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PRONAC 252622Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MINICRIA(CULTURAS) AFRICANAS NA ESCOLA

50.966.770 RAFAEL DAYON SOUSA SANTOS
Solicitado
R$ 234,4 mil
Aprovado
R$ 234,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de Formas Animadas Mamulengo Bonecos e Cong
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2025-08-01
Término
2026-07-31
Locais de realização (4)
Goiana PernambucoIgarassu PernambucoIlha de Itamaracá PernambucoItapissuma Pernambuco

Resumo

O projeto Minicria(Culturas) Africanas na Escola consiste na circulação do espetáculo de bonecos em miniaturas "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera", com apresentações gratuitas em escolas públicas da zona rural e canavieira.

Sinopse

Em um povoado distante na África, Ekon, um pescador da tribo Anhambra, apaixona-se por uma criatura das águas, Kianda. Ekon promete mostrar a Kianda as belezas da primavera na superfície terrosa. Porém, fora d'água, Kianda corre bastante perigo. Classificação Indicativa: LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação com a realização de uma circulação do espetáculo de bonecos em miniatura mambembe "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera", com apresentações gratuitas em escolas públicas no estado de Pernambuco, contemplando zona rural e canavieira; - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, com a descentralização da apresentação artística-teatral em escolas públicas isoladas, fora do alcance dos grandes circuitos de espetáculos; - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão com a circulação do Teatro de Formas Animadas e o Teatro de Bonecos produzido no país; - Apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental com a circulação do espetaculinho em miniatura "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera". OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 24 (vinte e quatro) Apresentações teatrais do espetaculinho "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera", com entrada gratuita. Serão realizadas 6 (seis) apresentações por cidade, totalizando 4 cidades durante os 6 meses da fase de produção do projeto; - Realizar 04 (quatro) Rodas de Conversa, sendo uma em cada cidade, sobre Teatro de Animação e Cultura Afro-Brasileira nas escolas; - Realizar 04 (quatro) Oficinas de Criação de Bonecos orgânicos, sendo uma em cada escola; - Alcançar um público de 200 a 300 pessoas, entre espectadores e participantes por escola, totalizando 4.800 a 7.200 espectadores ao final do projeto.

Justificativa

O projeto pretende atender ao inciso II do Artigo 1º da Lei 8313/91 (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais) "derrubando" os muros da caixa cênica dos grandes edifícios teatrais concentrados nos centros das grandes cidades, e levar o espetáculo de bonecos em miniatura mambembe "Igbà Riru Ewé-Pedaço das Primavera" para pátios, quadras e salas de aula de escolas públicas da zona rural e canavieira, cuja comunidade escolar tem pouco ou nenhum acesso aos espetáculos teatrais que circulam com maior efervescência pelos teatros da capital pernambucana. O projeto também pretende atender ao inciso I do Artigo 1º da Lei 8313/91 (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), por meio da experiência da fruição artística e teatral como direito básico e cultural de todos. "Cultura é ordinária, cultura é igual a feijão com arroz, é necessidade básica, tem que estar na mesa, tem que tá na cesta básica de todo mundo" (Ex-Ministro da Cultura e cantor Gilberto Gil). O projeto se dedica a fortalecer esse compromisso, pegando outras rotas fora dos grandes circuitos de espetáculos, e levando para outras "mesas" isoladas o prazer de apreciar um espetáculo de teatro de bonecos a escolas da rede pública de ensino, contemplando zona rural e canavieira de quatro cidades Pernambucanas. O espetaculinho "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera" é um espetáculo de bonecos em miniatura inspirado nas companhias mambembes de teatro que, de forma itinerante, chegavam nas comunidades com música e brincadeiras, com roupas coloridas, armavam suas barracas de apresentação, chamavam o público, e o encanto se instaurava com a fantasia e a poesia dos bonecos em suas aventuras e romances. "Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera" é espetaculinho de Teatro de Formas Animadas pensado e criado sob o caráter da inovação e da diversificação poética das CRIATURAS EM MINIATURAS. É um miniespetáculo com uma mini-história contada por minipersonagens dentro de um minicenário (teatro de bandeja). "Pedaço da Primavera", Igbà Riru Ewé em Yorubá, é um espetaculinho inspirado na dramaturgia Romeu e Julieta, de William Shakespeare, e na cultura e estética africanas, que narra o romance de duas criaturinhas fantásticas, confeccionadas com materiais orgânicos representando a água e a terra, que encanta o público com sua poesia e sua plasticidade visual, com um cenário e personagens inspirados nos elementos da cultura africana (a adaptação do espetaculinho para a estética cultural africana foi atribuída por Raquel Franco, uma das criadoras do espetaculinho, e também atriz e bonequeira afro-brasileira, que tem sua pesquisa na arte e na ancestralidade africana). Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta também se enquadra nas seguintes finalidades expressadas no Artigo 1º da Lei 8.313, sendo: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também pretende alcançar os seguintes objetivos do Artigo 3º da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto tem como um dos objetivos promover a criação, a circulação e a continuidade do Teatro de Bonecos produzido no estado de Pernambuco. Temos a tradição dos Mamulengos (o teatro de bonecos fantoches) como patrimônio cultural do estado. O projeto promove a visibilidade do Teatro de Bonecos, chegando em outros públicos longínquos dos centros. Como o projeto tem a ação de formar novas plateias para o teatro, partindo de dentro da educação básica em escolas da zona rural, existe intrinsecamente a ação de estimular a valorização dessa cultura, dessa arte que é o teatro, o teatro de formas animadas, o teatro de bonecos pernambucano. O projeto considera toda a Comunidade Escolar com o objetivo de estender todos os seus benefícios para além dos muros da escola, convidando tanto para as apresentações do espetaculinho quanto para as rodas de conversas as famílias dos/das estudantes, a vizinhança ao redor, além de estudantes, equipe pedagógica os prestadores de serviços escolares. Esses benefícios são a promoção da fruição artística-teatral e o diálogo sobre a cultura africana nas escolas. Aquele/a estudante que nunca foi a uma peça teatral pode ter em casa pais que também nunca tiveram essa oportunidade e ao voltarem para casa terão um novo assunto para conversar e trocarem experiências. O projeto abraça a comunidade em volta para torná-lo mais inclusivo. O projeto tem como foco os espaços públicos de ensino, sejam municipais ou estadual. É estimulada a frequentação das escolas pelos/as estudantes e seus familiares – para além de assuntos escolares –, mas sim como um espaço de troca e fruição artística e cultural. O projeto “tira” o teatro dos grandes edifícios teatrais mais concentrados na capital e “coloca” no pátio, quadra e salas de aula de escolas públicas rurais mais longínquas. Essa revitalização e preservação do espaço público, que é a escola pública, são intrínsecas ao projeto. Em todas as turmas de estudantes em que realizamos a apresentação do espetaculinho, ao final realizamos uma breve mediação sobre o que eles assistiram, se têm curiosidades sobre os personagens, os cenários, a história, para introduzir o tema da criação artística sustentável. Praticamente todo o espetaculinho (cenário e bonecos) foi confeccionado com materiais descartados (tubos de papelão, fios de cobre, hastes de sombrinhas etc.) e materiais orgânicos coletado na natureza (sementes diversas, cascas de árvore, conchas, palha de coqueiro) que foram ressignificado artisticamente. Então sempre mediamos este diálogo sobre a criação artística sustentável, que eles (os/as estudantes) podem confeccionar diversos artefatos com materiais que se encontra na natureza ou que iam para o lixo sem ter que agredi-la. Estimulamos a consciência sustentável no ato da criação artística, que eles podem criar artefatos tão incríveis quanto os que são comprados, senão melhor. O projeto em si já tem a missão de não impactar o meio ambiente em nenhum aspecto, como por exemplo a impressão das peças de divulgação buscamos sempre reutilizar banners anteriores ou material reciclado. Por ser um espetáculo compacto, conseguimos diminuir, ou até eliminar os descartes de materiais durante as apresentações nas escolas, que no máximo são objetos de consumo alimentício e de água. A prática mais forte que adotamos, como dito anteriormente, está na mediação da conversa pós-apresentação do espetaculinho, sobre o tema da criação artística sustentável, estimulando o não descarte e a criação de artefatos.

Especificação técnica

O espetaculinho "Igbà Riru Ewé - Pedaço da Primavera” possui um formato “pocket” em miniatura, com a manipulação de apenas dois manipuladores de bonecos, e com uma área física de apresentação de 2m², possibilita a apresentação do espetaculinho em espaços físicos distintos, desde uma sala de aula para poucas pessoas a uma praça pública lotada. Cada sessão do espetaculinho possui uma duração total de 15 minutos (sendo 5 minutos do espetaculinho em si, e 10 minutos de preparação entre uma apresentação e outra), o que possibilita realizar em 2 horas de apresentação 8 sessões em cada uma das escolas atendidas, o que possibilita ainda mais pessoas assistirem ao espetaculinho de bonecos. A narração gravada do espetaculinho é reproduzida por meio de um caixa de som amplificada portatail, o que possibilita a fácil locomoção de um espaço a outro de apresentação.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todas as três ações serão realizadas em espaços físicos da escola que promovam o fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida, como pátios e a própria sala de aula. Item na planilha: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Todas as apresentações do espetaculinho e rodas de conversa contarão com uma intérprete de Libras para auxiliar o público surdo ou ensurdecido na tradução simultânea. Item na planilha: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Todas as apresentações do espetaculinho terão, simultaneamente, uma narração descritiva gravada da história para que o público com deficiência visual possa acompanhar e imaginar o espetaculinho. Item na planilha: Não se aplica

Democratização do acesso

As Apresentações Teatrais serão distribuídas de forma gratuita nas escolas públicas, assegurando a democratização do acesso. O espetáculo de bonecos “Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera” tem a Classificação Livre. Toda a comunidade escolar, desde crianças a idosos, pode acompanhar e apreciar a poesia do espetaculinho. A linguagem narrada é de fácil apreensão, o que também garante a ampliação da democratização do acesso a todo tipo de público, de criança a vovô e vovó, alcançando, assim, mais pessoas para a experiência da apreciação teatral. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos, como medida de ampliação do acesso, os incisos do Artigo 28 da IN 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; (a disponibilização será através da plataforma YouTube) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

NOME/RAZÃO SOCIAL: 50966770 RAFAEL DAYON SOUSA SANTOS FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador, Ator-Manipulador e Oficineiro CURRÍCULO RESUMIDO: Arte-educador, Ator, Cineasta, e Produtor Cultural. Mestre em Cinema (Universidad de Valladolid), formado em Teatro e em Design (UFPE). No Teatro integrou o elenco dos espetáculos “Proscenium: Teatro-Jogo”, “Tutorial de tudo”, “Experimento Nº1: inventário pessoal”. Foi Assistente de Direção de “Isadora, um espetáculo de plagiocombinação”. Desde 2018 é ator-manipulador do espetaculinho “Igbà Riru Ewé-Pedaço da Primavera”. No cinema dirigiu os curtas “Amor & Apneia” e “Apenas do outro lado da rua”, e os premiados “ME?” e “Céu Árido”. Em produção cultural idealiza e coordena projetos de fruição teatral e formação artística voltados para escolas públicas e população vulnerável. NOME/RAZÃO SOCIAL: RAQUEL FRANCO ALMEIDA FUNÇÃO NO PROJETO: Diretora Teatral, Atriz-Manipuladora, Palestrante e Oficineira CURRÍCULO RESUMIDO: Palhaça Keke Kerubina, Atriz, Diretora, Arte-educadora e Circense há 21 anos. Mestra em Artes Cênicas (UFRN) e graduada em Teatro (UFPE). Omo Orixá do Terreiro Ilé Asé Orixalá Talabi e Juremeira da Casa de Jurema Encanto das Águas. Iniciou suas atividades no Maranhão, com espetáculos de teatro de rua, teatro de bonecos, circo e teatro popular. Há 13 anos reside em Pernambuco, dirigindo e coordenando espetáculos de teatro de rua e circo. É fundadora e diretora artística da Trupe Circuluz (PE) de teatro de rua desde 2011, e coordenou o projeto de extensão NUTRUA – Núcleo de Estudos em Teatro de Rua/UFPE. Desenvolve pesquisas sobre a atuação nos espaços públicos e comicidade de raízes afro-brasileiras, com a participação de mestres da cultura popular. NOME/RAZÃO SOCIAL: RAFAELA DAIENE SOUZA SANTOS FUNÇÃO NO PROJETO: Produtora Local CURRÍCULO RESUMIDO: Artesã e produtora cultural. A mais de dois anos vem produzindo intervenções artísticas e culturais nas comunidades rurais, canavieiras e praieiras de Goiana, em Pernambuco. Foi assistente de produção do projeto “Minicriaturas pela Rota Canavieira (2023), e produtora dos projetos “Igbà Riru Ewé na Escola Goianense” (2025) e “Minicriaturas na Escola Canavieira” (2025). NOME/RAZÃO SOCIAL: BRUNA LUIZA BARROS FUNÇÃO NO PROJETO: Produção CURRÍCULO RESUMIDO: Atriz, Diretora, Arte-educadora e Produtora. Graduada em Teatro (UFPE). Em arte-educação integrou como atriz-pesquisadora, de 2015 até 2020, o Núcleo de Pesquisa em Teatro para Infância - NUPETI, projeto de extensão da UFPE. É professora de Arte de escola básica, e professora de teatro para crianças, jovens e adultos e 60+. Em produção cultural, coidealizou e produziu o curso “Demiurgia: As Poiésis da Cena - Oficina de iniciação à direção teatral”. Foi assistente de produção do “Baile do Menino Deus” em 2018 e 2019. Assistente de Direção e Produtora Executiva da websérie “Tudo Arde do Lado de Dentro”, Assistente de Direção do experimento cênico “Isolad@s”, Produtora do curta-metragem "Velhice em Cena", e mais recente esteve como Atriz, Codiretora e Produtora Executiva do curta-metragem “Amor & Apneia”. NOME/RAZÃO SOCIAL: RAFAEL AUGUSTO DA SILVA FERREIRA FUNÇÃO NO PROJETO: Assistente de Produção CURRÍCULO RESUMIDO: Mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Graduado em Ciências do Consumo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). É Figurinista, Professor-Instrutor e Produtor Cultural com atuação na cidade do Recife (PE). Atuou como instrutor no curso de extensão “Geração de renda e arte: da fantasia ao figurino” (2019), Professor no curso “Refazendo: curso básico de figurino sustentável (módulos I e II)” (2021), realizou oficinas na UNIFBV (2021), assim como fez diversas oficinas de tingimento natural e estamparia artesanal em locais como o Espaço Benfica da UFPE e escolas municipais da cidade do Recife e terreiros de candomblé. Atua também como Produtor da banda Fada Magrinha desde o ano de 2014, e de projetos culturais e de formação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.