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PRONAC 252685Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SÃO JOÃO MASSAYÓ RAIZ DE MACEIÓ

INSTITUTO DO BEM ESTAR SOCIAL
Solicitado
R$ 1,01 mi
Aprovado
R$ 1,01 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2025-05-16
Término
2025-08-20
Locais de realização (1)
Maceió Alagoas

Resumo

O São João Massayó Raiz, em Maceió, desponta como uma celebração que resgata as tradições juninas, enaltecendo o cerne da cultura popular nordestina. O evento entretece a valorização do folclore com o estímulo à economia criativa e a reverência à sustentabilidade, configurando-se como um mosaico vibrante de práticas ancestrais e iniciativas contemporâneas. As disputas de quadrilhas, com seus passos coreografados e trajes reluzentes, convivem harmoniosamente com o coco de roda, cuja cadência ancestral ressoa como um convite à comunhão. Outrossim, desdobra-se em feiras gastronômicas que exalam os aromas da culinária regional, onde sabores rústicos se entrelaçam com a inventividade dos artesãos locais. Oficinas, conduzidas com esmero, transmitem saberes tradicionais, enquanto performances artísticas elevam o espírito coletivo. O evento, em sua generosidade, também abraça ações inclusivas, assegurando que a alegria e o pertencimento sejam partilhados por todos, sem distinção.

Sinopse

Concurso de Quadrilhas e Coco de Roda: Competição cultural com 14 quadrilhas juninas (1500 participantes) e 20 grupos de coco de roda (1000 participantes), celebrando a tradição nordestina com apresentações vibrantes de dança e música. Classificação Indicativa: Livre. Apresentações Culturais (Reisado, Bumba Meu Boi, Forró Pé de Serra): Espetáculos de manifestações folclóricas e shows musicais que resgatam a essência do São João, promovendo o orgulho local. Classificação Indicativa: Livre. Feira da Economia Criativa: Exposição de artesanato, moda, design e gastronomia típica, com foco em microempreendedores locais, incentivando a comercialização e capacitação. Classificação Indicativa: Livre. São Joãozinho: Espaço infantil com brincadeiras populares e atividades recreativas, resgatando tradições juninas para crianças. Classificação Indicativa: Livre (recomendado para crianças de 3 a 12 anos). Casamento Matuto Comunitário: Celebração tradicional em parceria com a Igrejinha do Jaraguá, recriando casamentos juninos com participação da comunidade. Classificação Indicativa: Livre. Oficinas de Capacitação: Workshops de artesanato sustentável, moda, precificação e vendas, voltados para artesãos, ambulantes e cooperativas de reciclagem. Classificação Indicativa: Livre (público adulto). Oficina de Decoração Sustentável: Atividade prática para produção de ornamentos juninos com resíduos recicláveis, envolvendo artistas e catadores. Classificação Indicativa: Livre. Camarote PCD: Espaço acessível para 1500 PCDs, com áudio descrição, Libras, sala sensorial e transporte adaptado, garantindo inclusão total. Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

1. OBJETIVO GERAL Promover a valorização da cultura junina de Maceió (AL), fortalecendo e ampliando a visibilidade da cultura maceioense, incentivando a economia criativa e garantindo um evento acessível, sustentável e integrador para a população. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 2.1. Realizar concursos de quadrilhas juninas e coco de roda, envolvendo mais de 3.500 participantes de 34 grupos culturais.2.2. Promover feiras de artesanato, moda e gastronomia, gerando oportunidades para pelo menos 100 microempreendedores locais.2.3. Oferecer 10 oficinas de capacitação em artesanato, moda e precificação, atendendo a 200 artesãos e ambulantes.

Justificativa

O São João Massayó Raiz alicerça-se na Lei sob o nº 8.313/91, conhecida como "Lei Rouanet", por sua proeminência na salvaguarda e propagação da cultura popular nordestina, entrelaçando-se com os preceitos dos Incisos I e III do Art. 1º, que versam sobre a promoção de atividades culturais e o estímulo à efervescência criativa. Com um desiderato que transcende a mera festividade, o projeto abraça os objetivos delineados no Art. 3º, notadamente a amplificação do acesso à cultura, a incitação à inventividade artística e a exaltação do patrimônio imaterial, manifestando-se na pujança de quadrilhas e do coco de roda, tradições que reverberam a alma do Nordeste. Por meio de ações inclusivas, o evento democratiza a fruição cultural, permitindo que a alegria e o pertencimento se disseminem como brisa que acolhe a todos, sem distinção. A valorização do acervo cultural nordestino, expressa na cadência dos passos coreografados e nos sabores rústicos das feiras gastronômicas, é complementada pelo fomento à economia criativa, que germina nas mãos de artesãos e artistas locais, cuja obra ganha visibilidade e sustento. Disto, o São João Massayó Raiz não apenas preserva, mas dinamiza um legado que pulsa com vitalidade. O respaldo financeiro propiciado pelo mecanismo de incentivo cultural revela-se indispensável para sustentar a envergadura do projeto, viabilizando a infraestrutura que acolhe multidões, a acessibilidade que integra e a sustentabilidade que assegura sua perenidade. Com tais recursos, o evento consolida sua qualidade e reverbera um impacto social que, tal qual um rio em curso, nutre a comunidade e fortalece os liames culturais, reafirmando, ano após ano, a potência de suas raízes.

Especificação técnica

O São João do Jaraguá, em sua efervescência cultural, desvela uma organização meticulosa, onde cada detalhe técnico converge para enaltecer a tradição nordestina com acessibilidade e sustentabilidade. No cerne da festividade, o Palhoção do Jaraguá, um tablado majestoso de 12 por 10 metros, torna-se o epicentro de concursos de quadrilhas e coco de roda, que se desenrolam por cinco dias, com sessões diárias de três a quatro horas. Este espaço, agraciado com sonorização cristalina e iluminação que realça os cerca de 100 figurinos por grupo, acolhe arquibancadas para mil espectadores, complementadas por rampas e cadeiras adaptadas que asseguram a participação de todos. As manifestações culturais, prolongando-se por 10 dias com apresentações de duas a três horas, ganham vida em palcos secundários de 8 por 6 metros, ornados com adereços que evocam o espírito do sertão. Equipados com sistemas de som que reverberam melodias tradicionais, esses cenários contam com intérpretes de Libras e áudio descrição para 15 pessoas por espetáculo, garantindo que a riqueza das performances alcance públicos diversos. Assim, o evento transcende a mera celebração, tornando-se um mosaico de inclusão. A Feira da Economia Criativa, pulsante por 12 horas diárias ao longo de 16 dias, espalha-se por 500 metros quadrados, onde 50 barracas de 3 por 3 metros exibem artesanato, moda e gastronomia. Tendas e 100 peças decorativas recicláveis conferem um charme sustentável, enquanto corredores de 1,5 metro asseguram a fluidez de circulação, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida. Este espaço, mais do que um mercado, é um caldeirão de criatividade que conecta artesãos e visitantes em um diálogo vivo. Para os mais jovens, o São Joãozinho oferece seis horas diárias de encantamento durante 10 dias, em uma tenda de 6 por 6 metros. Com 50 brinquedos sustentáveis e materiais recreativos, este recanto de 100 metros quadrados, supervisionado por monitores, é projetado com acessibilidade, permitindo que crianças de todas as condições mergulhem em brincadeiras como pião e carrinho de rolimã. É um espaço onde a imaginação floresce, unindo diversão e consciência ambiental. No ápice da festividade, o Casamento Matuto Comunitário, uma cerimônia de duas horas em um único dia, reúne 200 participantes em torno de um altar adornado com esmero. Com 10 figurinos cuidadosamente elaborados e som ambiente que embala o momento, o espaço, acessível a todos, transforma-se em um símbolo de união e tradição, celebrando o amor em meio ao fervor junino. As oficinas de capacitação, distribuídas em 10 sessões de quatro horas, abrem portas para o aprendizado. Em salas equipadas com projetores, materiais de artesanato e kits de treinamento, até 20 participantes por sessão, acompanhados por intérpretes de Libras, aprimoram habilidades em moda, artesanato e vendas. Paralelamente, a oficina de decoração sustentável, com cinco sessões de três horas, mobiliza 15 participantes por vez em um espaço de 50 metros quadrados. Utilizando 500 quilos de resíduos como PET, papelão e tecidos, além de ferramentas artesanais, os envolvidos criam peças que embelezam o evento, reforçando o compromisso com o meio ambiente. O Camarote PCD opera 12 horas por dia durante os 16 dias do evento. Sua estrutura suspensa, medindo 9 por 18 metros, acomoda 250 pessoas, com 150 cadeiras, 80 fones redutores de ruído e 15 fones para áudio descrição. Uma sala sensorial de 4 por 6 metros oferece refúgio para crises, enquanto quatro banheiros acessíveis, uma rampa de acesso e totens em braille completam o espaço. A equipe, composta por oito intérpretes de Libras, três áudio descritores e profissionais multidisciplinares, incluindo psicólogos, terapeutas e enfermeiros, garante um atendimento acolhedor e especializado. Disto, o São João do Jaraguá não apenas exalta a cultura alagoana, mas o faz com uma logística que harmoniza técnica, inclusão e sustentabilidade.

Acessibilidade

O São João Maceió 2025 ergue-se à acessibilidade, entretecendo medidas que acolhem pessoas com deficiência (PCDs) e com mobilidade reduzida, tanto no âmbito físico quanto no acesso ao conteúdo cultural. Por meio do Camarote PCD e do São João MASSAYÓ Raiz, o evento molda um ambiente que não apenas facilita a participação, mas também dignifica a experiência de todos. No que tange à acessibilidade física, o evento dispõe rampas projetadas, com largura e inclinação aderentes aos padrões normativos, guarnecidas por corrimãos que asseguram deslocamentos seguros a cadeirantes e indivíduos com locomoção limitada. Banheiros adaptados, 4 (quatro) na área principal e 2 (dois) no ponto de embarque e desembarque, oferecem espaço amplo e barras de suporte, atendendo com presteza às necessidades de PCDs. Para pessoas com deficiência visual, pisos táteis e totens em Braille sinalizam caminhos e áreas reservadas, posicionadas estrategicamente na vanguarda do evento. Uma área generosa de 9x18 metros, dimensionada para acolher cerca de 250 pessoas, garante corredores de no mínimo um metro de largura, permitindo a livre circulação de cadeirantes até a sala sensorial. O estacionamento reserva 5% de suas vagas, devidamente sinalizadas com o símbolo universal de acessibilidade, próximas à entrada, enquanto uma van adaptada e um ponto de embarque coberto, equipado com cadeiras, iluminação e banheiros acessíveis, asseguram traslados confortáveis e protegidos. A acessibilidade ao conteúdo cultural, por sua vez, é alicerçada em iniciativas que amplificam a compreensão e a fruição do evento. Uma equipe de 8 (oito) intérpretes de Libras, distribuídos entre o palco principal e o espaço PCD, oferece suporte contínuo às pessoas surdas, com interpretação presente também em todos os vídeos promocionais. Totens em Braille, espalhados pelo recinto, desvelam detalhes da programação e da estrutura, conferindo independência às pessoas com deficiência visual. A audiodescrição, provida por 15 (quinze) fones e transmitida ao vivo a partir de uma cabine climatizada, operada por 2 (dois) audiodescritores e um assessor cego, enriquece a experiência de quem depende de narrações detalhadas, com descrições dos artistas divulgadas previamente. Vídeos explicativos e promocionais incorporam legendas descritivas, favorecendo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva e ampliando o acesso a conteúdos visuais. Para atender às sensibilidades sensoriais, uma sala sensorial de 4x6 metros, climatizada e equipada com 80 fones redutores de ruído, almofadas de peso e recursos terapêuticos, emerge como um refúgio para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras particularidades. Gerida por uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e fonoaudiólogos, em parceria com clínicas especializadas, a sala presta suporte em momentos de crise, garantindo acolhimento e serenidade.

Democratização do acesso

O São João Maceió 2025 almeja ampliar o alcance de sua verve cultural, assegurando que os frutos da festividade sejam experimentados por todos, inclusive por pessoas com deficiência (PCDs) e grupos em situação de vulnerabilidade. Para tal, a festividade chancela ingressos a preços mitigados, conforme estipula a Lei nº 13.146/2015, conferindo a PCDs o privilégio de desembolsar apenas metade do valor estipulado. Ademais, cada indivíduo nessa condição pode trazer um acompanhante isento de custos, um gesto que alivia o ônus financeiro e convida à partilha do júbilo junino. O camarote destinado a PCDs, por sua vez, opera com inscrição gratuita, gerida por um formulário digital. Pulseiras de acesso, distribuídas diariamente para cerca de 250 pessoas, garantem a ocupação harmoniosa do espaço, enquanto três aparelhos celulares e conexão à internet facilitam a validação das inscrições. A perspectiva comercial do evento pulsa no Palhoção da Economia Criativa e na Villa Junina, onde barracas acessíveis exibem artesanato, iguarias gastronômicas e vestimentas a valores módicos. Essa iniciativa galvaniza microempreendedores locais, fomentando o consumo por públicos de variadas estirpes e reforçando a vitalidade econômica da região. A feira, assim, não apenas comercializa, mas também tece laços entre produtores e consumidores. Prosseguindo em sua missão de abarcar um público ainda mais vasto, o São João Maceió 2025 desdobra-se em iniciativas que transcendem os limites do evento central. Oficinas de capacitação, realizadas em maio, versam sobre artesanato sustentável, moda, precificação e estratégias de venda, acolhendo artesãos, ambulantes e cooperativas de reciclagem. Essas atividades, de cunho formativo, aprimoram a economia criativa e integram as comunidades locais na extensão do festejo, conferindo-lhes protagonismo. Já o São João MASSAYÓ Itinerante, com apresentações musicais e culturais em espaços públicos como a Praça Centenário, aproxima a efusão junina de bairros distantes, alcançando moradores que, porventura, não podem se deslocar ao coração da celebração. A transmissão virtual de parte da programação, incluindo o certame de quadrilhas e o coco de roda, democratiza ainda mais o acesso. Com interpretação em Libras e legendas descritivas, o evento ultrapassa fronteiras geográficas, permitindo que espectadores de outros estados e nações se deleitem com a riqueza cultural alagoana. Para os infantes, o São Joãozinho oferece um recanto de brincadeiras populares e atividades recreativas, projetado para famílias de parcos recursos e adaptado sensorialmente às necessidades de crianças neurodivergentes. A sustentabilidade também encontra eco na Oficina de Decoração Sustentável, aberta ao público e em parceria com associações de catadores. Nela, os participantes aprendem a confeccionar ornamentos juninos a partir de materiais recicláveis, um exercício que alia inclusão social à conscientização ambiental. Complementarmente, o Treinamento ABC do PCD capacita todos os envolvidos no evento, da equipe de apoio aos seguranças, bombeiros e staff, no acolhimento de PCDs, no combate ao capacitismo e no manejo de situações delicadas, como crises associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Disto, o São João Maceió 2025 se consagra como um farol de inclusão e acessibilidade, entrelaçando diversidade, cidadania e a vibrante herança nordestina.

Ficha técnica

A Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) assume o comando do evento, guiando cada etapa com uma visão ampla e integrada. É ela quem alinha todas as áreas, desde a logística até as apresentações culturais, garantindo que o projeto flua dentro do cronograma. A FMAC também abre portas, conectando secretarias municipais, instituições como SEBRAE, SESC e Abrasel, além de coletivos culturais que trazem vida à festa. No campo financeiro, a fundação cuida da captação de recursos e da transparência na prestação de contas, construindo confiança com parceiros e patrocinadores. Essa energia de coordenação se espalha, conectando cada detalhe para que o evento seja um reflexo vibrante da cultura local. O Instituto IBESC entra como um parceiro que dá forma à alma artística do projeto. Com um olhar cuidadoso, seleciona grupos de quadrilha, coco de roda, reisado e forró, garantindo que as apresentações capturem a essência da tradição nordestina. Além disso, o IBESC organiza a Feira da Economia Criativa, reunindo expositores de artesanato, moda e gastronomia, e promovendo oficinas que capacitam a comunidade. A sustentabilidade também está no radar: em parceria com associações de coleta seletiva, o instituto supervisiona a criação de uma decoração que reaproveita materiais, transformando o espaço em um exemplo de consciência ambiental. Essa dedicação à cultura e à sustentabilidade costura uma narrativa que ressoa em cada canto do evento. Já a Secretaria Municipal da Mulher, Pessoas com Deficiência, Idosos e Cidadania (SEMUC) traz a inclusão como um pilar central. Ela gerencia o Camarote PCD, assegurando que 1500 pessoas com deficiência sejam acolhidas com conforto e dignidade. Rampas, intérpretes de Libras, áudio descrição e uma sala sensorial para neurodivergentes são cuidadosamente planejados e executados. A SEMUC também treina a equipe no programa “ABC do PCD”, capacitando todos para um atendimento respeitoso e eficiente. Para facilitar o acesso, a secretaria organiza o transporte adaptado, com vans PCD e pontos estratégicos de embarque e desembarque, garantindo que a festa seja, de fato, para todos. Por trás dessas ações, um time experiente dá vida ao projeto. O Diretor, ligado à FMAC, traz uma década de experiência em eventos culturais em Maceió, como festivais de música e folguedos. Com formação em Administração e especialização em Gestão Cultural, ele supervisiona tudo, articulando com patrocinadores e tomando decisões que guiam o evento. O produtor executivo, com sete anos de estrada em festas juninas e feiras criativas, é o responsável por transformar o cronograma em realidade. Formado em Comunicação Social, ele coordena fornecedores e a montagem, mantendo o ritmo acelerado da produção. O curador artístico, do IBESC, mergulha na riqueza cultural do Nordeste. Com 12 (doze) anos trabalhando com grupos folclóricos e formação em Antropologia, ele escolhe as atrações e acompanha ensaios, garantindo que cada apresentação encante o público. Na acessibilidade, o coordenador da SEMUC, com 5 (cinco) anos de projetos inclusivos e formação em Serviço Social, gerencia o Camarote PCD, supervisiona intérpretes de Libras e treina a equipe para acolher a diversidade. Por fim, o gestor de economia criativa, também do IBESC, organiza a feira e as oficinas com seus oito anos de experiência e formação em Design, ajudando microempreendedores a brilharem. Juntos, esses profissionais tecem um evento que celebra a cultura, a inclusão e a sustentabilidade com paixão e compromisso.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.