| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
Verás que um filho teu não foge à luta é um projeto compartilhado entre os grupos Clowns de Shakespeare (RN) e Magiluth (PE) que resulta na montagem do espetáculo "Cão", uma obra teatral que parte da investigação sobre o Brasil contemporâneo, suas contradições, afetos e resistências, com foco na questão da precarização do trabalho em suas diversas facetas. Após a montagem, serão realizadas temporadas de apresentação em cidades brasileiras. O projeto propõe, ainda, a realização da Palestra "É só cena, mas diz tanta coisa", como contrapartida social.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Cão | Duração 90 minutos aproximados | Classificação Etária 16 anos Sinopse: Um grupo de trabalhadores do ramo dos eventos – cerimonialista, técnicos de som e luz, cenotécnicos, produtores, seguranças, etc. –, após ter trabalhado ininterruptamente por 48 horas para deixar o teatro impecável para a posse do recém-eleito líder da jovem república de Lácio, recebem uma notícia que altera toda a programação e, agora, os colocará em uma situação limite de estresse e submissão aos interesses de poderosos cujas motivações não faz nenhum sentido para eles. Assim, através desta situação, os grupos Clowns de Shakespeare e Magiluth apresentam CÃO, uma obra que traz à tona a questão da precarização do trabalho e do lugar do trabalhador na contemporaneidade brasileira, latino-americana e de todo o mundo.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL É só cena, mas diz tanta coisa | Duração 60 minutos | Classificação Etária LivrePúblico Alvo: adolescentes e jovens dos 15 aos 35 anos, estudantes da rede pública de ensino e seus professores.Acesso GratuitoSinopse:Nessa palestra, os Clowns de Shakespeare convidam estudantes e professores para um mergulho nos bastidores da criação do espetáculo Cão e a sua experiência com o desenvolvimento do projeto Verás que um Filho Teu não Foge à luta. A partir de experiências vividas em diferentes cidades do Brasil, o grupo compartilha cenas, histórias e perguntas que surgem quando o teatro se aproxima da vida real. Mais do que contar como nasce uma peça, o encontro provoca: o que é que o teatro pode ensinar — sobre o outro, sobre o mundo, sobre a gente mesmo? Como a arte ajuda a ouvir, pensar, sentir e imaginar o que não cabe nos livros? Em uma conversa aberta e sensível, o palco vira sala de aula e a cena vira espelho.
Objetivo Geral - Realizar a montagem e estreia do espetáculo Cão, como parte integrante do projeto Verás que um filho teu não foge à luta, que propõe um gesto artístico e coletivo de investigação sobre o Brasil contemporâneo, suas contradições, afetos e resistências. O espetáculo nasce do encontro criativo entre os grupos Clowns de Shakespeare (RN) e Magiluth (PE) — dois reconhecidos coletivos de teatro nordestinos — em um processo colaborativo estruturado em residências artísticas e na realização de temporadas do espetáculo em cidades como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA), ampliando o alcance e o diálogo com diferentes públicos e contextos culturais. Objetivos Específicos- PRODUTO ESPETÁCULO ARTES CÊNICAS: realizar 68 apresentações do espetáculo Cão, com ingressos comercializados a preços populares praticados nos CCBBs. - PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 08 palestras É só cena, mas diz tanta coisa num total de cerca de 12 horas de formação, para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com acesso gratuito.
O projeto Verás que um filho teu não foge à luta tem como propósito promover o encontro artístico entre os grupos Clowns de Shakespeare (RN) e Magiluth (PE), reunindo duas importantes referências do teatro nordestino em uma criação compartilhada. A iniciativa busca fortalecer a troca entre artistas e linguagens, ampliando o diálogo entre territórios e perspetivas da cena contemporânea brasileira.A partir dessa colaboração, surge o espetáculo Cão, resultado direto do processo criativo desenvolvido entre os grupos. O título reflete a essência e a identidade que o trabalho assumiu ao longo da pesquisa, sintetizando sua força estética e temática. Assim, Verás que um filho teu não foge à luta designa o projeto mais amplo, que engloba a criação, as residências e as ações de difusão, enquanto Cão é o produto artístico final, fruto dessa parceria inédita.Com uma estrutura dramatúrgica que recorre a uma linguagem acessível, popular e profundamente conectada à vocação de ambos os grupos, o espetáculo Cão visa a construção de um teatro que dialoga diretamente com os públicos, nas ruas ou nos palcos institucionais, sempre buscando o encantamento, o pensamento e a mobilização. O projeto, como um todo, reafirma o compromisso dos grupos com a criação colaborativa, a descentralização da produção cultural e a valorização do teatro brasileiro como espaço de reflexão, experimentação e encontro com o público. Além disso, o projeto está plenamente alinhado aos objetivos estabelecidos pela Lei Rouanet (Lei 8313/91), no seu Art.1º e que visam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respetivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; tendo, ainda por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º: I - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Tais premissas tornam o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura fundamental para a realização de todas as ações artísticas e culturais propostas neste projeto, um dos selecionados pelo Edital CCBB 2023-2025.
1) PassagemInformo que o item passagem aérea faz referência aos atores, direção, produção e equipe técnica para as fases de execução do projeto e itinerância do espetáculo.2) Produção IndependenteDeclaro que o projeto cultural é uma produção independente pois o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare proponente do projeto, não detém a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. 3) Documentos Anexosa) Em, "Autorização do Proprietário ou Detentor de Direitos ou Cessão de Direitos Autorais" consta Anuência do Autor/Dramaturgo da Obrab) Projeto selecionado no Edital de Patrocínio CCBB 2023-2025. Deste modo, segue correspondência do Banco do Brasil e lista publicada dos selecionados.
não aplicável
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Medidas de acessibilidade no aspeto arquitetónico: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto, conforme a Lei no 13.146 de 2015 e Decreto no 9.404 de 2018, e sempre que tecnicamente possível. Será privilegiada a escolha de espaços que adotam medidas como o uso de corrimões, rampas e espaços físicos adaptados que facilitem o acesso de pessoas com deficiências física, sensorial ou cognitiva e/ou mobilidade reduzida, idosos e gestantes. Medidas de acessibilidade de conteúdo: a) para PcD visuais, audiodescrição; para PcD auditivos, intérprete de libras; para PcD intelectuais, monitores para acompanhamento/acolhimento além de abafadores de ruído;Comunicação e divulgação acessíveis: disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALMedidas de acessibilidade no aspeto arquitetónico: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto, conforme a Lei no 13.146 de 2015 e Decreto no 9.404 de 2018, e sempre que tecnicamente possível. Será privilegiada a escolha de espaços que adotam medidas como o uso de corrimões, rampas e espaços físicos adaptados que facilitem o acesso de pessoas com deficiências física, sensorial ou cognitiva e/ou mobilidade reduzida, idosos e gestantes. Medidas de acessibilidade de conteúdo: a) para PcD visuais, audiodescrição; para PcD auditivos, intérprete de libras; para PcD intelectuais, monitores para acompanhamento/acolhimento além de abafadores de ruído;Comunicação e divulgação acessíveis: disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; - 70% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Para comercialização serão considerados os valores populares de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).Como medida complementar prevista no Art. 47 da IN nº23 de 05 de fevereiro de 2025, será adotada pelo projeto o inciso a seguir transcrito: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL100% com distribuição gratuita para estudantes e professores de instiutições públicas de ensino.Como medida complementar prevista no Art. 47 da IN nº23 de 05 de fevereiro de 2025, será adotada pelo projeto o inciso a seguir transcrito: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare | Função: Realização sendo ainda o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Será remunerado, ainda, pela função de Grupo Teatral (Cachê), Coordenação Geral e Produção Executiva | Os Clowns de Shakespeare são um grupo fundado em 1993 em Natal (RN) e, desde então, desenvolvem um trabalho continuado com foco na pesquisa, formação e criação em busca de um teatro de expressão popular, nordestina, brasileira e latino-americana. Esta trajetória de um teatro que alia rigor com potência de comunicação com o público, seja em salas de espetáculo ou na rua, fez com que o grupo seja hoje indicado como um dos principais da cena teatral brasileira. Com seus trabalhos, o grupo já circulou por todas as 27 capitais e mais de uma centena de cidades interioranas pelo país, além de Equador, Colômbia, Peru, Chile, Uruguai, Portugal e Espanha, participando dos principais festivais do Brasil e grandes festivais estrangeiros, como o Santiago a Mil (Chile), FITEI (Portugal), FIT Cádiz (Espanha) e participou da programação da Capital Iberoamericana da Cultural Montevideo (Uruguai) e Ano do Brasil em Portugal. O grupo também trabalha com produção, treinamento e pesquisa e ministra cursos e oficinas, dentre as quais destaca-se o Laboratório da Cena Clowns de Shakespeare, que desde 2015 traz à Natal participantes de toda a América Latina para uma imersão de duas semanas no desenvolvimento de um curto processo de criação junto ao grupo. Durante a pandemia, o grupo estreou três trabalhos de modo online. CLA_DESTINO, L.A.A.A.T.I.N.A. Legião de Aventureiras, Aventureires e Aventureiros Tenazes e Incansáveis pelas Narrativas ao Avesso e Acatacara: uma peça ao avesso. Suas últimas produções foram As teias abertas da América Latina (2021), uma coprodução entre o grupo e o colombiano Teatro del Embuste, realizada de forma híbrida (online e presencial): FRONTEIRA | FRACAS[S]0 (2022), coprodução com o grupo boliviano Teatro de Los Andes: e Ubu: o que é bom tem que continuar! (2022), em parceira com os grupos potiguares Facetas e Asavessa.Grupo Magiluth | Função: Realização | Fundado em 2004 na UFPE, o Grupo Magiluth desenvolve um trabalho continuado de pesquisa e experimentação, tendo sido apontado pela crítica e pela imprensa como um dos mais relevantes grupos teatrais do país. Com sede no coração da capital pernambucana, realiza colaborativamente diversas ações nos eixos de pesquisa, criação e formação artística, em constante diálogo com o território em que está inserido. Possui em seu histórico treze espetáculos, fundamentados em princípios da criação teatral independente, de realização contínua e com intenso aprofundamento na busca pela qualidade estética. São eles: “Corra” (2007), “Ato” (2009), “1 Torto” (2010), “O Canto de Gregório” (2011), “Aquilo que o meu olhar guardou para você” (2012), “Viúva, porém Honesta” (2012), “Luiz Lua Gonzaga” (2012), “O ano em que sonhamos perigosamente” (2015), “Dinamarca” (2017), “Apenas o Fim do mundo” (2019), “Estudo N1: Morte e Vida” (2022), “Estudo N2: Miró” (2023) e “Édipo REC” (2024). Em 2020 e 2021, desenvolveu três experimentos sensoriais em confinamento, concebidos especificamente para o momento de suspensão social vivido na pandemia do Covid-19, “Tudo que coube numa VHS” (Prêmio APTR de Teatro 2021 - Melhor espetáculo inédito ao vivo ), “Todas as histórias possíveis” e “Virá”. Em 2012 o Grupo Magiluth foi escolhido pela Folha de São Paulo como segunda melhor estreia do teatro nacional e, em 2019, foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro (Melhor Cenário - Guilherme Luigi e Luiz Fernando Marques) e ao Prêmio APCA (Melhor Ator, Mário Sérgio Cabral), em 2024 foi indicado ao APCA (Melhor Ator, Giordano Castro).Fernando Yamamoto | Função Direção e Dramaturgia | É um dos fundadores dos Clowns, onde atua como diretor, professor, pesquisador, gestor, tradutor e dramaturgo. Sua pesquisa transita pelo teatro popular, a comicidade, a rua e o teatro latino-americano. Ganhou diversos prêmios ao longo da carreira, dentre os quais se destacam APCA e FEMSA/Coca-Cola. Luiz Fernando Marques | Função Direção | Lubi é integrante do grupo XIX de teatro e do Teatro Kunyn estabeleceu diversas parcerias com artistas como o Magiluth e Renata Carvalho com peças presentes nesse Festival e desde 2008 é orientador do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André. Em mais de 20 anos de atividade já dirigiu e criou 38 peças que percorreram mais 140 cidades no Brasil e 41 cidades no Exterior. Seus trabalhos já receberam ou foram mencionados nos principais prêmios de teatro do país.Giordano Castro| Função: Dramaturgia e Ator | Nasceu em Recife, Pernambuco, em 7 de abril de 1986. Licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizou também intercâmbio internacional em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra (Portugal). É membro e um dos fundadores do Grupo Teatral Magiluth. Como ator, participa de quase todos os trabalhos do grupo e é responsável por cinco dramaturgias montadas pelo Magiluth: “Um Torto”, “Aquilo que meu Olhar Guardou para Você”, “Luiz Lua Gonzaga” e “O ano em que sonhamos perigosamente” (em parceria com Pedro Wagner), “Dinamarca” e “Édipo REC”. Ainda no Teatro, firmou parcerias com outros grupos quando escreveu e dirigiu o trabalho “Alegria de Náufragos” do Grupo Ser Tão Teatro (PB) em parceria com César Ferrario e atuou no trabalho “Naquela dia eu vi você sumir” com a Areas Coletivo (RJ). Para o público infanto-juvenil escreveu em parceria com Amanda Virgínia Torres o texto “Vento Forte Para Água de Sabão” que posteriormente foi montado pela Cia. Fiandeiros (PE) e premiado como melhor texto infantil no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. No audiovisual, esteve em “Tatuagem” de Hilton Lacerda, “Tungstênio” de Heitor Dahlia, na série para o canal Brasil "Chão de Estrelas" também com direção de Hilton Lacerda. Em 2020, escreveu e dirigiu os projetos “Tudo o que coube numa VHS”, “Todas as histórias possíveis” e “Virá” , trabalhos criados pelo grupo Magiluth para o formato on-line, chamados de Experiências Sensoriais, tendo o espetáculo “Tudo o que coube numa VHS” ganho o Prêmio APTR de Teatro de 2021 na categoria "Melhor Espetáculo Inédito ao Vivo" pelo espetáculo "Tudo que coube numa VHS".Diogo Spinelli | Função: Ator | Integrante do Clowns, no qual atua e dirige, e é cofundador e crítico do Farofa Crítica, site dedicado à crítica de espetáculos. É Mestre em Artes pelo IA/UNESP, e Bacharel em Artes Cênicas - ECA/USPPaula Queiroz | Função: Atriz | Atriz, diretora de teatro e arte-educadora, e há 14 anos integra o Grupo Clowns. É graduada em Artes Cênicas pelo IFCE e tem especialização em Arte Educação pela Fa7 (CE).Caju Dantas| Função: Ator | Licenciado em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ator, brincante de boi de reis, professor e pesquisador no campo das artes cênicas. Integrante do Grupo Asavessa de Teatro (Natal-RN), nas funções de ator e produtor, em que participa do espetáculo “Julieta Mais Romeu”, obra que já apresentou em importantes festivais nacionais e regionais de arte e cultura: Mostra SESC Cariri de Culturas (CE), FETEAG - Festival de Teatro do Agreste (PE), II Tramas - Encontro latino-americano de Teatro Popular (RN) e Burburinho Festival de Artes (RN). Atualmente, é membro do espetáculo “UBU - o que é bom tem que continuar”uma parceria entre os grupos potiguares Asavessa, Clowns de Shakespeare e Facetas, Mutretas e Outras Histórias. Tem experiência na área de Teatro, com ênfase em Teatro de Rua, Processos de Criação, Produção e Teatro de Grupo.José Medeiros| Função: Stand in Ator | Formado em Licenciatura em Teatro pela UFRN. Integrante do Grupo Asavessa onde participou dos trabalhos “Julieta Mais Romeu”, “Este É Um Espetáculo Autobiográfico…”, “Hoje Mais Cedo Vi Um Gato Comer A Língua De Um Porco” e “Leitura Dramática Sonho De Uma Noite De Verão”. Também participou de intervenções artísticas em parceria com o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare como o “.de_en.con.tro/ce.rn” e o “As Teias Abertas Da América Latina”.Olivia León | Função: Atriz | Natural de Buenos Aires, Argentina, Olivia León é atriz, artista cênica, técnica de som e produtora cultural. Graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Nacional das Artes de Buenos Aires em 2015. Em 2014 participou do laboratório escénico do teatro da companhia “La Peste” en Valpraiso, Chile. No Brasil participuo em 2022 do Lab dos Clowns de Shakespeare em Natal, em 2023 estudou no centro cultural Girarte de Pipa (tibau do sul) teatro, capoeira e danças nordestinas. Olívia participou como atriz em Argentina nas peças teatrais “Sombra” (2009), “La escualida familia” (2011), “Cinco estaciones” (2012), “Sauce” (2012), “Circario” (2014). Em Brasil atuou em “Contos da galáxia” (2021) e “Grão de Areia” (2023).Renata Kaiser | Função: Coordenação Geral e Produção Executiva | É atriz e produtora cultural há 29 anos. Uma das fundadoras do grupo de teatro Clowns de Shakespeare(RN), tem a sua formação artística construída através das ações e projetos desenvolvidos no grupo. Participando de diversos processos criativos do grupo e atuando em diversos espetáculos.Talita Yohana | Função: Direção de Produção | Atua desde 2016 como produtora cultural onde realiza os serviços de produção executiva, produção de logística, assessoria administrativa e outros serviços ligados à produção geral, de vários artistas e grupos do RN.Maria Esther | Função: Figurinista| Graduada em design de moda pelo SENAC / PE, Pós graduanda em Produção de Moda e Styling também pelo SENAC / PE. Trabalha com Audiovisual desde 2010, Atuou como estilista da marca Imã, foi realizada para desfiles no RecBeat e Feneart (2008). Trabalha atualmente como figurinista, produtora e assistente de figurino. Vencedora do prêmio de melhor figurino no festival Curta Taquary pelos filmes Gerônimo e Últimos Românticos do Mundo, assinou filmes como Brasil S / A, O Organismo, Noites Alienígenas, A menina Banda, Rosário, Nova Iorque, entre outros. Também atua como Styling em produções de moda para artistas, bandas e marcas como Hering, Duda Beat, Academia da Berlinda, Gabi da Pele Preta e Tagore.Rogério Ferraz | Função: Cenógrafo | Diretor, Ator, Cenógrafo e Iluminador. Formou-se na Escola Municipal de Teatro de Londrina em 1998. Em 2009, funda o Grupo Estação de Teatro. Foi integrante do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (2004-2008). Recebeu prêmios importantes, tanto na área de atuação, quanto nas áreas de cenografia e iluminação, com destaque para Melhor ator infantil pela APCA 2007 – Associação Paulista dos Críticos de Arte e Melhor Ator pelo Prêmio FEMSA Coca-cola 2007. Em 2020, dirigiu e atuou no cinema/teatro "No coração da lua" e atuou nos curtas-metragens "Nocaute", dir. Joãou Marcelino, o premiado "Vai Melhorar", dir. Pedro Fuiza, entre outros. Em 2021, atuou no curta "Dionísia, Poema Além espetáculo da Casa de Zoé. Direção, cenário e iluminação do atual espetáculo infantil “no coração da Lua”. Dirigiu o curta "MADALENA", as webséries infantil "A Feliz Cidade de Bisteca e Bochechinha" e "O Fantástico Mundo dos Contos" e o videoclipe "SOLTA" da cantora Clara Menezes. Assinou a cenografia do espetáculo “Sinapse Darwin”Ernani Maletta | Função: Preparação Musical | Professor Associado do Curso de Graduação em Teatro e do Mestrado e Doutorado em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2005), apresentando em sua tese o conceito de atuação polifônica para a formação do artista cênico. Em 2010/2011, desenvolveu pesquisa de Pós-Doutorado na Itália, ao lado da renomada artista e pesquisadora italiana Francesca Della Monica, com quem estabeleceu uma parceria profissional. Vem, desde então, atuando ativamente nesse país, tanto na criação quanto na formação artística. Autor de uma peculiar metodologia para o aprendizado de conceitos musicais próprios das Artes da Cena, bem como para a prática do canto e da execução instrumental, voltada para atores e bailarinos. Como diretor cênico/musical, ator e cantor, é reconhecido pela participação em diversos espetáculos de Teatro em âmbito nacional e internacional, entre os quais se destacam trabalhos realizados com os Grupos Galpão/MG e Clowns de Shakespeare/RN, e com os diretores Gabriel Villela/SP e Federico Tiezzi/Itália. Nos últimos anos, cabe evidenciar sua atuação na direção musical do espetáculo teatral O Grande Circo Místico, por indicação de Edu Lobo, e na dramaturgia musical, ao lado de Della Monica, das tragédias Ifigênia em Áulis, de Eurípides, e Electra, de Sófocles, produzidas pelo Istituto Nazionale del Dramma Antico no Teatro Greco di Siracusa/Italia, tornando-se o primeiro artista brasileiro a participar em produções desse instituto, nesse espaço que é o maior exemplo da arquitetura teatral do ocidente. Atua principalmente nas seguintes áreas: direção musical, direção cênica, atuação polifônica, formação do ator e preparação vocal-musical.Ronaldo Costa | Função Projeto de Iluminação | Iluminador Cênico. Em 2010 tornou-se mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desenvolvendo a dissertação intitulada: A Oficina de Iluminação e a Construção do Espetáculo - Anotações para uma Proposta Pedagógica. em 2004 tornou-se especialista em Ensino de Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte desenvolvendo a monografia intitulada: Diálogos com a Iluminação - Uma Proposta de Ensino. Entre 2012 e 2014 exerceu a função de Professor Substituto do Departamento Da Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte ministrando as seguintes disciplinas: Iluminação Cênica, Arquitetura e Tecnologia Teatral, Análise das Formas Espetaculares, Estudos Culturais do Teatro, Encenação III. Entre 2008 e 2011 foi professor da Escola Municipal de Teatro Carlos Nereu de Souza em Natal/RN ministrando a disciplina: A Luz e a Cena Teatral. Sua atividade profissional principal é como Iluminador Cênico construindo desenhos de luzes para espetáculos de Teatro, Circo, Opera, Dança, Performance, Música e Audiovisual. Trabalhou com nomes importantes do cenário artístico nacional como: Gabriel Vilela (Teatro), Fernando Yamamoto (Teatro), Ernani Maletta (Teatro e Música), Babaya Morais (Teatro e Música), Marco França (Teatro e Música), Mário Nascimento (Dança), Clebio Oliveira (Dança), Tindaro Sivano (Dança), Márcio Aurélio (Teatro), dentre outros. Atualmente tb exerce a função de gestor pelo Governo do Estado do Rio Grande do norte (2019-2022) exercendo as funções de Coordenador dos Teatros da Fundação José Augusto e Diretor do Teatro Alberto MaranhãoErivaldo Oliveira | Função: Ator | Ator, estudou Teatro na UFPE. Membro do Grupo Magiluth desde 2010 e atuou nos trabalhos: “O Canto de Gregório”, “Aquilo que o meu olhar guardou para você”, “Viúva, porém honesta”, “Luiz Lua Gonzaga”, “O ano em que sonhamos perigosamente”, “Dinamarca” e "Apenas o fim do mundo" e "Estudo N°1 Morte e Vida". Além das peças do grupo atua também nos três Experimentos sensoriais em confinamento "Tudo que coube numa vhs", "Todas as histórias possíveis". e "Virá". No audiovisual atuou no longa “Tatuagem” de Hilton Lacerda, na supersérie “Onde nascem os fortes (Rede Globo, 2018) e na série Chão de Estrelas - Hilton Lacerda - como Preparador de elenco e ator. Também no audiovisual, preparou o elenco do filme Abodô (Direção Bruna Leite e Cecília da Fonte).Lucas Torres | Função: Ator |Ator e Arte-educador formado pela UFPE e pós-graduado pela Universidade Católica em Arte educação. Membro e um dos fundadores do Grupo Magiluth, tento atuando nas peças: “Corra”, “Ato”, “O canto de Gregório”, “Aquilo que o meu olhar guardou para você”, ” Viúva, porém honesta”, “Luiz Lua Gonzaga”, “O ano em que sonhamos perigosamente", "Dinamarca", e "Apenas o fim do mundo". Atua também nos Experimentos sensoriais em confinamento "Tudo que coube numa VHS", "Todas as histórias possíveis" e "Virá". No grupo Magiluth, além do seu trabalho como ator é também ele quem responde pelas questões de Adereços e Cenotécnica. Em paralelo ao grupo mantém uma pesquisa em teatro de formas animadas tendo participado de vivências e oficinas com: Títeres e Actores do (México); Cia Mevitevendo (RS); Mão Molenga (PE) entre outros. No audivisual atuou em "Luneta do Tempo (Dir. Alceu Valença)", na Supersérie "Onde nascem os fortes (Rede Globo )", Chão de estrelas como preparador de elenco e ator (Dir. Hilton Lacerda) e "Um fim de semana no paraíso selvagem (Dir. Pedro Severien). "Mário Sergio Cabral | Função: Ator | É ator, nascido em Recife, no dia 10 de fevereiro de 1989. Cursou a licenciatura em Artes cênicas da UFPE e no ano de 2012 é convidado para fazer parte do elenco do espetáculo, "Viúva, porém honesta" do Grupo Magiluth. Em sequência, se torna membro do grupo e integra o elenco de todas as montagens seguintes: "Luiz Lua Gonzaga", "Aquilo que o meu olhar Guardou para você", "O Ano Em Que Sonhamos Perigosamente", "Dinamarca" e "Apenas o fim do mundo". Além dos espetáculos do grupo, atua também nos experimentos sensoriais em confinamento "Tudo que coube numa VHS", "Todas as histórias possíveis" e "Virá". No audiovisual atuou em “Animal Político” com direção de Tião, “Organismo” de Jeorge Pereira e na supersérie “Onde nascem os fortes” (2018, Rede Globo) e na série "Chão de Estrelas" de Hilton Lacerda.Ésio Magalhães | Função: Preparador Corporal | É palhaço desde 1995. É ator, diretor e pesquisador teatral. Sócio fundador do BARRACÃO TEATRO, já apresentou seus espetáculos na Itália, Espanha, Argentina, México, Colômbia, Peru e Saara Ocidental. Atuou com o palhaço italiano Leris Colombaioni e foi integrante dos Doutores da Alegria. No campo da construção cênica, orienta grupos teatrais e ministra cursos de formação nas linguagens de máscara, palhaço e teatro de rua. Como reconhecimento de sua trajetória, foi indicado aos Prêmios Shell e APCA (2008 e 2013), melhor ator e foi contemplado com o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, como ator coadjuvante no espetáculo Dragão de Fogo, em 2017. Em 2021, integrou a programação do Circus - Festival Internacional de Circo do SESC e participou de duas edições do SESC Circo em 2018 e 2022.Ana Paula Medeiros | Função: Consultoria e desenho de projeto para Lei | Jornalista e produtora cultural, pós-graduada em Práticas Culturais para Municípios pela FCSH, de Lisboa. Com uma experiência de 25 anos, atua realizando consultoria e a produção de projetos culturais, autores/artistas, produtoras e empresas do setor criativo. Lidera com entusiasmo a empresa Alma do Minho.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.