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PRONAC 252722Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ritmos do Cerrado

ROGERIO PEREIRA
Solicitado
R$ 50,0 mil
Aprovado
R$ 50,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-08-07
Término
2026-12-09
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Oficina Ritmos do cerrado de confecção de de faluta e pandeiro de papel com estampa de plantas do cerrado

Sinopse

Objetivo da formação: construção de flauta e pandeiros de papel com estampas do cerrado Arte-educador e idealizador das flautas de papel Rogerio Pereira Rogerio Pereira, músico, artesão e arte educador. Há mais de três décadas atua no cenário cultural do Distrito Federal e Entorno. Desde 2004 atua como arte educador e professor de musicalização em escolas particulares do DF. Atualmente ministra aulas de arte educação na escola de educação Mirim Piri. Realizou várias oficinas criativas de construção de instrumentos musicais feitos de materiais reutilizáveis. É notório saber na área de musicalização. Em 2008 criou o grupo Carrossel de Velotrol, um executor de ações sociais vinculadas à arte e à educação infantil. que tem o objetivo de incentivar a fabricação e a performance da flauta de papel em um grupo musical, interagindo com violão e outros instrumentos feitos com materiais reutilizáveis como PVC, ladrilhos.. Com os produtos, feitos de material reciclado, Rogério Pereira visa proporcionar momentos lúdicos para despertar, principalmente nas crianças, a conscientização para o meio ambiente e o mundo sustentável. Além de apurar habilidades e sensibilidades para as artes. As flautas fabricadas por Rogério Pereira são também utilizadas nas aulas de musicalização infantil que o músico ministra desde 2004. E também são comercializadas em feiras de artesanato e comércio on-line. Arte-educadora e idealizadora das estampas Cecilia Segré Cecília Segré desenvolve um trabalho voltado ao mercado da moda inclusiva e de decoração de casa, tendo por proposta utilização de matéria prima orgânica de origem vegetal bem como de material oxidado no tingimento de tecidos e papel. É arquiteta de formação e artesã por devoção, desenvolvendo seu trabalho em consonância com o Cerrado de Brasília – sua fonte de inspiração, com a qual transforma flores, folhas e fibras vegetais, em arte e poesia. Neste convívio com a natureza, pesquisa texturas, cores, formas e aromas, transformando-os em papéis artesanais, de tonalidades diversas. Instrutora do Curso 5Rs, Ensino Superior: Arquitetura e Urbanismo – UnB / 1990. Cursos de capacitação em Papel artesanal, 68 horas. Museu Vivo da Memória Candanga em 1997, em Introdução à Permacultura e Bioconstrução, 32 horas. Ecocentro IPEC em 2007, em Bioconstruindo, 72 horas. Ecocentro IPEC em 2007, em Permacultura, 72 horas. Instituto Asa Branca em 2008, em Tingimentos naturais, 40 horas, Tintórea, Buenos Aires, Argentina em 2013, em Impressão monocromática (ecoimpressão em algodão e seda com taninos e ferrugem) 56 horas. Ditado pela artista Irit Dulman (Israel) em Uruguai. 2015, em Ecoimpressão botânica e tintes naturais. 16 horas. Ditado pela artista Irit Dulman (Israel) em Uruguai. 2017.

Objetivos

1. ODS 4 - Educação de Qualidade: Ao oferecer oficinas em escolas da rede pública e comunidades rurais, o projeto promove o acesso à educação de qualidade, desenvolvendo habilidades musicais e artesanais. 2. ODS 12 - Consumo e Produção Responsáveis: O uso de materiais reutilizáveis e reciclados para a confecção de instrumentos musicais incentiva práticas de consumo sustentável e a redução de resíduos. 3. ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima: O projeto promove a conscientização ambiental e a sustentabilidade, abordando a importância da preservação do Cerrado e a utilização de recursos naturais de forma responsável. 4. ODS 15 - Vida Terrestre: Ao valorizar e utilizar materiais naturais do Cerrado, o projeto contribui para a conservação da biodiversidade e a preservação dos ecossistemas locais. 5. ODS 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico: Através da profissionalização dos participantes, o projeto busca gerar oportunidades de trabalho e fomentar a economia local

Justificativa

O projeto contribuí para facilitar o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais por meio de oficinas de confecção de flautas de papel e pandeiro no CEF Dra Zilda Arns na região administrativa de itapoã no Distrito Federal. O projeto estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal pela música, Preserva e difunde o patrimônio artístico musical, porque na metodologia ensina músicas da cultura popular Brasileira. O projeto valoriza e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais por meio da confecção de instrumentos musicais feitos de papel reciclado. O projeto tem uma transversalidade entre atividade de artesanato e a música. Por outro lado, o projeto ritmos do cerrado promove a cultura e a arte, por meio de oficina de confecção de instrumentos musicais com papel reciclado e estampas botânicas do cerrado, fortalecendo a identidade do cerrado ao mesmo tempo trazendo uma consciência sobre e a diversidade cultural brasileira. Como são oficinas educativas auxilia na preservação e difusão do bioma do cerrado e na música popular Brasileira. As formações na confecção de flautas de papel e pandeiros pode auxiliar no desenvolvimento de uma renda extra e uma profissionalização dos participantes. Ritmos do cerrado é um projeto que estimula a criatividade e inovação cultural ao ser um projeto de baixa custo para ser produzido. 1. ODS 4 - Educação de Qualidade: Ao oferecer oficinas em escolas da rede pública e comunidades rurais, o projeto promove o acesso à educação de qualidade, desenvolvendo habilidades musicais e artesanais. 2. ODS 12 - Consumo e Produção Responsáveis: O uso de materiais reutilizáveis e reciclados para a confecção de instrumentos musicais incentiva práticas de consumo sustentável e a redução de resíduos. 3. ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima: O projeto promove a conscientização ambiental e a sustentabilidade, abordando a importância da preservação do Cerrado e a utilização de recursos naturais de forma responsável. 4. ODS 15 - Vida Terrestre: Ao valorizar e utilizar materiais naturais do Cerrado, o projeto contribui para a conservação da biodiversidade e a preservação dos ecossistemas locais. 5. ODS 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico: Através da profissionalização dos participantes, o projeto busca gerar oportunidades de trabalho e fomentar a economia local Estímulo à criatividade e à inovação cultural

Estratégia de execução

O Ritmos do Cerrado oferecerá 150 horas de atividades ao longo de sete meses, com encontros duas vezes por semana. O calendário inclui oficinas de confecção de instrumentos musicais, cada uma com cinco horas de duração, em dois polos: • CEF Dra. Zilda Arns – onde ações de reciclagem de papel e papelão já fazem parte da rotina; as oficinas ampliarão a formação profissionalizante de estudantes e professores. • Asproeste – associação de produtores do Núcleo Rural Lago Oeste, conectada à cadeia produtiva local. Haverá ainda 10 horas extras dedicadas a ensaios e afinação dos instrumentos que serão apresentados no Espaço Cultural Renato Russo 508 sul. Nas oficinas, os participantes produzirão flautas de papel e pandeiros feitos com papel reciclado e plantas do Cerrado, aprendendo técnicas de reciclagem, artesanato e aproveitamento de recursos naturais, fomentando a sustentabilidade. A capacitação será conduzida por Rogério Pereira e Cecilia Segré, criadores de instrumentos musicais elaborados com materiais reutilizados e pigmentos naturais do Cerrado, resultando em peças de design orgânico que estimulam a consciência ambiental. O Ritmos do Cerrado utiliza papel reciclado, adquirido frequentemente de forma gratuita, garantindo durabilidade dos instrumentos ao longo dos anos. Além disso, a fabricação de flautas e pandeiros oferece uma oportunidade de geração de renda para participantes em situação de risco socioeconômico, promovendo uma abordagem sustentável nas esferas ambiental, social e econômica. Como resultado os participantes não apenas aprenderão a criar e tocar instrumentos, mas também desenvolverão habilidades valiosas, contribuirão para a conscientização ambiental e poderão comercializar os produtos, gerando renda e promovendo a cultura local. O som das flautas de papel, se mostrará de qualidade profissional. ODS 4 - Educação de Qualidade: O projeto promove a educação musical e artesanal no CEF Dra Zilda Arns em Itapoã e ASPROESTE do Lago Oeste, proporcionando acesso a uma formação de qualidade. Ao oferecer oficinas práticas, os participantes, incluindo mulheres, estudantes e professores, desenvolvem habilidades que vão além da música, engajando-se em processos criativos e educativos que estimulam o aprendizado contínuo.ODS 12 - Consumo e Produção Responsáveis: A confecção de instrumentos musicais a partir de papel reciclado e outros materiais reutilizáveis destaca a importância da economia circular. O projeto ensina técnicas de reciclagem e artesanato, promovendo a conscientização sobre o desperdício e incentivando práticas de consumo sustentável na comunidade.ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima: Ao utilizar materiais reciclados e promover a sustentabilidade, o projeto contribui para a redução de resíduos e a preservação do meio ambiente. A sensibilização dos participantes para a importância da conservação do Cerrado e a utilização responsável dos recursos naturais é um passo fundamental na luta contra as mudanças climáticas.ODS 15 - Vida Terrestre: O uso de materiais do Cerrado e a valorização da cultura local se alinham diretamente com a conservação da biodiversidade. O projeto estimula a apreciação e o respeito pelo ecossistema local, promovendo uma educação ambiental que reforça a conexão entre as comunidades e seu entorno.ODS 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico: A capacitação em técnicas de fabricação de instrumentos não apenas proporciona habilidades artísticas, mas também abre portas para a geração de renda. A possibilidade de venda dos instrumentos fabricados oferece uma alternativa econômica para pessoas em situação de vulnerabilidade, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico local. O Ritmos do Cerrado estabelece uma ligação orgânica com os territórios onde será desenvolvido, valorizando a cultura local e a sustentabilidade ambiental. No Itapoã, as oficinas ocorrerão no CEF Dra. Zilda Arns, que já mantém o programa ECOZILDA — miniestação de coleta seletiva e comercialização de recicláveis. As novas atividades integrar-se-ão a essa iniciativa, reforçando a educação ambiental prevista no Projeto Político-Pedagógico da escola. No Núcleo Rural Lago Oeste, a parceria com a ASPROESTE potencializará os saberes tradicionais dos produtores locais. A proposta centra-se na construção de instrumentos musicais com papelão, papel reciclado e fibras do Cerrado, estimulando a criatividade e destacando a importância da preservação do bioma. Ao longo da formação, os participantes aprenderão técnicas de fabricação e afinação, desenvolvendo competências que podem gerar oportunidades de renda. Com metodologia participativa, o projeto alia arte, meio ambiente e profissionalização. Ritmos do Cerrado se insere em um contexto desafiador, especialmente no CEF Dra. Zilda Arns, uma escola conhecida na comunidade de Itapoã, que enfrenta problemas relacionados à violência e à rotatividade de professores. Historicamente, a instituição já foi palco de episódios trágicos, como o assassinato de um estudante, o que gerou um clima de insegurança. Apesar disso, a escola se destaca por suas iniciativas culturais e ambientais, buscando acolher a comunidade. As oficinas do projeto, que ensinam a confecção de instrumentos musicais a partir de materiais reutilizáveis, visam não apenas desenvolver habilidades artísticas, mas também promover a sustentabilidade e a valorização da cultura local. Com 150 horas/aula, o projeto pretende engajar estudantes em atividades que favoreçam a convivência pacífica e a expressão criativa, contribuindo para a saúde emocional dos participantes em um ambiente escolar que precisa urgentemente de apoio psicológico e pedagógico. Além disso, as oficinas buscam fomentar um senso de pertencimento e coletividade, oferecendo um espaço seguro para que os alunos possam se expressar e trabalhar em conjunto, reduzindo conflitos e promovendo a inclusão. Ao integrar a comunidade e valorizar a cultura popular, "Ritmos do Cerrado" se propõe a ser uma resposta às dificuldades enfrentadas pela escola e seus estudantes, contribuindo para um futuro mais sustentável e harmonioso.

Especificação técnica

objetivo: realizar oficinas de formação na confecção de flautas e pandeiros de papel reciclado com estampas de plantas do cerrado público alvo: 6 anos até 85 anos carga horária: 150 horas METODOLOGIA DE CONFECÇÃO DAS FLAUTAS DE PAPEL RECICLADOA descrição do método de confecção de flautas de papel reciclado será acompanhada de fotos ilustrativas de todas as etapas do processo. Assim ficará muito mais simples a compreensão e visualização dos caminhos percorridos pelo artesão até o produto final.Etapa 1 - Materiais utilizados para a confecção das flautas de papel. Segue ilustração. 01 pote para colocar água02 pedaços de panos01 tesoura01 cola branca01 pedaço de isoporCanudinhos01 canudinho de milkshakeRetângulos de papeis variadosEtapa 2 - Confeccionar muitos tubos sonoros com os retângulos de papel. Utilizando 01 canudinho de milkshake como tubo guia. Utilizando os 02 pedaços de panos ( 01 seco e o outro úmido). Utilizando a cola branca. Segue ilustração. Etapa 3 - Organizamos os tubos sonoros já secos na plataforma de isopor com canudinhos. Com a plataforma facilitamos também o armazenamento dos tubos sonoros. Nesta etapa colocamos o fundo do tubo sonoro.Para que produza som um dos lados do tubo sonoro deve ser lacrado. Segue ilustração. Etapa 4 - Recortar as rebarbas do fundo dos tubos sonoros. Segue ilustração. Etapa 5 - Esta etapa é extremamente importante. Afinação dos tubos sonoros. É necessário utilizar um afinador digital ( sugiro o afinador digital do Cifra Club Gratuito). 01 tesoura. Nesse momento conversamos sobre a escala musical de Dó maior. É importante saber reconhecer as letras do alfabeto que representam as notas da escala para utilizar o afinador digital ( Dó/C Ré/D Mi/E Fá/F Sol/G Lá/A Si/B Dó/C ).É ensinado também como soprar o tubo sonoro para produzir o som perfeito ( Embocadura). Segue ilustração. Etapa 6 - Após a afinação organizamos os tubos sonoros seguindo as notas da escala escolhida. Alinhamos o lado aberto para facilitar a execução da embocadura e produzir som. Segue Ilustração. Etapa 7 - Colar os tubos sonoros alinhados e colocar as tiras de segurança. Segue ilustração. Etapa 8 - Após a finalização da montagem da flauta de papel e ornamentação, o próximo passo é aprender a primeira música. Para isso desenvolvemos uma cartilha de música ensinando a música Asa Branca do compositor brasileiro Luíz Gonzaga. Essa cartilha utiliza um método de aprendizado bem simples e eficiente baseado em números e cores. Após colorir as notas da música basta seguir o caminho musical e a música surge no ar como num passe de mágica. Segue ilustração. Metodologia Ilustrativa: Curso "Ritmos do Cerrado " processo de tingimento de papeis para confecção de instrumentos musicaisEtapa 1: Introdução ao CerradoObjetivo: Apresentar as características do bioma e a importância da flora nativa.Atividade: Palestra interativa com imagens e amostras de plantas do cerrado, ensinar a identificação de espécies botânicas do cerrado e exóticas. Etapa 2: Tingimento Natural e Estamparia Botânica (Ecodyeing)Objetivo: Ensinar a técnica de tingimento e estamparia em papel e tecidos Etapa 3: colocar as plantas sobre material que será utilizado para tingimento de plantas na ordem que se quer fixar a folha no papel Etapa 4: se realizam um paquete enrolado no qual se amarra com uma pita bem firme e se coloca na panela para ferver Etapa 5 se desenrola o pacote até deixar ele bem esticado e se deixa secar Etapa 6: produções de diferentes produtos cadernos, encadernações, instrumentos musicais etc.

Acessibilidade

O projeto "Ritmos do Cerrado" adota diversas medidas de acessibilidade e inclusão para garantir que pessoas com deficiência possam participar plenamente de suas atividades. As oficinas são planejadas em espaços acessíveis, com adaptações necessárias, como rampas e sinalização adequada nos banheiros. O projeto promove a inclusão no qual na apresentação musical terá interprete de livras.

Democratização do acesso

As oficinas são gratuitas e com material doado pelos realizadores da formação. Ritmos do Cerrado utiliza a principal estratégia que é a realização de oficinas itinerantes em diferentes localidades, incluindo escolas e comunidades rurais, garantindo que pessoas de diversas origens e contextos possam participar. Isso inclui a oferta de atividades em horários variados, adaptando-se às necessidades dos participantes. Além disso, o projeto utiliza materiais recicláveis e de baixo custo, tornando as atividades acessíveis a todos, independentemente da situação econômica. As ações também incluem campanhas de conscientização e divulgação nas comunidades, assegurando que informações sobre as oficinas cheguem a grupos sub-representados, como jovens em situação de vulnerabilidade. A promoção de parcerias com organizações culturais enriquece a troca de saberes e experiências, fortalecendo a inclusão e a diversidade em todas as suas ações. Dessa forma, "Ritmos do Cerrado" busca garantir que todos tenham a oportunidade de se expressar artisticamente e participar ativamente do projeto.

Ficha técnica

Arte-educador e idealizador das flautas de papel Rogerio Pereira Rogerio Pereira, músico, artesão e arte educador. Há mais de três décadas atua no cenário cultural do Distrito Federal e Entorno. Desde 2004 atua como arte educador e professor de musicalização em escolas particulares do DF. Atualmente ministra aulas de arte educação na escola de educação Mirim Piri. Realizou várias oficinas criativas de construção de instrumentos musicais feitos de materiais reutilizáveis. É notório saber na área de musicalização. Em 2008 criou o grupo Carrossel de Velotrol, um executor de ações sociais vinculadas à arte e à educação infantil. que tem o objetivo de incentivar a fabricação e a performance da flauta de papel em um grupo musical, interagindo com violão e outros instrumentos feitos com materiais reutilizáveis como PVC, ladrilhos.. Com os produtos, feitos de material reciclado, Rogério Pereira visa proporcionar momentos lúdicos para despertar, principalmente nas crianças, a conscientização para o meio ambiente e o mundo sustentável. Além de apurar habilidades e sensibilidades para as artes. As flautas fabricadas por Rogério Pereira são também utilizadas nas aulas de musicalização infantil que o músico ministra desde 2004. E também são comercializadas em feiras de artesanato e comércio on-line. Arte-educadora e idealizadora das estampas Cecilia Segré Cecília Segré desenvolve um trabalho voltado ao mercado da moda inclusiva e de decoração de casa, tendo por proposta utilização de matéria prima orgânica de origem vegetal bem como de material oxidado no tingimento de tecidos e papel. É arquiteta de formação e artesã por devoção, desenvolvendo seu trabalho em consonância com o Cerrado de Brasília – sua fonte de inspiração, com a qual transforma flores, folhas e fibras vegetais, em arte e poesia. Neste convívio com a natureza, pesquisa texturas, cores, formas e aromas, transformando-os em papéis artesanais, de tonalidades diversas. Instrutora do Curso 5Rs, Ensino Superior: Arquitetura e Urbanismo – UnB / 1990. Cursos de capacitação em Papel artesanal, 68 horas. Museu Vivo da Memória Candanga em 1997, em Introdução à Permacultura e Bioconstrução, 32 horas. Ecocentro IPEC em 2007, em Bioconstruindo, 72 horas. Ecocentro IPEC em 2007, em Permacultura, 72 horas. Instituto Asa Branca em 2008, em Tingimentos naturais, 40 horas, Tintórea, Buenos Aires, Argentina em 2013, em Impressão monocromática (ecoimpressão em algodão e seda com taninos e ferrugem) 56 horas. Ditado pela artista Irit Dulman (Israel) em Uruguai. 2015, em Ecoimpressão botânica e tintes naturais. 16 horas. Ditado pela artista Irit Dulman (Israel) em Uruguai. 2017. Produtora Executiva -Aldineia Oliveira Produção Executiva do filme BAYO – palavra tecendo alegria -2018 O vídeo que versa sobre vivências de mulheres pretas e seu cotidiano no DF - Brasil. O filme, em formato de documentário, conta com treze narrativas de vida, com as histórias da ialorixá Mãe Baiana (Adna Santos), da professora Cyntia Carla,da terapeuta comunitária Dani Black (Danielle Morais), da cineasta Flora Egécia, da turbanteiraIalê Garcia, da advogada Josefina Serra, da tatuadora Karoline KaLibre, da rapper Lídia Dallet, da gestora pública Ludymilla Santiago Dias, da jovem estudante Luiza Batista, da assistente de saúde Maria Joana Mendes, da mestra popular Martinha do Coco e da poetisa multi-artista Nanda Pimenta. Gestão Administrativa- Pamela Elizabeth Morales Arteaga Gestão Administrativa em Mapeamento da Cultura Popular do DF Descrição:. Coordenadora de pesquisa Cartografia poética do cinema (1956-1984), Coordenadora de Pesquisa da segunda edição de cartografia poética do cinema Brasiliense (1985-2005). Produtora executiva do projeto oficina de formação de Heranças Culturais e Geográficas do Brasil Africano. Coordenadora de Social Luizete Nukini Graduanda de farmácia da Universidade de Brasília –UnB, poetisa, atuo em áreas como a Gestão de Tráfego Pago e Captação e Edição de Vídeos desde 2018. Especialista em Tráfego Pago para Negócios Locais e Prestadores de Serviço e mobilizadora das culturas tradicionais via redes sociais, vêm desenvolvendo trabalhos culturais com o movimento Supernova em São Sebastião e Guará, participou da flip 2024, encantando ao público com poesia, participou em roda de saberes na casa luar, fez maquilagem indígenas no projeto domingo no parque, compartilhamento de saberes na semana universitária de 2023. Renata Fontenelle –Designer Gráfico Atua como designer gráfico desde 1996, trabalhou de 1996 a 2006 como programadora visual no Departamento de Promoções e na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Secretaria de Cultura do DF. Elaborou, dentre outros, os seguintes projetos gráficos: Guia para a Localização dos Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual Infanto-Juvenil ao Longo das Rodovias Federais Brasileiras (OIT); Mapa dos Espaços Culturais do DF (FAC);

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.