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PRONAC 252780Apresentou prestação de contasMecenato

16º Canto Missioneiro e 15º Canto Piá Missioneiro

NOVA PRODUCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 217,6 mil
Aprovado
R$ 212,7 mil
Captado
R$ 98,0 mil
Outras fontes
R$ 413,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

46.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Três Passos
Início
2025-08-31
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Santo Ângelo Rio Grande do Sul

Resumo

O 16º Canto Missioneiro e o 15º Canto Piá Missioneiro acontecerão em frente à Catedral Angelopolitana, na cidade de Santo Ângelo. Além das 03 noites de Canto Missioneiro, e da tarde de Canto Piá Missioneiro, o projeto oferece ainda as oficinas "Conhecendo e reconhecendo o nosso festival: um passeio musical pelas do Canto Missioneiro", com Fernando Graciola e Paulinho Cardoso, para as escolas públicas da cidade. Entre os shows, Wilson Pain, Adair de Freitas e Juliano Moreno, Marines Siqueira, e o novo fenômeno uruguaio Catherine Vergnes completam a programação, que conta também com transmissão online. Ocorrerá ainda a gravação e distribuição das composições concorrentes nas plataformas digitais. Toda a programação será gratuita, e com acessibilidade física e de conteúdo. O projeto possui ainda o apoio financeiro e em prestação de serviços da Prefeitura Municipal, parte de seu orçamento através da Lei Rouanet, e cartas de interesse de patrocínio de empresas apoiadoras da região.

Sinopse

(continuação ficha tecnica - artistas)ARTISTASCATHERINE VERGNES é uma jovem artista uruguaia que vem se destacando no cenário da música regional do sul do continente, com forte influência da milonga, do folclore e da música popular gaúcha. Natural de Rivera, fronteira com o Brasil, Catherine traz em sua arte uma fusão cultural que une as tradições do Uruguai e do Rio Grande do Sul. Ela iniciou sua trajetória musical muito cedo, impulsionada por suas raízes familiares e pela vivência no ambiente campeiro. Suas canções trazem elementos contemporâneos e letras que dialogam com o público jovem, sem perder a essência da música tradicional.Catherine já participou de importantes festivais, gravou discos autorais e conquistou um público fiel, principalmente nas redes sociais e plataformas de streaming. Seu trabalho vem ganhando projeção também no Brasil, onde realiza apresentações e colabora com artistas regionais.Além do talento como cantora e compositora, destaca-se pela presença de palco e pela forma carismática com que representa a nova geração da música sul-americana de raiz. ADAIR DE FREITAS & JULIANO MORENO formam uma parceria que une gerações em torno da música nativista do Rio Grande do Sul. Ambos são naturais de Sant’Ana do Livramento, terra reconhecida por revelar grandes nomes da música da fronteira.Adair de Freitas tem mais de 50 anos de carreira e é uma referência consagrada no gênero. Dono de um canto campeiro autêntico e da sonoridade marcante da cordeona, ele compôs clássicos que se tornaram inspiração para muitos artistas da música regional gaúcha.Juliano Moreno representa a nova geração. É uma das vozes mais premiadas dos festivais nativistas e carrega, no timbre e no estilo, a influência direta de ícones como Adair. Sua interpretação transmite com força a essência da música de raiz.Juntos, Adair e Juliano compartilham mais de duas décadas de amizade e parcerias em palco. O show da dupla celebra a vida, a cultura gaúcha e latino-americana, mesclando grandes clássicos já lançados com releituras que ultrapassam fronteiras. MARINES SIQUEIRA é cantora, compositora e acordeonista natural de Eugênio de Castro (RS), atualmente residente em Santo Ângelo. Iniciou sua carreira aos 13 anos e formou, com seus irmãos, o grupo “Marines Siqueira e os Guris”, mais tarde chamado “Marines Siqueira e Grupo Missões”. Gravou seu primeiro CD em 1996 com o esposo e parceiro musical Celso Braz. Possui nove CDs lançados, com parcerias de nomes como Telmo de Lima Freitas e João Sampaio. Seu trabalho mais recente reúne convidados como Baitaca, Edson Dutra e Gildinho.Com sólida atuação em festivais nativistas como intérprete, compositora e jurada, também realiza shows em vários estados e países do Mercosul. Marines se destaca pela dedicação à cultura gaúcha e pelos valores que transmite em sua arte: família, fé, respeito e humildade. WILSON PAIM é cantor com mais de 40 anos de carreira e uma das principais vozes da música regional sul-brasileira. Iniciou sua trajetória em festivais de música nativista aos 17 anos, destacando-se já em 1983 com a canção “Martim Pescador”, que também nomeou seu primeiro LP, lançado em 1985. Em 1989, após participar do festival 1º Rimula da Canção Regional, transmitido nacionalmente pelo SBT, decidiu ampliar o alcance da música gaúcha por meio de um intercâmbio musical. No mesmo ano, regravou “Cidadão”, o que gerou críticas por sair do repertório exclusivamente gaúcho, mas consolidou sua proposta de integrar a música regional sulista ao cenário nacional.Seu maior sucesso veio em 1996, com o CD “Natal Gaúcho”, que vendeu mais de 100 mil cópias em 45 dias, rendendo-lhe um Disco de Ouro. Além dos álbuns de carreira, lançou projetos especiais como Wilson Paim Canta Lupi (1998), Ave Maria (1998) e Homenagem às Mães (2006).Em 2009, lançou seu primeiro DVD — Wilson Paim ao Vivo na Casa da Cultura, gravado em Caxias do Sul —, com versão em CD pela gravadora ACIT. Seu show é um tributo à música regional do sul do Brasil e uma celebração às raízes e tradições gaúchas.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a programação 16º Canto Missioneiro e 15º Canto Piá Missioneiro Objetivo específico- Realizar a 16ª Edição do Canto Missioneiro- Realizar a 15ª edição do Canto Piá Missioneiro- Realizar 01 show regional do artista Wilson Pain- Realizar 01 show regional dos artistas Adair de Freitas e Juliano Moreno- Realizar 01 show regional da artista Marinês Siqueira- Realizar 01 Show regional da artista Catherine Vergnes- Realizar 03 oficinas "Conhecendo e reconhecendo o nosso festival: um passeio musical pelas do Canto Missioneiro"

Justificativa

Os festivais de música nativista buscam espaço e reconhecimento no Sul do País, através da proposta de resgatar tradições antigas e questionamentos acerca da cultura gaúcha. Percebe-se que nestes eventos, há uma busca pela identidade de canções de cunho nativista, possibilitando a revitalização dos movimentos regionalistas e dando novos ares à produção musical do Rio Grande do Sul. Este movimento, que precisa ganhar força e ser fomentado sempre mais, tem grande relevância para nosso Estado, pois busca a preservação de tradições musicais que cada vez mais se diluem, devido os efeitos da globalização e homogeneização de identidades. Preservar a música nativista é garantir uma tradição que se construiu a partir da valorização e respeito ao meio, do cuidado com a terra e da dignidade do povo gaúcho. Diante disto, o Canto Missioneiro representa uma fundamental ferramenta de incentivo e fomento às praticas culturais, seja no reconhecimento da importância histórica do povo gaúcho e mesmo na possibilidade do contato com as raízes e tradições culturais, sendo fatores indispensáveis na construção identitária de cada indivíduo. O Canto Missioneiro vem sendo realizado ininterruptamente e a cada ano vem ganhando mais reconhecimento no cenário, onde milhares de pessoas assistem ao evento, e músicos de diversas regiões do Estado participam, além das crianças, que através do Canto Piá Missioneiro tem seu espaço de crescimento e valorização dentro da cultura musical gaúcha. É uma das maneiras que temos, dentro do contexto do festival, de contribuir para que as novas gerações sejam conhecedores e admiradores da música regional gaúcha, e se sintam motivados a continuar pelo caminho da arte e da cultura. Surgido na cidade de Santo Ângelo, tendo suas primeiras edições realizadas com muito esforço e dedicação, o evento já se tornou tradição na cidade e no Estado com 15 edições concretizadas, e pretende se manter no cenário da cultura gaúcha, dando a devida importância para as manifestações artístico-culturais do Rio Grande do Sul. O local de origem e preferido para esta realização segue sendo na Pça Pinheiro Machado, em frente à monumental Catedral Angelopolitana, cartão postal e cenário turístico daquela região, e por isso a 16ª será ali realizada, onde toda a organização e montagem das estruturas necessárias para receber os artistas e o público da cidade e região durante os 03 dias de atividades culturais serão feitas.Iniciando na quinta-feira, o festival promove para alunos da rede escolar da cidade a oficina "Conhecendo e reconhecendo o nosso festival: um passeio musical pelas do Canto Missioneiro" com Fernando Graciola e Paulinho Cardoso. A oficina traz para a apreciação e escuta ativa clássicos do repertório desses 15 anos do Festival, estimulando o conhecimento técnico musical e também a formação de plateia. Com isso, queremos não só provocar o gosto pelas manifestações culturais nas crianças, como fazer com que os pequenos aprendizes se sintam parte de tudo o que verão acontecendo nos próximos dias sua cidade. Com a oficina, eles serão capazes de despertar para a área musical desde já, quem sabe aprimorando a cada ano suas aptidões e, futuramente, sendo os novos artistas noDe quinta à noite até sábado, acontecerá o 16º Canto Missioneiro, recebendo em palco as 10 composições da fase local, e as 12 da fase geral (conforme regulamento apresentado e divulgado), promovendo um bonito espetáculo de composições inéditas concorrendo às premiações. Essas composições já terão sido triadas em momento anterior pelos 05 jurados que terão a difícil missão de selecionar _ entre as mais de 600 músicas que o evento costuma receber nas inscrições _ somente 22 para tal. Vale salientar a este respeito que, oportunizando a participação igualitária de todos os inscritos na triagem, o júri só recebe a letra e o áudio de cada composição, não sabendo informações quanto aos compositores. Dessa forma, visto que também o áudio não tem obrigação de fidelidade com o que virá ao palco no quesito músicos e intérpretes, a obra _ puramente e unicamente - é que é avaliada. Demais detalhes a respeito poderão ser conferidos no regulamento do festival. Ainda na tarde de sábado, terceiro dia de programação, acontece o Canto Piá Missioneiro.Como visto, nesta edição estamos envolvendo as crianças não só no Canto Piá, onde aquelas que já sabem cantar participam, mas em outras atividades onde qualquer uma pode aprender sobre música e cultura gaúcha - principalmente as crianças de Santo Ângelo, onde deixamos esse legado através dessas realizações. Como jurados, 05 grandes nomes do meio musical e regionalista gaúcho foram convidados e aceitaram tal responsabilidade: Jaime Carlos Brum, Fernando Graciola, Lu Schiavo, Aline Ribas e Eduardo Maicá. Seus currículos e históricos artísticos encontram-se anexados aos documentos deste projeto. Às noites da programação também serão agraciadas com shows musicais. Também como de costume, sempre mantendo entre eles pelo menos um show local, Marinês Siqueira sobe ao palco representando a cidade, fazendo o show de encerramento da noite de quinta-feira.Os demais artistas e grupos convidados são Adair de Freitas e Juliano Moreno, em um show em dupla, Wilson Pain, e o mais novo fenômeno uruguaio do folclore gaúcho, a artista Catherine Vergnes, que encerra a programação no sábado. Toda esta vasta programação será gratuita ao público. 400 cadeiras serão organizadas e disponibilizadas no local, que pode aguardar um número ainda maior que este. Haverá ainda transmissão online dos 03 dias de festival com as composições concorrentes, e acessibilidade em libras para toda a programação. O Canto Missioneiro representa para o RS uma prática que busca preservar a cultura gaúcha e a música nativista, identificando esta como indispensável na construção de uma sociedade conhecedora de sua história e de suas vertentes culturais. Também entendemos que fomentar práticas como esta contribui para o aumento de consumidores da cultura gaúcha, valorizando artistas e eventos desenvolvidos no estado, incentivando e aquecendo o mercado cultural daqui. O Canto Missioneiro, além de incentivar diretamente os participantes, oferecendo estrutura profissional e premiações, envolve um grande número de profissionais prestadores de serviço, seja para a montagem da infraestrutura, a contratação de jurados e também os shows oferecidos, além dos oficineiros. Todos os parâmImportante destacar que o atual cenário econômico em que nos encontramos, nos recuperando ainda dos efeitos da pandemia, além da grande demanda de projetos solicitados ao Pró Cultura que ultrapassam a verba disponível, aspectos que diminuíram _ ou ainda diminuem - a realização de eventos culturais, entre eles os festivais nativistas, e que este impacto deve ser evitado, pois são a nossa história e cultura que estão em jogo, e estas têm valor imensurável. etros que regem este projeto são cuidadosamente pensados e gestados, com o intuito de dar destaque ao evento e agregar cada vez mais participantes, tendo em vista à necessidade de valorizarmos a cultura regional, em detrimento à indústria cultural de massa.Destacamos a importância do investimento em ações culturais para o desenvolvimento do ser humano como um todo, tornando-se necessário e emergente a preservação de eventos como o Canto Missioneiro, que mesmo diante deste cenário, não pretende perder força e seguirá buscando novas vozes para cantar e enaltecer as belezas de nossa terra.Comprometidos juntamente com esta força em manter vivo o festival a Prefeitura continua junto, tornando-se a responsável pela logística com as escolas para as oficinas, pelo translado dos jurados entre os espaços pertinentes durante a programação, além do apoio financeiro (continua em "Outras informações")

Estratégia de execução

(Continuação da justificativa...) O Conselho Municipal de Cultura também sinaliza seu interesse através da sua carta de ciência. Além disso, este projeto será apresentado tanto à lei de Cultura Estadual – Pró Cultura RS, quanto à Lei de Cultura Federal, a Lei Rouanet, solicitando a esta segunda o aporte de R$ 212 mil reais, fazendo-se cumprir o este edital, onde diz que projetos continuados que possuam 10 ou mais edições comprovadamente realizadas, podem solicitar, no máximo, 60% do valor total do projeto para financiamento indireto do Pró-cultura. Finalizando as observações do quesito financeiro, este projeto apresenta ainda carta de intenção de patrocínio, colaborando com a percepção de completa viabilidade que este projeto possui. Trazemos também junto aos anexos, documentos com o histórico das últimas edições do festival, comprovando seu sucesso em toda sua história. Em todas as suas edições o Canto Missioneiro conta com grande número de público, e artistas concorrentes das mais diversas regiões do Estado – e fora dele, visto que a cultura musical regionalista também é bastante forte em Santa Catarina e Paraná, por exemplo. Isso comprova que mesmo bombardeados pela mídia, ainda temos grande carência de cultura genuína, terrunha, e o que nos chega, além de não corresponder, muitas vezes cria um vazio, pois não tem nenhum vínculo com nossas raízes. Dentre todos os argumentos já citados, outros fatores dão reconhecimento e credibilidade ao festival, sendo um deles a premiação, que valoriza e incentiva os participantes, com prêmios e também troféus. Também, visando valorizar os candidatos, e o público presente, estão previstos diversos shows. Além de servir como mais um agregador de público para o evento, os shows do Canto Missioneiro tem como principal objetivo, fomentar e aproximar os participantes da música gaúcha de qualidade, permitindo um intercâmbio de experiências significativo para cada participante. Esta troca possibilita o crescimento, valorização e fortificação dos concorrentes, não apenas para participarem do evento, mas visando alimentarem suas futuras carreiras profissionais. Desta forma, acreditamos que o Canto Missioneiro fomenta diversas cadeias produtivas para a sua realização, que vão desde o incentivo ao profissionalismo artístico, até a contratação de profissionais capacitados para fornecimento de serviços e produtos ao festival, incluindo a grande circulação de pessoas na cidade por conta do evento, o que fortalece o mercado local e os pequenos produtores. Quanto aos prestadores de serviço, vale frisar também que esta equipe de profissionais que está apresentada como principal, tem grande experiência na realização não só do Canto Missioneiro, mas outros festivais musicais em conjunto, portanto, coesa e acostumada com as demandas que um grande evento como este demanda. Ela conta ainda, claro, com a Prefeitura Municipal, que acompanha e executa toda a programação juntamente com a produtora. As despesas com o júri precisam ser totalmente sanadas, visto que os mesmos estarão juntos presencialmente por duas vezes: a primeira, quando passam aproximadamente 10 horas por dia escutando mais de 600 composições (média de inscrições das últimas edições) na triagem do festival que costuma durar de 02 a 03 dias. E a segunda durante a realização do festival, onde por mais 03 dias tem a difícil missão de definir as grandes vencedoras, entre o Canto Missioneiro e o Canto Piá Missioneiro. Por duas vezes, custos com alimentação, transporte e hospedagem são gerados, além de seus cachês como prestadores desse serviço. Observando isso, essa edição mantém atualizado os valores de cachês desses profissionais, sendo mais altos que nos últimos anos.De maneira mais direta, o Canto Missioneiro traz sua comunidade para dentro do festival tanto através da fase local, onde somente compositores da cidade podem fazer sua inscrição e concorrer à premiação principal, quanto no júri, onde sempre pelo menos um músico/artista representando a cidade é convidado a fazer parte do corpo de julgadores, além de sempre haver espaço na programação para pelo menos uma atração artística do município.Tem também em sua premiação “Melhor Tema Sobre as Missões”, onde valoriza e estimula composições que falem da sua cidade, região, história, costumes, etc. A comunidade ainda participa ativamente do resultado, pois é através dela que a composição Mais Popular é premiada: entre todas as concorrentes finais, aquela que arrebatar a maior reação do público, como palmas, gritos, etc. será observada pelos jurados e levará o prêmio. Atende o art.º 1 da Lei 8.313/91 ao: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ainda os seguintes objetivos do art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Oficina: “Conhecendo e reconhecendo o nosso festival: um passeio musical pelas do Canto Missioneiro Ministrantes: Fernando Graciola e Paulinho Cardoso Plano de aula Data: 29 e 30 de outubro de 2025 Local: Escolas públicas de Santo Ângelo/RS Horários e turnos: manhã e tarde, em horários a definir Tempo previsto por oficina: 120 minutos (sem intervalo) Público a qual se destina: alunos do Ensino Fundamental II de escolas públicas da rede de ensino de Santo Ângelo/RS. Tema: Apreciação musical e escuta ativa do repertório musical das edições do Canto Missioneiro. Objetivo geral: Colaborar com a formação e aprimoramento de ouvintes ativos e pensantes de Música Regional Gaúcha, através da apresentação e exploração de obras de algumas edições do Canto Missioneiro. Objetivos específicos: ● propiciar aos alunos do Ensino Fundamental II o acesso a obras de edições do festival Canto Missioneiro através de uma escuta ativa e participativa; ● fornecer conhecimento técnico para que os alunos conheçam e reconheçam diferentes gêneros da Música Regional Gaúcha, através da audição ativa de obras de edições do festival; ● estimular uma escuta ativa e a formação de plateia; Seleção de Conteúdo Programático ● Introdução e conceitos gerais sobre a Música Regional Gaúcha (linha do tempo, dos primórdios à atualidade) ● apresentação de distintos gêneros musicais da Música Regional Gaúcha, como chamamé, vaneira, miolonga e bugio, através da apresentação de obras contidas no acervo do festival Canto Missioneiro; ● Escuta ativa por parte dos alunos e debate sobre as diferenças entre os gêneros musicais; ● Demonstração ao vivo de diferentes gêneros musicais por parte dos músicos ministrantes e atividade com alunos; ● Abertura de espaço para perguntas; ● Considerações finais; Recursos Didáticos: ● Instrumentos musicais (violão, acordeon e voz) OFICINEIRO FERNANDO GRACIOLACurrículo informado na ficha técnica como jurado OFICINEIRO PAULINHO CARDOSOPaulinho Cardoso tem atuação expressiva dentro do cenário musical do Rio Grande do Sul, onde participa de vários festivais importantes como compositor e instrumentista. Já atuou junto aos maiores nomes do acordeon brasileiro entre eles Renato Borghetti, Bebê Kramer, Osvaldinho do Acordeon, Dominguinhos, Luiz Carlos Borges, Oscar dos Reis, Luciano Maia entre outros. Em 2009 Gravou o primeiro Cd solo “SUL” que foi indicado ao prêmio Açoriano de Música do RS, em três categorias. Em 2013 lançou o CD “FESTA” O álbum foi indicado ao prêmio Açoriano de Música em quatro categorias e foi premiado como melhor instrumentista daquele ano. Paulinho Cardoso também é licenciado em música pelo Instituto Porto Alegre IPA e Mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS. No atual projeto, Paulinho Cardoso apresenta o álbum “Cotidiano Paulinho Cardoso Quarteto” Com Dani Vargas na bateria, Zé Ramos guitarra e Miguel Tejera baixo. https://open.spotify.com/artist/0GhW5knyaWaNce2ILd8h86. Um projeto autoral baseado em ritmos como rancheira, chamamé, vaneira e latim jazz. O lançamento em todas as plataformas digitais foi em 2020.

Acessibilidade

A Praça Pinheiro Machado conta com acessibilidade física, como rampas de acesso, além do local amplo e sem impedimentos de locomoção. Cadeiras serão disponibilizadas em espaço reservado para deficientes e pessoas com dificuldades, como idosos e grávidas, e seus acompanhantes. A acessibilidade de conteúdo contará com a apresentação em libras para deficientes auditivos em todos os dias e atividades da programação, além das legendas automáticas que as próprias plataformas digitais oferecem na transmissão online. A equipe estará a postos e atentos para auxiliar todos que precisarem, inclusive recepcionado o público e indicando os locais reservados – os mesmos estarão sinalizados.

Democratização do acesso

Com base nas informações já fornecidas, o projeto propõe diversas medidas para promover a democratização do acesso às atividades culturais, bem como garantir a acessibilidade a todos os participantes. Incluídas nessas propostas estão oficinas gratuitas voltadas para alunos da rede escolar da cidade, com o apoio da Prefeitura Municipal, visando envolver as crianças desde cedo nas manifestações culturais e musicais gaúchas. Além disso, o evento será realizado em local que oferece acessibilidade física, como rampas de acesso e espaços reservados para pessoas com dificuldades de locomoção. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo, haverá tradução em Libras para deficientes auditivos em todas as atividades, bem como legendas automáticas nas transmissões online. Os deficientes visuais poderão acompanhar a programação através da audição, visto que não se tratam de apresentações cênicas. A transmissão online das noites do festival busca ampliar o alcance do evento para um público mais diversificado, além das estratégias de divulgação que incluem impulsionamentos nas redes sociais e mídias impressas. Além disso, o projeto promove a diversidade e inclusão, recebendo diferentes grupos, como mulheres, negros, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, tanto como artistas quanto como público. Para complementar a experiência, o festival terá suas composições gravadas ao vivo e o conteúdo disponibilizado em plataformas digitais, ampliando assim o acesso às composições e performances além do evento presencial. Todas essas medidas visam assegurar que o evento seja acessível e inclusivo para todos os públicos, promovendo a democratização do acesso à cultura e à música gaúcha.

Ficha técnica

CAPTAÇÃO DE RECURSOS , PRODUÇÃO ADMINISTRATIVA - NOVA PRODUÇÕESCom mais de 19 anos de atuação, a Nova Produções é uma empresa especializada na realização de projetos culturais, com mais de 100 iniciativas já executadas. Atua nas áreas de produção executiva, captação de recursos e desenvolvimento de experiências culturais, sempre em parceria com artistas, instituições e organizações.Reconhecida pela abordagem colaborativa e profissionalismo, a Nova Produções se destaca como referência no setor cultural, buscando constantemente inovar, valorizar a diversidade e impactar positivamente as comunidades através da arte. (portolio completo anexado aos documentos do cadastro). PRODUÇÃO EXECUTIVA – SD PRODUÇÕES Com sede em Três Passos (RS), a SD Produções, liderada por Edgar Dreher Neto, atua na realização de eventos culturais que valorizam a identidade regional e proporcionam experiências marcantes ao público. Nos últimos anos, a produtora esteve à frente de importantes iniciativas como o Verão Cultural de Torres (2023), Natal das Emoções (2022), Conecta Cultural em diversas regiões do Rio Grande do Sul (2021–2022) e a produção executiva da Orquestra Jovem de Lajeado (2021–2023). É também responsável pela produção cultural da FEICAP – Feira Exposição Industrial, Comercial e Agropecuária de Três Passos, um dos maiores eventos do noroeste gaúcho. Em 2025, a SD assina projetos como o Mondaí Cultural e a 19ª edição da Paixão de Cristo de Imigrante, reafirmando sua presença ativa e qualificada no setor cultural do Estado. A produtora oferece serviços completos, da captação de recursos à produção executiva, com foco em qualidade, organização e impacto sociocultural. . ELABORAÇÃO DA PROPOSTA CULTURAL, CONSULTORIA TÉCNICA EM GESTÃO CULTURAL, PRESTAÇÃO DE CONTAS E PRODUÇÃO DE BASE – CONFRARIA DA PRODUÇÃOProfissional com mais de 12 anos de atuação na produção cultural, com ampla experiência em consultoria, elaboração, execução e prestação de contas de projetos via Leis de Incentivo (municipais, estaduais e federais), além de projetos independentes. Já participou de mais de 200 produções nas áreas de cinema, teatro, música, dança, literatura, circo e audiovisual.Projetos recentes destacados:Ricardo Comassetto: Terrunho (2024) – Pró-Cultura Pelotas/RSFestival Itinerante da Música Brasileira (2021 e 2023) – LIC RS (Frederico Westphalen e Três Passos)Festimar da Tradição e Festimar em Cena (2023) – Lei Rouanet (Rio Grande/RS)Rock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande (2022) – LIC Federal (Caxias do Sul, Camaquã, Gravataí e Porto Alegre) ASSISTENTE ADMINISTRATIVA – MAYARA BOENO BRUMMayara Boeno Brum é uma produtora cultural com mais de 10 anos de experiência, registrada no sistema Pró-Cultura RS desde 2019. Ao longo de sua carreira, tem atuado em diversas funções, como direção administrativa, produção executiva e coordenação geral, em projetos culturais de grande escala. Seu portfólio inclui festivais de música e teatro, exposições, feiras do livro e mostras audiovisuais, além de oficinas digitais, tributos culturais e caravanas circenses. Com forte habilidade de colaboração e networking, Mayara trabalha com artistas, instituições culturais e comunidades locais para promover e diversificar a oferta cultural. Seu trabalho tem impactado positivamente as regiões onde atua, sempre com um compromisso contínuo e apaixonado pela promoção da cultura.JURADOS:ALINE RIBAS é natural de Pelotas, bancária, compositora e mestre de cerimônias. Formada em Marketing, com especializações em áreas como Gestão de Pessoas e Eventos, iniciou sua trajetória na música nativista em 2008. Com obras que refletem sensibilidade e a essência feminina, participou da maioria dos festivais do Rio Grande do Sul, conquistando diversas premiações em parceria com compositores e intérpretes reconhecidos. Destacam-se prêmios em festivais como Califórnia da Canção, Carijo, Tertúlia Nativista, Moenda e Reponte da Canção, entre outros.EDUARDO MAYCÁ é músico, intérprete, produtor e professor, com trajetória marcada pela dedicação à música nativista e à cultura das Missões. Começou nas entidades tradicionalistas de Santo Ângelo e se consolidou como artista solo, com participações em importantes festivais como Canto Missioneiro, Carijo, Coxilha e Canto Galponeiro. Atua também como produtor musical e docente nas áreas de técnica vocal, violão e teoria musical. É idealizador e produtor do Festival Legado da Canção e vice-presidente da Associação Instituto Cultural Legado, voltada à preservação da cultura regional. Seus álbuns, como Tributo a Cenair Maicá e Herança Serrana, refletem seu compromisso com a valorização da tradição gaúcha.FERNANDO GRACIOLA é violonista, arranjador, compositor e professor, formado em Violão pela UFSM em 2011. Iniciou seus estudos de forma autodidata em Encantado/RS, com foco na música popular e folclórica gaúcha, brasileira e sul-americana. Fez intercâmbio na Universidad Nacional del Litoral, na Argentina, aprofundando-se no violão aplicado ao folclore sul-americano. É idealizador do Quinteto Canjerana, com o qual lançou o álbum Promessa, e do Mafuá Trio Instrumental, que lançou o disco Arrebol em 2018.JAIME BRUM CARLOS é natural de Cachoeira do Sul e reside em Restinga Seca (RS). Médico veterinário formado pela UFSM, atua na Secretaria da Agricultura do RS. É também poeta, escritor, declamador e apresentador, com forte ligação ao meio rural e ao tradicionalismo gaúcho desde 1975. Lançou o livro A Seca da Restinga em 1983 e tem participação marcante em festivais nativistas, acumulando premiações e mais de 200 músicas gravadas. Destacam-se o LP Sonhos ao Vento (1989), o CD Românticos (1996) e o poema É Natal, Tchê, gravado por Vilson Paim. Também atua como jurado em eventos do MTG e é premiado em rodeios e concursos nacionais.LU SCHIAVO é cantora, fonoaudióloga e professora de canto, natural de Porto Alegre. Formada em Fonoaudiologia pela UFRGS, é especializada em voz cantada e voz clínica, atuando no cuidado e desenvolvimento de vozes profissionais. Iniciou na música aos 5 anos e estreou nos festivais nativistas profissionais aos 17. Acumula prêmios de Melhor Intérprete em eventos como Califórnia da Canção Nativa e Coxilha Nativista, além de participações em festivais como Moenda, Carijo e Acampamento da Canção. Também atua como jurada em festivais do gênero. (continua em "Sinopse da obra")

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.