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PRONAC 252806Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Manga Verde de Artes Cênicas

23.797.735 RENAN SANTOS DO ROSARIO
Solicitado
R$ 823,7 mil
Aprovado
R$ 823,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Ananindeua
Início
2026-05-01
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Este projeto tem como objetivo realizar a primeira edição do Festival Manga Verde de Artes Cênicas a ocorrer em espaços culturais alternativos da cidade de Belém, contando com 5 dias de programação voltada ao desenvolvimento de processos de criação em artes cênicas na Amazônia, entre elas: rodas de conversas sobre processos de criação, oficinas e sessões de espetáculos cênicos de coletivos artísticos independentes, do Pará.

Sinopse

Evento de Abertura: Apresentação do festival ao público, assim como dos coletivos artistas protagonistas. Roda de conversa: Mesa redonda contendo um representante de cada coletivo artístico, onde falarão sobre seus processos de criação dos espetáculos para o festival. Oficinas: Cada um dos cinco coletivos, conduzirá uma oficina de dois dias (carga horária de 8h), com vivências e imersões criativas, relacionadas aos seus processos de criação dos espetáculos. As oficinas ocorrerão em diferentes espaços culturais alternativos, do município de Belém. Espetáculos: Os espetáculos apresentados no festival, serão resultados de três meses de processo de criação de cinco coletivos artísticos de diferentes áreas das artes cênicas (dança, teatro, performance e circo) e terão auxílio de mentores, especialistas nas referidas áreas, para acompanharem seus processos. As apresentações ocorrerão em diferentes espaços culturais alternativos, do município de Belém.

Objetivos

Objeitvo Geral: Produzir o Festival Manga Verde de Artes cênicas a ocorrer em espaços culturais alternativos da cidade de Belém, contando com 5 dias de programações voltadas ao desenvolvimento de processos de criação em artes cênicas na Amazônia, entre elas: rodas de conversas sobre processos de criação, oficinas e sessões de espetáculos cênicos de coletivos independentes do Pará, que receberão financiamento do festival para desenvolverem os processos de criação dos espetáculos a serem apresentados. Objetivos específicos: - Financiar o processo de criação de 5 espetáculos de diferentes áreas das artes cênicas, desenvolvidos por coletivos independentes de alguns municípios do Pará, a ocorrerem no período de 3 meses; - Acompanhar o processo de criação destes espetáculos, oferecendo mentorias prestadas por profissionais da área artística específica de cada coletivo; - Realizar a primeira edição do Festival Manga verdade de artes cênicas, contando com 5 dias de programação a ocorrerem em espaços culturais alternativos do município de Belém; - Desenvolver no festival, oficinas com vivências e imersões criativas abertas ao público, conduzidas por cada um dos 5 coletivos, relacionadas ao desenvolvimento dos seus processos de criação; - Realizar a abertura do evento para apresentação da programação, assim como dos 5 coletivos protagonistas; - Realizar no festival, rodas de conversa abertas ao público, entre os 5 coletivos e suas mentorias, sobre o desenvolvimento de processos de criação em Artes Cênicas na Amazônia; - Apresentar ao público, no festival, sessões dos 5 espetáculos desenvolvidos pelos coletivos, com o financiamento do mesmo (15 sessões ao total).

Justificativa

A exigência capitalista de produtividade e resultados rápidos o tempo todo, afeta especialmente profissionais que trabalham com sensibilidade criativa. Artistas são cada vez mais pressionadas a desenvolver produtos mercadológicos que muitas vezes nem lhes fazem sentido, e na mesma velocidade, precisam descartá-los para dar lugar a outros. Esta realidade vai minando a energia criativa de frustrações e desestimulando o aproveitamento, expansão e desdobramento de processos criativos. Desta forma, o Festival Manga Verde de Artes Cênicas surge como um agente de valorização de processos de criação cênica na Amazônia, a fim de salientar que, tal qual nossas mangueiras que necessitam de boas condições ambientais e respeito às suas etapas, para transformar suas mangas verdes em frutas maduras, artistas necessitam de favoráveis condições sócio-econômicas para transformar ideias e pulsões criativas em obras. As imersões criativas e rodas de conversa, serão espaços de partilhas sobre formas de criação, além de trazerem perspectivas sobre possíveis desdobramentos e reverberações de obras artísticas, que muito são desconhecidas no Pará, pelo distanciamento geográfico com estas oportunidades de difusão. O financiamento de processos de criação de espetáculos, possibilitará a coletivos independentes, que vivem constantemente suas guerrilhas com precários incentivos financeiros, trabalharem em condições dignas e ainda, desenvolverem um produto que poderá ser aprimorado e aproveitado posteriormente. Ao colocar como protagonistas do festival coletivos de diferentes municípios do estado do Pará, propõe-se uma descentralização geográfica e de pensamento, pois dialogar sobre processos de criação em diferentes realidades, possibilitará às fazedoras de cultura, pensarem encontros e pontes entre as muitas amazônias que nos constituem, fortalecendo assim, nossas estratégias de expansão e valorização artística local. A realização das atividades em espaços alternativos de Belém, tem o intuito de fomentar economicamente e estimular a ocupação destes espaços, geridos de forma independente por agentes culturais locais, que muitas vezes são esquecidos, em detrimentos dos teatros tradicionais da cidade, mesmo o acesso a estes sendo mais restrito. A equipe de produção do festival será composta majoritariamente por artistas e produtoras independentes, pertencentes a grupos sociais minoritários, como mulheres, pessoas negras e LGBTQIAPN+. Compreende-se assim, que, ao ter como foco principal, a valorização de processos de criação em artes cênicas na Amazônia, o projeto enquadra-se, especialmente, nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Além disso, visa alcançar os seguintes objetivos do Artigo 3 da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Portanto, na ocasião de receber fomentos oriundos da Lei de Incentivo à Cultura, o Festival Manga Verde de Artes Cênicas tem a pretensão de revolucionar o cenário de festivais no estado do Pará, apresentando-se como um espaço de empregabilidade cultural, de reflexões políticas sobre valorização profissional das artes, facilitador de processos de criação de coletivos independentes e difusor de arte e cultura para o público em geral. Manga Verde vem plantar sementes de novas estratégias e concepções de nossas produções, para gerar frutos de expansão e difusão das artes cênicas da Amazônia.

Especificação técnica

Evento de Abertura e roda de conversa: Para tais atividades, será necessário locação de auditório para as explanações e roda de conversa, que comporte até 50 pessoas. Equipamentos necessários: caixa de som, microfone, projetor. Oficinas: Para tais atividades será necessário: sala ampla que possibilite a realização de atividades de corpo/dança e comporte até 25 pessoas. Equipamentos necessários: caixa de som. Espetáculos: Para tais atividades será necessário: espaços culturais alternativos que comportem espetáculos de 1 a 5 pessoas. Equipamentos necessários: equipamentos de som e iluminação para os espetáculos.

Acessibilidade

Será contratada uma assessoria de acessibilidade, que pensará junto à produção do festival, as melhores estratégias de acessibilidades cabíveis à proposta do mesmo, além de prestar uma capacitação sobre acessibilidade, à equipe principal do projeto. A divulgação do festival em redes sociais se dará por meio de linguagem simples e acessível ao público geral, apresentando legendas em vídeos quando necessário e será aplicado o recurso de fotodescrição nas publicações. A abertura do evento, roda de conversa e oficinas, contarão com intérpretes de libras e audiodescritores, assim como uma das sessões de cada espetáculo, que também disponibilizará abafadores de ouvido para pessoas autistas. Serão pensadas, junto à assessoria de acessibilidade, maneiras de proporcionar o máximo de acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização do festival, inclusive, a contratação de profissionais para auxiliar na locomoção de pessoas com mobilidade reduzida durante as atividades. As informações sobre os recursos de acessibilidade disponibilizados durante o festival, serão veiculadas durante a divulgação, a fim de atrair o público alvo

Democratização do acesso

Todas as atividades do festival serão oferecidas de maneira gratuita ao público geral, contando com: 1 evento de abertura, 1 roda de conversa, 5 oficinas com carga horária de 8h cada e 15 sessões de espetáculos cênicos. Os espaços alternativos onde ocorrerão as atividades são bem localizadas, o que garante melhor acesso à todos os públcos. Será disponibilizado, durante as oficinas, um espaço infantil, com cuidadoras, para que mães tenham maiores possibilidades de participarem.

Ficha técnica

Renan Rosário - direção geral (coordenação global do projeto) Multiartista da Amazônia paraense, dedicado à investigação do movimento, do improviso e de práticas artísticas do corpo numa perspectiva da negritude, da ancestralidade e das poéticas autorais que valorizam a cultura amazônica. Suas obras aglutinam as linguagens da dança, do teatro, da performance, da fotografia, da iluminação e da poesia, num sincretismo poético que demonstra as potencialidades de um corpo incontido. Licenciado em Dança pela Universidade Federal do Pará (2009-2012). Pós-Graduado em Arte e Educação pela Escola de Teatro e Dança da UFPA. Fundador do Coletivo Croa, onde atua como, arte educador e produtor cultural. Brigitte Liberté (Alice Amarante) - direção geral (coordenação executiva do projeto) Arte-educadora, artista-pesquisadora, produtora cultural, feminista. Licenciada em Dança pela UFPA, Mestra em Dança pela UFBA. Drag queen, produtora no coletivo NoiteSuja, idealizadora do festival artístico feminista Manas (En)Cena. Já produziu circulações a nível nacional, como o espetáculo de dança Corpos D’água, do coletive Um de Nós (2024), e internacional, participando da comitiva brasileira da FUNARTE, no Mercado Cultural do Festival de Artes Vivas, em Bogotá, na Colômbia (2024). Atua também como mentora de construção de projetos culturais. Rosangela Colares - direção artística Rosangela Colares é artista docente, neuro divergente ( TEA, PAS E AHSD), mulher indígena em retomada ancestral Arapiun, mãe periférica, artista pesquisadora de dança na/da Amazônia, licenciada em dança, mestra e doutora em artes pela UFPA. Fundadora do Coletive Umdenós, integrante do Tekó Coletivo de Ativismo Indígena , do Grupo Consciência Indígena e atua no Núcleo de Arte, Cultura e Educação da SEMEC Belém, atualmente desenvolve um processo de criação que discorre sobre a experiência de um corpo autista dançante junto ao projeto Entre Arte e Acesso da Fundação Itaú Cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.