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O projeto "São Daniel Comboni" propõe a realização de um documentário inédito com aproximadamente 69 minutos de duração, em formato UHD 4K (3840x2160), que se insere no campo do audiovisual participativo, com enfoque na valorização da memória coletiva, da fé e da mobilização social na construção de um dos mais relevantes equipamentos de saúde pública da Região Norte do Brasil.
"São Daniel Comboni" é um documentário inédito, com aproximadamente 69 minutos de duração, concebido sob a perspectiva do cinema documental participativo. A obra narra a impressionante história da construção do Hospital São Daniel Comboni, localizado no município de Cacoal, Rondônia, destacando o processo coletivo, intercultural e espiritual que tornou possível sua concretização no início do século XXI.
Objetivo GeralRegistrar, por meio de uma narrativa documental sensível e colaborativa, a trajetória da construção do Hospital São Daniel Comboni, localizado no município de Cacoal (RO), destacando os meios, os processos comunitários e os aspectos simbólicos que possibilitaram sua edificação no início do século XXI. Objetivos EspecíficosDocumentar o processo histórico e coletivo de construção do Hospital São Daniel Comboni, evidenciando as etapas, os agentes envolvidos e os mecanismos de mobilização social e internacional que viabilizaram a obra. Valorizar a memória oral da comunidade de Cacoal e entorno, por meio de entrevistas com moradores, lideranças religiosas, agentes públicos e demais participantes diretos e indiretos do processo. Analisar o papel do Padre Francesco Vialetto enquanto articulador sociopolítico, enfatizando sua atuação na interface entre fé, gestão pública e mobilização comunitária. Investigar e registrar relatos de experiências consideradas milagrosas ocorridas durante a fase final da obra, respeitando a diversidade religiosa e a perspectiva cultural da fé como elemento simbólico e integrador. Promover o engajamento comunitário durante o processo de realização do documentário, por meio de oficinas de produção audiovisual participativa e ações de formação voltadas à população local. Utilizar fontes bibliográficas, iconográficas e documentais, com destaque para o livro "São Daniel Comboni: um hospital construído em mutirão", de Maria Ivani Araújo, como base para a reconstrução factual e simbólica da narrativa. Difundir o filme em circuitos culturais, educativos e de políticas públicas de saúde e cultura, promovendo a reflexão sobre o impacto da cooperação entre sociedade civil, instituições religiosas e o poder público na construção de equipamentos sociais essenciais. Contribuir para a valorização do patrimônio imaterial associado à fé, à solidariedade e à identidade da comunidade de Cacoal, como expressão legítima da cultura brasileira e amazônica.
A realização do documentário de longa-metragem "São Daniel Comboni", por meio do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), revela-se plenamente justificada diante da sua relevância histórica, social, cultural e simbólica, especialmente no que se refere à valorização de memórias coletivas, ao fortalecimento de identidades regionais e à promoção do acesso democrático à produção audiovisual no território amazônico. O foco do documentário é a trajetória de construção do Hospital São Daniel Comboni, localizado no município de Cacoal (RO) — empreendimento que se constituiu como símbolo de solidariedade e ação comunitária, articulando esforços entre o missionário italiano Padre Francesco Vialetto, ONGs da Itália e a própria população local. A edificação do hospital, no início do século XXI, é um marco da capacidade da sociedade civil de protagonizar políticas públicas de base comunitária, em diálogo com a fé, a saúde e a cooperação internacional. Esse contexto configura um patrimônio imaterial de valor inestimável, que transcende o território de Cacoal e dialoga com temas estruturantes da cultura brasileira, como o mutirão, a religiosidade popular, o protagonismo comunitário e a luta por direitos sociais em regiões historicamente marginalizadas. O projeto adota a linguagem do documentário participativo, promovendo escuta ativa e inclusão dos sujeitos históricos como coautores da narrativa audiovisual. A abordagem estética será aliada à excelência técnica — com captação em UHD 4K (3840x2160) — o que amplia o potencial do filme como ferramenta educativa e de difusão cultural, apta a circular em escolas, universidades, espaços de memória, cineclubes e plataformas públicas de streaming. A obra terá como base o livro "São Daniel Comboni: um hospital construído em mutirão", de Maria Ivani Araújo, garantindo rigor historiográfico e legitimidade das fontes. O tratamento dos relatos de experiências espirituais e milagrosas será feito de forma respeitosa e sensível, revelando a dimensão simbólica e afetiva da fé na mobilização das comunidades. A proposta atende diretamente aos princípios constitucionais e normativos da política nacional de cultura, em especial no que se refere à desconcentração geográfica dos investimentos culturais, à diversidade das expressões culturais brasileiras e ao fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Considerando as graves assimetrias regionais que afetam os estados da Região Norte no acesso a políticas públicas de fomento à cultura, viabilizar um projeto dessa magnitude em Rondônia é um ato de justiça cultural e fortalecimento federativo. O uso do incentivo fiscal possibilitará a gratuidade de acesso ao filme, com distribuição para redes públicas de ensino, eventos comunitários e canais digitais abertos. Além disso, o projeto prevê a realização de ações formativas e de articulação comunitária, ampliando seu impacto para além do produto audiovisual. Dessa forma, o documentário "São Daniel Comboni" constitui-se como um projeto culturalmente estratégico e socialmente necessário, cujo apoio por meio da Lei Rouanet representa a garantia de que histórias emblemáticas de fé, cidadania e transformação social possam ganhar visibilidade nacional e internacional, inspirando novas práticas de mobilização popular e reafirmando o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano e coesão social.
ARGUMENTO DOCUMENTÁRIO: O filme começa com cenas simuladas da desocupação do hospital público, mediante batalha judicial que se instaura na cidade de Cacoal em Rondônia. Voluntários em profusão trabalham, em mutirão, para removerem pacientes enfermos para fora do hospital municipal, antes da chegada de ordem judicial contrária, e a consequente transferência dos mesmos para o hospital São Daniel Comboni. A operação noturna ocorre com misto de pressa e cuidado para que não chame a atenção das forças repressoras do estado, mas, sobretudo, não coloque em risco a saúde, nem a incolumidade física das pessoas que estão sendo transferidas. Em seguida, inicia-se o depoimento de padre Francesco Vialetto, que fora, desde jovem, apelidado carinhosamente pelos amigos de padre Franco, idealizador e construtor do hospital São Daniel Comboni. Nesta primeira parte do testemunho gravado na Itália, padre Franco relata sua vocação religiosa, desde a infância até a escolha pela ordem missionária camboniana, na adolescência. A sequência intercala imagens do relato de padre Franco com fotos e cenas de arquivo, que demonstrem a precariedade da atenção básica da saúde e pequena introdução sobre a vida de Daniel Comboni. A seguir, cena produzida de um jovem (interpretando padre Franco), que nutre aesperança da ordenação pela igreja católica e o sonho de construir um hospital de excelência, para assistir pessoas pobres em algum rincão do planeta, assim como Daniel de Comboni procedeu no continente africano. As cenas se alternam entre, ele deitado, em reflexão, em sua humilde cama, fazendo uma refeição básica ou mesmo estudando e trabalhando como enfermeiro. O áudio deve reportar os anseios mais íntimos da consciência do padre à sua época. Depoimento de Maria Ivani de Araújo, autora do livro “San Daniele Comboni costruito in mutirão”, que narra à saga da construção do hospital São Daniel Comboniem Cacoal/RO. Prioritariamente, Maria Ivani retrata a vida de padre Franco, sua primeira experiência no Brasil, o retorno do missionário, sua indicação para a paróquia de Cacoal, sua excelente identificação com o povo da cidade. Todo o depoimento è ratificado por fotos e imagens de arquivo. A seguir cenas produzidas de Maria Ivani, na adolescência, em Cacoal, exercendo atividades laborais e distrações peculiares à sua idade. O áudio mescla os pensamentos mais íntimos da moça, com intervenções dos pais a repreendendo a filha para a realidade. Cena produzida da viagem do engenheiro Giovanni Martini (ONG ingegneriOltre) até a cidade de Cacoal e o seu encontro com padre Franco nas imediações do hospital Regional que tinha sua construção paralisada há 10 anos. A reprodução do diálogo (italiano) evidencia a imensa vontade de padre Franco em construir um hospital para os pobres, ao mesmo tempo, que mostra a ideia sendo totalmente, absorvida pelo empresário italiano. Imagens fotográficas e reproduções de documentos da época são mostrados na sequência, com locução em off, contando a saga burocrática, que foi a tentativa de dar continuidade à construção do hospital Regional, cujas obras estavam paralisadas. A postura irredutível da empreiteira vencedora da obra e o descaso político com a situação também são abordados. Segunda parte do depoimento de padre Franco, direto da Itália, aonde ele expressa sua extrema decepção com a burocracia e insensibilidade dos agentes políticos no que tange ao hospital Regional e a consequente paralisia facial da qual é acometido, muito em razão desta desilusão. Depoimento de Giovanni Martini (da Itália) explicando o porquê de ter se integrado ao sonho de padre Franco de erguer um hospital para os pobres de Cacoal. Segunda parte do depoimento de Maria Ivani, na qual ela aborda os inúmeros feitos de padre Franco na arquidiocese de Cacoal, enumerando realizações de âmbitos espirituais, físicos e educativos (todos acompanhados de ilustrações e fotos). Maria Ivani faz pequeno relato sobre a passagem trágica de padre Ezequiel Ramin, também comboniano, por Cacoal e qual a influência do triste episódio no amadurecimento político de padre Franco. LISTA DE DEPOENTES: Padre Franco Maria Ivani Fabiano (secretário municipal) Filho de Ivani Sidinei Soteli (advogado) João Picheck (doador do terreno) Dr. Giovanni Martini ONG italiana“Ingegneri Oltre” e viúvo de Anna Maria Rossi Martini Antonio Bisconsin (empresário construtor)
FILME DOCUMENTÁRIO PARTICIPATIVO, 4K UHD, DURAÇÃO ESTIMADA DE 69 MINUTOS, LEGENDADO EM PORTUGUES, INGLES E ITALIANO;
1. Etapa de PesquisaFormação de equipe inclusiva: Priorizar a contratação de pesquisadores(as), assistentes de produção e consultores(as) com deficiência, promovendo acessibilidade no ambiente de trabalho e na seleção da equipe. Acessibilidade nos instrumentos de coleta de dados: Questionários e roteiros adaptados para leitura fácil; Formulários acessíveis em formatos digitais com leitura por leitores de tela (ex: NVDA, VoiceOver); Utilização de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para entrevistas com pessoas surdas. Entrevistas acessíveis: Disponibilização de intérprete de Libras durante entrevistas com surdos; Realização de entrevistas em locais acessíveis (rampas, banheiros adaptados, sinalização tátil); Opção por entrevistas remotas com plataformas acessíveis. 2. Etapa de GravaçãoInfraestrutura física acessível no set: Adoção de espaços de filmagem com acessibilidade arquitetônica; Adequação de transporte e alojamento para membros da equipe com deficiência. Recursos humanos e linguísticos: Intérprete de Libras presente no set durante gravações com participantes surdos; Capacitação da equipe técnica em comunicação acessível e inclusão. Sensibilidade cultural e comunicacional: Respeito às formas de expressão próprias de pessoas com deficiência; Flexibilidade nos tempos de gravação com idosos ou pessoas com limitações cognitivas. 3. Etapa de Edição e FinalizaçãoAcessibilidade comunicacional do filme: Audiodescrição (AD) completa para pessoas com deficiência visual, com roteiro elaborado por profissionais especializados; Legenda descritiva (closed caption) em português, incluindo identificação de sons e ruídos; Trilha sonora com contraste adequado de volume para garantir compreensão das falas por pessoas com deficiência auditiva parcial; Versão com janela de Libras incorporada à exibição. Produção de versões em formatos acessíveis: Arquivos compatíveis com plataformas e leitores de tela; Versões em leitura fácil para sinopses, fichas técnicas e textos de apoio. 4. Etapa de Distribuição e DivulgaçãoExibições acessíveis: Sessões com audiodescrição, Libras e legendas em espaços físicos e virtuais; Parcerias com cineclubes inclusivos, escolas públicas, centros culturais e universidades com políticas de acessibilidade; Oferecimento de transporte acessível para participantes com mobilidade reduzida, quando aplicável. Campanha de divulgação inclusiva: Criação de materiais gráficos e digitais acessíveis (PDFs acessíveis, posts com descrição de imagens, vídeos com Libras); Utilização de redes sociais com textos alternativos nas imagens e vídeos legendados; Inclusão de pessoas com deficiência como protagonistas da campanha de divulgação e do debate pós-exibição. Plataformas de acesso remoto: Disponibilização do filme em plataformas digitais públicas com recursos de acessibilidade ativados (ex: Videocamp, Kinoforum, Taturana Mobilização Social).Essas ações de acessibilidade não apenas garantem o direito cultural das pessoas com deficiência, mas potencializam o alcance, a representatividade e a legitimidade social do documentário, alinhando o projeto com as políticas de cultura inclusiva, justiça social e direito à memória. A democratização de um projeto audiovisual de longa-metragem, como o documentário "São Daniel Comboni", requer um conjunto de estratégias integradas que viabilizem acesso amplo, participação ativa e difusão territorialmente equilibrada, respeitando o orçamento disponível e assegurando a sustentabilidade cultural do projeto. Abaixo apresento uma proposta estruturada com ações de democratização viáveis do ponto de vista técnico, financeiro e político-cultural:
1. Democratização no Processo de Produção1.1. Formação e Capacitação LocalOficinas de audiovisual comunitário em Cacoal e municípios vizinhos, com carga horária de curta duração, voltadas à formação básica em roteiro, câmera e som. Utilização de equipamentos de baixo custo (câmeras semi-profissionais, celulares com tripé, microfones de lapela) e metodologia de produção colaborativa, reduzindo custos técnicos e ampliando o vínculo comunitário. 1.2. Seleção participativa de personagensConvocação pública para relatos, com mediação de lideranças locais, escolas, associações e rádios comunitárias, estimulando protagonismo popular na escolha dos entrevistados. 1.3. Logística otimizadaGravações concentradas por regiões em blocos de dias consecutivos, reduzindo despesas com transporte e diárias. Adoção de equipes técnicas enxutas, com multifunções, e valorização de prestadores locais (hospedagem, alimentação, transporte). 2. Democratização do Conteúdo Final2.1. AcessibilidadeLegendas descritivas e audiodescrição aplicadas durante a própria edição final, evitando retrabalho e custos extras posteriores. Parceria com universidades públicas ou coletivos de acessibilidade para produção voluntária ou subsidiada de janela de Libras. 2.2. Versões adaptadasProdução de uma versão resumida de 30 minutos com foco educacional, para distribuição em escolas, redes públicas e canais comunitários — com custo reduzido de edição e grande poder de circulação. 3. Democratização da Distribuição3.1. Circulação descentralizada e gratuitaExibição gratuita em espaços públicos com estrutura mínima (auditórios, igrejas, escolas), com parcerias institucionais locais para apoio com infraestrutura básica. Criação de um kit de exibição comunitária: pendrive ou link digital com o filme + manual simples de uso + ficha para registro de público e retorno. 3.2. Plataformas digitais públicasDisponibilização gratuita do documentário em plataformas com vocação educativa e de cidadania cultural, como: Videocamp Taturana Mobilização Social Canal Saúde (Fiocruz) YouTube (com monetização desativada para não comprometer a gratuidade) 4. Democratização do Impacto e Sustentabilidade4.1. Articulação em redesParcerias com: Redes de Pontos de Cultura e Cultura Viva Conselhos Municipais de Cultura e de Saúde Cineclubes locais e regionais Universidades Federais e Institutos Federais Apoio institucional pode ser viabilizado sem ônus financeiro direto, por meio de acordos de cooperação técnica ou cessão de espaço/logística. 4.2. Formação de público e legado educativoElaboração de material pedagógico de apoio (roteiros de discussão, contextualização histórica) distribuído junto ao filme. Realização de lives ou rodas de conversa online com convidados do filme e especialistas, com baixo custo e alto potencial de engajamento. 2. Democratização do Conteúdo Final2.1. AcessibilidadeLegendas descritivas e audiodescrição aplicadas durante a própria edição final, evitando retrabalho e custos extras posteriores. Parceria com universidades públicas ou coletivos de acessibilidade para produção voluntária ou subsidiada de janela de Libras. 2.2. Versões adaptadasProdução de uma versão resumida de 30 minutos com foco educacional, para distribuição em escolas, redes públicas e canais comunitários — com custo reduzido de edição e grande poder de circulação. 3. Democratização da Distribuição3.1. Circulação descentralizada e gratuitaExibição gratuita em espaços públicos com estrutura mínima (auditórios, igrejas, escolas), com parcerias institucionais locais para apoio com infraestrutura básica. Criação de um kit de exibição comunitária: pendrive ou link digital com o filme + manual simples de uso + ficha para registro de público e retorno. 3.2. Plataformas digitais públicasDisponibilização gratuita do documentário em plataformas com vocação educativa e de cidadania cultural, como: Videocamp Taturana Mobilização Social Canal Saúde (Fiocruz) YouTube (com monetização desativada para não comprometer a gratuidade) 4. Democratização do Impacto e Sustentabilidade4.1. Articulação em redesParcerias com: Redes de Pontos de Cultura e Cultura Viva Conselhos Municipais de Cultura e de Saúde Cineclubes locais e regionais Universidades Federais e Institutos Federais Apoio institucional pode ser viabilizado sem ônus financeiro direto, por meio de acordos de cooperação técnica ou cessão de espaço/logística. 4.2. Formação de público e legado educativoElaboração de material pedagógico de apoio (roteiros de discussão, contextualização histórica) distribuído junto ao filme. Realização de lives ou rodas de conversa online com convidados do filme e especialistas, com baixo custo e alto potencial de engajamento.
PRODUÇÃO EXECUTIVA E PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA -Baurete Produções: Produtora cediada em Uberaba - MG, que tem 3 anos de atuação no Mercado Audivisual e carrega em seu portifólio mais de 10 curtas documentais e 1 longa-metragem, além de já ter negociado séries de TV no Rio2C 2023, e é produtora referência no Triângulo Mineiro; DIRETOR E ROTEIRISTA: CHICO LIMA (FRANCISCO ANTONIO DE ALMEIDA) Premiado Diretor de Cinema e Teatro Brasileiro há 40 anos tem produções reconhecidas nacionalmente, também atuou na primeira novela do Triângulo Mineiro e peças de teatro em Portugal; DIRETOR DE PRODUÇÃO: JOÃO PEDRO MOACHAR, graduado pela Universidade de Uberaba em 2021, Atuou em mais de 50 obras audiovisuais nos últimos 6 anos, em sua grande maioria como Diretor e Produtor, inclusive em 2024 foi Diretor de Produção do longa-ficção "A MULHER NA CAIXA" e do Longa-doc "30 anos de UGANGA"; DIRETOR DE FOTOGRAFIA: VINICIUS ALEXANDRE, Formado em Tecnologia de Produção Audiovisual, Diretor de fotografia e criador de conteúdo em vídeo, cinema e TV, sendo responsável pela composição visual, iluminação e estética de produções, como: “MOÇA, MINHA MENINA” - GRILO, entre outros. Minha experiência abrange desde projetos publicitários até produções musicais e documentais. ENTREVISTADO/PROTAGONISTA: PADRE FRANCESCO VIALLETO (VOLUNTÁRIO); Reside atualmente na Itália;ACOMPANHAMENTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS E CONSULTORIA: PRO ARTE: Consultora de Cultura, com vasta experiencia em execução de projetos, principalmente das Leis de Incentivo a Cultura.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.