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PRONAC 252699Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CASA - O MELHOR LUGAR DO MUNDO

JAIR DE SOUZA DESIGN LTDA
Solicitado
R$ 1,37 mi
Aprovado
R$ 1,37 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-06-01
Término
2027-05-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto CASA é uma mostra de conteúdos especiais em formato espacial/cenográfico que amplia a visão habitacional brasileira, em amplos significados. Cinco instalações e uma oficina num percurso cenográfico colocarão questões, provocações e informações sobre os significados histórico, social, cultural, psicológico, arquitetônico, político, antropológico e artístico do tema CASA _ questão fundamental para qualquer ser humano de qualquer cultura em qualquer tempo e espaço: o melhor lugar do mundo! As instalações mostram vários conteúdos: a história da casa através dos tempos, desde o Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis da homme office; a evoluçãoda casa no Brasil; como deve ser a nova casa popular brasileira; a condição dos "sem casa", mostrada com projeções de pessoas sobre escombros cenográficos. Uma oficina de cartazes dirigida por designers dará oportunidade para o público desenhar sua ideia de A casa no Brasil.

Sinopse

A montagem ocupa os dois espaços do térreo do CCBB-RJ, como uma série de puxadinhos conectados, evocando uma arquitetura de improviso, construída com estrutura tubular de andaimes e forrada com madeira de obra. Esse cenário desconstruído e não linear ocupará boa parte do térreo, ligando o hall de entrada ao espaço circular da rotunda, criando um caminho e uma experiência espacial com cinco instalações temáticas no seu interior. Contará ainda com uma área de lazer numa verdadeira laje, com bancos, puffs, colchões, um pequeno café orgânico e uma oficina pública de cartazes fulltime. Sua estrutura permitirá uma série de intervenções gráficas e de comunicação por parte do público nas partes externas, através de uma oficina de Dazibaos (cartazes feitos a mão com frases e textos). Tudo isso formando um clima de ocupação, como se o grande térreo do CCBB tivesse sido tomado por coletivos de sem casa, sem teto, sem nada. Uma arquitetura/manifesto urbano e ultra atual. 1- AMBIENTE WEB HOMME OFFICE O trabalho de dez grandes web-artistas internacionais a partir da questão “o que é CASA?” será acessado através do site casa.art.br, especialmente concebido para este projeto, em telas de toque de 32 polegadas num ambiente de um escritório tecnológico desconstruído, como nos games. Uma pós-ruína contemporânea. Site > casa.art.br O site casa.art.br reunirá 5 web artistas para criar um trabalho específico de web arte para o projeto. Esta seleção levará em conta não apenas a qualidade e a inovação, como também a representação da diversidade multicultural do planeta. Cada artista trabalhará livremente com as ferramentas disponíveis criando ambientes, narrativas, situações visuais, sonoras e interativas a partir da questão “o que é a casa?” O que é a sua casa? O site será bilíngue (português/inglês) e cada página terá os dados sobre o artista, como ele vive e uma imagem da sua casa real. 2- DA GRUTA AO HOMME OFFICE - UMA BREVE HISTÓRIA DA CASA Numa instalação cenográfica multimídia - uma espécie de gruta urbana –, com assentos aleatórios e em níveis distintos –, um vídeo de 5 a 7 minutos contará a incrível história Do Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis do homme office. Uma fábula contada de forma lúdica e bem humorada sobre a busca humana por segurança, aconchego, prazer, ostentação, isolamento e trabalho. 3- NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA - INTELIGENTE, SUSTENTÁVEL, ACESSÍVEL Trata-se de uma mostra de cinco projetos a serem criados por escritórios de arquitetura, a partir do seguinte briefing: Criar projeto experimental de CASA, para uma família brasileira de classe média baixa, composta por pai, mãe e dois filhos. Esta casa deverá contemplar soluções ousadas em relação ao espaço mínimo necessário para abrigar uma família atual de três a quatro pessoas, e à sustentabilidade, com aproveitamento inteligente dos recursos naturais. Deverá, necessariamente, ser um projeto viável economicamente, podendo posteriormente servir de padrão para construção civil popular no Brasil, evoluindo o conceito do programa “Minha Casa Minha Vida”, tornando-o mais seguro, mais confortável, mais bonito e melhor pensado na sua implantação para todo o país. O projeto NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA pretende ser inovador na apresentação de soluções de fato originais, tanto nos materiais quanto na formulação dos usos e na estética geral. 4- A CASA NO BRASIL A evolução da casa no Brasil contada através de maquetes e de uma vídeo-instalação. Reproduções de obras de arte, em ambiente interno de obra, passando por todas transformações ocorridas em cinco séculos de história: habitat indígena; as primeiras casas dos colonos; a casa grande das fazendas de café; a casa do caboclo; do caiçara, a casa urbana de luxo; a casas suburbana; os apartamentos luxuosos; os apartamentos kitchenette de Copacabana; as casas das favelas do início do século aos dias atuais; os condomínios de luxo; a casa do sistema popular habitacional; as novas soluções para a casa popular de qualidade... 5- SEM CASA O último espaço é um verdadeiro ambiente de ocupação (remetendo aos espaços vazios do prédio que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo). Dez vídeos projetados nos escombros cenográficos mostrarão, em tamanho real, dez pessoas – as mais diversas –, na condição de “sem casa”. Pessoas surpreendentes pelas suas origens sócio/culturais, suas histórias e pelas incríveis situações que vivem no dia-a-dia. “Sem casa” pode ser uma pessoa recentemente desabrigada em São Paulo, um profissional sem casa e perfeitamente instalado há anos na rua, até o indivíduo que optou por morar numa casa ambulante sem motor ou num “burro-sem-rabo” por total falta de opção. Este ambiente provocador estimulará a visão crítica através de enormes cartazes, grafites e pichações com informações contundentes e impactantes sobre a questão da moradia no Brasil. Um pouco da história dos sem teto no Brasil completará o clima desse espaço/manifesto.

Objetivos

Objetivo geral: Levar ao público o retrato da enorme diversidade que é o habitat no Brasil - da Caverna ao Home Office - mostrando a complexidade com que se dá a produção das nossas cidades e a apropriação de seus espaços, traçando assim um perfil dos nosso costumes a partir de um objeto de estudo tão específico como a habitação. Desde a simplicidade da casa caipira e seu fogão de lenha, as particularidades das ocas indígenas, a rusticidade das casas autóctones de pau-a-pique, os barros das favelas... mas também o luxo e a ostentação nas sedes ds grandes fazendas, nas grandes mansões e nos apartamentos de cobertura dos bairros abastados das grandes cidades. Vamos demonstrar que a casa, sua organização e seu uso são fundamentais para compreender a cultura de um país. Citando o arquiteto e historiador Carlos Lemos "a brasilidade é difícil de examinar. Ela está embutida nas coisas, no modo de usá-las. A arquitetura não é só a exterioridade, a arquitetura não é só o volume arquitetônico, a cor do edifício. A arquitetura é também o seu espaço e como esse espaço é usado, como esse espaço permite ser usado à moda brasileira." Objetivos específicos: 1. Montar cinco instalações num percurso cenográfico: 1.1 AMBIENTE WEB HOMME OFFICE - O trabalho de dez grandes web-artistas internacionais a partir da questão "o que é CASA?" será acessado através do site casa.art.br, especialmente concebido para este projeto, em telas de toque de 32 polegadas num ambiente de um escritório tecnológico desconstruído, como nos games. Uma pós-ruína contemporânea. 1.2 DA GRUTA AO HOMME OFFICE - UMA BREVE HISTÓRIA DA CASA - Numa instalação cenográfica multimídia - uma espécie de gruta urbana _, com assentos aleatórios e em níveis distintos _, um vídeo de 5 a 7 minutos contará a incrível história Do Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis do homme office. Uma fábula contada de forma lúdica e bem humorada sobre a busca humana por segurança, aconchego, prazer, ostentação, isolamento e trabalho. 1.3 NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA - Mostra de cinco projetos a serem criados por escritórios de arquitetura, a partir do seguinte briefing: Criar projeto experimental de CASA, para uma família brasileira de classe média baixa, composta por pai, mãe e dois filhos. Esta casa deverá contemplar soluções ousadas em relação ao espaço mínimo necessário para abrigar uma família atual de três a quatro pessoas, à sustentabilidade e à acessibilidade (para PCD auditiva, visual, de locomoção e intelectual), com aproveitamento inteligente dos recursos naturais. Deverá, necessariamente, ser um projeto viável economicamente, podendo posteriormente servir de padrão para construção civil popular no Brasil, evoluindo o conceito do programa "Minha Casa Minha Vida", tornando-o mais seguro, mais confortável, mais bonito e melhor pensado na sua implantação para todo o país. 1.4 A CASA NO BRASIL - A evolução da casa no Brasil contada através de maquetes e de uma vídeo-instalação. Reproduções de obras de arte, em ambiente interno de obra, passando por todas transformações ocorridas em cinco séculos de história: habitat indígena; as primeiras casas dos colonos; a casa grande das fazendas de café; a casa do caboclo; do caiçara, a casa urbana de luxo; a casas suburbana; os apartamentos luxuosos; os apartamentos kitchenette de Copacabana; as casas das favelas do início do século aos dias atuais; os condomínios de luxo; a casa do sistema popular habitacional; as novas soluções para a casa popular de qualidade. 1.5 SEM CASA - O último espaço é um verdadeiro ambiente de ocupação (remetendo aos espaços vazios do prédio que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo). Dez vídeos projetados nos escombros cenográficos mostrarão, em tamanho real, dez pessoas _ as mais diversas _, na condição de "sem casa". Pessoas surpreendentes pelas suas origens sócio/culturais, suas histórias e pelas incríveis situações que vivem no dia-a-dia. "Sem casa" pode ser uma pessoa recentemente desabrigada em São Paulo, um profissional sem casa e perfeitamente instalado há anos na rua, até o indivíduo que optou por morar numa casa ambulante sem motor ou num "burro-sem-rabo" por total falta de opção. Este ambiente provocador estimulará a visão crítica através de enormes cartazes, grafites e pichações com informações contundentes e impactantes sobre a questão da moradia no Brasil. Um pouco da história dos sem teto no Brasil completará o clima desse espaço/manifesto. 2. Trazer para a exposição o público em geral, programando visitas para escolas públicas, instituições que atendam pessoas vulneráveis, grupos de idosos e grupos de estudantes do ensino superior. 3. Promover atividades educativas com os grupos de estudantes. 4. Fazer a divulgação do evento com o objetivo de trazer o maior número de visitantes para o evento.

Justificativa

Será possível entender a partir de um objeto de estudo tão específico, como a habitação, a complexidade com que se dá a produção das nossas cidades e a apropriação de seus espaços? Será possível traçar um perfil dos nossos costumes? Sim, definitivamente, os interiores e não somente suas formas, volumes, cores e materiais- retratariam aos estudiosos do futuro, a enorme diversidade que é o habitat no Brasil; a simplicidade da casa caipira e seu fogão a lenha; os móveis simples mas funcionais da casa caiçara; O banheiro separado da casa como ainda é comum em tantos rincões do país; as particularidades das ocas indígenas; a rusticidade das casas autóctones de pau-a-pique nas zonas rurais...mas também o luxo e a ostentação nas sedes das grandes fazendas ricas das regiões agrícolas; nas grandes mansões e nos apartamentos de cobertura dos bairros abastados das grandes cidades. A casa, mas também a maneira como se organiza o seu uso, são fundamentais para quem quer compreender a cultura de um país. Como coloca o arquiteto e historiador Carlos Lemos, "a brasilidade é difícil de examinar. Ela está embutida nas coisas, no modo de usá-las. A arquitetura não é só a exterioridade, a arquitetura não é só o volume arquitetônico, não é a cor do edifício. A arquitetura é também o seu espaço e como esse espaço é usado, como esse espaço permite ser usado à moda brasileira. "...antes do café as diferenças entre os bens dos pobres, dos remediados e dos escassos ricos, eram puramente quantitativas. As casas dos afortunados[...] eram apenas maiores que as moradias dos humildes. A taipa era a mesma[...]. Com o café, as diferenças passaram a ser qualitativas. Surgiu então a vaidade personalista, não mais no que se refere à moda, ao vestuário das donas[...], mas às construções, ao mobiliário, às alfaias." Carlos Lemos _ Casa Paulista, (Edusp, 1999) p.134 Nosso projeto colocará questões, provocações e informações sobre os significados histórico, social, cultural, psicológico, arquitetônico, político e antropológico do tema CASA _ questão fundamental para qualquer ser humano de qualquer cultura em qualquer tempo e espaço. Num momento de profundas transformações em todo mundo, a questão da moradia é fundamental. Milhões de migrantes em todo planeta vagam sem lugar, sem casa, sem abrigo. No Brasil, 33 milhões de sem casa perambulam, ocupam imóveis sem uso ou dormem pelas ruas ou embaixo de viadutos. Casas precariamente construídas e localizadas em áreas de risco são destruídas, causando centenas de mortes anualmente. Enquanto isso, milhões de metros quadrados sem uso estão fechados, sem nenhum propósito de ocupação social. E os "com casa" se fecham entre grades e se protegem como podem. Os de maior recurso, em condomínios ou prédios de luxo, se protegem com altos esquemas de segurança. Neste universo desigual, algo é comum a todos: a necessidade de um espaço de proteção e um mínimo de conforto para cada um e suas famílias. No Brasil e no mundo, a desproporção entre áreas e serviços ocupados pelos mais ricos e mais pobres é gigantesca. Mas o valor de um pequeno espaço _ mesmo muito simples _ é imenso, pois para quem não tem onde morar, um mínimo quarto ou uma simples cozinha são sonhos quase inalcançáveis. A casa, seu uso, seus espaços e serviços vêm se transformando há milhões de anos, mas seu significado real e simbólico e sua extrema necessidade se mantém, talvez, como o bem mais importante de todos _ mais até do que o amor ou o dinheiro. O ambiente WEB HOME OFFICE vai contar com a qualidade, a inovação e a representação da diversidade multicultural, respondendo à pergunta "O que é a casa?" No espaço DA GRUTA AO HOMME OFFICE, o público verá uma fábula contada de forma lúdica e bem humorada sobre a busca humana por segurança, aconchego, prazer, ostentação, isolamento e trabalho. O NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA vai oferecer variadas opções para uma casa mais confortável, aconchegante, prática, boita e melhor pensada na implantação de projetos de casas populares. A evolução da maneira do brasileiro habitar vai ser vista em A CASA NO BRASIL, desde o habitat indígena até os condomínios de luxo, sem esquecer as casas nas favelas. O último espaço é um verdadeiro ambiente de ocupação dos SEM CASA. Atividades relacionadas à ciência, à geometria, às artes, à psicologia e à antropologia serão concebidas e realizadas. trabalhando conceitos como: O que são pessoas com casa e pessoas sem casa?; Soluções para a crise habitacional no Brasil; A arquitetura para crianças; e outros. Tudo isso partindo da exposição e extrapolando para materiais de apoio, com atividades como teatro, mímica, contadores de histórias, jogos tipo minecraft e brincadeiras. Criação de ações e recursos de acessibilidade comunicacional de visita autônoma para públicos com deficiências partindo da exposição. A ideia é que as ações e recursos se constituam como disparadores de experiências relacionadas à exposição, sem necessariamente serem a decodificação ou tradução desses conteúdos, ampliando seu uso para os diversos perfis de públicos que visitam o museu.

Especificação técnica

A exposição-instalação CASA deverá ficar no CCBB-RJ durante três meses, ocupando o andar térreo.

Acessibilidade

O local - CCBB-RJ - oferece total acesso para pessoas com dificuldades de locomoção ou idosos, com banheiros apropriados, elevadores, rampas etc. Além disso, todos os elementos interativos estarão em uma altura acessível para cadeirantes e crianças. Todos os equipamentos a serem manuseados estarão posicionados dentro da zona de alcance de usuários em cadeira de rodas. O ambiente, em geral, terá áreas livres para permitir o acesso confortável de cadeirantes e pessoas de mobilidade reduzida. Todos os espaços terão audiodescrição, descrevendo tudo aquilo que teria que ser visualizado (como gráficos e animações), permitindo que visitantes cegos ou com baixa visão compreendam o conteúdo. Todos os espaços terão a presença de intérpretes de Libras para facilitar o entendimento para pessoas com dificuldades auditivas. Todas animações e vídeos terão legendas sincronizadas para garantir a compreensão total para pessoas com deficiências auditivas. Todas as falas (presenciais e gravadas) utilizarão frases curtas e/ou explicações visuais para facilitar a compreensão, especialmewnte para crianças e visitantes neurodivergentes.

Democratização do acesso

O ingresso para a exposição é gratuito. Além disso, faremos contato para visitas de escolas públicas e instituições que trabalham com pessoas em estado de vulnerabilidade.

Ficha técnica

Idealização, curadoria, direção de arte – JAIR DE SOUZA Curadoria e consultoria sobre Arquitetura/Urbanismo – SÉRGIO MAGALHÃES Curadoria e consultoria sobre Arquitetura – WASHINGTON FAJARDO Produção e direção dos vídeos – THIAGO SACRAMENTO Direção de produção – MARIA ALICE SILVÉRIO JAIR DE SOUZA Projeta museus, escolas digitais, exposições e identidade visual. Cria produtos para cinema e vídeo e projetos editoriais. Com formação internacional em cinema, design e antropologia, é um criador e pensador multimídia original por sua visão esférica das coisas, unindo arte, conhecimento, tecnologia, audiovisual e design em seus trabalhos. Entre seus projetos premiados estão: MUSEU DO FUTEBOL em SP; MAR- MUSEU DE ARTE DO RIO; MYCITY.COM.BR reunindo 46 cidades do mundo; e as escolas digitais NAVE e GENTE no Rio. Foi o idealizador de arquitetura, design e do conceito funcional e estratégico do CRAB-Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro conectando e dando sentido de uso a três prédios isolados e em deterioração na Praça Tiradentes-RJ. Medalhas de ouro no IDEA Awards Internacional: Design de Ambientes/projeto NAVE- Núcleo Avançado em Educação RJ; Design Visual do Museu do Futebol SP. SÉRGIO FERRAZ MAGALHÃES Arquiteto, doutor em Urbanismo, é professor no Programa de Pós Graduação em Urbanismo da FAU / UFRJ. É autor dos livros Reinvenção da Cidade – Interação, Equidade, Planeta (RioBooks, 2021), Sobre a Cidade – Habitação e Democracia no Rio de Janeiro”, “Favela-Bairro, Uma outra história do Rio de Janeiro”, em coautoria com Luiz Paulo Conde, “A Cidade na Incerteza – Ruptura e Contiguidade em Urbanismo” (Viana & Mosley, 2007). Secretário de Estado de Projetos Especiais do Rio de Janeiro ( 2001-2002), Secretário Municipal de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000), foi o responsável pela concepção e implementação da Política Habitacional da cidade, onde se inclui o programa Favela-Bairro, que em sua administração alcançou 155 favelas e 550.000 moradores. Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB, 2012-2017, e do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2021 RIO. Recebeu os prêmios Comenda de Honra ao Mérito da Arquitetura e Urbanismo do Brasil – prêmio João Filgueiras Limas/Lelé, CAU BR, 2022, América de Arquitectura. – XV SAL. Colômbia, 2017, prêmio FAD 2012 – . Barcelona, pelo Programa Favela-Bairro, e Prêmios de Projeto do Instituto de Arquitetos do Brasil - RJ, 1992, 1986, 1975, 1974, 1972. Integra a Galeria Lucio Costa de Urbanistas Brasileiros da Câmara dos Deputados, Brasília. WASHINGTON FAJARDO Nascido em São Paulo em 20 de Maio de 1972. Graduado Arquiteto e Urbanista em 1997 pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Durante os anos de 1997 a 1999 foi pesquisador bolsista (CNPq) do PROURB, Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, da UFRJ, dentro da pesquisa “Projetos Urbanos e Estruturação do Espaço”, orientada pela prof. Dr. Denise Pinheiro Machado. Em 2003, criou, com a arquiteta Patricia Fendt, o escritório Desenho Brasileiro, realizando projetos de arquitetura, urbanismo e design. Desde 2009 está licenciado do escritório. De 2005 a 2006 foi Professor Substituto da FAU-UFRJ, ministrando aulas nas disciplinas de Projeto de Arquitetura IV e Atelier Integrado I. Em 2005 foi Subsecretário de Projeto Urbano e, de 2007 até 2008, foi Secretário Adjunto de Projeto Urbano da Prefeitura de Nova Iguaçu coordenando projetos de urbanização e arquitetura para equipamentos públicos e urbanizações. Em 2009, torna-se Subsecretário de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design (SUBPC) da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, assumindo o órgão de patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro (DGPC), propondo inovações (área do design e da intervenção urbana), e criando o Centro Carioca de Design, na Praça Tiradentes. Em 2012, a SUBPC converte-se em IRPH – Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, após o reconhecimento da UNESCO para a Paisagem Cultural da cidade, tornando-se Presidente do órgão, vinculado ao Gabinete do Prefeito. Em 2013, acumula a função de Assessor Especial do Prefeito Eduardo Paes para Assuntos Urbanos. Desde 2009, é Presidente do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural. Desde 2015, é conselheiro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU-RJ. Em 2016 é selecionado como curador do pavilhão brasileiro da Bienal Internacional de Arquitetura em Veneza. Em 2017, retornou para suas atividades nos escritório de arquitetura Desenho Brasileiro e sua start up, a WAU Agência Urbana. É articulista dos jornais O Globo e El País Brasil. THIAGO SACRAMENTO Graduado em Artes Plásticas na UFJF (MG) e bacharelado em Dança pela Faculdade Angel Viana, atua profissionalmente na área audiovisual há dezoito anos, vivendo na prática, com muito interesse, as mudanças técnicas, estéticas e conceituais da arte de se comunicar através da imagem em movimento. Diretor, videoartista, animador, artista gráfico, fotografo, editor e roteirista, realizou diversos trabalhos para TV, cinema, música, artes cênicas, literatura, publicidade, imprensa e web; além de um grande número de projetos gráficos e fotográficos para variadas produções. Atualmente dedica-se à pesquisa cênica online, realizando uma série de experimentos em parceria com grandes grupos e diretores de teatro. Recebeu o Prêmio de Artes Cênicas CBTIJ 2016 (RJ) na categoria Projeto Gráfico; foi destaque na revista Normal - Revista de Creación Contemporánea (Espanha - 2018) pela capa do álbum Simone Mazzer & Cotonete e Artista Convidado p/ desenvolver capa da Revista Mamulengo 18 Direções de videoclips em 2020: Fechado Com Você – Matheus VK; Sempre Mangueira / Vou Partir – Grupo Semente e Simone Mazzer; Direções de espetáculos teatrais online em 2020: Simples Assim Online – Ernesto Piccolo; Amado Monstro – Xando Graça e Gustavo Damasceno; Histórias de Confinamento / Grupo Galpão – Eduardo Moreno e Inês Peixoto; Aquele Que Caminha Ao Lado –Bernardo Vilhena e Francisco Taunay; Quarencena –Simone Mazzer, Patrícia Selonk; Veneno –César Augusto; La Codista – César Augusto; De Bar Em Bar – Isaac Bernat; Direção e transmissão em 2020 - Festival Amovale / Espaço Cultura de Bananal – Festival multicultural online idealizado por Monica Alvarenga e Dora Lima – Youtube 0) Direções de vídeo em 2021: Macbeth 2020, com Luis Lobianco – Média-metragem MARIA ALICE SILVÉRIO Produtora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como 100 Anos da Avenida Paulista, Sunday Design, O que é arte, o que é design, e produziu mais de cinquenta espetáculos teatrais, como Vau da Sarapalha, Apocalipse 1,11, Alice através do espelho, Variações enigmáticas, Joaquim e as estrelas, Bisa Bia Bisa Bel, Eugênia, cerca de trinta projetos editoriais e vários projetos em outras áreas. Entrou na diretoria do Instituto Maniva em 2006. Produções atuais: Teatro: Bisa Bia Bisa Bel, direção de Joana Lebreiro (2014-2025), Instruções para descer uma escada (2023-2025); Livro: Bibi, uma vida no palco, fotobiografia da atriz e diretora Bibi Ferreira (edição revista e atualizada, 2022); Exposição: mostra Caboclos na Amazônia – curadoria de Carlos Alcantarino – 2022, em Belém, Canaã dos Carajás e Marabá (PA) – itinerância na região Sudeste – 2023/2024, em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.