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O projeto visa a produção e realização de apresentações do espetáculo teatral inédito "A Palma" que ficará em cartaz ao longo de 8 semanas no Instituto Capobianco. A montagem do espetáculo será realizada com a participação da Mundana Companhia. Como medida de ampliação de acesso ao projeto, serão realizados 2 ensaios abertos ao público, e a título de Contrapartida Social será realizada uma palestra com os autores da peça teatral, Marcos Barbosa e Claudia Barral, sobre o processo de criação dramatúrgica do espetáculo A PALMA.
PRODUTO PRINCIPAL A saga atravessa a vida de uma atriz que padece por não atingir o estrelato e, após um grave episódio de violência, recebe a visita de dois amigos para se livrar de uma situação delicada que envolve a sua saúde, sua família e a sua reputação. Neste percurso, eles entram no labirinto da loucura e incorporam diferentes personagens, criando teatros dentro do teatro, em busca de uma saída. Uma viagem vertiginosa aos subterrâneos do ofício dos artistas que se mostram em momentos de desilusão e êxtase, delírio e aterramento, vitalidade e doença. O que mantém uma atriz viva? PRODUTO SECUNDÁRIO - Ensaios abertos ao público, seguidos de debate sobre o processo de criação.- Palestra com os Marcos Barbosa e Claudia Barral, sobre o processo de criação dramatúrgica do espetáculo A PALMA.
Objetivo Geral Produção e realização de apresentações do espetáculo teatral inédito "A Palma" no Instituto Capobianco. Objetivos específicos - Realizar 24 apresentações do espetáculo teatral "A Palma" ao longo de uma temporada de 8 semanas;- Realizar 2 ensaios abertos ao público, a título de ampliação de acesso;- Realizar 1 palestra com os autores da peça teatral, a título de Contrapartida Social.
O Instituto Capobianco, associação de direitos privados, sem fins lucrativos, existe há 25 anos e se transformou em centro cultural em 1999. Ao longo das últimas duas décadas, o Instituto se tornou um importante polo de produção e circulação de parte da cena teatral paulistana. Sem se limitar à difusão das artes cênicas, se consolidou como um espaço aberto à pesquisa de linguagem e à experimentação artística. Além de oferecer uma programação diversa e perene de espetáculos, o espaço abarcou uma ampla gama de atividades direcionadas à pesquisa e à formação de público, como apresentações em processo, ensaios abertos, experimentações cênicas, leituras dramáticas, núcleos de dramaturgia, residências de coletivos, workshops, palestras, exposições, ciclo de debates e mostra de filmes. A partir da pandemia o Instituto se manteve fechado ao longo de 4 anos, mas, felizmente, retomou as atividades para seguir sua vocação oferecendo ao público uma programação sensível e comprometida com o presente. Passou a abrigar uma rara residência artística de dez meses da Mundana Companhia. Coordenado por Aury Porto e Mariano Mattos Martins, o projeto ocupa o casarão todos os finais de semana do ano, com cinco espetáculos e um conjunto extenso e variado de atividades, com preços acessíveis ou gratuitas, sendo A PALMA o último espetáculo da companhia no Instituto Capobianco. Com o objetivo de ser um centro de formação, criação e circulação das artes cênicas, o espaço da família Capobianco configura como um espaço dedicado particularmente às artes cênicas na cidade de São Paulo. O Instituto Capobianco preenche uma lacuna importante que resiste à precariedade e à insuficiência de ações direcionadas ao estímulo das artes cênicas. A produção e apresentação das 24 sessões da peça teatral "A Palma" pelo Instituto Capobianco, com texto inédito de Marcos Barbosa, escritor, professor e pesquisador e Claudia Barral, dramaturga, roteirista e poetisa, com a montagem da Mundana Companhia, núcleo artístico criado em 2000, formado essencialmente por atores-produtores, juntos trabalham nesse projeto configurando uma importante ação coletiva para que seja executado o espetáculo e oferecido ao público a preços acessíveis, fortalecendo a cena teatral e cultural da cidade. O projeto em questão se enquadra no inciso VI do Artigo 1º da Lei 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Plano de comunicação executado pelo Instituto conta com Assessoria de imprensa especializada dedicada ao projeto e plano de mídias digitais com previsão de 30 posts ao longo da temporada direcionados para divulgação da peça. O plano está dentro do planejamento anual do Instituto e é executado por um designer, um profissional de mídias digitais especializado. Essas despesas serão custeadas com recursos próprios do Instituto Capobianco.Solicitaremos paralelamente a esse ajuste do projeto, a mudança do nome do projeto de "Amoricídio" para "A Palma". Nesta oportunidade, estamos anexando junto a documentação do projeto, as devidas cartas de anuência dos autores da peça em questão A PALMA, assim como a anuência do responsável pelos direitos da obra.
PRODUTO PRINCIPAL Peça com 50 minutos de duração, com ensaios com duração de 1h30min cada um.Local de Realização: Teatro do Instituto CapobiancoPeríodo: de sexta a domingoCapacidade do local: 72 lugaresFicha Técnica:Elenco: Gilda Nomacce, Verónica Valentino, Donizeti MazonasDramaturgia: Claudia Barral e Marcos Barbosa Direção e argumento: Mariano Mattos MartinsAssistência de Direção: Isabel WolfensonColaboração Artística: Daniel PassiTreinamento Corporal: Danielli MendesCenografia: Paloma MecozziFigurino/Visagismo: Rogério PintoIluminação: Wagner AntônioOperação de Luz: a definirTrilha Sonora/Sonoplastia: Negro LeoOperação de Som: Rodolfo Dias Paes (Dipa)Produção: Dani CorreiaAssistência de Produção: Tayná Cabral PRODUTOS SECUNDÁRIO: - 2 ENSAIOS ABERTOS (duração de 1h30min cada):Na ocasião, o público será convidado a acompanhar de perto o desenvolvimento da obra. A proposta é compartilhar o percurso de pesquisa e experimentação cênica, abrindo espaço para que os espectadores testemunhem o trabalho em sua fase de construção, quando escolhas artísticas, estéticas e dramatúrgicas ainda estarão em desenvolvimento. Após cada ensaio, haverá uma conversa com o público, momento dedicado à troca de impressões, reflexões e perguntas sobre o material apresentado. Essa prática busca estreitar a relação entre artistas e espectadores, permitindo que a escuta, o diálogo e a observação alimentem o processo criativo. Mais do que uma prévia do espetáculo final, os ensaios abertos de A PALMA configuram-se como um espaço de encontro vivo, onde a obra se transforma diante da presença do público, que passa a atuar também como parte fundamental da experiência teatral.- 1 PALESTRA (duração de 1h30min cada):Marcos Barbosa e Claudia Barral irão realizar uma palestra gratuita sobre o processo de criação dramatúrgica do espetáculo A PALMA. Durante o encontro, realizado no mesmo espaço cênico onde ocorrem as apresentações, os participantes terão a oportunidade de conhecer de perto os caminhos de pesquisa e experimentação que orientaram a construção do texto e das cenas, desde os primeiros esboços até as escolhas finais de dramaturgia, linguagem, gênero e formatos cênicos. Serão abordadas as estratégias de elaboração de personagens, desenvolvimento de enredos e construção de diálogos, assim como a relação entre texto e performance, espaço e narrativa. A palestra incluirá exemplos práticos do processo de ensaio e momentos de reflexão sobre desafios e decisões criativas, proporcionando um panorama sobre a dramaturgia contemporânea a partir da própria obra dramática, literária e poética de Marcos Barbosa e Cláudia Barral. Ao final, haverá um espaço de diálogo com o público, permitindo perguntas, trocas e discussões sobre a criação artística e o papel do espectador no processo de recepção da obra teatral.O público previsto para o espaço, com capacidade de 72 lugares, será formado por estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
ACESSIBILIDADE FÍSICA No aspecto arquitetônico, a infraestrutura do teatro existente no Instituto Capobianco garantirá acessibilidade a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiros adaptados. Essas mesmas condições também são aplicáveis à palestra, ação de Contrapartida Social, que também será realizada no Instituto. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO No aspecto comunicacional, de conteúdo e divulgação do projeto serão realizadas 2 sessões com intérprete de libras. O material de divulgação conta com formatos acessíveis, legenda em seus vídeos e legenda descritiva nos posts publicados nas redes sociais. Na palestra, ação de Contrapartida Social, também será utilizado um intérprete de libras.
Além da distribuição gratuita de 20% dos ingressos a cada espetáculo, atendendo ao disposto no Art. 46, no que diz respeito a distribuição de no mínimo 20% para comercialização dos ingressos a preços que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais), o valor que será cobrado da entrada inteira está aquém do valor citado como limite. Em complemento às medidas de democratização de acesso, atendendo ao inciso V do Art. 47, serão realizados 2 ensaios abertos ao público com acesso gratuito.
Instituto Capobianco Função no projeto: Proponente e responsável pela Produção Executiva do projeto – Não haverá remuneração O Instituto Capobianco, associação de direitos privados, sem fins lucrativos, fundado em 1999. Há mais de vinte anos se tornou um importante polo de produção e circulação de parte da cena teatral paulistana. Sem se limitar à difusão das artes cênicas, se consolidou como um espaço aberto à pesquisa de linguagem e à experimentação artística, abarcou uma ampla gama de atividades direcionadas à pesquisa e à formação de público, como apresentações em processo, ensaios abertos, experimentações cênicas, leituras dramáticas, núcleos de dramaturgia, residências de coletivos, workshops, palestras, exposições, ciclo de debates e mostra de filmes.Verónica ValenttinoFunção no projeto: AtrizVerónica Valenttino é atriz, cantora e compositora, formada em Artes Cênicas pelo IFCE. Iniciou a carreira no Theatro José de Alencar com “Cabaret da Dama”, do coletivo As Travestidas, de Silvero Pereira. Fundou a banda punk Verónica Decide Morrer, que se apresentou em festivais como Virada Cultural (SP), Maloca Dragão (CE) e For Rainbow (CE). Há 10 anos em São Paulo, atua intensamente nas cenas musical e teatral. É uma das artistas mais premiadas do teatro musical recente: em 2023 tornou-se a primeira mulher trans a receber o Prêmio Shell de Melhor Atriz por “Brenda Lee e o Palácio das Princesas”, espetáculo que também lhe rendeu os prêmios Bibi Ferreira, DID, Arcanjo e APCA. A peça retrata Brenda Lee (1948-1996), ativista e fundadora de uma casa de acolhimento para pessoas com HIV. Seus trabalhos recentes incluem “Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”, com direção de Felipe Hirsch, e o show “Travessia!”.Gilda NomacceFunção no projeto: AtrizAtriz formada com o diretor teatral Antunes Filho, Gilda coleciona mais de 100 obras audiovisuais em sua carreira. Ingressou no cinema com "Um Ramo", de Juliana Rojas e Marco Dutra, premiado no Festival de Cannes. Recebeu o Candango de melhor atriz coadjuvante no Festival de Brasília por "Trabalhar Cansa" e melhor intérprete no Festival Mix Brasil por "Minha Única Terra é na Lua". Seus trabalhos mais recentes são o longa "Casa de Antiguidades" e o curta "Céu de Agosto" – ambos exibidos no Festival de Cannes. Gilda também é formada em instituições renomadas, incluindo a ECA-USP, a City Lit School of Art em Londres e o Watermill Center em Nova York.Donizeti AmazonasFunção no projeto: AtorÉ formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e atua como ator, dançarino e diretor. Integrou o Centro de Pesquisa Teatral – CPT, coordenado por Antunes Filho de 1998 a 2002. Participou do Núcleo de Improvisação, dirigido por Zélia Monteiro de 2006 a 2013. Integra o Núcleo Entretanto, junto com Wellington Duarte, no qual desenvolve uma pesquisa em dança, teatro e performance. Donizeti desenvolveu e participou de espetáculos históricos como “Rútilos”, criado em parceria com Wellington Duarte e Daniel Kairoz; “Com os Bolsos Cheios de Pão”, criado em parceria com Edgar Castro e Vinicius Torres Machado; “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennessee Williams, com direção de Rafael Gomes; e “Osmo”, texto de Hilda Hilst e direção de Suzan Damasceno, espetáculo convidado para o Festival de Teatro Latino-Americano, em Londres, em outubro de 2017.Marcos BarbosaFunção no projeto: Dramaturgo não remunerado pelo projetoEscritor, professor e pesquisador nas áreas de Teatro e Artes do Vídeo, Marcos Barbosa é doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia e coordena, na Escola Superior de Artes Célia Helena (São Paulo), o curso de Pós-graduação em Dramaturgia. Em seu trabalho no teatro, Barbosa trabalhou com companhias como CELCIT (Argentina), Teatro D’Dos (Cuba), Lorraine Hansberry Theatre (EUA), Royal Court Theatre e Young Vic Theatre (Inglaterra). No Brasil, Barbosa teve "Necropolítica" encenada pela mundana companhia, com direção de Aury Porto, no projeto Dramaturgia em Pequenos Formatos do Centro Cultural São Paulo (2008). É semifinalista do Prêmio Jabuti 2025 na categoria Romance de Entretenimento com o livro “Um Evangelho de José”, publicado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. A obra foi selecionada entre os dez melhores títulos da categoria.Cláudia BarralFunção no projeto: Dramaturga não remunerada pelo projetoCláudia Barral é formada em Interpretação Teatral pela UFBA, com residência no GITIS – Academia Russa de Artes de Moscou (2003), no curso "Os Fundamentos do Método de Stanislavsky". Atua como dramaturga, roteirista e poetisa. Destacam-se as peças “O Cego e o Louco” (Prêmio Copene 2000); “Cordel do Amor sem Fim” (Prêmio Funarte 2004); “O Terceiro Sinal (2007), Hotel Jasmim (Prêmio Heleny Guariba 2014; CCSP 2016) e Madame Blavatsky – Amores Ocultos (2020). Colaborou em montagens como “Os Figurantes”, com direção de Cacá Carvalho e “Erêndira”, dirigida por Marco Antônio Rodrigues. É professora convidada da pós-graduação da Escola Superior de Teatro Célia Helena e já conduziu oficinas no Sesc-SP. Publicou os livros de poesia “O Coração da Baleia” (2011) e “Primavera em Vão” (2015), além de edições de suas peças. Seus textos já foram montados e encenados no Brasil e em países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, Peru, Itália e EUA.Mariano Mattos MartinsFunção no projeto: Direção Cênica e Coordenador de ProjetoAtor, diretor e produtor cultural ativo desde 2001, já passou pela Cia Livre dirigido por Cibele Forjaz, e pelo Grupo XPTO dirigido por Osvaldo Gabrieli. No Teat(r)o Oficina atuou por 10 anos em mais de 15 espetáculos encenados por José Celso Martinez Corrêa, entre eles “Os Sertões”, “Bacantes”, “Dionizyacas”, “O Banquete”, “Cacilda”, “Macumba Antropófaga” e “Acordes”. Faz parte do núcleo artístico da mundana companhia de teatro em São Paulo desde 2014 e atuou em espetáculos como: “Na Selva das Cidades - Em Obras” com direção de Cibele Forjaz; “O Duelo” dirigido por Georgette Fadel; “Necropolítica” dirigido por Aury Porto e a instalação “Máquinas do Mundo” concebida por Laura Vinci e Zé Miguel Wisnik. Mariano interpreta o personagem Silvio Santos em “O Rei da TV” (Disney) e integra o elenco de “O Escolhido” (Netflix), além de compor o elenco principal de mais de 20 longas metragens, dirigido por nomes como Ana Carolina Soares, Marcus Baldini, Eder Santos, José Mojica Marins, Eliane Caffé, entre outros. Como diretor artístico, assinou shows de Alice Caymmi, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, Mariana de Moraes e Rubi. Mundana Companhia Montagem – Diversos profissionais elencados na ficha técnica como elenco, cenografia, figurino, som, música, luz. Criada no ano 2000 por Aury Porto e Luah Guimarãez, com intuito de gerar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. Almejavam formar uma companhia teatral na qual, a cada projeto, idealizado e produzido necessariamente por um ou mais atores, um diretor, com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia, seria convidado a integrar-se a esta. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo com outros atores. A cada projeto, a companhia teria um novo corpo forjado na ideia de continuidade na transitoriedade. Com esse pensamento é que foi gestada a mundana companhia. A companhia, que tem uma equipe que gira em torno de trinta profissionais das artes cênicas, idealizou e coproduziu a maioria dos onze espetáculos criados nestes 13 anos de existência. Destaque para os seguintes trabalhos em teatro: No Teatro Oficina: Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues; Os Sertões - A Terra, O Homem I, O Homem II, A Luta I, A Luta II, de Euclydes da Cunha, ambos com direção de Zé Celso Martinez Corrêa; Cinzas, texto de Samuel Beckett, na qual atou e dirigiu juntamente com Renée Gumiel (2006). Já com a mundana companhia: A Queda, de Albert Camus; Os Bandidos, texto de Friedrich Schiller com direção de Zé Celso Martinez Corrêa; O Idiota – Uma Novela Teatral, a partir do romance homônimo de Fiódor Dostoiévski e adaptado por Aury Porto em colaboração com Vadim Nikitin, Luah Guimarãez e Cibele Forjaz; O Duelo, adaptado de Anton Tchekhov, direção de Georgette Fadel; Na Selva das Cidades – Em Obras, com texto de Bertolt Brecht direção de Cibele Forjaz; Lampião no Céu, montagem da Cia. Os Buriti sediada em Brasília, direção de Luis André Cherubini; Medeamaterial, direção de Márcio Aurélio e texto de Heiner Müller; DIPTICO MUNDANA: Os Insensatos, montagem da mundana companhia com direção coletiva e textos de André Sant'Anna e Guerra em Iperoig, direção coletiva e textos de André Sant'Anna (2022).
PERÍODO DE EXECUÇÃO ENCERRADO. ABERTO PRAZO DE 60 DIAS PARA APRESENTAR PRESTAÇÃO DE CONTAS.