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FALA FALADA - Programa Cultural de Linguagem para Indivíduos Usuários de Implante Coclear, uma abordagem inédita de múltiplas linguagens artísticas na reabilitação de fala voltado para indivíduos com surdez que receberam implante coclear. O Programa consiste na realização de oficinas gratuitas de musicalização, teatralidade, expressão corporal e oratória/contação de histórias, desenvolvidas por artistas em diferentes áreas e orientadas e assistidas por profissionais especializados em acessibilidade. Ao fim do programa, será produzido e publicado um livro com a documentação de todo o processo, para ser distribuído gratuitamente em unidades de reabilitação auditiva no SUS e universidades federais.
A terapia de reabilitação de fala é um processo especializado de construção da fala voltado para indivíduos com surdez que receberam o implante coclear. O implante é um dispositivo gerador de estímulos elétricos capazes de proporcionar uma sensação de som. Uma nova linguagem é desenvolvida a partir de experiências vividas, e surgem novas habilidades auditivas, de fala e de linguagem. Este projeto propõe a criação de um programa de reabilitação de fala unindo terapias tradicionais de aquisição de linguagem com práticas de oratória, musicalização, teatralidade e expressão pessoal, permitindo a ampliação dos ganhos de aprendizagem de fala de forma lúdica, criativa, cultural, inter e multidisciplinar. Tem por objetivo assistir pessoas com deficiência auditiva usuárias de implante coclear, adultos e crianças, provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS), de baixa de renda e/ou inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), em especial os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), permitindo desenvolver e automatizar a expressão verbal, possibilitar melhor evolução escolar e integração social, garantir a inserção no mercado de trabalho e a equidade social. As atividades serão realizadas em duas etapas. A primeira fase será a pré-produção, onde uma equipe multiprofissional formada por fonoaudiólogos, pedagogos, psicólogo, assistente social, músico, artista cênico, preparador corporal e comunicador serão divididos em dois grupos de trabalho - técnico e lúdico - com reuniões presencias e on-line, criarão o programa no formato de seis módulos, definindo as atividades, as ferramentas de aferição de progressão e psicossocial dos participantes. A segunda fase será a produção e consiste na aplicação do programa em sessões destinadas a adultos e crianças (na segunda infância - entre 5 e 12 anos). Serão duas sessões semanais, com duração de duas horas e intervalo de 10 minutos. Cada sessão será dividida em uma parte teórica e uma parte lúdica com duração de 50 minutos. A primeira terá uma abordagem técnica e teórica seguindo as práticas atuais de terapia de linguagem. Enquanto a segunda, terá uma abordagem lúdica e utilizará de práticas relacionadas a artes cênicas, musicalização, comunicação corporal e oratória. A estratégica norteadora de todo o processo de construção partira da criação de um ambiente de escuta adequado, facilitando o desenvolvimento da atenção auditiva, potencializando a percepção, promovendo e desenvolvendo a linguagem oral e cognitiva de forma a facilitar o aprendizado independente e autónomo destes indivíduos. No transcorrer do projeto, serão analisados a habilidade comunicativa, a compreensão de linguagem oral e o desenvolvimento cognitivo de cada indivíduo. Além da percepção de evolução e participação familiar durante a realização do programa a partir de ferramentas de aferição já validadas na literatura. O produto final deste projeto envolverá a criação, a impressão, o lançamento, a divulgação e a distribuição de um material gráfico e audiovisual de todo o programa desenvolvido com o intuito de orientar profissionais em centros que trabalham com o desenvolvimento da linguagem oral de pessoas usuárias implante coclear. Dentre os destinatários incluem escolas especiais, unidades de saúde, unidades de assistência social, e centros de reabilitação para pessoas com deficiência auditiva usuárias de implante coclear.Acreditamos que a arte e a cultura sejam interlocutores importante no incremento de audição e fala destes indivíduos, potencializando os ganhos e sua inclusão social de forma lúdica.
Objetivo Geral: Desenvolver um programa cultural multidisciplinar em artes para a aquisição de linguagem por pessoas com deficiência auditiva usuárias de implante coclear. Objetivos Específicos: 1) Realizar 04 oficinas artísticas gratuitas (uma em cada linguagem: música, teatro, dança/movimento e oratória/contação de histórias), integradas à terapia de aquisição de linguagem, para até 16 indivíduos com surdez que receberam implante coclear. 2) Editar e publicar 200 unidades de um livro documentando o processo do programa e sua abordagem metodológica para replicação, com distribuição gratuita em unidades de reabilitação auditiva no SUS e universidades federais.
(1) SOBRE A PROPOSTA DO PROGRAMA A terapia de reabilitação de fala é realizada em um modelo individual, com uma frequência de uma hora semanal, conduzida de forma uniprofissional por um fonoaudiólogo. É uma abordagem técnica, baseada na repetição de sons de experiências do cotidiano. Na grande maioria das vezes, os indivíduos são descontinuados por circunstâncias de disposição de horários e disponibilidade no setor público de saúde. A disponibilização dessas atividades de forma privada existe, porém o alto custo inviabiliza o acesso e a adesão à terapia. Além disso, existe uma despreocupação com a repercussão psicossocial do indivíduo na sociedade. O acesso à saúde e à cultura são direitos fundamentais de todo indivíduo. Acreditando que a abordagem integral do bem-estar físico, mental e social permite agregar a democratização de acesso à cultura, à educação e ao mercado de trabalho, este projeto almeja permitir que pessoas de baixa renda, recém implantadas pela rede pública de saúde, possam adquirir a linguagem auditiva-verbal por meios que vão além das técnicas convencionais, como musicalização, teatralidade, consciência corporal e oratória. Neste formato, o projeto busca agregar as atividades realizadas pelo fonoaudiólogo a uma equipe multiprofissional formada por músico, artista cênico e corporal, comunicador, psicólogo, pedagogo e assistente social. (2) SOBRE O CONTEXTO DE ATUAÇÃO DO INSTITUTO SETAS A promulgação do Decreto 6.949/09, que eleva a convenção internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência ao status de emenda constitucional, destaca um momento histórico significativo, especialmente em conjunto com a promulgação da Lei Brasileira de Inclusão/ Estatuto da Pessoa com Deficiência (13.146/15). Essa legislação visa garantir e fomentar os direitos das pessoas com deficiência, visando à sua inclusão e participação total em diversos contextos sociais, com igualdade de oportunidades. Contudo, a luta por essa garantia de igualdade persiste. O Instituto Setas destina-se a desenvolver ações culturais de afirmação da saúde como um direito humano de forma indivisível e interdependente pela plena cidadania de toda e qualquer pessoa, especialmente aquelas com deficiência auditiva, por meio de pesquisa e ações socioeducativas, integrando saúde, educação, cultura e assistência social. (3) SOBRE A NECESSIDADE DO USO DA LEI ROUANET PARA FINANCIAMENTO DESTE PROJETO O Instituto Setas vem apresentar o projeto "FALA FALADA - Programa Cultural de Linguagem para Indivíduos Usuários de Implante Coclear" ao Ministério da Cultura visando sua aprovação na Lei Rouanet a fim de financiar sua realização, por entender que está embasado nos incisos I e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, os quais estabelecem a finalidade do PRONAC para: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" e "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;" além de atender aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida lei: "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)" "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;" "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;". Por fim, mas não menos importante, este é um projeto que contempla o que a Instrução Normativa MinC nº 23/2025 estabelece como de "inclusão da pessoa com deficiência, com foco na participação ativa e acessibilidade plena" (cf. Inciso VIII do Art. 14).
(continuação da ficha técnica, por conta da limitação de caracteres)Ricardo Branco de Vasconcellos - Profissional de MúsicaLicenciado em Ciências Sociais e Pós-graduado em Psicopedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). Ricardo Branco de Vasconcellos é professor e arranjador em regência vocal, com ampla experiência no desenvolvimento de coros para pessoas vulneráveis, deficientes auditivos, população em situação de rua e migrantes. Membro da delegação brasileira no intercâmbio, pesquisa e capacitação - Londres/ Manchester - em abril de 2015 (Arts e Homelessness International/ People's Palace Projects). Homenageado com moção honrosa da Câmara dos Vereadores em 2019 e recebendo o “III Prêmio EMERJ – Direitos Humanos em 2022”, devido a relevância pública e social no desenvolvimento de projetos voltados para arte e justiça social, com ênfase nos direitos humanos.Thamirez do Val Bello - FonoaudiólogaEspecialista em Audiologia, Aprimoramento em Implante Coclear e Mestre em Saúde da Comunicação Humana. Thamirez do Val Bello possui formação internacional pelo Acreditación en Rehabilitacion Auditiva LATAM e foi especialista em suporte clínico de soluções auditivas implantáveis na MED-EL. Possui experiência no Sistema Único de Saúde (SUS) e em consultórios particulares com atendimento a pacientes usuários de implante coclear e suas famílias. Atualmente, exerce sua função de diretora clínica da Tragus Audiologia.
Além das oficinas descritas, o produto final deste projeto envolverá a criação, a impressão, o lançamento, a divulgação e a distribuição de um material audiovisual de todo o programa desenvolvido com o intuito de orientar profissionais em centros trabalham com o desenvolvimento da linguagem oral de pessoas com implante coclear. Dentre os destinatários incluem escolas especiais, unidades de saúde, unidades de assistência social, e centros de reabilitação para pessoas com deficiência auditiva usuárias de implante coclear.O produto final deste projeto envolverá a criação, a impressão, o lançamento, a divulgação e a distribuição de um material audiovisual de todo o programa desenvolvido com o intuito de orientar profissionais em centros trabalham com o desenvolvimento da linguagem oral de pessoas com implante coclear. Dentre os destinatários incluem escolas especiais, unidades de saúde, unidades de assistência social, e centros de reabilitação para pessoas com deficiência auditiva usuárias de implante coclear.Ainda não temos os dados técnicos da publicação, pois ela dependerá do conteúdo a ser produzido, levantado, registrado e desenvolvido após a realização das oficinas.
Este é um projeto cultural de inclusão da pessoa com deficiência auditiva com foco na participação ativa e acessibilidade plena, especificamente de indivíduos com implante coclear. Todo o projeto é voltado à acessibilidade desse tipo exclusivo de público, por ser integralmente voltado a ele.
O projeto tem dois produtos culturais definidos: 1- oficinas culturais gratuitas em 04 linguagens (música, teatro, dança/movimento e oratória/contação de histórias) integradas ao processo de aquisição de linguagem para até 16 pessoas com surdez e implante coclear; 2 - edição e publicação de 200 unidades de livro com o registro do processo daquelas oficinas culturais a serem distribuídos gratuitamente em unidades de atendimento do SUS e em universidades federais. Ambos os produtos serão distribuídos de forma totalmente gratuita. Os critérios para distribuição das vagas nas oficinas serão definidos na etapa de divulgação das vagas. No entanto, como se trata de público-alvo específico, além da ampla divulgação em nível regional (Região Metropolitana do Rio de Janeiro), serão direcionadas ações a centros de atendimento a pessoas surdas, como por exemplo o INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos), e unidades universitárias e hospitais com programas de atendimento e assistência a pessoas com deficiência auditiva. Caso haja mais interessados do que a quantidade inicial de vagas oferecidas (16), os casos serão analisados pelos profissionais envolvidos a fim de fazer uma seleção a partir de critérios técnicos, como por exemplo o tempo mínimo de seis meses de implante. Isso se deve à necessidade de ter seus níveis auditivos regularizados. Já no que concerne às turmas infantis, crianças serão divididas de acordo com a categoria de audição e linguagem, seguindo as categorias descritas pelas autoras Melo, Yamaguti, Moret e Bevilacqua (2012), enquanto os adultos serão agrupados em grupos pré ou pós-linguagem.
Alonço Viana - MédicoOtorrinolaringologista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Médico do Sono pela Associação Médica Brasileira (AMB). Cirurgião Crânio-Maxilo-Facial (CCMF) pelo Instituto de Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO); Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Neurologia (PPGNeuro), na área do sono, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Pesquisador visitante da Universidade de Stanford durante o ano de 2017 (Doutorado-sanduíche). Médico assistente e coordenador do serviço de otologia do Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD). Professor do Programa de Pós-Graduação de Neurologia (PPGNeuro/UNIRIO) da linha do sono. Temexperiência na área de Medicina, com ênfase em Otorrinolaringologia (cirurgia otológica) e em Medicina do Sono (diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono). Fundador e diretor técnico do Instituto SETAS - Saúde, Educação, Trabalho e Assistência Social.Ana Lívia Carvalhos - EducadoraProfessora de Comunicação Eficaz e Oratória no Clube da Fala e membro do Comitê Nacional de Diversidade e Inclusão do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a atuação de Ana Lívia contribui no desenvolvimento de habilidades de comunicação e de autocuidado para universitários e trabalhadores. Doutoranda em Saúde Pública pela Fiocruz. É Especialista em Educação e Tecnologias (com ênfase em metodologias ativas de aprendizagem), além de em Direitos Humanos, Gênero e Sexualidade, ambas pela Fiocruz. Possui Mestrado em Saúde Coletiva e Bacharel em Biomedicina pela Universidade Estadual de Londrina. Sua formação complementar inclui Técnico em Teatro/Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo (Taubaté-SP), Comunicação Não Violenta (Instituto CNV Brasil/Brasília-DF) e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com Edson Sêda (Pindamonhangaba-SP). Atuou como educadora em Saúde na Ong Terr’ativa/RJ, instrutora de Aprendizagem no CIEE/SP e docente de Docente de Desenvolvimento Social no SENAC de Taubaté, São Paulo. Mobilizadora Social no Instituto IA3.ORG em Pindamonhangaba, São Paulo. Foi professora universitária e preceptora de Saúde Coletiva para os anos iniciais do curso de Medicina na PUC-PR em Londrina.Cristiane Paiva - PedagogaPedagoga formada pela Universidade Ibirapuera, com especialização em Psicopedagogia. Possui ampla experiência na área educacional, tendo atuado como professora e coordenadora pedagógica em diversas instituições, incluindo o Instituto de Educação Fernando Rodrigues da Silveira (CAP/UERJ), o Colégio Pedro II e a Fundação Educacional Campo Grandense (FEUC). Também trabalhou no Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR), além de escolas como Instituto de Educação Braga Carneiro, Jardim Escola Casinha do Saber e Escola Cristóvão Colombo. Participou de diversas palestras, seminários e congressos na área da educação, contribuindo para discussões sobre práticas pedagógicas e inclusão educacional. Além disso, possui publicações acadêmicas e experiência na correção de avaliações discursivas em concursos públicos. Seu conhecimento inclui participação em cursos sobre construtivismo, avaliação educacional e metodologias de ensino.Fátima Valéria Ferreira de Souza – Assistente SocialFormada pela Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fátima Valéria Ferreira de Souza é Mestre e Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Serviço Social/UFRJ. Professora Titular da Escola de Serviço Social/UFRJ. Cedida, de 2006 a 2011, ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) atuando como Assessora Técnica e Coordenadora Geral de Cooperação Institucional da Secretaria de Articulação para Inclusão Produtiva (SAIP). Coordenadora do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão Serviço Social, Assistência Social e Inclusão Produtiva (IPLAB-PR2/UFRJ), que analisa a relação da política de assistência social com ações de inclusão produtiva. Desenvolveu o projeto de extensão em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) no município de Nova Iguaçu. Tem experiência assistência social, comunidade, qualificação profissional, inclusão sócio produtiva e gestão pública.Marcele Ferreira dos Santos – Educadora infantilMarcele Ferreira dos Santos possui formação de Professora pelo I.E. Professor Carlos Camacho. Possui experiência como professora na Prefeitura Municipal de Magé por dois períodos distintos (três anos e quatro anos), além de ter atuado como estimuladora por cinco anos na mesma instituição. Trabalhou também como auxiliar de secretaria na Prefeitura Municipal de Guapimirim por dois anos e três. Além de sua trajetória profissional, desempenhou atividades complementares como assessora de concursos de beleza, incluindo Miss Brasil Versão Universo, Miss São Paulo Versão Universo, Miss Teresópolis e Miss Teen Global Beauty. Completou cursos extracurriculares em áreas como Movimento e Desenvolvimento Cognitivo, Neurociência e Aprendizagem, Inclusão na Educação Infantil, Inteligência Emocional, Comunicação e Oratória, além de Informática Básica.Maria Samires de Sousa Castro - FonoaudiólogaBacharel no curso de graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Veiga de Almeida (UVA) e Pós-graduada em Audiologia com Ênfase em Reabilitação Auditiva pela Universidade Unyleya. Maria Samires de Sousa Castro atua na avaliação e no diagnóstico nas práticas clínicas da audiologia por meio de testes das capacidades auditivas. Suas atividades nas clínicas Interface e Reabilitason incluem testes auditivos, venda de aparelhos e acessórios auditivos, regulagens e assistência em próteses auditivas, além da pré-moldagem de moldes auriculares. Foi fonoaudióloga e responsável técnica na Tecnoton Hospitalar, onde desempenhou funções similares, com ênfase em mapeamento de implantes cocleares e próteses osteoancoradas. Possui experiência em exames audiológicos, eletrofisiológicos, otoneurológicos e mapeamentos de implantes cocleares.Maria Vera Maciel de Sousa - FonoaudiólogaGraduada pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação – Faculdade de Ciências da Saúde e Sociais e Pós-Graduada em Audiologia pela Universidade Castelo Branco, com experiência de 25 anos na avaliação e realização de testes de capacidades auditivas e de comunicação de pacientes. Atua como fonoaudióloga nas clínicas Rinnus e CEO, onde realiza exames audiométricos, emissões Otoacústicas Transientes e por Produto de Distorção, BERA-PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico), Eletrococleografia e Vectoeletronistagmografia. Possui conhecimento em exames audiológicos, eletrofisiológicos, otoneurológicos e atendimento a pacientes com implantes cocleares.Paulo Mazzoni - Profissional de Arte Corporal e Artes CênicasAtor e bailarino, licenciado em Dança pela Faculdade Angel Vianna, estudou ballet naEscola de Dança do Teatro Municipal Maria Olenewa, no Rio de Janeiro. Leciona aulade artes/corpo no Centro Educacional Anísio Teixeira, desde 2009. Formado em Pilates,Gyrotonic e Gyrokinesis. É coreógrafo e preparador corporal da Companhia EnsaioAberto e Cia de Teatro Artesanal e das peças Uma Mulher ao Sol, Bem no meio, AsMais Belas Coisas da Vida. Fundador e integrante do Grupo Epifania, onde participoucomo intérprete criador do espetáculo Porta-Retratos, contemplado pelo edital AldirBlanc em 2021. Foi integrante da Intrépida Trupe e Cia Aérea de Dança. Formado emMedicina Tradicional Chinesa e trabalha com acupuntura e shiatsu.Rejane Goulart - PsicólogaGraduada em Psicologia pela Universidade Gama Filho (UGF). Possui experiência em Análise de Recursos Humanos na área hospitalar, e Administração. Além de contribuir na montagem dos acervos de Maria Clara Machado e do Teatro O Tablado, atuou em escritório de Arquitetura.
PROJETO ARQUIVADO.