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A arte é um remédio para a alma até mesmo dentro dos hospitais. Produzir um documentário de média-metragem. sobre uma importante instituição de ajuda a saúde pública da cidade de Uberlândia e região. O "Grupo Luta Pela Vida", que desde o início da década de 90 tem trabalhado assiduamente no combate e prevenção contra o câncer que resultou na construção, manutenção e ampliação do Hospital do Câncer e de como a arte e os artistas muito contribuíram neste processo. Este filme terá sua estreia em uma sala de cinema, e ingresso100%% gratuito, e classificaçao livre para qualquer faixa etaria.
O projeto Uma Nova Vida, é uma proposta de realizar um documentário sobre duas importantes instituições na área da saúde, de Uberlândia e região. O Grupo Luta pela Vida é uma iniciativa de membros voluntários da sociedade civil, que durante os últimos quase 30 anos, o principal resultado desta luta foi a criação, construção e sua complexa infraestrutura tecnológica, que hoje atende e socorre uma enormidade de pacientes da região em torno da cidade de Uberlândia, trazendo alivio nos momentos difíceis e muitas vezes salvando vidas. Falar sobre esse assunto, inevitavelmente é falar sobre as sutilezas tênues entre vida e morte, um dos maiores dilemas da humanidade. As histórias de pessoas que vivem ou já viveram este drama, serão contadas juntamente com as histórias dos que tem como oficio conviver cotidianamente com essa realidade. E os inúmeros voluntários anônimos, o que os motiva a realizar essa causa tão grandiosa ? O filme sera indicado livre para todas as faixas etarias.
Objetivo Geral: Realização do filme documentário Um Voo Além da Vida, que não só relata o surgimento e evolução do Grupo Luta Pela Vida, responsável pela viabilização do Hospital do Câncer e do Centro de Cuidados Oncológicos em Uberlândia, mas também mostra como a arte e os artistas estiveram de braços dados com essa brilhante iniciativa, com plausíveis, valorosos e calorosos resultados, que transformaram centenas de vidas e trouxe novos paradigmas à realidade de Uberlândia, e região. Em um formato media metragem, o documentário percorrerá toda a história do Luta Pela Vida, mostrando a arte e os artistas que também a compuseram. Misturando à narrativa proposta a ficção e depoimentos reais, a obra pretende apresentar à cidade uma história de pioneirismo e coragem, emocionando os espectadores com histórias verdadeiras vividas no percurso do grupo. Este filme muito contribuirá para o reconecimento e divulgação de uma causa social e de extrema relevancia para na saude de toda população independente se sua condição social ou economica. Objetivo especifico: A pesquisa (2 meses) Para realizar esse documentário de média-metragem, com duração entre 50 e 60 min. antes mesmo de formatar o projeto, fizemos uma pesquisa prévia nos acervos de documentos e imagens das duas instituições, isso nos fez perceber que em quase 30 anos de atividade há muita história para contar. Portanto, o primeiro passo após a captação dos recursos, será uma pesquisa aprofundada e seletiva em todo acervo, para isso será necessário ter de dois a três pesquisadores dedicando em média 2 meses para selecionar e eleger os principais fatos e história que serão usados para composição final do roteiro. O roteiro (1 mês) O roteiro seguirá o resultado da pesquisa e seleção, e terá um mês para ser finalizado. De acordo com nossa pesquisa prévia, optamos por trabalhar com três eixos temáticos. Eixo 1: A história do grupo Luta Pela Vida, a história da construção do hospital, e as histórias dos artistas e das artes tanto na luta pela construção quanto da função terapêutica que muitas vezes desempenha. Eixo 2: esclarecimentos sobre o desenvolvimento da doença, as medidas preventivas, e o que hoje está sendo desenvolvido pela ciência e seus procedimentos para o tratamento para tais males. Eixo 3: As histórias de pessoas que venceram a luta contra o câncer através da ajuda destas instituições, destacando os momentos dramáticos, de luta e esperança, e os momentos de alegria e felicidade após a superação da doença. Planejamento de gravação: (1semana) Visita técnica e seleção das locações (1 semana) Um estúdio será locado para a gravação das entrevistas com as pessoas que viveram a superação da doença, neste estúdio será feito um cenário especifico para esse tema. Outras locações acontecerão na sede do grupo Luta Pela Vida, no hospital do câncer e outros lugares que ainda podem ser definidos. Gravações: (2 meses) Edição: (2 meses) Pós-produção do filme (1 mês) Divulgação da pré-estreia (20 dias) A divulgação da pré-estreia, que acontecerá numa sala oficial de cinema da cidade, e terá uma ampla divulgação com outdoors, divulgação em todas as redes sócias e nas tevês e mídias tradicionais, com ingresso 100% gratuito e contara com legendas descritivas, janela de libra e audiodescriçao. Depois da estreia o filme será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais no site do Grupo Luta Pela Vida, do Hospital do Câncer, e no site das mais de 130 empresas que apoiam a causa.
JustificativaRelevância cultural, social e artística. Relevância cultural, social e artística. Art. 1º da Lei 8313/91 Baseado no inciso VIII do Art. 1°- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e no Art. 3° da mesma Lei, e, inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante, o objetivo: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. E por se tratar de um documentário que conta a história de uma causa nobre e carregada de doações e voluntariados os recursos da Lei 8313/91 com a arte fortemente presente nesses momentos e por ser uma instituição que já amparou diversos artistas acometidos por algum tipo de câncer. Acreditamos que os recursos desta lei serão dignamente aplicados no benefício de toda sociedade.O percurso do Grupo Luta Pela Vida é algo que traz em sua essência a mobilização. Da população de Uberlândia ede alguns artistas que fazem parte dela. A sociedade foi mobilizada a integrar essa ação em prol da vida, umaação não só pela solidariedade, mas também pela prevenção. O exército de voluntários hoje existente começou deforma simplória, por iniciativas isoladas de pessoas que passaram pelos momentos de dores e desalentos. Acompreensão do que isso significa, obviamente, só tem quem viveu esse momento. Mas, o tratamento artístico,frente ao poder que a arte tem, pode traduzir este momento e assim revelar para a população o quanto humana éessa ação.Um documentário como o dessa proposta visa perpetuar as personagens que fizeram parte dessa história, trazendorelatos de artistas que doaram seus processos criativos para reverberar a luta desse coletivo de voluntários. Éimportante registrar uma luta com essa envergadura, que transformou a cidade e a vida de inúmeros cidadãos.Uma história de várias fases, que deve ser consolidade em sua cronologia, em um relato artístico comovente detodos os seus momentos, desde a casinha alugada no bairro Umuarama, próxima ao Hospital de Clínicas daUniversidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), onde acontecia o atendimento dos pacientes de Uberlândia e regiãodo antigo Setor de Oncologia do HC-UFU. Tudo era gratuito, mas uma gratuidade que vinha com a precariedade,pois os quartos e o espaço voltado para quimioterapia eram apertados, a sala de espera ficava na varanda da casae cada cômodo precisou ser transformado para parecer com um hospital. Diante de toda essa dificuldade, com oaumento de pacientes e tal precariedade sendo acentuada, surgiu o Grupo Luta Pela Vida, a partir de um grupo deamigos, composto por médicos e acompanhantes de pacientes. O grupo nasceu para reverter aquela situação, parabuscar recursos que viabilizassem a construção de um hospital especializado no tratamento contra o câncer e oenfrentamento das pessoas nessa batalha fosse potencializado com melhores condições e mais esperança. Umapauta com tamanha sensibilidade, obviamente, também despertou o interesse e a participação de diversos artistasda cidade.Na soma desse esforço coletivo por mais esperanças na luta contra o câncer, cidadãos de todos os segmentos, faixaetária, credos e classes sociais, conseguiram transformar a realidade e viabilizar um local maior do que uma meracasinha, ressaltando que todos os que lutavam pela vida mereciam mais do que aquilo. E nessa luta, alguns artistastiveram papel fundamental.No início do ano 2000, o sonho começou, literalmente, a se concretizar e foi inaugurado o primeiro pavimento doHospital do Câncer em Uberlândia. Desde então e sempre devido às doações, o projeto se consolidou em umaestrutura de 10.000 m², com quatro andares, salas de espera, consultórios e espaço para a quimioterapia eradioterapia. Muito provavelmente essa é a maior luta já consolidade em Uberlândia, em causa amplamenteabraçada por todos e com resultados tão expressivos e apenas com um objetivo comum a todas as pessoasenvolvidas: a humanização das relações e da estrutura que envolvem o tratamento oncológico em Uberlândia.Hoje, com uma estrutura ampla, conquistada em um espaço de tempo relativamente curto, graças à organização,comprometimento e dedicação exclusivamente do Grupo Luta Pela Vida, conquistou-se um hospital muitíssimo bemequipado, com um efetivo quadro de colaboradores e profissionais da área, além de um exército de voluntários quese dedicam com afinco às propostas humanizadas e adornadas pela arte desse imprescindível coletivo quetransformou a vida da cidade.O que parecia um sonho impossível, revelou que o ser humano tudo pode quando quer e persegue os seus ideais,sobretudo quando existe um interesse coletivo evidente por trás deles. Para além do Hospital do Câncer,devidamente equipado, o Luta Pela Vida, para surpresa de toda a população, acabou dando mais um passoimportante na luta pela vida: inaugurou o Centro de Cuidados Paliativos Oncológicos, que conta com mais de 2.500m² de área construída. Inovador, o espaço recebe os pacientes oncológicos que estão em cuidados paliativos naterminalidade ou para controle de sintomas. Ao todo, o prédio possui 42 leitos e 22 apartamentos. Ali reside oafeto e a esperança. É um lugar para possibilitar a despedida com dignidade e conforto, realizando, sempre quepossível, os sonhos mais substanciais dos pacientes que não têm mais cura e daqueles que possam prolongar a vidacom o controle da luta contra o câncer. Além do afeto e da esperança, ali também reside a arte, já que sonhos sãodespertados e não raramente eles estão conectados às manifestações artísticas. O tempo e o carinho dedicados aospacientes, tanto no Hospital do Câncer como no Centro de Cuidados Paliativos, desde sempre, são empenhadoscom a arte e a presença de artistas, algo que merece não somente destaque, para acentuar a importância da artena existência humana e em todas as lutas inerentes a ela, mas também o registro documental dessa simbiose entreela, o exercício voluntário do fazer artístico e as lutas que, involuntariamente, compõem a vida humana. A isso sepropõem esse documentário. Foi por meio da empatia e das doações, materiais ou não, também de artistas dacidade, que o Grupo Luta Pela Vida começou e é por causa disso que ele ainda se mantém ativo, visando continuarinvestindo em melhorias para todas as frentes de trabalho e assim transformar vidas.
Nao ha outras informaçoes ate o presente momento que ainda nao foram citadas em outros campos.
Documentário de 60 min de duração, quando estiver pronto, faremos uma pre estreia de lancamento do filme, com ampla divulgaçao em todos os meios de comunicaçao, e posteriomente disponibilizado na internet, tambem com ampla divulgaçao.
Este filme contara com legendas descritivas, janela de libras e audiodescriçao como medidas acesso ao conteudo. A pré-estreia acontecera numa sala de cinema da cidade com todas as exigencias de acessibilidade física. Na etapa de gravação, a equipe técnica é que irá aos locais onde serão gravadas as cenas, ou seja, onde os entrevistados moram, trabalham, ou em um estudio com as devidas condições de acessibilidade, e na etapa de pós-produção, o documentário terá audiodescrição para os espectadores que sejam deficientes visuais e legendas descritivas, ou janela de libras para auditivos. Em se tratando de uma obra que trafega pelo campo da saúde, obviamente haverá recortes da narrativa tendo a inclusão como foco, uma vez que vários usuários ali são pessoas com deficiências. O roteiro pretende acentuar os processos de inclusão estabelecidos Na planilha orçamentaria ja conten um item na etapa de posproduçao com recurso destinado a legendas descritivas, audiodescriçao e janelas de libras. Haverá uma exibição de pré-estreia do filme 100% gratuita em uma sala oficial de cinema devidamente adequada as comdições de acassibilidade e a recepçao do publico contara com a presença de profissionais que trabalham com assecibilidade para auxiliar nas questoes pertinentes.
Como este filme nao tem como proposito ser exibido em circuito comercial, sua distribuiçao se dara de maneira especial O acesso ao filme será totalmente gratuito. Sessões de lançamento serão programas em salas convencionais de exibição, em espaços culturais como o Teatro Municipal e o Cine Teatro Nininha Rocha, no espaço do Grupo Luta Pela Vida, que tem local propício para isso em seu Centro de Cuidados Paliativos, nas sedes de empresas incentivadoras, enfim, e na nova sala de cinema da Universidade Federal de Uberlandia, em todos os locais possíveis que abram suas portas para apresentar essa história, sempre sem cobrança de ingressos. Posteriormente, após essa maratona de lançamentos, o documentário será disponibilizado em redes virtuais da internet, com possibilidade de baixar o arquivo e ter sua reverberação potencializada. A historia que pretendemos contar, e uma historia de voluntarismo e colaboraçao de centenas de milhares de pessoas que contribuem permanentemente com a causa. A distribuiçao do filme tera tambem essa mesma força para fazer o filme ter o mesmo alcance. Apos a data da preestreia do filme, realizaremos uma oficina de documentário, para 20 vagas,oferecida a população 100% gratuita, esta oficina sera gravada e depois sera disponibilizada gratuitamente nas redes sociais, com kegendas descritivas, janela de libras e audiodescriçao.
José Umberto TavaresNome artístico: Umberto Tavares FUNÇÃO A SER DESEMPENHADA NO PROJETODireção cinematográfica e coordenação geral. EXPERIÊNCIA NA ÁREA CULTURALAtor e cineasta uberlandense, com ampla atuação em ambas aslinguagens, não somente em Uberlândia, mas também em São Paulo, noRio e em países da Europa.Umberto Tavares é fotografo, cineasta, ator e diretor com quarenta e cincoanos de carreira, durante estas quatro décadas atuou ou dirigiu dezenas deespetáculos. No seu repertório teatral estão autores de grande importânciapara a dramaturgia universal que incluem tragédia e comédia grega (Eurípedese Aristófanes), comédia de costumes do teatro brasileiro (Martins Pena), oteatro do absurdo de Samuel Beckt e Jean Tardieu, o teatro infantil de grandesautores brasileiros como Maria Clara Machado e Chico Buarque, o drama deNelson Rodrigues, o teatro do distanciamento e o épico de Brecht, o expressionismo alemão de Frank Wedeking e outros gêneros como ballet,ópera e outros musicais. Também atuou em muitos comercias de televisão oulocuções para rádio. Nos últimos anos tem se dedicado com especial atenção aprodução cinematográfica, algumas vezes como ator outras como produtor erecentemente, depois de dirigir o documentário "Murundu" (longa metragem),2013, e "Vida Eficiente"(longa metragem), 2015, também como diretor defilmes. De 2015 a 2019 Viveu em Bruxelas na Bélgica e trabalhou comofotografo, cinegrafista e editor de imagens, registrou muitos casamentos,gravou muitos vídeo clips para artistas locais e registrou vários eventosartísticos e eventos de negócios, o mais recente trabalho é a realização docurta metragem ficcional "O Casamento", uma leve comédia, que retrata ocotidiano de brasileiros que vivem na Bélgica em busca de legalização de seusdocumentos na esperança de entrar num mundo encantado de contos defadas. O filme foi realizado com produção de elenco e equipe técnica compostapor brasileiros e belgas, os diálogos acontecem em português e francês comlegendas em português. Em 2021 retornou a Bruxelas (Bélgica), para participarde uma residência de cinema organizada pela ASBL Cineluso, com outros 10contemplados com bolsa de estudo para participar e realizar um filme curtametragem, vindos de países como Brasil, França, Alemanha, Cabo Verde ePortugal. O projeto foi realizado com a temática do Teatro do Oprimido deAugusto Boal, com oficina aplicada por seu filho Julian Boal, o resultado foi o"Filme Ganha Pão". O elenco é pluricultural, e o filme tem diálogos em Português, e Frances, com legendas em Português. Equipe técnica principalCarlos Guimarães CoelhoProdutor cultural há mais de três décadas em Uberlândia.Autor das obras “Retratos de Minas – Crônicas do Interior” e “Nau à Deriva – OTeatro em Uberlândia de 1907 a 2011”.Produção de vários espetáculos de teatro, música e dança com artistas egrupos de Uberlândia.Produção local de mais de 300 espetáculos em turnê pelo país, comoidealizador e executor do programa Uberlândia na Rota da Cultura.Prêmio Grande Otelo de Cultura, em sua primeira edição.Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.Cinco moções de aplauso da Câmara dos Vereadores de Uberlândia.Idealizador e coordenador das três edições do Circuito Cultural Udi em Cena.Idealizador e coordenador do projeto Todos em Cena.Idealizador e coordenador das duas edições do projeto Jazz de Verão.Coordenador do extinto espaço Estação Cultura, que continha programaçõesculturais diárias.Várias atuações no setor também como jornalista, sua profissão paralela. Diretor de Fotografia- Lucas CecchinoLucas Cecchino é formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE e mestre em Educação ePedagogia pela UFMG. Atua como documentarista, diretor e diretor de fotografia, além detrabalhar como educador e cineclubista. Autor do projeto "Imagem do Mundo", uma oficina emostra de cinema indígena junto ao povo Fulni-ô de Águas Belas/PE, bem como do “Cursode Cinema e Autocuidado na Escola” oficina em audiovisual em contexto pandêmico eidealizador e curador do cineclube "CineCiclo". Participou dos projetos de oficina"CineCabeça" e "multiHlab", dedicados a estreitar as relações do cinema com a educação.Diretor de fotografia de diversas obras audiovisuais, incluindo "Hoje sou Felicidade" deTiago Aguiar, "Três Luas" de Lara Pires e a web-série "Entre Linhas" de Camila Amuy, alémde ser diretor do filme "Psicofonia" e de obras documentais. Contribuiu na restauração deimagens de arquivos audiovisuais da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste(SUDENE) e na realização do documentário "Memória do Desenvolvimento" dirigido porFernando Weller. Trabalhou como cinegrafista e diretor de fotografia na produtora"Imaginare Filmes", da TV Integração, filiada da Rede Globo no Triângulo Mineiro. Foiprofessor no curso de Formação Intercultural de Educadores Indígenas- FIEI da Faculdadede Educação da UFMG e membro do LAPA– Laboratório de Práticas Audiovisuais, ondedesenvolve pesquisas no âmbito da pedagogia cinematográfica. Autor do livro pedagógico"Caderno de Experimentação Audiovisual", resultado de oficinas audiovisual aplicadas àjovens e adolescentes
PROJETO ARQUIVADO.