Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 252770Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição Cultural da arte de arpilleras: mulheres bordando direitos e sustentabilidade - COP30

TABLADOS CONSULTORIA & PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 988,9 mil
Aprovado
R$ 988,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-10-01
Término

Resumo

As mulheres do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) irão promover uma exposição nacional de arpilleras, obras de arte produzidas por mulheres de todo oBrasil, na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 - COP 30, em Belém. Estas obras se constituem como peças têxteis tridimensionaisfigurativas, conhecidas como arpilleras, fruto do trabalho de diálogo e superação dos desafios enfrentados pelas atingidas por barragens e também por desastresclimáticos. Este projeto visa viabilizar a exposição e atividades culturais paralelas, com o objetivo de criar novos espaços de diálogo das mulheres atingidas com asociedade. A exposição será realizada por um período de 15 a 20 dias, durante a realização da COP 30. Serão reunidas 20 arpilleras, com foco nas peças queretratam aspectos da crise climática, dialogando com um dos principais temas que serão discutidos no evento, a saber, Justiça climática e os impactos sociais dasmudanças climáticas.

Sinopse

O projeto trata da exposição de arpilleras. O termo "arpillera" se refere a um tecido rústico, conhecido no Brasil como juta, que se transforma em uma base para bordados, aplicação de objetos, sobreposição de tecidos. Utilizando retalhos, fios de lã, pequenos bonecos de pano e outros materiais, as arpilleras resultam em composições coloridas e tridimensionais. Além disso, possuem caráter figurativo e conteúdo narrativo, ou seja, representam cenas e fatos simbólicos vivenciados pelas populações atingidas por desastres climáticos. Esse método criativo permite que as mulheres compartilhem suas histórias no momento da produção coletiva das peças e, posteriormente, também com o público que visita suas exposições. Originária do Chile, a metodologia de construção de arpilleras ganhou novos aspectos nas mãos das mulheres do MAB, como a produção coletiva e novos significados. As peças retratam momentos impactantes na vida das mulheres no que serefere às mudanças climáticas, como secas e enchentes, bem como suas elaborações sobre a crise climática no Brasil e no mundo, sobre o papel da Amazônia no contexto climático global, entre outros temas. Através da sobreposição de tecidos e o uso frequente de bonecos de pano são recriados rios, paisagens, momentos de união da comunidade, entre outros temas que envolvem criatividade e arte, além do aspecto imaterial da cultura local.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar uma exposição de arpilleras produzidas coletivamente por 300 artesãs de 19 estados do Brasil para ampliar a visibilidade da arte têxtil produzida pormulheres atingidas por barragens e desastres climáticos para contribuir para ações de defesa dos direitos humanos, sociais e ambientais das populações atingidasdurante a COP30. Objetivos Específicos: - Viabilizar estrutura para uma exposição de 20 arpilleras, peças têxteis construídas pelas mulheres organizadas no Movimento dos Atingidos por Barragens sobre os efeitos da crise climática na COP30; - Realizar 15 visitas guiadas durante a exposição, organizadas pelas mulheres atingidas, para ampliar e promover o diálogo entre as participantes e o público em geral da sociedade sobre os impactos socioambientais dos desastres climáticos e da construção, manutenção e rompimento de barragens; - Promover a divulgação da exposição nas redes sociais por meio de produção e difusão de vídeos das atividades e entrevistas com as mulheres atingidas e; entre osparticipantes da COP 30 por meio da distribuição de 500 folders, 1.000 cartazes e 5.000 cartões postais contendo imagens das obras e; - Viabilizar a participação de 250 expositoras junto à exposição na COP30.

Justificativa

A construção, operação e rompimento de barragens, assim como os eventos climáticos extremos ocasionam deslocamentos populacionais de comunidades inteiras edesestruturam modos de vida e economias locais. Segundo o Relatório de Segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional das Águas em 2018, no Brasil,existem mais de 24 mil barragens entre abastecimento de água, hidrelétricas e rejeitos de mineração. Essas obras têm provocado, historicamente, a ampliação e oaprofundamento de desigualdades sociais e a desestruturação familiar e de comunidades. No que se refere à crise climática, os desastres naturais e eventosclimáticos extremos estão entre os maiores riscos globais na atualidade, conforme apontam organizações internacionais. No caso brasileiro, o risco de agravamentode problemas como enchentes e deslizamentos de encostas, resultado das fortes chuvas relacionadas às mudanças climáticas, tem tomado grandes proporções e háprevisões de que possa se agravar ainda mais nos próximos anos, atingindo um contingente cada vez maior da população. Dados de janeiro de 2023 divulgados nopainel do Serviço Geológico do Brasil, do Ministério de Minas e Energia (MME), apontam que existem 3,94 milhões de pessoas que vivem "áreas de risco"identificadas. Estudo do Inpe, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, demonstrou que quase todas as regiões do país apresentaram aumento significativo nos diasconsecutivos secos desde 1960, e que esse cenário é uma indicação clara dos efeitos das mudanças climáticas. Diante desse quadro, as mulheres atingidas porbarragens e desastres climáticos representam, por meio de obras de arte produzidas coletivamente, aspectos centrais do debate sobre os efeitos destes eventos navida da população. Assim como a situação de vulnerabilidade social e econômica é agravada na sociedade brasileira pelas clivagens sociais de gênero, em contextos dedesestabilização social, como ocorre em locais de construção e rompimento de barragens e de desastres climáticos, as mulheres são particularmente as maisafetadas. A violência, a miséria, a ausência de alternativas dignas de manutenção da vida, a insegurança alimentar, a precarização e superexploração no trabalho,são efeitos da desestruturação social ocasionada pelos desastres que ocorrem de forma potencializada na vida das mulheres. Um dos fatores que promove a potencialização dos impactos dos empreendimentos e desastres climáticos na vida das mulheres é o seu histórico silenciamento navida pública. Sem participação em debates e incentivadas a restringirem seu universo de atuação à vida privada, a invisibilidade promove não só a continuidade dosimpactos gerados, como o seu agravamento. A costura coletiva das arpilleras pelas mulheres atingidas, assim como a realização de exposições culturais fruto destetrabalho, busca romper este padrão e promover a participação e visibilidade das demandas das mulheres através da arte. As exposições de arpilleras produzidasnestes contextos possibilitam a ampliação e qualificação do debate público acerca dos efeitos da crise climática na vida da população. A experiência de criaçãoartística destas mulheres aponta caminhos para o fortalecimento de uma cultura democrática e participativa no enfrentamento dos desafios colocados peladesagregação social resultante de tais eventos, e pela manutenção e aprofundamento da desigualdade de gênero na sociedade brasileira. O MAB tem trabalhado com as populações atingidas pelos desastres ocasionados por eventos climáticos extremos, resultado da crise climática, como o ocorrido emSão Sebastião em 2023, que acarretou 65 mortes e deixou mais de 2 mil pessoas desabrigadas no município, e o desastre sem precedentes ocorrido no Rio Grandedo Sul, em 2024, que teve 458 dos seus 497 municípios com algum relato de problema relacionado às enchentes, com 2,28 milhões de pessoas afetadas. AAmazônia, por sua vez, está sendo afetada por desastres climáticos como secas extremas e queimadas, que têm causado a morte de animais, a degradação dafloresta e a desagregação comunitária e perda de recursos por parte da população. Em 2023 e 2024 a região enfrentou secas extremas e queimadas fora decontrole. A fumaça das queimadas se espalhou por outras áreas do país, atingindo pelo menos 11 estados. Como apontam as mulheres, a crise climática impacta a vida da população brasileira como um todo, em maior ou menor grau. A situação apresenta especificidadesrelacionadas às desigualdades de gênero já presentes na sociedade, sendo necessário um trabalho permanente de defesa e construção de direitos para estapopulação. Nesse entendimento, as exposições das arpilleras possuem uma interação direta com o trabalho de fortalecimento das mulheres e da sociedade, visto setratar de histórias reais bordadas que costuram espaços para o debate, de forma artística e lúdica, que tecem o desenvolvimento social, econômico, ambiental ecultural no Brasil. A participação na COP30 será uma oportunidade de visibilizar as narrativas destas mulheres e contribuir para a ampliação do debate sobre justiçaclimática e direitos das mulheres. Com relação ao Art. 1º da Lei 8313/91, a proposta se enquadra nos incisos II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, comvalorização de recursos humanos e conteúdos locais, tendo em vista que as obras são produzidas por mulheres de diferentes estados e regiões do país, comoRondônia, Pará, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, entre outros; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seusrespectivos criadores à medida em que promove o protagonismo cultural das mulheres atingidas por desastres climáticos como criadoras de obras de arte têxtil; IV- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, tendo em vista que entre asmulheres atingidas por desastres climáticos encontram-se mulheres negras, indígenas, ribeirinhas, quilombolas entre outras; V - salvaguardar a sobrevivência e oflorescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, destacando que a produção de arpilleras é fruto de um esforço de superação dos desafiosenfrentados pelas mulheres por meio da arte; IX - priorizar o produto cultural originário do País, na medida em que contempla produtoras culturais de diversasregiões do país. Com relação ao Art. 3º da referida norma, a proposta contempla o inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições,festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados aexposições públicas no País e no exterior; e III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanatoe das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

O valor estético e a riqueza narrativa das arpilleras produzidas pelas mulheres do MAB já teve reconhecimento em diversas exposições [1] realizadas no Brasil e noexterior, estando atualmente com as exposições Mulheres Atingidas por Barragens: Bordando direitos, organizada pelo Museu de Arte de São Paulo AssisChateaubriand (MASP) em parceria com o MAB, que ocorrerá de 11 de abril a 03 de agosto de 2025[2], com cerca de 30 arpilleras do MAB, além de peças em duasexposições: Situamos la vida en el centro, no Vincent Price Art Museum, em Los Angeles, em 2024 [3] e da exposição Era uma vez: visões do céu e da terra,ocorrendo na Pinacoteca de São Paulo[4].[1] Cerca de 45 no total.[2] Exposição têxtil “Mulheres Atingidas por barragens: bordando direitos”. A exposição é parte do programa “Histórias da Ecologia”, que articula a curadoria deexposições realizadas no museu ao longo do ano de 2025.[3] https://www.instagram.com/mulheresatingidas/p/DBM5Ou2PVN-/[4] A exposição conta com peças do MAB e outros artistas, iniciou em 25 de outubro de 2024 e vai até 21 de abril de 2025. Ver mais em:https://pinacoteca.org.br/programacao/exposicoes/era-uma-vez-visoes-do-ceu-e-da-terra/Lista das exposições realizadasExposições Individuais2015Arpilleras: Bordando a resistência. Memorial da América Latina, São Paulo, BrasilArpilleras: A denúncia bordada em agulhas. linhas e cores, Faculdade de Direito do Largo São Francisco - Universidade de São Paulo, Brasil.Arpilleras: Bordando a resistência. Faculdade do Tapajós, Itaituba/Pará, Brasil.Arpilleras de Rondônia. Fundação Cultural, Porto Velho/Rondônia. Brasil.2016Arpilleras amazônicas: costurando a luta por direitos. Sesc Ver-o-Peso, Belém, BrasilArpilleras amazônicas: costurando a luta por direitos. Orla do Cais, Belém, BrasilArpilleras Amazônicas: mulheres atingidas por barragens costurando seus direitos. Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Santarém/Pará, Brasil.Arpilleras: bordando a resistência, Comitê França América Latina, Paris, França.Arpilleras da Amazônia. Na comunidade Vila Que Era e no campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Bragança, Pará, Brasil.Arpilleras: bordando a resistência, na Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho/Rondônia, Brasil.2017Arpilleras: bordando a resistência, Hall do segundo andar do Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, Rio de Janeiro, Brasil Arpilleras: bordando o projeto popular, 8º Encontro Nacional do MAB, Terreirão do Samba, Rio de Janeiro, RJ, BrasilArpilleras: bordando a resistência e registros fotográficos Tragédia Anunciada do crime em Mariana. Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, SãoPaulo, SP, BrasilArpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência. Show do EntreLatinos e Tambora - 'El Jardín de Violeta' – uma homenagem ao centenário de VioletaParra, Ateliê do Bixiga, no bairro Bela Vista, São Paulo, SP. Brasil“Arpilleras: bordando a resistência.” Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Petrolina – Pernambuco Brasil.“Arpilleras: bordando a resistência.” No Centro de Pós-graduação em Desenvolvimento e Agricultura (CPDA), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro(UFRRJ) – Seropédica – Rio de Janeiro, Brasil.“Arpilleras: bordando a resistência.” Na Escola Pedro II, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil.2018Arpilleras: atingidas por Belo Monte costurando contra a violência. Barracão do Reassentamento Jatobá, Altamira, Pará, BrasilArpilleras: Bordando a resistência. Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro, BrasilArpilleras: Bordando a Resistência, SESC, Marabá/Pará, Brasil.Arpilleras: Bordando a Resistência, Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil.Arpilleras: bordando o projeto Popular, Teatro Forquato Neto, Terezina, Piauí. Brasil.Arpilleras: Bordando a Resistência- Universidade Federal da Fronteira Sul, Erechim, Rio Grande do Sul, Brasil2019Arpilleras: Atingidas por Barragens Bordando a Resistência na Amazônia. Hall do Mirante - Universidade Federal do Pará, Belém, BrasilArpilleras: Bordando a Resistência, SESC Esplanada, Porto Velho, Rondônia, BrasilArpilleras: bordando a resistência, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, campus Francisco Beltrão, Paraná, Brasil.Arpilleras: Mulheres Atingidas por Barragens Defensoras dos Direitos Humanos Bordando a Resistência. Santa Rosa/Rio Grande do Sul, Brasil.Arpilleras: Bordando a Resistência. Universidade Federal da Fronteira Sul, Erechim/Rio Grande do Sul, Brasil.Em defesa da vida: mulheres atingidas bordando a resistência. Centro Cultural Wellington Lira (Cawell), em Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Brasil. 2020Arpilleras: Bordando a resistência. Congresso Nacional, Brasília, BrasilArpilleras: Bordando a resistência. Espaço do Servidor da Câmara dos Deputados, em Brasília/ Distrito Federal, Brasil.Arpilleras: Bordando a resistência. Museu de Arte da Bahia, Salvador, Brasil 2022Arpilleras Amazônicas: Dia da Amazônia. Baile na Terra, Tendal da Lapa, São Paulo, Brasil2023Arpilleras: Bordando a resistência. Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, BrasilArpilleras: Bordando a resistência. Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, BrasilAtingidas costurando direitos. Universidade de Brasília, Brasília, BrasilArpilleras: Bordando a resistência. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, São Paulo, BrasilArpilleras - Mulheres atingidas do Vale do Ribeira bordando suas histórias. SESC Registro, Registro, SP, Brasil.Tecidos de Luta: Águas para a Vida. Galeria Térrea / Caixa Econômica Cultural. Curitiba/Paraná, Brasil.Arpilleras: Atingidas por barragens bordando a resistência. Universidade Federal do Oeste da Bahia – UFOB. Bom Jesus da Lapa/Bahia, Brasil.2024Arpilleras: Mulheres Atingidas Bordando a Resistência, SESC Santo André, São Paulo, SP BrasilArpilleras: Mulheres tecendo resistência e sonhos, Paulista, São Paulo, SP.2025Mulheres Atingidas por Barragens: bordando direitos. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, BrasilExposições Coletivas2014Registros Têxteis dos Conflitos, Conferência Internacional “Registros do Conflito: Histórias Registradas Digitalmente para a construção da Paz”, Belfast, Irlanda doNorte.Costurar para Falar Direitos Humanos, Conferência Internacional “Costurar para falar: Têxtis que falam de direitos humanos e de Experiências Terapêuticas”, naUniversidade de Webster, em Genebra, Suíça.2022Histórias Brasileiras. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, Brasil2023Mensagens das águas. Museum am Rothenbaum, Hamburgo, Alemanha2024Era uma vez: visões do céu e da terra. Pinacoteca do Estado de São Paulo, BrasilSituamos a Vida em el Centro, Vicent Price Art Museun em Los Angeles, Estados Unidos2025Mulheres Atingidas por Barragens: Bordando direitos, Museu de Arte Assis Chateaubriand – MASP, São PauloPresença de obras em acervos permanentes de museus, instituições e coleções particulares abertas ao públicoMemorial da América Latina, São Paulo, BrasilMuseu de Arte da Bahia, Salvador, BrasilMuseu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, BrasilMuseu da Memória e dos Direitos Humanos, Santiago, Chile.Conflict Textiles, Coleção particular de Roberta Basic.

Especificação técnica

As arpilleras são compostas por: - Juta- retalhos de tecidos variados- linhas/lã- bonecos de pano

Acessibilidade

A acessibilidade na exposição de arpilleras é essencial para garantir a inclusão de todos os públicos, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais oucognitivas. Esta proposta apresenta medidas para tornar a experiência expositiva mais acessível e inclusiva. 2. Acessibilidade Física: - Projeto da exposição incluindo corredores com largura suficiente para passagem de cadeiras de rodas entre as peças.Assentos para descanso ao longo da exposição. 3. Acessibilidade Sensorial: - Obras acompanhadas de descrição em braile.- Audiodescrição das obras. 4. Acessibilidade Cognitiva: - Material explicativo em linguagem simples e objetiva. 5. Tecnologia e Inovação: - QR Codes próximos às obras para acesso a conteúdos adaptados.

Democratização do acesso

Ampliar o acesso às artes visuais, garantindo que diferentes públicos, incluindo comunidades periféricas, tenham oportunidades de interagir com a produçãoartística de forma inclusiva e acessível. 1. Digitalização e Exposições Virtuais: - Disponibilizar online o conteúdo da exposição- Oferecer transmissões ao vivo de visitas guiadas com as artistas. 2. Educação e Formação de Público: - Incentivar projetos pedagógicos ligados às exposições, oferecendo visitas para escolas públicas locais. 3. Incentivo à Produção Artística Local: - A exposição terá peças detodo o país, com destaque para peças locais, de mulheres da amazônia de localidades atingidas pela crise climática.Seleção de artistas com foco na diversidade regional, trazendo a realidade e características estéticas das diferentes regiões do país.

Ficha técnica

Consultor de gestão de projetos Instituições Culturais Consultor de Gestão de Projetos das Cadeias Produtivas da Cultura Consultor de Gestão de Projetos Culturais para Terceiro Setor Consultor de projetos nas área artística cultural, sociais e empreendedorismo criativo Sebrae. Consultor de Projetos Culturais, Eventos, Sociais e Licitação Pública Responsável pela elaboração, planejamento, prospecção, captação depatrocínios e assessoria de comunicação. Consultoria e elaboração deprojetos via leis de incentivo fiscal, editais e sistema de convênios (SICONV/Transferegov). • Produção e assessoria junto ao evento da “33ª edição da Feira do Livro dePelotas 2005”; • Produção do show artístico local “Mulheres Que Encantam” – 07 cantoraslocais reunidas no show em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres; • Produção artística do lançamento do CD do músico Beto Porto (Pelotas -2006); • Produção local do show artístico do grupo “Pausa & Notas – homenagem aTom Jobim “Se Todos Fossem Iguais A Você”; • Co-produção local da peça teatral “A Farsa” do ator Marcos Breda e elencoda Rede Globo (RJ); • Co-produção local do show musical internacional do guitarrista norte-americano “Paul Abler” em turnê no Brasil; • Co-produção local da apresentação da peça teatral “Pois é, Vizinha” da atrizDeborah Finocchiaro (POA); • Co-produção local da turnê internacional da Associação FilarmônicaCamerata de Florianópolis (SC); • Co-produção local da apresentação do projeto “Piano Orquestra” (RJ); • Produção e Realização da 35ª Feira do Livro de Pelotas 2007; • Produção e Realização da 36º Feira do Livro de Pelotas 2008; • Produção e Realização da 37º Feira do Livro de Pelotas 2009; • Produção e Realização da 38ª Feira do Livro de Pelotas 2010; • Produção e Realização da 39ª Feira do Livro de Pelotas 2011; • Produção artística do Lançamento do DVD/CD da Cantora “Loma” (POA); • Produção do show da banda “Mundo Livre S/A” (PE), Pelotas 2008 (RS); • Co-produção local do projeto literário “Encontros Com o Professor” dojornalista e escritor Ruy Carlos Ostermann, Pelotas - 2011 (RS) e; - Floripa Jazz - Produtor assistente / maio de 2019 . Parceiro estratégico na produção: A ANAB atuará nacionalmente na articulação, apoio e execução do projeto junto às comunidades atingidas por barragens e desastres climáticos, em todas asregiões do país. A ANAB organiza os grupos de mulheres que constróem as arpilleras que serão expostas e irá auxiliar na logística do projeto e contratação de equipe. As profissionais mulheres na coordenação e curadoria das peças são: Daiane Carlos Höhn: integra a Coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). É especialista em Energia e Sociedade no Capitalismo Contemporâneo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe pelo Instituto de Políticas Públicase Relações Internacionais da Unesp. Possui experiência de trabalho com as mulheres atingidas em todos os estado de atuação do MAB e vem atuando na curadoria de exposições de arpilleras desde 2016. Joelma da Silva Oliveira: curadora pela construção do projeto através das mulheres das comunidades de barrgaens e responsável coordenação de produção peças de arpilleira, mobilizadora de grupos de atingidos nas comunidades rurais e bairros urbanos da cidade de Itaituba e região. Lucielle de Sousa Viana: de Itaituba-Pará. Faz parte do Movimento dos Atingidos por Barragens- MAB, atuando no movimento desde 2013, na organização e formação de atingidos e atingidas, iniciando o trabalho com mulheres no processo de construção de arpilleras desde 2015 e resposável pela programação artística.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará