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PRONAC 252820Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Ela Toca

58.013.154 JANAINA LOPES DE AMORIM
Solicitado
R$ 672,8 mil
Aprovado
R$ 672,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
Imperatriz
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Imperatriz Maranhão

Resumo

Este projeto visa realizar o Festival Ela Toca, festival de música a ser realizado na cidade de Imperatriz no Estado do Maranhão. Festival este que pretende ser um espaço e um ambiente de apresentação e divulgação de trabalhos musicais e de produção cultural em geral protagonizado por artistas mulheres.

Sinopse

O projeto Ela Toca tem a intenção de promover um conjunto de eventos e programações artísticas e culturais que estejam permeados por diferentes estilos e gêneros musicais, também de outras linguagens artísticas como a dança e também de atividades arte educativas, tal como apresentações de artistas e grupos de música instrumental e música regional, oficinas de aprimoramento e formação continuada de músicos e musicistas. Na programação do projeto serão priorizadas atrações e ações que tenham como protagonista mulheres artistas. Todas as atividades do projeto serão disponibilizadas para a comunidade em geral de maneira gratuita e a classificação etária de todas as atividades do projeto é livre.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar o Festival Ela TocaObjetivos EspecíficosRealizar 06 (seis) Apresentações musicais que podem ser de música instrumental ou de música regional com a participação de conjuntos coreográficos.Realizar 01 (uma) oficina de prática de conjunto;Realizar 01 (uma) oficina de "Escrevivências _ Palavras que Nascem da Vida"Realizar 01 (uma) oficina de produção e gestão de projeto culturais.

Justificativa

Acredita-se que vários fatores legitimam este projeto à medida em que ele pretende se concretizar em uma cidade de uma dinâmica econômica e social que tem sido muito intensa nas últimas décadas e que essa intensidade ela não se materializa na mesma proporção no acesso a bens culturais, é uma cidade que fica bem distante geograficamente de grandes e importantes centros culturais do país e isso de certa forma oportuniza para boa parte da população local apenas produções e bens culturais massificados geralmente reproduzidos pelos meios de comunicação de massa e pelos setores de entretenimento. Talvez somente por isso já justificaria este projeto. Entretanto, para além disso o projeto não pretende se inserir apenas em questões locais, ele se insere num universo mais global e quem tem relações muito diretas com as disparidades e relações de poderes assimétricas entre homens e mulheres na sociedade brasileira. Isso porque segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) pouco mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, sendo que essa maioria numérica não se traduz em outras dimensões da nossa vida social, política e cultural. A exemplo disso são a participação minoritária destas em cargos de liderança, políticos e também nas instituições e espaços de produção e difusão cultural, isso é tão latente que nos últimos tempos tem surgido movimentos artísticos culturais para que se construam espaços para que mais e mais mulheres também produzam trabalhos nos campos das artes e da cultura. Podemos exemplificar alguns projetos a respeito de um nossos foco que é a música instrumental de alguns projetos que surgiram em várias partes do país a fim de construírem e ampliarem esses espaços de participação feminina dentre eles a Big Band Jazzmins de São Paulo onde tocam apenas mulheres, o coletivo Chora Mulheres na Roda do Rio de Janeiro, o Grupo o Charme do Choro de Belém do Pará, o Grupo Makamo de Recife, dentre inúmeros outros grupos, bandas e projetos musicais coletivos de mulheres. Nesse sentido a realização deste projeto é também a construção de um espaço e de oportunidades onde as mulheres possam apresentar seus trabalhos musicais e de certa forma acolher e fazer parte deste grande movimento contemporâneo musical de mulheres do Brasil e do mundo. Vale lembrar que o projeto não objetiva fazer nenhum tipo de segregação, mas sim oportunizar àquelas que historicamente tem sido muitas vezes até excluídas de espaços e oportunidades de se produzir e fazer música e arte de uma maneira geral em razão de preconceitos, condições fisiológicas, psicológicas, sociais e políticas. Na verdade, o Festival Ela Toca lança um olhar especial sobre um universo musical que vem desde meados do século XIX com a maestrina maior da música popular brasileira "Chiquinha Gonzaga" e que ao longo dos séculos tem produzido coisas interessantíssimas e o que o projeto quer é trazer um pouco de toda essa rica e diversificada produção musical feminina para o público deste projeto. Sem sombra de dúvidas que não há lugar melhor para produzir este projeto do que uma cidade que tem no seu nome um adjetivo de mulher, um adjetivo feminino "IMPERATRIZ" e por mais que as águas do Rio Tocantins, que também são femininas, o corte, mas quem TOCA essa água é IMPERATRIZ, então não teria melhor definição para o projeto do que dizer de que ELA TOCA e é com as bençãos de OXUM, com a força das chuvas, das águas e de todas a forças femininas possíveis que se manifestam também nas linguagens artísticas da música instrumental, da música regional e de todas as magias possíveis que unem a beleza e a força de nosso rio, de nossas mulheres e de nossa cidade que aqui defendemos a necessidade e possibilidade deste projeto. Evidentemente que respeitando a todos os parâmetros e requisitos legais em especial os inerentes as legislações de incentivo à cultura como a Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 e o Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 conforme a seguir in verbis: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos na alínea "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, à medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante destes elementos históricos, institucionais, artísticos e legais colocados não nos resta dúvida que a proposta é viável e interessante do ponto de vista local em diversos aspectos como: o artístico, o social e o econômico. Na sua realização serão estabelecidas muitas boas conexões, sejam elas locais, globais, reais ou virtuais. Além de que surgirão excelentes oportunidades de trabalho, conhecimento, entretenimento, pois acima de tudo pretende ser um projeto de promoção e oportunidade de acesso a bens culturais que boa parte do público alvo certamente não tem. Contudo, para a realização deste projeto os incentivos cultural e fiscal são fundamentais e é nesse diapasão que confiamos e esperamos a sua aprovação e realização.

Estratégia de execução

Em razão dos deslocamentos das equipes técnicas, de produção e o grupo algumas pessoas poderão fazer o uso de passagens aéreas e também terrestres, das quais ainda não se tem os nomes definidos para o recebimento de tais passagens.

Especificação técnica

O projeto consiste em realizar um festival com atrações de música instrumental, de música regional, além de um conjunto de atividades arte educativas nos termos da legislação federal de incentivo à cultura na cidade de Imperatriz no Estado do Maranhão. Dentre as atividades do projeto estão a realização 03 (três) oficinas e (06) apresentações musicais. 01 (uma) das oficinas irá realizar um estudo e também a realização de atividades práticas musicais relacionadas à prática de conjunto e terá uma carga horária de 08 (oito) horas, 01 (uma) outra das oficinas propostas irá fazer uma imersão de “Escrevivências – Palavras que Nascem da Vida”, esta oficina também terá uma carga horária de 08 (oito) horas. 01 (uma) terceira oficina irá trabalhar o tema da gestão de projetos culturais e terá uma carga horária de 12 (doze) horas. Quanto às apresentações musicais estas terão uma duração entre 50 (cinquenta) e 90 (noventa) minutos, estas apresentações serão de música instrumental ou de música regional nos termos da legislação federal de incentivo à cultura. O público previsto dessas apresentações está detalhado no plano de distribuição do projeto onde o acesso e a participação do deste serão totalmente gratuitos em todas as atividades do projeto. A classificação etária de todas as atividades do projeto é livre.

Acessibilidade

1. Apresentação Musical - Produto Principal1.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.1.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidos tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais.1.3 Itens que poderão ser contratados para fins de atendimento das medidas de acessibilidade: Locação de estruturas metálicas, cadeiras, banheiros tipo PNE; Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, bombeiros civis.2. Oficinas2.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.2.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização das oficinas.2.3 Itens que poderão ser contratados para fins de atendimento das medidas de acessibilidade: Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, monitores.

Democratização do acesso

Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 - INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, em especial nos incisos IV e V do Artigo 47 que estabelece a: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; No que concerne a contrapartidas sociais todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita

Ficha técnica

JANAINA LOPES AMORIM - COORDENAÇÃO GERALJornalista de formação, atualmente é doutoranda em comunicação pela Universidade Federal do Pará, foi por sete anos assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Governo do Estado do Maranhão realizando atividades como: elaboração de matérias, acompanhamento de entrevistas e de outras agendas, como de vistorias e entrega de obras, com cobertura para as redes sociais e para a imprensa, com textos e fotografias. Planejamento estratégico da comunicação. Atuou também como produtora de jornalismo na TV Difusora Sul em Imperatriz Maranhão. Em 2021 recebeu o I Lugar no Mulheres Cientistas da FAPEMA na categoria Dissertação de Mestrado, possui especialização em Assessoria de Comunicação Empresarial e Institucional pela Universidade Federal do Maranhão. Foi diretora de comunicação dos projetos Marabá Jazz 2º Edição – (PRONAC 221608) e do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a diretora de comunicação do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a diretora de comunicação Projeto. CAROL PANESI – DIREÇÃO MUSICALAos 11 anos e idade ingressou no Conservatório Brasileiro de Música (CBM) onde concluiu o curso técnico de piano. Com Bernardo Bessler, aprofundou os estudos de violino. Após anos de vivência intensa no CBM, Carol conheceu o multi-instrumentista e compositor Itiberê Zwarg. Esse encontro determinou os rumos da sua trajetória musical e tornou-se sua principal fonte de inspiração. Passou a integrar a Itiberê Orquestra Família e o Itiberê Zwarg & Grupo. Com esses projetos, viajou por vários lugares do Brasil e do mundo. Após algum tempo, passou também a compartilhar seus conhecimentos como monitora do projeto didático idealizado por Itiberê, a Oficina da Música Universal, onde trabalhou por 7 anos. Multi-instrumentista, vencedora do Prêmio Toca Compositoras 2023, Prêmio Profissionais da Música 2018 e 2019 na categoria Autora e Instrumentista Feminino e vencedora do Prêmio MIMO Instrumental 2018, gravou CDs, DVDs e dividiu o palco com grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional, entre eles Hermeto Pascoal, Daniela Spielmann, Quinteto da Paraíba, Léa Freire, Nicolas Krassik, Ricardo Herz, Clarice Assad e Jongo da Serrinha. Lançou, em 2018, seu primeiro álbum autoral, “Primeiras Impressões”, com participações de Hermeto Pascoal e Léa Freire e, em 2019, o segundo álbum, “Em Expansão”, pelo selo BALXTREAM, ambos com sua banda Carol Panesi & Grupo. Em fevereiro de 2021, lançou seu terceiro álbum, o EP "Carol Panesi e Eleva Big Band”, projeto realizado à distância durante a pandemia do Covid 19 com uma big band feminina de Córdoba/Argentina, contemplado pelo projeto IBERMÚSICAS e FUNARTE. Em junho do mesmo ano lançou seu quarto álbum "Arte é Oração", em duo com o guitarrista Fabio Leal. Em agosto de 2023 lançou seu quinto álbum autoral "Natureza é Casa". A identidade musical dessa multi-instrumentista destaca-se pela capacidade de fazer soar as nuances dos mais variados contextos e estilos por onde ela transita. Ao violino, piano ou trompete, a música é o farol que guia Carol. Com esse currículo universalmente musical mais do que tudo será a diretora musical do projeto.AMANDA COSTA – DIRETORA DE PRODUÇÃOProprietária da empresa proponente do projeto, fará a coordenação geral do projeto. É Graduada em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pela Universidade Federal do Pará – UFPA; Foi colaboradora nos projetos: Programa de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) com o tema Diversidade Religiosa e Espaço Público Escolar em Marabá, e o Programa Nacional de Incentivo à Leitura, Comitê PROLER Marabá; Bolsista nos programas: Programa de Extensão do Núcleo de Educação Especial e Núcleo de Acessibilidade do Campus de Marabá/PIBEX/UFPA, e em Vivenciando Corporeidade e Musicalidade Afro-Brasileira com o Grupo De Ação Cultural do Bairro São Félix; e ainda foi monitora e colaboradora no Grupo de Extensão do Núcleo de Educação Especial (NEES) da Universidade Federal do Pará. Atuou nas equipes técnicas e de produção do Projeto Marabá Jazz Festival - PRONAC 203357, Projeto Marabá Jazz Festival – 2º Edição - PRONAC 221608 e Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a produtora executiva do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605.ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES – PRODUÇÃO EXECUTIVA Estudou Gestão Empresarial na Universidade da Amazônia, atuou em empresas de produção e execução de eventos entre os anos de 2007 a 2019 (Alvo Eventos e Servicos LTDA - CNPJ: 83.331.009/0001-02 -; Castrus Servicos de Produções e Locações LTDA - CNPJ: 09.382.697/0001-87; e W. Alves da Costa LTDA - CNPJ raiz: 13.689.408) CNPJ: 09.382.697/0001-87) desempenhando atividades de administração de recursos materiais, financeiros e humanos. no ano de 2020 fundou a empresa 40.116.009 ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES a fim de atuar no ramo de produção cultural e eventos. também foi servidora pública temporária nas áreas de tributação e assessoramento político nas prefeituras de Parauapebas e Curionópolis no Estado do Pará. Atou na coordenação do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a coordenadora geral do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a produtora executiva do projeto.MARCUS DE ARRUDA MARINHO - DIREÇÃO DE ARTESJornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com atuação em design gráfico para mídias digitais e impressas. Iniciou sua trajetória na área de design na empresa júnior de jornalismo da UFMA e ampliou sua formação com cursos online, incluindo uma formação completa em design gráfico pela plataforma Alura. Atuou na Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII) e em agências de comunicação, desenvolvendo projetos para clientes das áreas médica, jurídica e educacional. Atualmente, é mestrando em Comunicação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação na UFMA e atua como boslisita técnico do PPGLe na UEMASUL, com experiência em produção audiovisual, onde também pode participar da execução de projetos de edital pelas leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc. Possui domínio de ferramentas como Adobe Photoshop, Illustrator e InDesign, com experiência na criação de postagens para redes sociais, materiais impressos, projetos editoriais e identidade visual. Será o diretor de artes do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.