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PRONAC 252808Autorizada a captação total dos recursosMecenato

X Bienal Internacional de Dança do Ceará De Par em Par

INDUSTRIA DA DANCA DO CEARA LTDA
Solicitado
R$ 1,17 mi
Aprovado
R$ 1,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (10)
Baturité CearáCrato CearáFortaleza CearáGuaramiranga CearáItapipoca CearáJuazeiro do Norte CearáMaracanaú CearáPacajus CearáPacatuba CearáParacuru

Resumo

A X Bienal Internacional de Dança do Ceará _ De Par em Par celebra o encontro entre corpos, territórios e linguagens, promovendo apresentações, formações e criações colaborativas em dança contemporânea no Ceará, com programação inteiramente gratuita, conectando artistas locais e internacionais com foco em diversidade, inovação e inclusão.

Sinopse

A Bienal Internacional de Dança do Ceará é um dos 4 festivais internacionais de dança mais importantes no Brasil. Suas ações estão pautadas na democratização do acesso à cultura, na formação artística em dança, no intercâmbio artístico e cultural e na promoção da dança cearense, reunindo companhias, pesquisadores, pensadores e outros profissionais da dança do Brasil e do mundo. Realizada desde 1997, a proposta da Bienal é trazer novos ares para a cena cearense, oferecendo uma programação baseada nos potenciais e nas fragilidades do contexto local, bem como democratizando o acesso à dança de qualidade a grandes públicos da capital e interior cearense. Durante esses anos passaram por palcos cearenses mais de 400 companhias dos quatro continentes e atingiu, por edição, cerca trinta mil pessoas. Diversos paradigmas foram quebrados, novas plateias foram criadas e novos profissionais foram formados. Baseada nos conceitos de multiculturalismo, neocolonialismo e etnocentrismo cultural e nas dimensões educativa, social e econômica da dança, o evento preocupa-se em ofertar produtos e serviços fora das lógicas ditadas pelo mundo globalizado, contemplando, assim, propostas artísticas mais experimentais, sem pensar no retorno mercadológico imediato e com foco na democratização do acesso à dança. Durante a Bienal, são realizadas as seguintes atividades: - 40 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional. - 6 palestras/mesas, formando um Seminário que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado. - 2 Residências artísticas. Atividade de formação de longa duração, para professores de dança e bailarinos. - 7 Cursos de aperfeiçoamento/oficinas em dança, para profressores de dança, bailarinos e técnicos. - 2 Percussos de Criação, residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo) - 4 apresentações de dança para alunos em projetos sociais e escolas públicas. Os convidados do projeto ainda não estão definidos, devido a antecedência do evento. Eles serão selecionados através da escolha da curadoria.

Objetivos

GERALRealizar a X Bienal Internacional de Dança do Ceará De Par em Par, com objetivo de promover a difusão, criação, formação e intercâmbio em dança contemporânea, democratizando o acesso à arte e à cultura por meio de uma programação diversa, inclusiva e descentralizada, que valoriza a inovação, a diversidade de corpos, linguagens e territórios, fortalecendo o desenvolvimento artístico, social e cultural no Ceará e no Brasil. ESPECÍFICOS - Realizar 40 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional, democratizando o acesso ao conhecimento e à arte, gerando grandes possibilidades de fruição, reflexão, criação e produção artística, sendo 4 deles destinados para alunos em projetos sociais, destacando a transversalidade da dança.- Realizar 6 palestras, formando um seminário sobre dança que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado;- Realizar 2 Residências artísticas, gerando um espaço coletivo de expressões de caráter estético, cultural, pedagógico e econômico, gerando novas perspectivas artísticas;- Realizar 6 Workshops/Cursos (oficinas, aulas abertas e atelier de formação para técnicos) de aperfeiçoamento em dança, instigando reflexões e criações em torno de questões pertinentes aos modos de organização e às formas de habitar com foco na arte contemporânea;- Realizar 2 Percursos de Criação (residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo), fomentando a produção da arte contemporânea cearense, em particular a dança e no contexto da arte contemporânea;- Realizar um programa de estágio prático, voltado para jovens das periferias de Fortaleza, com interesse em produção cultural. Os estagiários participarão da pré-produção e execução do evento, recebendo formação e inserção no mercado cultural.- Realizar o "Dança em Palavras", retomando uma ação já realizada em edições anteriores, essa atividade promoverá encontros entre artistas e o público após as apresentações, gerando espaços de troca sobre os processos criativos e trajetórias artísticas. Serão realizados pelo menos 10 encontros nesta edição.- Produzir e divulgar videocasts da Bienal de Dança com entrevistas de artistas, críticos e agentes culturais, tratando de temas relevantes da dança e das artes contemporâneas.

Justificativa

Com 28 anos de atuação contínua, a Bienal Internacional de Dança do Ceará é um dos festivais mais longevos e respeitados do país, reconhecida por sua excelência artística, relevância sociocultural e impacto territorial. Criada em 1997, é pioneira na articulação entre difusão cultural, formação e inclusão social no campo da dança contemporânea. Em 2026, será realizada X Bienal Internacional de Dança do Ceará _ De Par em Par, uma edição especial que acontece nos anos pares como desdobramento da Bienal tradicional, nos anos ímpares. A proposta "De Par em Par" passou a existir desde 2008 e expande os limites do festival ao abraçar múltiplas linguagens — dança, performance, teatro, música e audiovisual — e ampliar suas estratégias formativas e territoriais. É uma bienal de portas abertas, promovendo encontros, trocas e a criação de novas conexões estéticas, sociais e políticas. Com foco em acessibilidade, diversidade, descentralização e sustentabilidade cultural, a edição 2026 reafirma o compromisso da Bienal com a democratização do acesso à cultura. Todas as atividades são gratuitas, voltadas para públicos diversos e distribuídas entre a capital e o interior do Estado. Abrangendo 10 cidades - Fortaleza, Paracuru, Pacajus, Baturité, Guaramiranga, Itapipoca, Pacatuba, Maracanaú, Crato e Juazeiro do Norte - o festival irá contemplar uma multiplicidade de públicos, incluindo populações em situação de vulnerabilidade social, trabalhando em rede junto artistas da dança e linguagens diversas. A programação da X Bienal Internacional de Dança do Ceará _ De Par em Par, em 2026, reforça seu caráter inovador e formativo ao apresentar 40 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções. Esses trabalhos incluem artistas e grupos de destaque regional, nacional e internacional, com foco especial na transversalidade da dança. Dentre essas apresentações, quatro serão especialmente direcionadas a jovens e crianças atendidas por projetos sociais, democratizando o acesso à arte e promovendo experiências significativas de fruição, reflexão e criação. A edição também promove palestras que comporão um seminário dedicado à dança, reunindo pesquisadoras(es), educadoras(es) e artistas do Brasil e do exterior. As discussões abordarão temáticas contemporâneas fundamentais, como práticas inclusivas nas artes e o papel da dança na construção de novas narrativas sensíveis e acessíveis para todas as corporalidades. Complementando esse conjunto de ações, serão oferecidas residências artísticas, configurando espaços de encontro, criação e experimentação coletiva, com ênfase na diversidade estética, pedagógica e cultural, gerando novas perspectivas para a cena contemporânea da dança. Também estão previstas oficinas e cursos de aperfeiçoamento em dança, que provocarão reflexões e criações voltadas aos modos de habitar e conviver artisticamente com foco na arte contemporânea. Por fim, serão desenvolvidos Percursos de Criação _ modalidade de residência artística que culmina na apresentação pública de um espetáculo inédito _ fomentando a produção de obras coreográficas em diálogo com a arte contemporânea e a realidade cultural do Ceará. A curadoria é construída por um grupo diverso, com representatividade étnico-racial, de gênero, sexualidade, regionalidade e diferentes trajetórias profissionais. O festival mantém firme compromisso com a inclusão e a equidade, sendo referência na valorização de artistas, coletivos e comunidades LGBTQIAPN+, indígenas, negras, pessoas com deficiência e mulheres em sua programação e equipe de produção. Entre 1997 e 2024, a Bienal realizou 32 edições, com mais de 2 mil apresentações em diferentes formatos e espaços — teatros, ruas, praças, escolas, centros culturais, comunidades e equipamentos alternativos. Atingimos anualmente cerca de 20 mil pessoas, gerando emprego e renda para cerca de 300 profissionais por edição. Ao longo de sua história, o festival recebeu artistas de 23 países, promovendo não apenas a circulação artística, mas o encontro de culturas e perspectivas distintas. Já realizou edições e parcerias fora do país, como em Cabo Verde, França e, em 2025, também em Portugal, promovendo intercâmbios que fortalecem a presença da arte cearense e Brasileira no mundo. As ações formativas da Bienal — entre residências artísticas, oficinas, seminários e palestras — são pensadas como estratégias de educação popular e formação cidadã, estabelecendo pontes entre artistas iniciantes e experientes, comunidades e instituições, práticas tradicionais e tecnologias contemporâneas. A Bienal também já contribuiu para a criação de estruturas fundamentais no campo da dança, como o Colégio de Dança do Ceará, o Curso Técnico e a Faculdade de Dança da Universidade Federal do Ceará (UFC), e a Escola de Dança da Vila das Artes, entre outros marcos da política cultural cearense. A edição "De Par em Par" é também uma incubadora de coproduções artísticas locais e internacionais, catalisando processos de criação que se desdobram além da duração do festival. A proposta metodológica se pauta pela escuta ativa e pelo trabalho em rede, promovendo ações interdisciplinares e interculturais com foco em inovação e sustentabilidade. Outro pilar do projeto é a acessibilidade em todas as suas dimensões: presença de intérpretes de Libras nas atividades; legendas em vídeos e conteúdos digitais; materiais gráficos e digitais com recursos de acessibilidade (PDFs acessíveis, fontes ampliadas); espaços físicos adaptados e equipe treinada para o acolhimento de pessoas com deficiência. A Bienal tem histórico consolidado na realização de espetáculos com e para pessoas com deficiência, promovendo não apenas a acessibilidade, mas o protagonismo dessas populações na criação e fruição cultural. Também realiza ações de sensibilização e formação continuada sobre acessibilidade, direitos humanos e cultura inclusiva. Por fim, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Descrevemos a seguir a medidas de acessibilidade por produto elencado no plano de distribuição. PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1 - Realização das atividades com presença de intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência.

Democratização do acesso

A X Bienal Internacional de Par em Par terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente. A divulgação do projeto será feita em locais específicos, buscando alcançar uma parcela das pessoas das cidades envolvidas que não têm acesso fácil a esse tipo de expressão artística e cultural, contribuindo para a garantia do acesso à cultura. Não há limite quantitativo de público na apresentações em locais abertos, sendo esperado durante a programação pessoas de diversos perfis – tendo em vista que as propostas artísticas são voltadas a faixas etárias e camadas sociais distintas, no interior e na capital do Ceará, atraindo um público diversificado, sendo o perfil do projeto formar novas plateias, alcançando, sobretudo, o público jovem das classes B, C e D, mobilizando universidades e escolas públicas e privadas, ONGs e o público em geral e tendo como público-alvo direto adolescentes, jovens, adultos, população LGBTQIA+, mulheres e negros. O projeto irá adotar o seguinte inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023, como forma de democratização do acesso à cultura: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Coordenação Geral - David Bessa Linhares (Dirigente da instituição proponente, que será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) David Bessa Linhares é idealizador e diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Tem formação em dança pela Ensaio Teatro e Dança, de Brasília (DF), realizada com Graziela Figueroa e Ademar Dornelles (Ballet Stagium), entre 1978 e 1980. Durante este período, atuou como bailarino, ator e acrobata em espetáculos de Hugo Rodas, Maura Baiochi, Ari Pararrayos, Sérgio Ulhôa e Maiara Fagundes. É mestre em Linguística pela Universidade de Sorbonne Paris VII e doutor em Fonética Experimental pela mesma universidade. Entre 1990 e 2001, atuou como produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza, sendo responsável pela produção do show Mano Negra/Mano Chao e da Semana Amado, trazendo ao Ceará os escritores Jorge Amado, Zélia Gattai e Paloma Amado e o espetáculo “Capitães de Areia”, da Cia. da Arte Andanças, dirigida por Andréa Bardawil. Nos anos 2000 fundou a empresa Indústria da Dança LTDA, que surgiu do interesse de contribuir para a profissionalização e sustentabilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, bem como, desenvolver e prestar serviços artísticos e culturais, sobretudo na área de dança. Desde então, vem realizando a Bienal Internacional de Dança que a cada ano confirma a opção de trazer para os palcos e praças do Ceará trabalhos que priorizam a pesquisa, a experimentação e o intercâmbio entre continentes para compor a programação artística do festival. Realizações:14 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará9 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará de Par em ParPrograma de TV terceira margemRevista Olhar/CeDoc BienalConexão Cabo Verde Coordenação Administrativa - Associação dos Produtores de Arte do Ceará (Voluntário) Fundada em 27 de Abril de 2009, a Associação dos Produtores de Arte do Ceará - PROARTE é uma associação civil sem fins lucrativos, social, cultural e educativa, tendo seus objetivos em função da construção de modelos de desenvolvimento social. A associação atua, ainda, no intuito de formar e profissionalizar produtores locais através de encontros de formação e informação sobre as atividades culturais do nosso estado, realizando festivais, simpósios, encontros, mostras, seminários e outras atividades. Atualmente tem comoPresidente Francisco Rafael Ferreira Silva. Possibilitando a inserção dos produtores culturais, numa perspectiva de benefícios para as classes populares, no âmbito da educação, arte,cultura, saúde e justiça, um de seus principais compromissos é a difusão da cultura no estado do Ceará. Entendendo a cultura como uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano, a PROARTE tem, em suatrajetória, uma série de importantes realizações em torno das artes cênicas, seja na perspectiva de formação de artistas, seja naprodução de espetáculos ou projetos culturais. Com um trabalho consolidado através de sua atuação como realizadora de projetos culturais, destacam-se os seguintes:• Festival do Teatro Brasileiro cena Baiana etapa Ceará (2009)• Projeto Conexão Cabo Verde (2010)• Brasil em Chile - Chile en Brasil (2010)• 5 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará - DE PAR EM PAR• 10 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará• Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção Cultural (2012/2013) Direção Artística e de curadoria - Ernesto GadelhaErnesto Gadelha atuou como bailarino profissional no Brasil, Holanda e Alemanha. É diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto de Danças Cênicas de Colônia e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Folkwang Hochschule, em Essen, na Alemanha. Ministrou aulas em diferentes países, para diversas companhias, teatros, estúdios e projetos de dança. Foi curador de diversos festivais, assumindo a direção artística da BienalInternacional de Dança do Ceará nas edições de 2009 e 2011 e 2013. Participou de diversas comissões de seleção de editais e festivais de dança. De 2003 a 2007 foi coordenador da área de Dança do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e coordenou a Escola Pública de Dança da Vila das Artes. Coordenação pedagógica – Rosa PrimoÉ bailarina e professora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará – UFC. Doutora, com estágio de um ano no Curso de Dança da Université Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004) em Sociologia (UFC), ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Graduada em Jornalismo (PUC de Campinas – São Paulo). Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Filosóficas do Corpo em Cena (CNPq); foi membro da Association des Chercheurs en Danse; coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID Dança (CAPES); crítica de Dança no Jornal O Povo (CE); coordenadora de Dança da Secretaria de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR), e autora do livro “A dança possível: as ligações do corpo numa cena”. Iniciou seus estudos em dança em Fortaleza, em 1977, sob a orientação de Hugo Bianchi e posteriormente Mônica Luíza. De 1989 a 1992, prossegue sua formação em Campinas (SP), na Academia de Dança Lina Penteado. Em 1993 foi para a cidade de São Paulo e fez o Curso de Formação de Atores do Teatro Tuca. Em 1994 foi aluna do Projeto Dança, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, tendo aulas envolvendo seis técnicas de dança e doze disciplinas aplicadas à dança. Atuou como atriz em trabalhos do Grupo de Teatro Tempo, com direção de Roberto Mallet; e na sequencia fez parte do Grupo Teatro de Dança de São Paulo, tendo dançado importantes obras coreográficas de Célia Gouveia. Como coreógrafa, estreou o solo Encanta o meu jardim no Espaço SESC Iracema/CE, em 2014 – agraciado com prêmio pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE), pela SECULTFOR, Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC), e Fundação Nacional de Artes (FUNARTE). Produção Executiva - João Paulo PinhoJoão Paulo Pinho Freitas é ator e produtor cultural, formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará e graduado em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza. Desde 2014 é coordenador de produção da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Atua também na área de Educação Ambiental desenvolvendo consultoria em projetos relacionados ao processo de licenciamento ambiental de petróleo e gás. *Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela produção executiva, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Ceará