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O projeto "Quixança e Panxote" tem como objetivo realizar uma temporada de apresentações gratuitas e/ou a preços populares em São Paulo no CCBB, oferecendo ao público um espetáculo inovador de mímica e teatro físico inspirado na obra "Dom Quixote". Além disso realizar apresentações de um final de semana nos CCBB de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. A proposta inclui, além das apresentações, oficinas de mímica e encontros, voltados para promover a inclusão cultural e estimular a criatividade. O projeto busca expandir o acesso à arte, especialmente a formas de expressão menos convencionais como a mímica, contribuindo para a diversidade e o enriquecimento cultural da cidade.
SINOPSE DA OBRA: Na livre adaptação da obra "Dom Quixote" de Cervantes, nosso espetáculo apresenta três atores em cena, explorando a relação de amizade e parceria entre seus personagens principais. Com duração aproximada de 50 minutos e classificação indicativa livre, o espetáculo combina teatro físico e mímica. A narrativa é conduzida por um narrador que não descreve cenas, mas utiliza o texto de forma poética para amarrar os momentos de interação e emoção, incluindo momentos de interação com o público e uma mescla entre humor e profundidade ao navegar por esse universo fascinante. "Quixança e Panxote" é uma iniciativa que adapta a obra "Dom Quixote" para a linguagem da mímica, oferecendo uma abordagem inovadora e cativante para narrar uma história clássica. A escolha de utilizar gestos e movimentos corporais intensifica a experiência teatral, proporcionando uma conexão direta e emocional com o público. Esta adaptação criativa não só revitaliza a narrativa tradicional, mas também promove a acessibilidade cultural ao explorar novas formas de expressão artística. A presença de um músico ao vivo complementa essa experiência, integrando música e movimento de maneira sinérgica. Assim, Quixança não apenas celebra a arte do teatro físico, mas também visa inspirar e educar, fortalecendo laços comunitários e incentivando a criatividade e reflexão através da linguagem universal da mímica. Ações da proposta: O projeto "Quichança e Panxote" promove apresentações de temporada a preços acessíveis e/ou gratuitas, visando tornar o teatro mais acessível à comunidade. Para enriquecer a experiência dos espectadores, o projeto também contempla debates após algumas apresentações e oficinas, facilitando o diálogo e a troca de conhecimentos entre artistas e público. OFICINAS: Oficina de Cenário e Figurino com Material Reciclado A oficina de Cenário e Figurino com Material Reciclado é uma atividade educativa e criativa destinada a pessoas interessadas em artes cênicas e sustentabilidade. O objetivo é ensinar técnicas para construir cenários e figurinos usando materiais reciclados ou reutilizáveis, promovendo a consciência ambiental e a criatividade. Durante a oficina, os participantes aprenderão a identificar e utilizar materiais reciclados, como papelão, garrafas plásticas, tecidos antigos e outros itens descartados, para criar elementos cenográficos e figurinos para teatro. Além disso, explorarão conceitos de design sustentável, desenvolvimento de projetos artísticos e colaboração em equipe. Os participantes terão a oportunidade de trabalhar em pequenos grupos para criar cenários e figurinos, recebendo orientação de profissionais experientes em artes cênicas. No final da oficina, haverá uma apresentação dos trabalhos, destacando o uso criativo dos materiais reciclados. A oficina é uma excelente forma de unir arte e sustentabilidade, encorajando práticas mais conscientes e mostrando como a reutilização de materiais pode ser transformadora no contexto teatral. É adequada para todas as idades e níveis de experiência, contribuindo para uma abordagem mais ecológica e inovadora das artes cênicas. Os horários e números de encontros será organizado junto com o espaço onde acontecerá a oficina, esperamos um mínimo de 16 horas de aulas. Oficina de Mímica para Iniciantes Atuação a partir dos princípios de uma Mímica BrasileiraEMENTA: A partir da consciência corporal (Klaus Vianna e Eutonia), da linguagem do teatro popular, pesquisada no doutorado, é construída a dramaturgia específica ederesponsabilidade da pessoa atuante. Consciência de si, do espaço e da musicalidade, será trabalhada a respiração, como técnica e como linguagem, o movimento e o gesto, com o propósito de criar as ações necessárias para que a plateia crie junto na imaginação. Quais ações são gerais e quais ações são individuais, isto é, o como eu me expressoé que é a base da atuação pessoal. A oficina de Mímica para Iniciantes é uma introdução prática à arte da mímica, destinada a pessoas interessadas em explorar a expressão corporal e a comunicação sem palavras. O objetivo é ensinar técnicas básicas de mímica e teatro físico, promovendo a criatividade e a autoconfiança por meio do movimento. Durante a oficina, os participantes aprenderão fundamentos da mímica, como a coordenação corporal, o controle dos gestos, a expressividade facial e o uso do espaço. Serão introduzidos a exercícios de improvisação que estimulam a criatividade e a capacidade de contar histórias sem o uso de diálogos verbais. A oficina oferecerá oportunidades para os participantes praticarem em pequenos grupos e experimentarem diferentes técnicas de mímica, desde a simulação de objetos e ações até a criação de personagens e cenas curtas. Ao longo do processo, os instrutores compartilharão dicas e orientações para ajudar a aprimorar a técnica e o desempenho de cada participante. Ao final da oficina, os participantes terão a chance de apresentar uma curta performance, aplicando as habilidades aprendidas durante a atividade. A oficina é ideal para pessoas de todas as idades interessadas em explorar a arte da mímica, seja por curiosidade, desenvolvimento pessoal ou como parte de sua formação teatral. A oficina incentiva a criatividade, o trabalho em equipe e a expressão individual, proporcionando uma experiência divertida e envolvente. Os horários e números de encontros será organizado junto com o espaço onde acontecerá a oficina, esperamos um mínimo de 16 horas de aulas. CLASSIFICAÇÃO E FAIXA ETÁRIA: Espetáculo é livre e pode ser apresentado para todas as idades As oficinas aberta a todos, passivel de inscrição prévia e para maiores de 18 anos
Objetivo Geral O objetivo geral do projeto "Quixança e Panxote" é promover o acesso à cultura e a valorização de formas artísticas diferenciadas, como a mímica e o teatro físico, na cidade de São Paulo e em mais 4 capitais no Brasil (Salvador, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte). Através de uma temporada de apresentações gratuitas e/ou preços populares, o projeto visa enriquecer o cenário cultural local, proporcionar experiências artísticas inovadoras ao público e fomentar a inclusão cultural, especialmente para jovens e comunidades carentes. Objetivos Específicos: 1. Realização de Apresentações Regulares: Realizar uma temporada de 2 meses, com apresentações do espetáculo "Quixança e Panxote" de sábado e domingo. Serão um total de no mínimo 15 apresentações regulares voltadas para o público em geral na cidade de São Paulo E apresentações em outras capitais brasileiras: Salvador, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte 2. Apresentações Especiais para Escolas e Instituições: Promover 4 apresentações especiais em dois finais de semana durante a temporada, direcionadas a escolas e instituições, com transporte gratuito provido para os participantes. Estas apresentações têm como objetivo alcançar jovens e grupos que tradicionalmente têm menos acesso à cultura. 3. Oficinas Gratuitas: Oferecer uma oficinas gratuitas mímica e outra de figurino e cenografia com materiais reciclados ao longo da temporada, com um total de 2 oficinas, destinadas a promover o aprendizado e a prática artística entre os participantes. Cada oficina terá até 25 vagas. 4. Interação com o Público: Realizar sessões de bate-papo com a plateia após cada apresentação, permitindo uma troca de ideias e reflexões sobre o espetáculo. Essas conversas serão uma prática regular, ocorrendo sempre que necessário para enriquecer a experiência cultural do público. 5. Acessibilidade Cultural: Garantir que todas as atividades (apresentações e oficinas) sejam acessíveis ao público surdo e neurodivergente, com medidas como vídeos em Libras para as poucas falas do espetáculo e a consulta prévia sobre a sensibilidade sonora dos participantes. Esses objetivos específicos serão mensuráveis por meio do número de apresentações realizadas, participantes nas oficinas, e registros das interações com o público, todos devidamente documentados e comprovados na prestação de contas do projeto.
A utilização da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) é fundamental para o financiamento da temporada do espetáculo "Quixança e Panxote" na cidade de São Paulo. O projeto busca abrir espaços para a mímica, uma forma de expressão cultural diferenciada e pouco explorada no cenário cultural brasileiro, que promove a diversidade artística e acessibilidade cultural. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da lei, ao apoiar a produção e difusão de manifestações culturais inovadoras, como a mímica, e ao fomentar a circulação de obras culturais de qualidade. Além disso, o projeto atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, incluindo: Inciso I: Promoção do acesso à cultura, com apresentações gratuitas que garantem que a mímica alcance um público mais amplo.Inciso II: Valorização da diversidade cultural e artística, oferecendo ao público paulistano uma forma de arte pouco convencional.Inciso III: Contribuição para o desenvolvimento cultural da cidade de São Paulo, incentivando novas formas de expressão e enriquecendo a oferta cultural local.O apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar esta temporada, promovendo o acesso a uma forma de arte única e fortalecendo o cenário cultural da cidade.
Especificações Técnicas do Produto: 1. Espetáculo "Quixança e Panxote": Duração: Cada apresentação do espetáculo terá duração de aproximadamente 50 minutos.Linguagem: Mímica e teatro físico, sem diálogos falados, com poucas falas suportadas por uma tradução em Libras quando necessário.Cenário: Minimalista e transportável, composto por elementos cenográficos leves e modulares que podem ser montados em diferentes tipos de espaços, tanto em locais fechados quanto em espaços abertos.Figurinos: Confeccionados com materiais reciclados, refletindo a proposta sustentável do projeto.Iluminação: Projeto de luz simples, adaptável a diferentes ambientes e acessível para neurodivergentes. Será utilizado um kit de iluminação portátil que garante a ambientação necessária para a narrativa visual sem exigir infraestrutura complexa.Som: Sistema de som básico para suportar efeitos sonoros e música, que acompanha e realça a performance sem sobrecarregar o espaço. Público: aproximadamente 100 pessoas por apresentação ( passível a mudar conforme o teatro escolhido)Acessibilidade: Espaços acessíveis, com rampas e banheiros adaptados. Vídeo em Libras disponível para as falas do espetáculo e protetores auriculares para pessoas com sensibilidade sonora. 2. Oficinas de Figurino e Cenografia: Duração: Cada oficina terá duração de 3 a 4 horas, com o mínimo de 16 horas no total, durante a temporada.Participantes: Máximo de 20 participantes por oficina.Material: Utilização de materiais reciclados para a confecção de figurinos e elementos cenográficos. Os materiais serão simples e acessíveis, enfatizando a sustentabilidade e a criatividade.Projeto Pedagógico: As oficinas seguirão um projeto pedagógico que promove a conscientização ambiental e o desenvolvimento de habilidades criativas. Inicia-se com uma introdução teórica sobre a importância da sustentabilidade nas artes, seguida de uma prática guiada onde os participantes criam suas próprias peças. 3. Oficina de Mímica: Duração: Cada oficina terá duração de 3 a 4 horas, com o mínimo de 16 horas no total, durante a temporada.Participantes: Máximo de 20 participantes por oficina.Material: Não são necessários materiais específicos, pois a oficina se concentra na expressão corporal e gestual. No entanto, será fornecido material de apoio teórico e exemplos visuais para facilitar o aprendizado.Projeto Pedagógico: A oficina de mímica introduz os participantes às técnicas básicas de mímica e teatro físico. O conteúdo abrange exercícios de coordenação corporal, expressividade facial e improvisação. O objetivo é capacitar os participantes a utilizar o corpo como principal meio de comunicação, desenvolvendo habilidades que podem ser aplicadas tanto no teatro quanto em outras formas de expressão artística. 4. Interações com o Público (Bate-papo após as apresentações): Duração: 20 a 30 minutos, dependendo do nível de engajamento do público.Formato: Sessões de perguntas e respostas, permitindo uma troca direta entre os artistas e o público. Serão abordados temas como o processo criativo, a mensagem do espetáculo e reflexões sobre as temáticas apresentadas. Essas especificações técnicas asseguram que o projeto "Quixança e Panxote" seja executado com qualidade, acessibilidade e sustentabilidade, proporcionando uma experiência cultural rica e inclusiva para todos os participantes. As oficinas de figurino, cenografia e mímica oferecem oportunidades educacionais adicionais, promovendo a prática artística e a conscientização ambiental de forma integrada ao projeto.
Acessibilidade Física: As apresentações do projeto "Quixança e Panxote" ocorrerão exclusivamente em espaços que já possuam a estrutura de acessibilidade necessária, como rampas, banheiros adaptados, guias táteis e espaços reservados para cadeirantes. Garantimos que a temporada será realizada apenas em locais que atendam a esses critérios, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência física. Caso algum espaço necessite de adequações, será destinada uma verba extra específica para implementar as medidas de acessibilidade necessárias. Além disso, contratamos uma assessoria especializada que auxiliará na avaliação e implementação dessas adaptações. Acessibilidade de Conteúdo: O conteúdo do espetáculo será acessível a pessoas com deficiência, incluindo: - Libras: Será disponibilizada uma estrutura de vídeo com a tradução das poucas falas do espetáculo para Libras, garantindo a compreensão por parte do público surdo. - Plataforma Digital de acessibilidade: Utilizaremos uma plataforma digital que auxiliará na acessibilidade do conteúdo, incluindo legendas descritivas e outras ferramentas que facilitem a experiência do público. - Treinamento da Equipe: A equipe de produção receberá treinamento específico para lidar com questões de acessibilidade, incluindo a preparação para receber e acomodar pessoas neurodivergentes e PCDs em geral. - Materiais de Apoio: Serão disponibilizados materiais de apoio que auxiliem na compreensão e inclusão do público com diversas necessidades, como programas em formatos acessíveis e materiais informativos sobre o espetáculo, protetores auriculares e etc. Embora o espetáculo seja predominantemente visual, não sendo possível a realização de audiodescrição, tomamos todas as medidas necessárias para garantir que o maior número de pessoas possível possa ter acesso e compreender plenamente o conteúdo do projeto. Nossa abordagem busca criar um ambiente inclusivo e acolhedor para todos os públicos.
O projeto "Quixança e Panxote" está comprometido com a ampla democratização de acesso à cultura, garantindo que todos os produtos e atividades oferecidos sejam acessíveis a um público diversificado e abrangente. Distribuição e Comercialização: As apresentações do espetáculo "Quixança e Panxote" serão gratuitas e/ou a preços populares dependendo do espaço pleiteado, proporcionando acesso irrestrito a pessoas de todas as condições socioeconômicas. Não haverá cobrança de ingressos para escolas e instituições convidadas e a distribuição dos mesmos será feita de forma democrática, priorizando grupos que tradicionalmente têm menos acesso à cultura, como escolas públicas, instituições sociais e comunidades carentes. Em dois finais de semana durante a temporada, serão realizadas apresentações especiais dedicadas a essas escolas e instituições, com transporte gratuito provido pelo projeto, facilitando o acesso de jovens e grupos vulneráveis. Medidas de Ampliação de Acesso: Oficinas Paralelas: O projeto também oferecerá oficinas gratuitas de mímica e figurinos com materiais reciclados. Essas oficinas acontecerão durante a temporada e serão realizadas em todos os locais que tiverem a estrutura necessária para recebê-las. Cada oficina contará com até 25 vagas, permitindo um aprendizado prático e interativo, além de promover a conscientização ambiental através do uso de materiais reciclados. Bate-papo com a Plateia: Uma vez por semana e duas quando tiver as entidades/escolas convidadas, depois da apresentação será realizado um bate-papo com a plateia, oferecendo um espaço para a troca de ideias e reflexões sobre o espetáculo. Essas sessões de conversa são fundamentais para fomentar um diálogo direto entre artistas e público, enriquecendo a experiência cultural e educativa. Acessibilidade Digital: Além das atividades presenciais, utilizaremos uma plataforma digital para ampliar o acesso ao conteúdo do projeto. Essa plataforma fornecerá informações sobre o espetáculo, legendas descritivas e outros recursos que facilitarão o acesso de pessoas com deficiência ao conteúdo apresentado. Acessibilidade Física e de Conteúdo: Para garantir que o projeto seja acessível a todos, as apresentações serão realizadas apenas em espaços que possuam infraestrutura adequada, como rampas, banheiros adaptados e guias táteis. Além disso, uma assessoria especializada será contratada para avaliar e implementar as adaptações necessárias. Em termos de acessibilidade de conteúdo, será disponibilizada tradução em Libras para as falas do espetáculo, e a equipe de produção será treinada para atender às necessidades de pessoas neurodivergentes e PCDs em geral. O projeto "Quixança e Panxote" busca, através dessas ações, garantir que a cultura seja acessível a todos, ampliando o alcance e o impacto do espetáculo e promovendo a inclusão cultural de maneira ampla e efetiva.
DIREÇÃO: Eduardo Coutinho ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO E PRODUÇÃO: Gabrielle Távora FIGURINO E CENOGRAFIA: Rosane Muniz TRILHA SONORA E PRODUÇÃO MUSICAL: Marcelo Amalfi ELENCO: Eduardo Coutinho, Marcelo Amalfi ,Victor de Seixas, Patrícia Franco DRAMATURGIA: Eduardo Bartolomeu ELENCO E ASSISTÊNCIA CENOGRÁFICA: Patrícia Franco PRODUÇÃO EXECUTIVA E PREPARAÇÃO CORPORAL:Victor de Seixas Secretaria e assistência de produção: Joyce Nogueira DIREÇÃO E ELENCO: Eduardo Coutinho: Ator-Mímico, com formação no Brasil e em Paris, França. É Professor Doutor no Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP nas disciplinas Mímica, Práticas de Rua e Atuação. Primeiro Doutor em Mímica no Brasil. Coordenador do grupo de pesquisa CEPECA. Produtor, diretor e ator de vários espetáculos, dentre eles, o solo “Um Mimomento” (1989), o infantil “Fala Ou Não Fala?” (1999) e o adulto “Caminhos do Coração” (2005). Atuou em “Lua de Chocolate” (2016) como ator. Diretor Teatral desde 1990, com peças como "Esperando Godot" (1996) e “Cartas ao Futuro” (2005), além das peças do Grupo, como “Caminhos do Coração” e “Em Tempos de Paz” (2010), que foi premiado pela dramaturgia corporal no Festival de Mar Del Plata, Argentina. Diretor Corporal desde 1986, trabalhou com diretores como Carlos Alberto Soffredini, Gabriel Villela e Denise Stoklos, e atores como Rosi Campos e Carolina Ferraz. Criou e atuou no quadro Mãos Pintadas do Castelo Ratimbum e no quadro Mímica no X-Tudo, ambos da TV Cultura-SP. Engenheiro Civil pela EESC-USP. Coach em Comunicação do Corpo e postura frente ao público. Ator e Diretor de Teatro de Reprise do Grupo Improvise desde 1993. ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO E PRODUÇÃO: Gabrielle Távora é atriz, arte-educadora e preparadora de elenco. É bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela USP, licenciada em Artes Visuais pela Uniplena e atualmente cursa Pedagogia pela Univesp. Foi atriz da Companhia Insólita, preparadora de elenco e atriz-criadora da Coletiva Olívias, sendo contemplada pelo Edital Proac. Em audiovisual, dublou a personagem principal da animação “Quase-Herói” (2016), dirigida por Luís Felipe Nogueira; e atuou nos curtas-metragens “Muros”, e “Ela Partiu”. Foi preparadora de elenco do curta-metragem "Incômodos" (2020). É atriz no projeto “Tribunal de Rosa dos Ventos”, contemplada pelo Edital Proac. É produtora e preparadora de elenco do grupo Matamoscas Teatral. Como arte-educadora, ministrou aulas de Artes, Teatro e Interpretação Teatral para crianças, adolescentes e adultos, em instituições de ensino formal e informal, destacando-se seu trabalho na Symphony Escola de Artes (2016 - 2020), ONG Lar Sírio Pró-Infância (2017 - 2022), Centro de Cidadania da Mulher em Santo Amaro (2019), Externato Sant’Ana (2021 - 2023) e Maple Bear Jaguaré (2022 - 2023). Nos últimos anos tem pesquisado o preparo de atores e não-atores através de um viés pedagógico, para compor o elenco de produções teatrais e audiovisuais. FIGURINO E CENOGRAFIA: Rosane Muniz é figurinista e pesquisadora doutora e mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2016 e 2008), graduada em Jornalismo pela Anhembi Morumbi (2001), com Especialização em Jornalismo Cultural na PUC-SP (2004). É autora de Vestindo os nus-o figurino em cena (Ed. Senac Rio, 2004) e editora de várias publicações na área da cenografia. Vice-coordenadora da comissão de Figurino da Organização Internacional de Cenógrafos, Técnicos e Arquitetos de Teatro (2015-atual); foi curadora na Quadrienal de Praga 2011 (exposição vencedora do prêmio máximo: a Triga de Ouro) e na Quadrienal de Praga 2015. Atua como professora de figurino e caracterização na pós-graduação dos cursos lato-sensu: Cenografia e Figurino (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo: 2011-atual); além de formadora na SP Escola de Teatro (2020-atual), e como professora convidada em diversos países, como no curso Costume and Research do programa de Mestrado em Design para Teatro, Cinema e Televisão: Figurino (Departamento de Cinema, TV e Cenografia) na Universidade de Aalto, Finlândia. TRILHA SONORA E PRODUÇÃO MUSICAL E ATUAÇÃO: Marcelo Amalfi é Professor, Pesquisador, Compositor (Teatro, Televisão, Cinema), Maestro, Músico de teatro.É Professor Colaborador da Universidade de São Paulo, Professor Substituto da Universidade de Brasília, Professor convidado do curso de Pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.Marcello Amalfi é doutor pela Universidade de São Paulo, com estágio doutoral na Université Paris 8. Está conduzindo dois projetos de pesquisa de pós-doutorado, um na Universidade deSão Paulo intitulado MACRO-HARMONIA - UMA PROPOSTA DE DISCIPLINAS PARA FORMAÇÃO DE COMPOSITORES DE MÚSICA DAS ARTES CÊNICAS, e outro na Universidade de Brasília, intitulado MÚSICA DAS ARTES DA CENA: REFLEXÕES E CAMINHOS PARA SUA CRIAÇÃO a partir de uma análise das proposições do livro Composing for the Films, de Theodor Adorno e Hanns Eisler).No cinema, ganhou duas vezes o prêmio de melhor trilha sonora, com “Nossa vida não cabe num Opala”, dirigido Reinaldo Pinheiro ”(2009, CINE PE); e “Hipóteses para o amor e a verdade”, escrito por Ivam Cabral e dirigido por Rodolfo García Vázquez, (2015, DropsMagazine). A trilha sonora “Hipóteses…” também foi indicada ao prêmio de melhor trilha sonora da Academia Brasileira de Cinema.Desde 2011, vem estudando as obras de Jean-Jacques Lemêtre, tornando-se seu assistente e tradutor no Brasil. Essa relação apoiou a pesquisa de Mestrado de Amalfi sobre a obra do músico no Teatro DuSoleil, site: maestroamalfi.com DRAMATURGIA: Eduardo Bartolomeu é ator, arte-educador, dramaturgo e palhaço. Em 1994 ingressou na Escola Livre de Teatro de Jales onde conheceu a palhaçaria com a mestra Andréa Macera. Também estudou palhaçaria e teatro com mestres como Ricardo Puccetti (LUME TEATRO), Cacá Carvalho, Tiche Vianna, Ilo Krugli, dentre outros. Foi estagiário na Cia Azul Celeste e trabalhou como ator em mais de trinta espetáculos, em grupos como Teatro Girandolá, Coletivo Grão, Cia Pau d’Arco e por dez anos atuou e colaborou em diversas áreas no Teatro Ventoforte. Se apresentou em espaços culturais pelo Brasil, República Tcheca, Hungria e Sérvia. Atuou como dramaturgo em diversos espetáculos, destancando-se: Miguilim Mutum (Cia Azul Celeste) e Hansel y Gretel (Molambo Teatro - Espanha). Foi indicado ao Prêmio Ana Maria Machado pela dramaturgia do texto Conto de Todas As Cores e em 2017 ganhou o Prêmio APCA junto do Coletivo Grão pelo espetáculo FEIO. Há oito anos criou a Casa Realejo de Teatro onde coordena projetos de arte-educação e trabalha nos espetáculos teatrais; atualmente atua no espetáculo O Tarô dos Loucos e dirige o novo trabalho do grupo. CRIAÇÃO/ OPERAÇÃO LUZ E VÍDEO Bruno Di Trento cursou e fez parte do CPT, dirigido por Antunes Filho, e estudou no Teatro Escola Célia Helena, dirigido pela atriz. Como orientadores teve Nelson Baskerville, Hugo Villavicenzio, Ariel Mosche, Ligia Cortez, entre outros. Participou de diversas oficinas: Direção com José Renato Pécora e Marco Antonio Rodrigues; Interpretação com Luiz Carlos Vasconcelos e o Grupo Piollin; Commedia Del’Arte com Débora Serretielo; Danças Místicas com Willian de Paula Amaral; Encarando a Personagem com Renato Borghi; e A Física Clássica Aplicada ao Movimento Expressivo com Antônio Araújo e o Teatro da Vertigem. O primeiro contato com o teatro aconteceu, em 1982, por meio do Grupo Fundo da Rapa de Lata, uma trupe de voluntários de uma ação social para crianças carentes da Vila Madalena, a qual tinha entre seus colaboradores o ator e diretor Dionísio Azevedo.Trabalhou com diversos grupos e diretores atuando nos espetáculos: Cavalgada para o Mar por Iria Barcellos; A Princesa e o Dragão por Paulo Barroso; Terror e Misérias do III Reich por Nelson Baskerville; Bonitinha, mas Ordinária por Vitor Mendes entre outras. Dirigiu os espetáculos Chão de Cinzas do Grupo Rotiatraion; Rua, StraBe e Street do Circo Zé Brasil; Crônica de Um Grande Amor de Sílvia Garcia; Batata Sauté ou Apenas Palavras e Ninzinho, a Confeiteira, ambas de sua autoria. Atuou no Projeto Mímicas como produtor e coordenador técnico na IIª e IIIª edição da Mostra de Mímica Contemporânea de São Paulo, coordenada por Victor de Seixas, em 2010 e 2011 ELENCO E ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Patrícia Franco é Atriz, autora, diretora de teatro, professora, sociodramatista, e fundadora da companhia de Teatro PADRILADU.Integra a 19 anos o elenco da companhia Piafraus, participando de inúmeras temporadas nacionais e internacionais, a ultima internacional em dezembro de 2019 na China.Participou de diversos espetáculos aclamados pela crítica especializada como: Os Lusíadas ( Direção de Iacov Hillel- 2001 e, posteriormente, de Márcio Aurélio – 2002- turnê Brasil e Portugal), Tanto Faz (Jairo Matos, 2000) Dentes Guardados (Mario Bortolotto), Otelo (Norton Nascimento1999) Círculo de Giz Caucasiano (Ewerton de Castro), O reino das Águas Claras (César Pezzuoli), Faca de dois cabos (Jaques Lagoa), Desculpe a Delicadeza (Ricardo Rizzo), Lua de Chocolate (Patricia Franco 2018), entre outros.Em 2002 íntegrou o elenco e a equipe de direção do espetáculo "Viagem Nestlé Pela Literatura" no Teatro Municipal de São Paulo, com participação especial de Lenine, transmitido para todo o Brasil pela TV Cultura.Trabalhou em diversas montagens como assistente de direção, dentre elas, a ópera Dom Carlo, com direção geral de Gabriel Villela.Professora de Teatro do Colégio Vértice desde 2002 ELENCO E PRODUÇÃO EXECUTIVA: Victor de Seixas, Filósofo Mímico e Diretor, mestre e doutor em pedagogia teatral pela USP, iniciou sua carreira em 1992 no Rio de Janeiro, mudando para São Paulo em 1994, sempre pesquisando as linguagens relativas ao teatro corporal, criou diversos espetáculos, ministrou cursos e trabalhou como convidado em diversas companhias, mudando em 2001 para Londres, Inglaterra, se gradua na International School of Corporeal Mime, Máscara neutra e expressiva na School of Physical theatre, seminários com o diretor polonês Wlodzimierz Staniewski da companhia Theatre of Gardzienice. Stretching postural e treino em Pilates na Pilates International. Estudou e atuou no Dance Research Studio, e com a companhia 4aRmPeOpLe(Escócia), foi professor de mímica e movement director para jovens no The Questers Youth Theatre, fez Tournée pela Inglaterra, Irlanda e França. retorna em 2007 a trabalhar em São Paulo, coordenou o Projeto Mímicas produzindo a Mostra de Mímica Contemporânea e dirigindo o Núcleo Angatu.
PROJETO ARQUIVADO.