Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Nanon é um espetáculo teatral-musical no formato de opereta, que une canto, música erudita e dança. A obra apresenta uma adaptação do clássico filme alemão Nanon (1938), atualmente em domínio público, e será apresentada nas cidades de Parauapebas e Belém, no estado do Pará.
Na França do século XVII, um jovem camponês chamado Nanon vive uma vida simples, mas guarda um talento raro: sua voz impressionante e delicada, capaz de emocionar até os mais rígidos corações da aristocracia. Ao ser descoberto por acaso em uma apresentação festiva, ele se infiltra no palácio para se apresentar nos salões nobres, onde passa a conviver com figuras influentes e intrigantes. Em meio a intrigas políticas, segredos da corte e sentimentos velados, Nanon se vê dividido entre seu lugar de origem e um novo mundo que o fascina e o desafia. Sua presença provoca reações inesperadas, especialmente em um nobre influente que passa a protegê-lo… ou usá-lo? Aos poucos, a música se torna não apenas sua voz, mas sua arma para se mover entre os jogos de poder e a busca por liberdade. Inspirado na opereta filmada Nanon (1938), o espetáculo apresenta uma releitura da obra, com figurinos de época, músicas eruditas e ambientação teatral clássica. Classificação indicativa etária: Livre para todos os públicos Público alvo: Comunidade em geral
Objetivo geral: Realizar o projeto Nanon. Objetivos específicos: 1. Oferecer 03 (três) oficinas gratuitas. 2. Realizar 02 (dois) espetáculos teatrais. 3. Realizar 03 (dois) ensaios abertos do espetáculo.
Nanon _ A Opereta do rei e o Camponês é um espetáculo musical que faz uma releitura da opereta cinematográfica alemã Nanon (1938), uma obra hoje em domínio público e praticamente esquecida pelo grande público. A proposta é inédita em Parauapebas e provavelmente no Brasil, traz de volta aos palcos uma obra de arte perdida do cinema e da música erudita. O processo de montagem irá preservar sua estética de época, adicionará mais cenas musicais e contará com algumas adaptações mantendo a originalidade da história. Parauapebas (PA), cidade onde a primeira apresentação do projeto será realizada, ainda não conta com produções no gênero de teatro musical, o que reforça a importância dessa iniciativa. A montagem de Nanon vem justamente preencher essa falta, oferecendo ao público local uma experiência nova, gratuita e de alto valor cultural, e a segunda apresentação acontecerá em Belém do estado do Pará. O projeto contará com um processo seletivo para o elenco, onde buscaremos os melhores artistas para garantir a qualidade do espetáculo. Queremos oferecer ao público uma apresentação de alto nível, com muita dedicação e profissionalismo. O projeto oferece três oficinas gratuitas, sendo uma de teatro, uma de dança contemporânea e balé. Além disso, todo o espetáculo será gravado por uma equipe audiovisual e ficará disponível no YouTube, com legendas e Libras, para que todos tenham acesso. Além do impacto cultural, o projeto também movimenta a economia local. A produção envolve a contratação de uma grande equipe, fomenta a economia criativa e valoriza os profissionais da região — desde artistas, músicos e técnicos até costureiras, marceneiros e empresas responsáveis pela criação de figurinos de época e cenários grandiosos. O projeto Nanon se enquadra nos incisos I, II, III, VII e VIII do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, conforme detalhado abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991 nos seguintes incisos e alíneas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
• Especificação do espetáculo: Serão duas apresentações, uma em Parauapebas e outra em Belém do Pará. A apresentação tem duração aproximada 1h a 1h30, dependendo da alteração do roteiro que ocorrerá na pré-produção. Cenografia: Cenários inspirados em casas de época e palácio real; Figurinos: Camponeses, burgueses e soldados (figurinos de época); Música: Musicais originais do filme com a adição de algumas músicas eruditas, Instrumentos ao vivo como: (Flauta, trompete). O espetáculo contará com Canto e performances ao vivo. O filme que inspira a peça encontra-se 100% em domínio público, não havendo riscos quanto a direitos autorais. • Metodologias da oficina: Metodologia de inscrição: Os cursos ofertados terão suas inscrições tanto de forma presencial como on-line: - Mapa cultural do Pará e Google formulários. • Metodologia de planejamento das aulas: Oficinas: Serão realizadas oficinas de Teatro, Dança Contemporânea e Balé, cada uma com uma turma de até 25 alunos, totalizando 75 participantes. Cada oficina terá carga horária de 25 horas, com aulas realizadas duas vezes por semana.E um workshop em Belém no Pará, serão 4 horas de aula. Público alvo: jovens e adultos a partir de 12 anosMetodologia de ensino: Ambos os cursos contarão com aulas teóricas e práticas. Avaliação: Os alunos realizarão a avaliação da qualidade do curso por meio do Google Formulários, relatório escrito ou depoimento por vídeo. Resultados esperados:• Formação artística e cultural de até 75 participantes das oficinas em Parauapebas.• Capacitação artística de até 20 alunos em Belém. Certificação: Para a emissão do certificado de conclusão de todos os cursos em Parauapebas, o(a) aluno(a) deverá atingir uma média mínima de 70% de presença e cada curso, caso ultrapasse o limite de faltas permitido, perderá automaticamente a vaga e não poderá concluir o curso. As faltas devem ser justificadas por atestado médico.Em Belém somente a participação já garante certificação. Contratação dos instrutores e conteúdo programático será montado após a aprovação do projeto.
Todas as oficinas serão executadas em local com acessibilidade arquitetônica: • Apresentação da Peça Musical - Produto PrincipalAcessibilidade arquitetônica (física): De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do espetáculo serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: - Banheiros adaptados - Rampas; - Rotas acessíveis; - Iluminação adequada. Acessibilidade comunicação: - Língua Brasileira de Sinais - Libras; - Linguagem simples (em materiais impressos); - Legendas em vídeos e postagens no Instagram.- Narração de audiodescrição• Contrapartidas sociais: Acessibilidade Física: O local de realização das ações formativas culturais/cursos acontecerá em espaços adequados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: rampas de acesso, iluminação adequada e banheiros adaptados. Acessibilidade comunicacional: Caso haja alunos deficientes auditivos, será colocado intérprete de libras para assegurar a inclusão destes. E em materiais impressos será utilizado linguagem simples.
Das Medidas de Ampliação de Acesso: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; X - realização do espetáculo em local público sem cobrança de ingresso.Sem contar que as atividades do projeto serão disponibilizadas para o público de maneira gratuita.
Proponente / Coordenação Geral do projeto - Gabriel dos Santos Souza, responsável por todo processo decisório do projeto (GESTÃO): Músico, ator, produtor e gestor cultural, estuda música desde os 9 anos de idade, formado em Piano e canto (belting e erudito). Fez vários cursos e apresentações na área do teatro. Desde 2024 estuda produção e gestão cultural em seu portfólio conta com várias formações nessa área. Diretor de cena - Wanderley Silva Lima, responsável pela direção de cena e processo de montagem: Ator e pesquisador formado em 2008 pela Escola de Teatro e Dança da UFPA (E.T.DUFPA), DRT: 176, Diretor fundador da Cia de Teatro Reflexo Artes Cênicas, arte educador, dramaturgo e diretor de teatro. Diretor artístico - Edymundo Melo: Produtor Cultural, Diretor, Arte Educador, Ator, fundador e diretor do Grupo de Teatro “Outro Mundo” desde 2016. Diretor de palco - Antônio Ferreira Silva:Produção de eventos – fundação curro velho (belém-pa), confecção de máscara e sensibilização intrapessoal e expressão corporal (ipsa – instituto de psicologia aplicada – mg), oficina de teatro de rua – grupo galpão - mg (iap – instituto de artes do pará – belém-pa), oficina de formação teatral – diretor luiz arthur - rj (centro de dança ana unger), (fica - festival internacional de cinema), coordenador da casa da cultura de Canaã dos carajás 2006 à 2008), instrutor de teatro do projeto de desenvolvimento cultural. Assistente de produção - Ana Paula da Silva Amorim: Ingressou no teatro quando tinha 15 anos, atualmente associada à associação de teatro de parauapebas - ATP, particulou das montagens “paixão de cristo”, “pássaro junino arara vermelha”,i “alto de natal”, “farsas medievais”, “a rainha do milho”, “as encalhadas do peba”, “aí essa minha mãe”, Atuou como diretora e coordenadora do grupo teatro mania da associação de teatro de parauapebas, foi instrutora das aulas de teatro do Centro Cultural Parauapebas. particulou da produção do Festival Parauapebas em Dança do Instituto de Arte e Cultura Carlos Henrique Monteiro, IACCHM, particulou da produção terceira noite clássica, atupi como dançarina no “carnaval da nossa gente”, participei da performance “o boto e a ribeirinha” apresentados no Festival Junino de Jacundá PA, e no Festival Jeca-tatu em Parauapebas, atualmente atua como produtora, assistente e dançarina no instituto IACCHM. Preparador corporal - Carlos Henrique Costa Monteiro: Produtor Cultural, educador físico, bailarino e coreógrafo, profissional sob DRT 0002040/AL, há mais de 15 anos desenvolve a dança dentro e fora do estado. Estudou balé clássico e dança contemporânea com renomados professores como Vera Torres, Toshi Kobayashi, Gisele Santoro, Ana Botoso, Jéssica Fadul, Mariana Moraes, Márcio Cunha, Flávia Tapias entre outros.Release Premiado em vários festivais de dança entre eles FIDA - Festival Internacional de Dança da Amazônia(PA), FENDAFOR - Festival Nacional de Dança de Fortaleza(CE), Dança Pará Festival, Tucuruí em Dança, Fesdantuc - Festival de Dança de Tucuruí, Festival Eva Chaves, Produziu e coreografou vários espetáculos tais como: Amazônia lendas cantos e encantos (2006), Vidas secas (2007), Contratempo (2008), 1° Mostra de Dança Contemporânea de Tucuruí (2009), Espetáculo "10" (2010), Almas que Sangram (2022), Tamba-Tajá (2022), Divertissiment (2023), além de trabalhos em grupos Juninos, comissões de frente entre outros. NOTA: os demais profissionais/serviços para o desenvolvimento do projeto serão definidos quando o projeto captar o recurso.
PROJETO ARQUIVADO.