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O projeto visa a realização de 5 apresentações de performances da manifestação artística ‘O QUE RESTOU DO BARRO SILENCIOU A MULHER’, a serem executadas por mulheres das 5 regiões do Brasil, e a realização de oficinas de performance e dramaturgia, direção teatral e captação de imagens.
APRESENTAÇÕES DE PERFORMANCES Em cada apresentação, durante as 4 horas de performances, as mulheres terão seus corpos encobertos de barro, muito barro, de maneira que só as narinas fiquem desobstruídas, ficarão embaixo de um recipiente pendurado no teto, de onde caem gotas de água, semelhante às técnicas de tortura utilizadas por torturadores quando querem obter alguma informação de algum contraventor. Serão realizados registros videográficos das performances executadas, visando recolher material que sirva como testemunho sobre a geografia da dor imputada aos corpos femininos em território brasileiro. As cenas serão acompanhadas por uma dramaturgia sonora criada por Lucienne Guedes para o projeto, que simula um ambiente de rádio no qual vozes e depoimentos das performers relatam relações de invisibilidade, sobrecarga, desigualdade e violência contra mulheres, que se fundem com matérias, artigos e árias de ópera (para essa etapa a dramaturga buscou obras nas quais as personagens femininas não morrem no final).
Objetivo Geral O projeto pretende: 1.Desconstruir o que há: Imaginar novos parâmetros, oferecer acessibilidade recusando estereótipos; Analisar criticamente obras que perpetuam estereótipos femininos; Desconstruir narrativas que aprisionam as mulheres em papéis predefinidos e de morte e eliminação. 2.Oferecer acessibilidade: Fazer registros videográficos das performances e disponibilizá-los ao público através do Youtube e redes sociais, democratizando o projeto não só para romper com as amarras históricas que aprisionaram as mulheres, mas também pavimentar o caminho para futuras gerações; 3.Documentar e amplificar vozes: Permitir que mulheres compartilhem suas próprias histórias e obras. Registrar as performances em videografia, que sirvam como testemunho da Geografia da Dor imposta aos seus corpos e subjetividade. Objetivo específico Produto principal: APRESENTAÇÃO DE PERFORMANCES Realizar 5 apresentações do projeto ‘O QUE RESTOU DO BARRO SILENCIOU AS MULHERES’, uma em cada das 5 regiões do Brasil, em localidades a definir, com duração de 4 horas cada, totalizando 20 horas, para um púbico estimado de 500 pessoas por apresentação. Cada apresentação contará com as performances de mulheres artistas ou não artistas, totalizando 26 mulheres ‘performers’ ao longo do projeto. Durante suas performances, as mulheres terão seus corpos encobertos de barro, muito barro, de maneira que só as narinas fiquem desobstruídas, ficarão embaixo de um recipiente pendurado no teto, de onde caem gotas de água, semelhante às técnicas de tortura utilizadas por torturadores quando querem obter alguma informação de algum contraventor. Produto: OFICINAS OFICINA DE PERFORMANCE E DRAMATURGIA Serão oferecidas 5 oficinas de performance e dramaturgia, 01 por região do Brasil, cada uma com duração de 05 dias, com 5 horas diárias, totalizando 125 horas de duração, para um público estimado de 75 pessoas. OFICINA DE DIREÇÃO TEATRAL Serão oferecidas 5 oficinas de direção teatral, 01 por região do Brasil, cada uma com duração de 5 dias, com 5 horas diárias, totalizando 125 horas de duração, para um público estimado de 100 pessoas OFICINA DE CAPTAÇÃO DE IMAGENS Serão oferecidas 5 oficinas de captação de imagens, 01 por região do Brasil, cada uma com duração de 5 dias, com 5 horas diárias, totalizando 125 horas de duração, para um público estimado de 100 pessoas.
A memória da opressão e da violência é um fardo que as mulheres carregam, um silêncio forçado que ecoa desde tempos imemoriais. Nossa voz, embora abafada, busca romper as barreiras, e nossa força, apesar das feridas, se mantém. A brutalidade e a violência, no entanto, deixam marcas indeléveis, ferindo não apenas nossos corpos, mas também nossas almas. Esse silenciamento também gerou o apagamento do feminino em vários âmbitos da existência; durante a Idade Média, o feudalismo era o modelo social e econômico vigente entre os séculos V ao XV, quando a atividade econômica e a estrutura social eram baseadas na propriedade de terras. Nesse período, também chamado de período das trevas, a Santa Inquisição silenciava os insurgentes descontentes, logo passando à "caça às bruxas", mulheres que geravam desconfiança por saberem preparar remédios, realizar curas e serem parteiras. Tais habilidades eram inconcebíveis para uma mulher. Então, depois de muito torturadas, elas acabavam confessando práticas que nunca executaram, como beber sangue humano ou sacrificar crianças recém-nascidas. Confissões que as levaram ao genocídio apoiado pela população horrorizada. Feminicídio? Na transição do feudalismo para o capitalismo, as mulheres foram submetidas a trabalhos domésticos não remunerados, o que fundamentou a produção capitalista e reprodução da força de trabalho, pois foram incumbidas de procriarem novas pessoas para a mão de obra e serem responsáveis por elas até a idade adulta. Esse fator de confinamento não remunerado criou um abismo ainda maior entre o poder masculino e feminino. O que restou do barro silenciou a mulher investiga, em solo brasileiro, a Geografia da Dor imposta aos corpos femininos na atualidade. A performance traz à tona a recusa aos silêncios, seja no âmbito público e regulamentado ou mesmo nos ambientes mais privados como os das relações familiares. Essa reação necessária ao silenciamento consolidado historicamente no Brasil consiste num programa de ação/performance coletiva, cuja estética vai discutir e expor os horizontes da luta e da condição sensível da mulher hoje. Durante as performances de 4 horas, as mulheres com seus corpos encobertos de barro, muito barro, de maneira que só as narinas fiquem desobstruídas, ficarão embaixo de um recipiente pendurado no teto, de onde caem gotas de água, semelhante às técnicas de tortura utilizadas por torturadores quando querem obter alguma informação de algum contraventor. No encontro com Maria Galindo, artista e performer boliviana, a diretora Eliana Monteiro investigou como objetos comuns, como uma cadeira, por exemplo, evidenciam relações de poder. Essa investigação a levou a refletir sobre como as narrativas que moldaram a sociedade brasileira desde sua fundação perpetuaram relações de violência, submissão e silenciamento das mulheres. A partir dessa perspectiva, Eliana propõe que a matéria utilizada para criar a humanidade foi também a que serviu, como resíduo, para sufocar a expressão, o prazer e a liberdade das mulheres, em um ato de denúncia poética Com quais futuros podemos sonhar? Como reagir ao silenciamento e a inviabilização feminina, apoiadas na tradição clássica, que invariavelmente interrompem novos futuros e caminhos? Como reescrevermos nossas histórias, nas quais as mulheres não estejam forçadas a somente reagir a toda a violência sofrida, mas afirmem seus desejos e potências de vida? O que restou do barro silenciou a mulher busca não apenas romper com as amarras históricas que aprisionaram as mulheres, mas também pavimentar o caminho para que as futuras gerações possam simplesmente serem o que quiserem, sem as limitações impostas pelo sistema machista e misógino ainda em pleno vigor em nossos tempos. A visibilidade, a narrativa própria e a reconstrução do imaginário social são os passos fundamentais para que nossas histórias sejam contadas e, finalmente, libertas das caixas que nos confinaram por tanto tempo. O projeto se justifica por estar em conformidade ao Pronac Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 2º O Pronac será implementado através dos seguintes mecanismos: III - Incentivo a projetos culturais. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Produto: APRESENTAÇÕES DE PERFORMANCES - 5 APRESENTAÇÕES - DURAÇÃO: 5 DIAS, COM 4 HORAS DIÁRIAS, TOTALIZANDO 20 HS DE DURAÇÃO Produto: OFICINAS - 5 OFICINAS DE PERFORMANCE E DRAMATURGIA - DURAÇÃO: CADA OFICINA COM DURAÇÃO DE 5 DIAS, COM 5 HORAS DIÁRIAS, TOTALIZANDO 125 HS DE DURAÇÃO - 5 OFICINAS DE DIREÇÃO TEATRAL - DURAÇÃO: CADA OFICINA COM DURAÇÃO DE 5 DIAS, COM 5 HORAS DIÁRIAS, TOTALIZANDO 125 HS DE DURAÇÃO - 5 OFICINAS DE CAPTAÇÃO DE IMAGENS - DURAÇÃO: CADA OFICINA COM DURAÇÃO DE 5 DIAS, COM 5 HORAS DIÁRIAS, TOTALIZANDO 125 HS DE DURAÇÃO Plano Pedagógico Os Plano Pedagógicos de todas as oficinas estão anexadoss a essa proposta (em 'INFORMAÇÕES ADICIONAIS')
Produto: APRESENTAÇÃO DE PERFORMANCESACESSIBILIDADE FISICA: rampas no espaço onde acontecerá as apresentações; o local selecionado já passará por esse critério ACESSIBILIDADE PARA PCDS VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Acompanhamento de monitores. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Interprete de libras Produto: OFICINASACESSIBILIDADE FISICA: rampas no espaço onde acontecerão as oficinas, o local selecionado já passará por esse critério ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Interprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS e PCDS VISUAIS: Acompanhamento de monitores.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO O projeto pretende: · Selecionar locais para realização das performances que estejam adaptados para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência; · Disponibilização ao vivo das performances pela Internet (Youtube) · Distribuição gratuita dos ingressos para as 5 apresentações das performances (uma em cada região do Brasil) na bilheteria do local de realização com horários de funcionamento adequados e equipe preparada para atender o público e via plataforma online; · Utilizar diversos canais de comunicação para divulgar a distribuição de ingressos, como redes sociais, websites, rádios e TVs locais. · Disponibilizar a distribuição dos registros videográficos realizados durante as performances do projeto nas redes sociais como Facebook e Instagram O projeto irá oferecer oficinas de performance e dramaturgia, direção teatral e captação de imagem, e disponibilizar imagens da execução do projeto no Facebook, Instagram e no Youtube, visando atender a: INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Eliana Monteiro – Curadoria e Direção Artística - Diretora; Encenadora e Orientadora artístico pedagógica de escolas e grupos de teatro. - Mestra em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP).- Possui graduação em Educação Artística pela Universidade São Judas Tadeu (1998). - Formada pela Escola de Teatro Célia Helena (1995)- Formada em direção pela Escola Livre, de Santo André (2000) Integra o grupo Teatro da Vertigem desde 1998, tendo sido responsável pela concepção da intervenção urbana: A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2008) onde compartilhou a direção com os grupos LOT - Lima/Peru e Zikzira - BH, em 2014 na 31ª Bienal de São Paulo compartilhou a direção com Antônio Araújo. Assina também a direção dos espetáculos Mauísmo (2010), Kastelo (2009), O Filho (2015), apresentado em duas temporadas no SESC Pompéia, Vila Itororó e circulação nacional em Manaus, Caruaru,Recife, Espírito Santo,Salvador e Porto Alegre (2016). Em 2017, dirigiu o espetáculo Enquanto Ela Dormia no Sesi Paulista e que teve circulação em 2019 em São Paulo nos seguintes espaços: Tendal da Lapa, Centro Cultural Cidade Tiradentes, Galeria Olido, Sede Teatro da Vertigem e Centro Cultural Santo Amaro. Em 2019 dirigiu o espetáculo infantil A Cidade de Dentro. Em 2019 dirigiu a residência artística Chroma Key no Sesc Paulista. Co-dirigiu o espetáculo Bom Retiro 958 metros (2012); participou como diretora de cena e assistente de direção dos espetáculos: O Paraíso Perdido, O Livro de Jó, Apocalipse 1,11 (2002) na comemoração de 10 anos do Teatro da Vertigem, BR-3 (2006), História de amor: Últimos capítulos (2007), Dire ce qu on ne pense pas dans des langues qu’on ne parle pas (2014) ; e nas óperas Dido e Enéas (2008) e Orfeo ed Euridice (2012). Foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2006, na categoria especial, pela direção de cena e logística de apoio à cena do espetáculo BR-3. Coordenou o núcleo de encenação do Programa Vocacional da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo em 2009, e coordenou o Projeto Espetáculo das Fábricas de Cultura do Estado de São Paulo (2013 - 2019). Foi formadora convidada do curso de Direção Teatral da SP Escola de Teatro. Em 2015 integrou a 26ª Comissão julgadora de Fomento ao Teatro da cidade de São Lucienne Guedes – Dramaturga Lucienne Guedes Fahrer é dramaturga, atriz, diretora, professora e pesquisadora. É graduada, mestre e doutora pela USP, atriz fundadora do Teatro da Vertigem, grupo com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), Agropeça (2023), entre outras colaborações. Lucienne também trabalhou como artista convidada em vários grupos na Cidade de São Paulo e outros Estados, como por exemplo o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (SP), o Teatro de Narradores (SP), a Cia. Balagan (SP), a Cia. Senhas (PR) e a Súbita Companhia (PR). Como diretora, recebeu indicação ao Prêmio Shell de Melhor Direção por Pequeno Sonho em Vermelho (2004) e por Cidade fim – cidade coro - cidade reverso, espetáculo que representou o Brasil na Feira de Frankfurt em 2013. É autora várias peças, entre elas Autoexame de corpo de delito (Premio Zé Renato 2023) e As mulheres perderam a guerra (2012, Prêmio ProAc de Dramaturgia ). Três de seus textos teatrais foram traduzidos ao inglês e montados na Universidade de Indiana (EUA), pelo diretor Eric “C” Heaps. Foi professora da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP/MG e do Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da UNICAMP. Desde 2022 passou a integrar o corpo docente do Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP. Joy Ballard- Diretora de Fotografia Trabalha com audiovisual desde 2014 e desenvolve materiais videográficos para variados segmentos. Bacharel em Administração desde 2005, durante sua trajetória profissional se envolveu na área de Marketing passando a trabalhar com vídeos. As habilidades em edição, filmagem e direção de filmes, foram adquiridas a partir dos diversos cursos que realizou ao longo desses 10 anos na área audiovisual, com o objetivo de aprimorar seus conhecimentos técnicos e criativos. Já esteve a frente de trabalhos, como Diretora de Fotografia e/ou Editora, para grandes organizações, como: ONU Mulheres, GIZ, Greenpeace, Conservation International, Unicef, Banco do Brasil, Mídia Ninja, PNUD, Conservation International, Embaixada da França, entre outros. A temática documental político-social é comum na maioria de seus trabalhos. Bruna Menezes - Dramaturgista É dramaturga e dramaturgista. Graduada em Letras pela UNIFESP. Formada em dramaturgia pela SP Escola de Teatro. Integrante da 11ª turma do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Premiada pelo concurso Escenas Del Confinamiento com o texto “Inundação”. Dramaturgista no espetáculo “Agropeça” do Teatro da Vertigem. Atualmente está como artista docente no curso técnico em dramaturgia da SP Escola de Teatro. Max Faher - Diretor Musical Tem 24 anos e é artista multimídia. Com graduação em Direito pelo Mackenzie, seu trabalho de conclusão de curso versou sobre direitos autorais artísticos e obteve nota máxima. Seu portfólio inclui inúmeros trabalhos como fotógrafo e criação de trilhas sonoras e de música eletrônica. É membro da CONAFARQ - Coletivo Nacional de Fotógrafos de Arquitetura. Rafaela Gimenez - Visagismo Artista multidisciplinar cujo trabalho transita pela confecção de figurinos, adereços, maquetes, cenografia, produção e direção de arte para audiovisual e fotoperformances. Entre outras experiências, foi responsável por: cenografia do espetáculo VerDe Perto, de Renata Pizzi (2024-2025); direção de arte para o trailer do audiolivro Ninguém Com Esse Nome (2024), da Amazon Audible; cenografia e adereços de A Vida das Bonecas Vivas (2020-2024), de Dan Nakagawa; cenografia e figurino do espetáculo CTRL-Z (2023), de Mauro Consenza; adereços de O Que Restou do Barro Silenciou a Mulher (2020), de Eliana Monteiro. Trabalhou como aderecista nas escolas de samba Lavapés (2022) e Águia de Ouro (2019). Mantém uma produção artística em fotoperformance, a qual foi reconhecida com o prêmio no 1° Salão de Artes Visuais Virgínia Artigas e com exibições na Anual de Artes do Museu de Arte Brasileira (MAB). Bacharel em Artes Visuais pela FAAP (2022) e formada em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro (2018). Atriz em formação na Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP). Integra o Núcleo de Circo e Teatro Físico da Escola Livre de Teatro (ELT). Leonardo Monteiro - Direção de Produção Graduado em Produção cultural, trabalhou como produtor do Teatro de Narradores e durante três anos foi produtor do Teatro da Vertigem. Desempenha diversos trabalhos na área, para festivais internacionais MITsp - Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, Virada Cultural SP e Virada Sustentável. Ainda em 2023 foi produtor para o Projeto Florestania que integrou a programação da PQ2023 - Prague Quadrennial of Performance Design and Space. Atualmente é produtor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro - Casa do Povo
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.