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PRONAC 252767Expirado o prazo de captação totalMecenato

Festival Aroeira

55.376.981 PAULO HENRIQUE GONCALVES DOS SANTOS
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Serra
Início
2025-09-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (1)
Guarapari Espírito Santo

Resumo

O Festival Aroeira é um projeto cultural com ações formativas e culminância, que reunirá práticas culturais de pintura, contação de histórias e apresentações musicais de artistas locais na cidade de Guarapari. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar um festival que contempla ações formativas com culminância de duração de um dia, cuja será composta de apresentações artísticas, roda de contação de histórias e pintura de murais. Neste sentido, o projeto cultural tem por objetivos: valorizar o saber tradicional dos pescadores artesanais da região de Meaípe;reconhecer e valorizar a cultura localfortalecer o comércio local;incentivar a vivência cultural da população;democratizar as atividades relacionadas à cultura desenvolvidas no estado;fomentar o turismo a partir da valorização da cultura local Objetivos Específicos: realizar oficina de muralismo (pintura de murais ou painéis), para até 25 jovens de 15 a 29 anos, cujo conteúdo será voltado para histórias populares de Guarapari, reprodução de fotografias antigas da região, bem como retratando pescadores artesanais.realizar uma oficina de contação de histórias para até 25 pessoas, com vagas prioritárias para pescadores artesanais e/ou seus familiares, com duração de dez horas, com vistas a realizar apresentações no dia da culminância do projeto, difundindo o saber e a cultura popular local;realizar o Festival Aroeira, reunindo apresentações musicais de artistas e bandas locais, roda de contação de histórias com pescadores artesanais e pintura ao vivo de mural em local público, que será definido durante a estruturação de execução do projeto;

Justificativa

JUSTIFICATIVA A cidade de Guarapari possui mais de cinquenta praias, recebendo uma quantidade significativa de turistas durante a temporada de verão. Em muitas dessas praias, é constituída por famílias de pescadores artesanais. Meaípe é uma dessas vilas de pescadores, cuja vida cotidiana é marcada por dois polos: a vida simples do pescador e o luxo exibido pelos turistas que a frequentam. Com diversos hotéis, pousadas, casas de shows e beach clubs, o bairro é inundado por visitantes durante a alta temporada de verão. Já no inverno, o bairro retorna a sua rotina bucólica. Devido ao processo de erosão natural, que ocorre na costa brasileira, o bairro guarapariense ficou por vários anos sem receber turistas, o que prejudicou significativamente o comércio local, a rede hoteleira e os restaurantes e, principalmente, as famílias dos pescadores, que alugam suas residências para os turistas como forma de complementar a renda ao longo do ano. Em setembro de 2023, após forte apelo da população local, o Governo do Estado inaugurou a nova praia de Meaípe, após realizar obras de engordamento da faixa de areia. Tal obra se mostra um tanto quanto promissora, ajudando a recuperar não só o meio ambiente local, mas também fortalecendo o comércio local e impactando positivamente a vida dos moradores e turistas que frequentam a região. Todavia, essas melhorias não são capazes de conter o processo de erosão da cultura local, que pouco a pouco leva embora a prática da pesca artesanal. Trata-se de grandes navios pesqueiros, que utilizam grandes redes chamadas balões para pegar grande quantidade de peixes, incluindo os menores. Neste sentido, a pesca artesanal perde espaço para a industrialização e deixa de ser uma prática passada de pai para filho para se transformar em produto industrial. Junto com as práticas e saberes da pesca artesanal, vão embora também as histórias contadas pelos mais velhos, cuja é marcada pela aparição de seres encantados, tesouros escondidos, naufrágios e tempestades. Desta forma, o projeto lança mão do benefício fiscal como forma de financiamento para manter viva a cultura local, reconhecendo e difundindo os saberes e práticas ancestrais dos moradores da região da Grande Meaípe, de modo que a proposta está alinhada às seguintes finalidades expressas: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos:fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Oficina de Muralismo:objetivos: ao longo da oficina, o participante irá aprender aspectos das histórias que formam o imaginário local, transformando-as em pinturas.Para isto serão utilizadas técnicas do grafite e do muralismo. Os locais que receberão as intervenções com pinturas serão definidos ao longo do projeto, de acordo com o que for acordado com a comunidade e órgãos públicos. Para isto, será feita pintura de muros espalhados pelo bairro, principalmente em locais de grande circulação de pessoas, cinco barcos pequenos (batêra) que são usados por pescadores artesanais; Oficina de Contação de Histórias:objetivos: os participantes irão aprender técnicas básicas de contação de história; objetivo específico: promover o resgate das histórias de pescador que fazem parte do imaginário do bairro, reconhecendo as lendas como parte da cultura imaterial cuja é repassada por meio da oralidade.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Oficinas: será feita busca de parceria para realização das oficinas em locais com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida;a oficina de pintura será realizada em diversos locais como a rua e órgãos, que serão definidos ao longo do projeto, sendo tomadas as devidas medidas de acessibilidade quando forem necessárias

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A distribuição dos produtos culturais é totalmente gratuita, não há cobrança de ingressos. Oficina de contação de histórias: 70% das vagas são prioritárias para pescadores artesanais e seus familiares. Oficina de pintura: 25 vagas para jovens com idade entre 15 e 29 anos. Para as intervenções, serão escolhidos locais públicos como escolas, creches e murais em locais de grande movimentação.

Ficha técnica

PAULO HENRIQUE GONÇALVES DOS SANTOS (PH): coornedador geral - graduado em Psicologia pela Universidade Vila Velha (2017), com mais de sete anos de experiência de trabalho com juventudes em situação de risco e vulnerabilidade tendo atuado em prisões na perspectiva dos Direitos Humanos e das artes como estratégia para viabilizar a transmissão de conhecimentos. Atualmente, é psicólogo do Centro de Referência das Juventudes, equipamento de Direitos Humanos do Governo do Estado do Espírito Santo. Em 2018, PH participou da comissão da Feira de Artesanato "Xaréu na Rede", feita pelos moradores da região da Grande Meaípe, como estratégia de geração de renda para as famílias prejudicadas pelo processo de erosão da praia. RAFFAELLA SANTOS DA CONCEIÇÃO PASSOS: - coordenadora pedagógica do projeto. Possui Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia e Pós-Graduanda em Gestão Cultural pelo SENAC-SP. Trabalha com Produção Cultural desde 2014, sua primeira experiência foi sendo co-coordenadora do projeto InterAção Danças Urbanas, contemplado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia em 2014 e premiado pela Secretaria de Cultura do Estado do Espírito Santo em 2022. Já participou de vários cursos de gestão e produção e elaboração de projetos culturais. Foi contemplada e premiada em editais a níveis estaduais e federais voltados à cultura Hip-Hop e dança, atuando em contribuir na difusão das Danças da Cultura Hip-Hop e Funk Styles na produção cultural e também enquanto oficineira. Co-Fundadora do Coletivo Faço Meu Estilo.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.