14 de fevereiro de 2026 no Grupo Especial, com o tema-enredo:"Malunga Léa — Rapsódia de uma Deusa Negra". O Projeto auxiliará principalmente na produção de fantasias, alegorias e adereços, permitindo que a escola distribua um número significativo de fantasias para a Comunidade. A Mocidade Alegre vai falar de Léa Lucas Garcia de Aguiar, conhecida como Léa Garcia, uma das mais importantes atrizes brasileiras negras, com uma carreira marcada pelo pioneirismo e pela luta por representatividade negra nas artes. Léa foi muito mais do que uma atriz. Foi um símbolo. Uma força da natureza que atravessou o século rompendo silêncios, desafiando estereótipos e ocupando espaços que, por muito tempo, foram negados às mulheres negras no Brasil. Seu legado permanece vivo como símbolo de talento, resistência e representatividade nas artes brasileiras.

Sinopse

Malunga Léa — Rapsódia de uma Deusa Negra Plateia lotada. É dia de estreia.Primeira batida. O elenco respira junto, todos a postos, mãos dadas, fazem uma oração coletiva. Segunda batida. Todos se entreolham, na penumbra da coxia, reluz a pele negra do grupo.O último sinal anuncia, enfim, que o espetáculo vai começar.É hora de subir nas tábuas, encarar a plateia em sua escuridão de formas e cores. As três batidas na tábua não só marcaram o início de tantas peças mundo afora, mas também a estreia de uma das grandes deusas das artes cênicas brasileiras.Em cena, Léa Garcia. Subiu a primeira vez nas tábuas já para incorporar uma Rainha, que de fato era, em Rapsódia Brasileira. Ao seu lado, outros parceiros de cena. Todos negros. Capitaneados por Abdias Nascimento. Era o Teatro Experimental do Negro, que de experimental só tinha o inedistismo de trazer ao palco o negro verdadeiro, sem esteriotipos e preconceitos. Nesse glorioso palco, nadas de douramentos e musas gregas, mas a riscadura afro-brasileira. O geometrismo das estampas, símbolos e códigos herdados de África. Linha rígida, traço firme, pisada forte, assentamento de um novo futuro.Aos orixás, oferenda dedicada a Exu e Oxumarê, um elo de comunicação e transformação. A partir de então, os ventos de um Brasil que encarava de camarote seu próprio preconceito. Enfrentar com ginga e elegância. Nos passos que aprendeu com Mercedes Baptista e seu Balé Folclórico, com a trilha sonora potente da Orquestra Afro-Brasileira de Abigail Moura. Uma revolução estava em curso. As bençãos de Xangô trariam justiça para um novo momento da arte brasileira. Sobre as tábuas, Léa uniu forças e viu nascer uma arte de grupo. Na coxia ou no estúdio, sob os holofotes ou câmaras, deu vidas a mulheres que revelam uma outra história do nosso país, construída pelo afeto e força de mulheres negras.Em cena, Léa foi não só Rainha, mas também foi Serafina, Efigênia, Ofélia, tantas outras. Consciente de sua raça, tão discriminada, riu de quem disse que ela não poderia ser artista. Trouxe a origem de sua cor, encarnou Oxum, Mãe de Santo, Escravizada, Guerreira Quilombola. Viu os barracos se tornarem na Grécia no toque da lira de Orfeu da Conceição. Negros novamente em cena, agora na alegria festiva de uma manhã efusiva de carnaval. O morro tinha vez, e toda cidade cantou, tão alto que o Velho Mundo ouviu. A favela olímpica foi palco de seu nascimento para o mundo, com um estrelato digno de Palma de Ouro. A partir de então frequentou palácios, casas-grandes, igrejas e quilombos, procurou tesouros em selvas de pedra. Também sobre as câmeras, lutou altiva ao lado de Ganga Zumbi. Trouxe Zumbi para a sala de estar de milhões de brasileiras na telenovela “Marina”. Nas novelas, desabrochou como Rosa, em “Escrava Isaura”, seu cartão de visitas. A negra que reivindicava seus direitos, uma ativista.Foi sacerdotisa de um encontro mágico, que na tela refletia a imagem de milhares de brasileiras negras como ela. Fluxo e refluxo nas águas salgadas de Iemanjá. Para fazer a revolução definitiva, não bastou ver a negritude nos palcos, precisavam estar também nos bastidores. Por isso, foi dirigida por Abdias Nascimento, Joel Zito Araújo, Viviane Ferreira e Milton Gonçalves.Léa foi semente de tantos outros que vieram depois, semente do amanhã de ontem, que virou o hoje. Exemplo de muitas que ainda virão, parceira de ouvido aberto e sorriso no rosto. Chama para a cena estrelas do quilate Ruth de Souza e Zezé Motta, chama também o brilho de Taís Araújo e Elisa Lucinda, não deixa de lembrar de quem o tempo apagou na memória dos brasileiros, chama Zeni Pereira e Isaura Bruno. Malunga, Léa. Nossa companheira de luta. Assim como na sua arte, aqui na Mocidade Alegre, o negro nunca saiu de cartaz.Já no início da década de 1980, chamávamos nossos irmãos de malungos. Na caneta, estava o pensamento da ativista e escritora Thereza Santos, que atuou na agremiação entre 1980 e 1982.Aqui, tudo é construído a muitas mãos, somos malungos, parceiros. É missão da Morada resgatar nossa história, trazer à cena mais uma vez uma figura feminina negra de relevância internacional. Em cena, Léa faz uma nova Morada. Na qual, recebe suas glórias. Um Kikito do Samba. Na passarela cultural Grande Otelo, recebe essa homenagem definitiva, maior honraria que um brasileiro pode alcançar.Malunga, Léa, nesta rapsódia épica saudamos nossa irmã, nossa companheira. Estamos na luta, sigamos fazendo revolução. O futuro é negro e ancestral, você é nosso farol. Arroboboi! Carnavalesco: Caio Araújo Enredista: Léo Antan

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o Desfile de Carnaval, promovendo assim a comunicação e difusão cultural , propiciados pelas escolas de samba, preservando e salvaguardando, uma manifestação cultural reconhecida como patrimônio cultural imaterial do estado de São Paulo, que gera empregos, renda e visibilidade turística dentro e fora do país. Objetivo Específico Proporcionar a participação efetiva da população em geral no desfile da escola de samba, por meio da distribuiçao gratuita de 2.000 mil fantasias. Usaremos como critério, a ordem de chegada da inscrição do interessado e seu comparecimento nos ensaios preparativos para a realização oficial do evento e 5250 ingressos para acesso a 4 ensaios específicos (1312 para cada um).

Justificativa

O G.R.C.E.S. Mocidade Alegre, é uma entidade carnavalesca onde sua proposta visa se enquadrar no Artigo 1º da Lei 8.313/91, conforme Incisos I, III, IV, VIII e IX. E também tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, conforme Artigo 3º da Lei 8.313/91,Inciso II, letra C. Além disto , em 2021 os desfile das escolas de Samba foram reconhecidos como patrimônio cultural imaterial , sendo portanto , sua realização , um ato de salvaguarda, preservação e difusão de uma manifestação genuína da cultura nacional. As Escolas de Samba não só criam, desenvolvem e promovem o maior movimento popular e cultural do mundo, que é o Carnaval, mas também tem um papel importante perante a sociedade, pois hoje as Escolas de Samba são grandes espaços de Formação Cultural Cidadã gratuita, onde através de nossa Responsabilidade Sociocultural, temos como missão: * A Inclusão Social; * A Valorização Humana e Sociabilidade; * O Incentivo a Arte e a Cultura; * A Profissionalização, Geração de Renda, Sustentabilidade; * A Busca de Novos Talentos. Com os princípios acima e com as ações de democratização e acessibilidade, beneficiaremos centenas de cidadãos, proporcionando uma vivência cultural integrada com artistas populares, dispostos a despertar o interesse dos mesmos, através da música, da dança, do teatro, das artes, multiplicando seus conhecimentos, garantindo uma identidade cultural com a participação em uma das maiores manifestações da cultura popular brasileira gratuitamente e colaborando com o desenvolvimento sociocultural, educativo, ambiental e econômico da nossa Cidade de São Paulo, tal como do Estado e País.

Estratégia de execução

Destacamos os seguintes itens: ITEM 01 Esclarecemos que estamos cientes e que acataremos todas as medidas sanitárias vigentes , quando da realização de nosso evento carnavalesco. preservando a segurança e integridade sanitária de nossa comunidade e da população em geral. ITEM 02 Destacamos que a manifestação cultural Carnaval , é reconhecida como Patrimônio cultural imaterial do Estado de SP, portanto, solicitamos que nos seja concedido o benefício de tramitação célere , como prevê a normativa desta douta secretaria de cultural.

Especificação técnica

Conforme o artigo 4, parágrafo 3° da IN 02/2019 o projeto Desfile de Carnaval se enquadra na modalidade de desfile festivo com o teto de captação no valor de R$: 6.000.000,00 (Seis Milhões de Reais); ainda segundo a Instrução Normativa nº 2/2019, inciso II do artigo 4 - o valor máximo do produto cultural, por beneficiário, será de ate R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta Reais); sendo que o limite definido no inciso II, não se aplica às propostas que visem desfiles festivos e um desfile de carnaval é um desfile festivo. Informamos que estaremos doando para população 2.000 (duas mil) fantasias onde as mesmas na planilha orçamentária atende o valor de R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta Reais) por beneficiário. A distribuição será gratuita à população de baixa renda, nos termos do art. 4º do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007. Salientamos que o projeto em questão prevê outros gastos para que seja realizado um desfile de carnaval.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 47 da IN nº 01/2017, e em conformidade com o art. 46 do Decreto n. 3.298 e IN 02/2019, a Mocidade Alegre, em seu projeto prevê as seguintes medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE PARA O PRODUTO PRINCIPAL – DESFILE Fisica : Informamos que o Sambódromo do Anhembí - Polo cultural Grande Otelo em São Paulo, é dotado de medidas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, como rampa de acesso, cadeiras e banheiros apropriados. À sede social da Escola de Samba Mocidade Alegre, possui banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais, cadeiras apropriadas , rampas de acesso e sinalização . No dia do desfile, a escola disponibilizará fantasias destinada a portadores de necessidades especiais, com intenção de interação e participação, que devem estar cadastrados no período pré carnavalesco. Acesso - Desfile será transmitido gratuitamente em TV aberta, que promove a acessibilidade visual e auditiva. Visual - Áudio Descrição Auditiva - Será disponibilizado intérprete de libras na transmissão ao vivo do desfile em via fan Page / internet.

Democratização do acesso

Como medidas de democratização de acesso para o Desfile de Carnaval da Escola de Samba Mocidade Alegre , serão distribuídas 2000 fantasias para a Comunidade de forma gratuita. Para que este componente tenha direito a fantasia, é necessário o cumprimento dos seguintes passos: 1- O cadastro como membro da comunidade da Mocidade Alegre e a emissão de sua Carteirinha. 2- O Comparecimento aos ensaios Técnicos na Quadra da Escola ou na Rua (Podendo ter, no máximo 3 faltas não justificadas), ensaios estes, divulgados nas redes sociais da escola com antecedência minima de quinze dias . Além disto , o desfile oficial da Mocidade Alegre é transmitido de forma gratuita pela Rede Globo de Televisão, canal aberto, garantindo assim o amplo acesso ao espetáculo carnavalesco realizado pela escola. Em atendimento ao artigo 21 da IN 02/2019 : inciso V, nos propomos a realizar os ensaios com a comunidade, abertos e gratuitos e; inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Informamos que o proponente é responsável por toda a gestão do projeto, direção administrativa/financeira, representada por Solange Cruz Bichara Rezende (Proponente - Presidente da Agremiação), NÃO SERÁ REMUNERADA pelo projeto para esses serviços. SOLANGE CRUZ BICHARA REZENDE - PRESIDENTE Solange tem 59 anos, natural de Barueri - SP, é presidente do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre desde Abril de 2003 e fundadora do Grupo Miscigenação em 1995. Seu pai, Carlos Augusto Cruz Bichara (in memorian), foi um dos fundadores da agremiação. Participando das atividades da escola desde criança, já foi passista, destaque, diretora de eventos, locutora oficial e vice-presidente. Sua gestão, participativa, é marcada pela transparência, idoneidade e pela valorização e investimento nos sambistas formados dentro da própria agremiação. Contando com o apoio de todos os integrantes da escola (profissionais e militantes), a gestão da presidente Solange Cruz, é marcada por excelentes resultados no carnaval: foi oito vezes Campeã (2004, 2007, 2009, 2012, 2013, 2014, 2023 e 2024), cinco vezes vice-campeã (2008, 2010, 2015, 2018 e 2022) e quatro vezes terceira colocada (2005, 2006, 2016, 2020). Responsabilidade Social é outro ponto forte da visão da presidente, pois a quadra da escola é um verdadeiro centro de formação cultural cidadã. São projetos, oficinas e ações desenvolvidas o ano todo gratuitamente para a comunidade e interessados, desde a formação artística (percussão popular, cavaquinho, mestre sala e porta-bandeira, samba no pé, dança contemporânea, entre outros), até a formação profissional (manicure, cabeleireiro, corte e costura, eletricista, entrelaçamento, depilação, adereços, entre outros), além disso, todos os menores de 18 anos, obrigatoriamente para participação, precisam estar matriculados em uma rede de ensino e trimestralmente apresentar o boletim escolar nas oficinas. Assim é a presidente Solange Cruz Bichara Rezende, este é o seu modo de viver e fazer acontecer o carnaval e toda essa identidade consegue ser descrita com seu grito de guerra conhecido por toda a sua Comunidade: "A Vitória vem da luta, a Luta vem da força e a Força da União!”. MARCOS REZENDE DOS SANTOS NASCIMENTO - VICE PRESIDENTE - MESTRE DE BATERIA Mestre Sombra, 54 anos, natural de São Paulo - SP, músico, Vice-Presidente, Diretor de Bateria e Diretor de Barracão do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre ingressou na Morada do Samba em 1992. Dois anos depois assumiu o posto de Mestre de Bateria. Em 1999, assumiu a Direção do Barracão de Alegorias e em 2003 tornou-se vice-presidente da agremiação. Foi instrutor do Curso de Formação de Jurados da UESP e ministra, atualmente, cursos, palestras e workshops sobre ritmo, percussão popular e trabalho em equipe por todo o Brasil e no exterior. À frente da Bateria Ritmo Puro, tem seu trabalho marcado pela multiplicação de seus conhecimentos, manutenção da bagagem artística e formação de excelentes ritmistas na Oficina Ritmo Puro e performances inovadoras que faz com sua bateria. No carnaval de 2011 foi ousado e aclamado pela "Paradona da Bateria", que fez com que todo público presente (desfilantes e plateia) cantasse em uma só voz. Marcos também foi um dos responsáveis pela coordenação de ritmo do CD das escolas de samba de São Paulo. CAIO ARAÚJO - CARNAVALESCO Caio Araújo é formado em Artes Visuais, pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Trabalhou como educador de 2011 até 2020, em diversas unidades do Sesc SP. Pesquisando novos meios de atuação dentro das exposições, exerceu a função de educador e supervisor. No Carnaval desde 2018 atuou na equipe de criação das escolas de samba Império de Casa verde, Mancha Verde e Dragões da Real com a função de desenhista e projetista de fantasias e alegorias. Em 2023 assumiu como carnavalesco da Escola de Samba Mocidade Unida da Mooca, onde realizou os desfiles "O Santo Negro da Liberdade" e "Oyá Helena", em 2024. FABSON RODRIGUES - ADERECISTA Fabson Rodrigues, tem 28 anos, é artista do G.R.C.E.S Mocidade Alegre por 11 anos. Nascido em Parintins, acredita na magia da cidade que transforma artistas em todas as frentes, desde pequeno assistia aos festivais folclóricos de Parintins e sonhava em participar ativamente dessa arte. Realizou diversos cursos de artes, serigrafia, plástica, pintura, artesanato nas oficinas do Boi Caprichoso e passou pela faculdade de artes visuais pela Universidade Federal do Estado do Amazonas. Aos 16 anos começou a atuação com equipe de fantasias e figurinos e se apaixonou no Boi Caprichoso. Aos 18 anos teve seu trabalho de confecção de fantasias, de fato, no festival de Parintins. Foi com essa idade, em 2011, que recebeu o convite de Márcio Gonçalves, carnavalesco da Mocidade Alegre. Em 2012 atuou na equipe do Figurinista Bruno Oliveira e em 2013 voltou a equipe da Mocidade Alegre. Em 2014, assumiu a confecção das fantasias da Comissão de Frente e dos Casais de Mestre Sala e Porta Bandeira, em 2015 assumiu como líder do ateliê de Fantasias, inclusive neste ano, a escola recebeu o estandarte de melhor fantasia. Informamos que a proponente não é remunerada e tem a função de vistoriar e administrar todo desenvolvimento do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.