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A exposição "Oswaldo Bratke e Serra do Navio: Uma cidade e seus tempos" homenageia o arquiteto modernista Oswaldo Bratke, destacando sua atuação visionária na criação das vilas Serra do Navio e Amazonas, no coração da Amazônia. O projeto revela como Bratke integrou arquitetura, urbanismo e natureza para desenvolver comunidades funcionais e sustentáveis, mesmo em regiões isoladas. Por meio de imagens, maquetes e relatos, a mostra convida o público a refletir sobre a importância da preservação do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico brasileiro, resgatando o legado de um dos grandes nomes da arquitetura moderna no Brasil.
A exposição convida o público a redescobrir a genialidade de Oswaldo Bratke, arquiteto e urbanista que sonhou e moldou espaços que marcaram a paisagem urbana brasileira. Por meio de maquetes, desenhos, fotografias e documentos raros, esta mostra revela a beleza, a inovação e a sensibilidade de sua obra — hoje, muitas vezes esquecida ou em risco de desaparecer. Mais do que uma homenagem, é um chamado à valorização e preservação do patrimônio arquitetônico moderno do Brasil. Uma experiência única que ilumina não só a trajetória de um visionário, mas também a urgente necessidade de proteger um legado cultural.
Objetivo Geral:Oswaldo Bratke (1907-1997), foi um dos mais importantes arquitetos moderno brasileiros da sua geração, sendo, no panorama paulistano, entre os mais proeminentes. Seus trabalhos foram publicados em diversas revistas especializadas da época no Brasil, e no exterior: Europa, Japão e Estados Unidos, onde foi incluído como um importante representante daarquitetura desse período. Suas primeiras e reconhecidas obras são de arquitetura residencial. Fazendo referência a uma geração de arquitetos que nele viam um grande mestre, foi criador de programas modernos e assumiu o desafio de criar edifícios em várias escalas, desde a residencial até o planejamento urbano. Vila Serra do Navio e Vila Amazonas (1955-1960), são duas cidades pequenas, projetadas como síntese do pensamento arquitetônico elaborado ao longo da sua atuação profissional e construídas com a finalidade de abrigar os funcionários e as operações de mineração, no então Território do Amapá, e que traduzem o sonho de um urbanista apaixonado. Duzentos quilômetros de estrada de ferro, porto, escolas, hospital moderno, supermercado, clube, piscina, cinema, tudo que uma vila autônoma poderia precisar para cumprir sua função como núcleo urbano de serviços e trabalho da indústria contratante. Água, esgotos, telefone e tudo o que mais se necessitava para garantir o conforto material e ambiental dos operários e administradores no coração, da então isolada, floresta amazônica. Embora com um dos ateliês mais requisitados de São Paulo, Oswaldo Bratke era uma pessoa discreta na conduta profissional e pessoal. Para ilustrar a influência da personalidade de Oswaldo Bratke em sua arquitetura, apresenta-se o seguinte trecho: A CASA MODERNAUma verdadeira residência não é representada pelo impacto quepossa provocar, mas pelo seu conteúdo. ... o ambiente em que apessoa, mesmo estando só, não se sente desamparada.Oferece sensação de segurança, bem-estar, não cansa, não é paraimpressionar os amigos, para demonstração de status.É para si mesmo.Oswaldo A. Bratke O objetivo da exposição: "Oswaldo Bratke e Serra Navio: Uma cidade e seus tempos." é jogar luz a um projeto que foi sonho do arquiteto A exposição sobre a obra de Oswaldo Bratke será uma oportunidade única para o público conhecer e apreciar a contribuição desse arquiteto para a cultura brasileira. Permitirá também uma análise mais profunda sobre a importância da necessidade de preservação do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico do país, esse patrimônio que outrora foi marco importante e agora encontra-se em estado de abandono. É fundamental que instituições culturais e museus brasileiros promovam esta exposição que celebra a obra de Bratke e seu legado. Essa iniciativa não apenas contribuiria para a divulgação da cultura brasileira, mas também permitiria uma maior compreensão, apreciação e reflexão da importância da arquitetura moderna brasileira. O espaço será composto por uma variedade de elementos, incluindo fotografias em Fine Print, maquetes digitais e físicas, depoimentos de discípulos e moradores das comunidades Vila Serra do Navio e Vila Amazonas, além de projeções imersivas da construção das vilas e entrevistas com celebridades que nasceram nos locais. O espaço educativo permite que os visitantes descubram como é a vida em uma comunidade da Amazônia, experimentando a vida cotidiana em uma casa projetada com o conforto da região. Além disso, o espaço oferece uma oportunidade única para aprender sobre a história e a cultura da região. Este projeto, de acordo com o artigo 03 do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023, visa:I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividadesartísticas e da diversidade cultural;XIV - Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos dacultura brasileira; Objetivos Específicos:A execução do objetivo geral do projeto se dará a partir do objetivo específico descrito a seguir:· Exposição: Realizar uma exposição ampla, educativa e aprofundada, em São Paulo/SP, para promover a valorização e adifusão do legado de Oswaldo Bratke;
Enquadramento Legal:O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - Contribuir para assegurar a todos os meios de acesso às fontes da cultura, promovendo o pleno exercício dos direitosculturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanose conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir as diversas manifestações culturais, juntamente com seus criadores;VIII - Estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento, cultura ememória coletiva.O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênica, de música e de folclore. Oswaldo Bratke deixou um legado inestimável na história da arquitetura do país. Sua obra, marcada pela inovação e pela busca por uma arquitetura autêntica merece ser celebrada e compartilhada com o público. Dentre suas criações, a Vila Serra do Navio e Vila Amazonas se destacam como um exemplo pragmático de sua visão arquitetônica. É fundamental que essas obras sejam objeto de exposição que permita ao público compreender a importância da contribuição de Bratke para a cultura brasileira. A obra de um arquiteto é um reflexo do seu tempo e das circunstâncias que o influenciaram. A arquitetura pode conectar o passado, o presente e o futuro. A exposição destaca a importância da integridade entre as convicções pessoais do arquiteto e o espírito do tempo. O arquiteto Oswaldo Bratke é citado como exemplo de alguém que conseguiu essa integridade em suas obras, incluindo as cidades projetadas no Amapá, Vila Amazonas e Vila Serra do Navio. Como se deu o urbanismo e a arquitetura da Vila Serra do Navio? Inicialmente Bratke escolheu o ponto para implantação da vila junto ao rio, onde morou com os ribeirinhos por um tempo. Esse local era o mais bonito, mas espessa neblina matutina tornava o ponto problemático. Para construir uma cidade moderna em um local remoto e desconhecido, o urbanista foi estudar as características físicas e climáticas da região. A solução moderna adapta-se com sucesso à floresta amazônica, superando os desafios da selva quente e úmida e demonstrando a eficácia de sua arquitetura neste ambiente. "O desenho dos ambientes internos e ao concomitante conforto obtido pela interpretação lúcida e paciente das condições climáticas enfrentadas, combinada com a experiência acumulada em projetos de arquitetura, é mérito das decisões de projeto guiadas pelo escrúpulo do arquiteto com a durabilidade e com o uso preciso das técnicas e materiais, temas constantes de um reconhecido detalhamento que nunca perde de vista a necessária concisão formal". Oswaldo Bratke foi o responsável por todos os aspectos do projeto, desde a seleção do terreno na Serra do Navio até o design de cada detalhe, incluindo o mobiliário e os espaços de lazer para as crianças.
não se aplica.
não se aplica.
No âmbito físico, todos os espaços do local de execução serão acessíveis. Com rampa para pessoas com deficiência de mobilidade. Elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades de mobilidade. Segue abaixo as medidas que serão adotadas: Produto Exposição de Artes:- Acessibilidade Física:Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais demobilidade. De acordo com os termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 e o disposto no Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, o proponente se compromete a respeitar as normas de segurança indispensáveis a todos os visitantes e, em especial, aos portadores de deficiência. Vale ressaltar ainda que os projetos expográficos adotarão e respeitarão todos as normas vigentes. - Acessibilidade de conteúdo:I) Deficiência visualExposição: textos e legendas em braile e áudio-guias.II) Deficiência auditivaExposição: haverão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição.III) Deficiência cognitivaExposição: terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente cognitivo se contemple com a exposição. Serão adotadas medidas de linguagem simples em seus materiais. Os custos das medidas de acessibilidade aqui previstos serão pagos pelo custo vinculado de Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.
Os ingressos da exposição serão distribuídos gratuitamente e acessíveis a toda população. Para garantir o acesso ao produto gerado pela população de baixa renda, será feita a divulgação, por meio de convites impressos, nas escolas, ONGs e projetos sociais do entorno dos espaços culturais onde ela será realizada. PRODUTO EXPOSIÇÃO: Considerando a distribuição gratuita dos ingressos para acesso à exposição para população em geral, o proponente cumpre as disposições prevista no art. 46 da IN nº 23/2025, respeitando o "I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;" Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 23/2025, Art. 47: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 46, totalizando 20% (vinte por cento);
Proponente | MADAI ArtCriada em 2006, Madai é especializada em produzir projetos culturais e exposições de arte no Brasil e exterior. Angela Magdalena, fundadora, possui ampla experiência no setor tendo produzido mais de 80 exposições desde 1995, realizando os eventos em destaque abaixo: 2018 Ai Wei Wei Inóculo OCA Parque Ibirapuera – SP e CCBB - RJ; Farol Santander; Museu da Natureza; Serra da Capivara - PI; Museu da Cidade de Manaus; Campos de Invisibilidade; SESC Belenzinho - SP; Saramago Os Pontos e a Vista; Etnos Faces da Diversidade. 2017 Ex Africa CCBB/BH;RJ;SP;DF; Erwin Wurm O Corpo é a Casa; Examinando o Brasil 50 Anos da Revista Exame; Espaço de eventos Shopping JK Iguatemi -SP; Outras Ideias Daniel Arsham e Makoto Azuma; Oi Futuro e Aterro do Flamengo - RJ; Frestas Trienal de Artes Entre Pós-Verdades e Acontecimentos SESC Sorocaba; Espuma Kohei Nawa Japan House - SP; SUBTLE Sutileza em Papel; Japan House - SP; Eterno Efêmero Kengo Kuma; Japan House -SP; Bambu Histórias de um Japão; Japan House - SP; Flower Messenger Makoto Azum; Japan House - SP; Hugo França Um Tronco para Exú; MAC USP Ibirapuera - SP; 2016 Provocar Urbanos Inquietações sobre a Cidade; Sesc Vila Mariana - SP; Yolanda Penteado A Dama das Artes de SP; Solar da Marquesa de Santos - SP; Jogos do Sul; Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica – RJ 2015-2016 Zeitgeist Arte da Nova Berlim; CCBB - BH; RJ; BSB; Com Ciência Patricia Piccinini; CCBB;2015 Terra Comunal Marina Abramovic; Sesc Pompéia - SP; As Margens dos Mares; Sesc Pinheiros - SP; Invento As Revoluções que nos Inventaram; OCA - SP; CRU Comida Transformação e Arte; CCBB - BSB; Shirley Paes Leme Quando atitudes (trans) formam; CC Minas Tênis Club - BH;2014 Ciclo Criar com o que Temos; CCBB -SP; BSB; BH; Museu do Café - Santos; Jaraguá Caio Reisewitz; Casa da Imagem - SP; Christian Boltanski; Sesc Pompéia - SP; Tino Sehgal Essas Associações; CCBB - RJ; O Jogo só Acaba Quando Termina; Sesc Vila Mariana - SP; Turista Hotel Cristiano Mascaro; Casa da Imagem - SP; Câmara da Descompressão Edu Marin; Casa da Imagem - SP; Túneis não Mostram o Final Felipe Bertarelli; Casa da Imagem - SP;2013 Cai Guo-Qiang Da Vincis do Povo; CCBB - SP; RJ; BSB; Bauhaus Foto. Filmes; Sesc Pinheiros - SP. Alfons Hug - curador - Estudou linguística, literatura comparada e estudos culturais em Freiburg, Berlim, Dublin e Moscou. Foi curador da XXV e XXVI Bienal de Arte de São Paulo em 2002 e 2004. Hug foi o primeiro estrangeiro a fazer a curadoria deste evento artístico. Desde meados da década de 1980, Hug trabalhou como diretor dos Goethe-Institutes (Centros Culturais Alemães) em Lagos, Medellín, Brasília, Caracas e Moscou. De 2002 a 2015 ocupou esta posição no Goethe-Institute no Rio de Janeiro e de julho de 2015 a fevereiro de 2016 em Cingapura. De junho de 2016 a junho de 2017, ele foi novamente diretor do GoetheInstitute em Lagos, Nigéria. Hug é atualmente diretor do Goethe-Zentrum em Baku. Na década de 1990, Hug foi chefe do Departamento de Artes Visuais da "Haus der Kulturen der Welt" (Casa das Culturas Mundiais), em Berlim. Curadora | Maristela AlmeidaMaristela Almeida é graduanda em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, atualmente no oitavo semestre. É aluna ouvinte na Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA/USP), onde participa dos cursos “Espólios: a persistência de questões abertas pelas produções artísticas das décadas de 1960 e 1970 na atualidade” e “Curadoria Educativa: Elementos para uma prática crítico-reflexiva de arte-educação em instituições museológicas e espaços culturais”.Realizou formações complementares em curadoria e história das exposições pelo MASP Escola, com a curadora Mirtes Marins de Oliveira, e na plataforma ZA____IT, com a curadora Daniela Labra. Atua como pesquisadora da obra do artista Sérgio Ferro, sendo também curadora da exposição Sérgio Ferro – Trabalho Livre, com abertura prevista para 15 de março de 2025 no MAC/USP, tema central de seu projeto de mestrado. Integra a equipe curatorial de uma futura exposição sobre o arquiteto Oswaldo Bratke. Sua trajetória acadêmica inclui a pesquisa “Tradição e Memória: O Feminino na Poética de Chiharu Shiota”, apresentada em congressos científicos e publicada nos anais do CONIC/SEMESP. Curadora | Bárbara BratkeBárbara Bratke é arquiteta e urbanista formada pela FAU-USP em 1994, com MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais pela POLI-USP. Sua monografia de conclusão de curso abordou o ecoturismo sustentável na Vila Serra do Navio. Em 2023, participou como palestrante no SAMA – Seminário de Arquitetura Moderna, em Cuiabá, ao lado de Orlando Françade Carvalho Neto. Com uma trajetória familiar ligada à arquitetura e engenharia, Bárbara atua com projetos residenciais e corporativos em seu próprio escritório desde a formatura. Curador | Orlando FrançaOrlando França (de Carvalho Neto) é arquiteto e urbanista formado pela FAU Mackenzie no final dos anos 90. Natural de São Paulo, sempre atuou na região do Morumbi/Butantã, onde mantém sua base profissional. Com experiência em diversos tipos de projetos, que vão do mobiliário à escala urbana, Orlando trabalhou tanto como autônomo quanto em colaboração com outros profissionais e escritórios de arquitetura. Com uma forte ligação familiar com o ensino, iniciou sua carreira de professor ainda aos 15 anos, dando aulas de reforço de História e Geografia. Em 2004, concluiu seu Mestrado em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie, com um estudo sobre o projeto cultural e arquitetônico da Biblioteca Mário de Andrade. No mesmo ano, iniciou sua carreira acadêmica na Unip, onde leciona até hoje, com pesquisas e orientações de monografias e iniciação científica. Além da docência, Orlando se dedica ao desenvolvimento de projetos de arquitetura com grande dedicação e paixão pela profissão. Produção Executiva | Angela MagdalenaFormada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramović, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.