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O "Choro Livre" é uma série de 04 apresentações dedicadas ao choro, reunindo grupos de chorinho de diferentes regiões com artistas consagrados em encontros musicais inéditos. A proposta celebra o gênero como expressão viva da cultura brasileira, promovendo o intercâmbio entre gerações, a difusão do repertório tradicional e a criação contemporânea. A cada edição anual, serão realizadas quatro apresentações em diferentes espaços culturais, com formações musicais distintas a cada evento (rodízio de grupos de chorinho), acompanhadas de um artista convidado de renome nacional.
O projeto "Choro Livre" realiza 4 apresentações gratuitas de choro por ano, com rodízio de grupos e participação de artistas renomados. As atividades incluem oficinas e rodas de conversa, além de registro audiovisual com acesso gratuito. A proposta visa preservar e difundir o gênero, promovendo intercâmbio entre gerações e fomentando sua continuidade na cena musical brasileira.
Gerais: - Promover e valorizar o choro como patrimônio musical brasileiro. - Estabelecer um circuito anual de apresentações com formações rotativas. - Estimular o intercâmbio entre artistas renomados e grupos emergentes. Específicos: - Realizar 04 apresentações anuais com diferentes grupos de choro e convidados especiais. - Oferecer oficinas e rodas de conversa para estudantes e público geral. - Criar registros audiovisuais e disponibilizá-los gratuitamente.
O choro é uma das primeiras manifestações musicais urbanas do Brasil, considerado o embrião da música popular brasileira. Apesar de sua importância histórica, o gênero sofre atualmente um processo de marginalização e esvaziamento nos espaços de difusão musical, correndo sério risco de desaparecer da cena cultural se não forem criadas políticas e ações efetivas de incentivo. O "Choro Livre" busca suprir essa lacuna ao oferecer apresentações com alto nível artístico, acessíveis ao público e com foco na formação de plateia. Ao promover o rodízio de grupos e o diálogo com artistas renomados, o projeto garante diversidade estética, intercâmbio entre gerações e fortalecimento das redes de músicos dedicados ao gênero.
Evento presencial com duração de 90 a 120 minutos, realizado em espaço cultural com estrutura para shows musicais (palco, iluminação e sonorização profissional). Cada apresentação conta com um grupo de chorinho diferente, em rodízio, acompanhado de um artista renomado convidado.Duração: Cada espetáculo dura entre 1h30 e 2h.Material Utilizado: Instrumentos tradicionais do choro (cavaquinho, violão de 7 cordas, flauta, pandeiro, bandolim, etc.), equipamento de som (microfones, mesa de som, caixas de som), iluminação cênica e infraestrutura técnica adequada.Projeto Pedagógico: Promove a valorização da música instrumental brasileira, incentivando a formação de público e a transmissão cultural do gênero para diferentes faixas etárias. O espetáculo funciona como veículo de difusão do choro e interação entre gerações. 2. Oficinas de ChoroPaginação/Formato: Minicursos presenciais com duração média de 2 horas, para grupos de até 20 participantes, com espaço adaptado para aulas práticas e teóricas.Duração: Cada oficina terá 2 horas de duração.Material Utilizado: Instrumentos musicais tradicionais do choro disponibilizados para os participantes, partituras e material didático impresso, recursos audiovisuais (vídeos explicativos), quadro branco ou flipchart para exposição teórica.Projeto Pedagógico: Focado na iniciação e aprimoramento do aprendizado do choro, incluindo técnica instrumental, prática de conjunto, improvisação e linguagem musical específica do gênero. As oficinas estimulam a participação ativa, o desenvolvimento da criatividade e o resgate cultural. 3. Rodas de Conversa com os ArtistasPaginação/Formato: Encontros presenciais com formato de bate-papo, duração aproximada de 1 hora, realizados em auditório ou sala cultural com capacidade para até 50 pessoas.Duração: 1 hora por roda de conversa.Material Utilizado: Microfone para mediação, cadeiras para público e convidados, equipamentos audiovisuais para eventuais exibições (projetor, telão), materiais informativos distribuídos aos participantes.Projeto Pedagógico: Objetiva a aproximação do público com os artistas, promovendo debates sobre a história, prática e desafios do choro. Favorece o diálogo intercultural e a troca de experiências, ampliando o conhecimento crítico e cultural dos participantes. 4. Registro AudiovisualPaginação/Formato: Captação profissional de áudio e vídeo durante as 4 apresentações, com edição e finalização para divulgação digital.Duração: Cada registro corresponde à duração do espetáculo (90 a 120 minutos).Material Utilizado: Equipamentos profissionais de captação de áudio (microfones, gravadores) e vídeo (câmeras HD/4K, tripés, iluminação para gravação), softwares de edição audiovisual.Projeto Pedagógico: O material produzido será utilizado como recurso didático para divulgação do gênero, podendo ser acessado por estudantes, músicos e público geral, contribuindo para o ensino e difusão do choro.
O projeto “Choro Livre” está comprometido com a promoção do acesso universal às suas atividades, adotando práticas e recursos de acessibilidade física, comunicacional e informacional, garantindo a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre os itens previstos: Intérprete de Libras em todas as apresentações, oficinas e rodas de conversa, garantindo acessibilidade para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Espaços acessíveis: todas as atividades serão realizadas em locais que ofereçam estrutura adequada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil, quando disponível.Divulgação acessível: os materiais de comunicação (posts, vídeos, textos, cartazes) incluirão recursos como: Textos com linguagem simples.Audiodescrição nos vídeos de divulgação.Legendas nos vídeos dos registros audiovisuais.Acessibilidade digital: os conteúdos disponibilizados online seguirão boas práticas de acessibilidade em plataformas compatíveis com leitores de tela.Equipe sensibilizada: todos os profissionais envolvidos serão orientados sobre boas práticas de atendimento inclusivo.Essas medidas asseguram que o “Choro Livre” seja verdadeiramente democrático e inclusivo, ampliando seu alcance e impacto cultural.
O projeto "Choro Livre" é integralmente estruturado para garantir o acesso democrático à cultura. Todas as apresentações serão gratuitas, realizadas em espaços públicos ou centros culturais com ampla acessibilidade física, em regiões que historicamente enfrentam carência de programação cultural. Além disso, o projeto promove ações formativas (oficinas, bate-papos e rodas de conversa) abertas ao público, com foco especial em estudantes da rede pública, artistas iniciantes e comunidades em situação de vulnerabilidade. Os conteúdos produzidos (vídeos, entrevistas, registros musicais) serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o alcance do projeto para além dos locais físicos de realização. A escolha de grupos de choro de diferentes regiões e a participação rotativa de artistas reforçam a descentralização e a valorização da diversidade regional, promovendo efetivamente o acesso plural à produção cultural brasileira.
Proponente: COORDENADOR GERAL E PRODUÇÃO EXECUTIVA Coordena o planejamento, detalhamento, estimativa de custos e cronograma do projeto. Participa de reuniões e elabora relatórios, orienta as pessoas envolvidas no projeto, organiza os recursos do projeto. Acompanha e avalia os resultados do projeto e executa o projeto. etc. CURSOS: - Nosso Negócio é Música – SEBRAE – 2015; - Oficina de Expressão Corporal e Presença de Palco – Festival de Inverno de Ouro Preto – Prof. Alexandrino do Carmo - Ano: 2013; - Curso de Cinema Documentário – Festival de Inverno de Ouro Preto – Ano: 2011; - Gestão Cultural – Projetos Especiais – UFMG – Ano: 2011/2013; - Incubadora de Cultura – Secretaria Municipal de Cultura/BH – Ano: 2013 - Musica Método Kodály – Escola de Música da UFMG – Prof. Ian Guest – Ano: 2009; - Oficina de Arranjo – Ordem dos Músicos do Brasil – Prof. Ian Guest – Ano: 2009; - Canto Popular – Escola de Canto Babaya – Ano: 1995 a 1998; - Violão Erudito / Canto Lírico – UEMG – Ano: 1994 a 1997; - Harmonia e Arranjo - Fundação de Educação Artística – Ano:1986; - Apreciação, teoria, rítmica, solfejo e prática de instrumento de corda - Fundação de Educação Artística – Ano: 1976 a 1980; - Comunicação Social (jornalismo) – FAFI/BH – 1974 a 1979. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Produção dos eventos: GastroArte – estival de Arte e Gastronomia da Chapada/Ouro Preto 09 e 10/09/2016; Show Paulinho Pedra Azul 13/02/2016; Show Eu Quero É Sambar, com a Cantora Silvia Gomes e o Compositor Pirulito da Vila 26/03/2016; Evento, Forró e Gastronomia com várias bandas de forró e comidas típicas 06/12/2015; - Autor das seguintes discografias: Beira de Fogo é Beira de Abismo. Ano: 1984; Auto Retrato. Ano: 1997, Gota D’Água – 2000 e Caminhos Abertos. Ano: 2003. Blefe – 2016. PRODUTOR EXECUTIVO: EUGÊNIO DE CASTRO Responsável por tornar a ideia de um evento em realidade, garantindo que ele seja realizado de forma eficiente, dentro do orçamento e com o sucesso esperado. Graduado em Produção Multimídia/Comunicação Digital na UNI BH, com habilitação em cinema e vídeo, áudio, roteiro, webdesign, jogos digitais e novas tecnologias. Estudou violão clássico e técnica vocal na Escola da Fundação Artística, tendo também estudado percepção musical no Conservatório de música da UFMG. Fez Curso de Roteiro com Sanzio Canfora (Prof da universidade de Cambridge - Inglaterra). Nos Estados Unidos estudou Computação Musical e Técnicas de gravação e Masterização na cidade da Philadelphia. Fez também estágios no Mayan Studios e na Master Key productions, além de cursar o Áudio Institute of América e Philadephia Community College. Produtor executivo do Festival Circuito #Ocupe o Parque, que já teve três edições. A primeira com patrocínio da TIM telefonia celular realizada durante o carnaval de Beagá em Fevereiro de 2014, com público que ultrapassou 100.000 pessoas. A segunda com patrocínio da CODEMIG realizada em Setembro e Dezembro de 2015 com público estimado de 30.000 pessoas Todas com grande sucesso e aclamação pública. DIRETOR ARTÍSTICO: Responsável por supervisionar a direção artística, garantindo que os elementos musicais e visuais se complementem e criem uma experiência coesa e impactante para o público. Ele coordena a seleção de artistas, repertório, ensaios e performance, além de definir a identidade visual do evento. GERALDO VIANNA: Há trinta anos atuando na produção fonográfica, o violonista, compositor, arranjador e produtor musical, Geraldo Vianna, produziu cerca de três centenas de LPs, CDs e DVDs de artistas de destaque no cenário musical brasileiro. Nesse período, trabalhou com as principais gravadoras do país, entre elas Universal, Movieplay, Eldorado, Velas, Empowerment e vários selos independentes. Produziu e fez arranjos para artistas mineiros, tais como Fernando Brant, Tavinho Moura, Juarez Moreira, Tadeu Franco, Waldir Silva, Renato Andrade, Gama GT, Péricles Garcia, Helena Penna, Paula Fernandes, Pena Branca e Xavantinho, Amaranto, Cadu de Andrade, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.