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PRONAC 252826Autorizada a captação total dos recursosMecenato

HELOISA CROCCO, DESIGNER DA NATUREZA

CICLO PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 574,0 mil
Aprovado
R$ 574,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-09-01
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Editar um livro, realizar uma exposição de fotos e vídeos, além de uma palestra. Sua obra é considerada uma mescla de arte, design e artesanato, sempre com inspiração em materiais naturais e traduzindo de forma autoral as expressões originais desses substratos.

Sinopse

O objetivo principal da publicação é apresentar aas obras da artista, sua vida, sua dedicação ao artesanato. Sua obra é considerada uma mescla de arte, design e artesanato, sempre com inspiração em materiais naturais e traduzindo de forma autoral as expressões originais desses substratos. Todo o trabalho da artista denota, ainda, uma profunda reverência à natureza e aos biomas do Brasil. Os capítulos elencados abaixo demonstram de forma mais detalhada o que será abordado no livro e exposição. ESTRUTURA EDITORIAL DO LIVRO Apresentação Prefácio Sumário Capítulo 1 – Origens O ponto de partida, os primeiros contatos de Heloisa Crocco com a arte, ainda adolescente. Inicialmente trabalhou com a argila e pintura, mais adiante apaixonou-se pelos produtos têxteis e a tecelagem. O interesse pelo artesanato, que brotou de sua relação com a artista alemã Elisabeth Rosenfeld, conhecida por introduzir a tecelagem com lã no setor artesanal da cidade de Gramado/RS e que foi mestra de Heloisa. Capítulo 2 – Substratos e matérias-primas Um apanhado sobre os materiais utilizados pela artista em suas criações. Dos têxteis à madeira de descarte, passando pela louçaria, as fibras naturais, os tecidos. Heloisa Crocco já desenvolveu sua arte em diversos substratos, sempre focada em matérias-primas provenientes da natureza. Os veios e texturas da madeira são a base da pesquisa Topomorfose e de estampas que ela criou para aplicação em tecidos e outros materiais. Capítulo 3 – Natureza/Expedições pelo Brasil Relato das viagens, das pesquisas, dos aprendizados e das obras criadas em virtude dessas experiências. Heloísa percorreu o Brasil em expedições de pesquisa junto à natureza. Foi na Amazônia que, há mais de 40 anos, deu início ao desenvolvimento da Topomorfose. Também esteve em comunidades indígenas e junto a outras comunidades de artesão, em diferentes partes do Brasil e da Amárica Latina. Por sua relação com a natureza e suas matérias-primas, ela reeduca o olhar dos indivíduos, trazendo para o campo do cotidiano o que há de mais natural e autêntico e, assim, abrindo novas perspectivas para um relacionamento mais correto e inteligente com o meio-ambiente. Capítulo 4 – Topomorfose O que é a Topomorfose, principal linha de pesquisa e criação de Heloisa Crocco. Pelo olhar da artista, a madeira surge redescoberta, apresentada por outro prisma: ao revelar os nós e veios do material, a “impressão digital da natureza”, Heloisa Crocco convida a uma nova leitura desta matéria-prima. A pesquisa Topomorfose tem mais de 40 anos. Desde que foi iniciada, já foi aplicada em coleções para casa, moda e gastronomia. A madeira de descarte é a matéria-prima dos painéis da Topomorfose. Capítulo 5 – Comunidades/Artesanato Em suas inúmeras viagens, a artista teve a oportunidade de conviver com diferentes comunidades. Junto aos indígenas, estudou o artesanato com fibras naturais, a cestaria e a confecção de adornos, dentre outros materiais e técnicas. Sua interferência em diferentes comunidades de artesãos teve como intuito revitalizar a produção artesanal desses povos e levar até eles algum conhecimento de design. Enquanto fazia pesquisas sobre fibras, focada em suas transformações, percorreu a América Latina pesquisando desenhos e iconografias pré-colombinas, texturas e tramas. Ela produz quase sempre de forma artesanal e enfatiza sempre o valor da originalidade de cada peça. Capítulo 6 – Arte + Design + Arquitetura + Moda Uma reflexão sobre a multiplicidade do talento e das ações da artista. Os trabalhos de Heloisa Crocco ficam na fronteira entre arte e design. Nos últimos anos, concebeu projetos especiais na área de arquitetura, atuando em conjunto com arquitetos e empresas construtoras, usando suas técnicas em materiais como a madeira e o ferro. Ela também tem incursões significativas no universo da moda, como criadora de peças minimalistas e feitas a partir de fibras naturais, como o linho. Capítulo 7 – Mostras/Projetos/Prêmios No decorrer de sua carreira, Heloisa Crocco participou de várias exposições coletivas, bienais e salões em países como Alemanha, Áustria, Hungria, Estados Unidos, França, México, Uruguai e Brasil. Levou ao exterior uma ideia diferenciada de arte brasileira e trouxe à luz o tema da preservação da natureza e do uso dos recursos naturais, especialmente no que diz respeito à Amazônia. Recebeu inúmeros prêmios, como o Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira (São Paulo, SP, 1994) e o do Salão Nacional de Arte do Museu da Pampulha (Belo Horizonte, MG, 2000). Galeria de Imagens

Objetivos

GERAL Editar um livro que apresente a obra de Heloisa Crocco; narrar sua trajetória de vida como pano de fundo para a jornada da artista que valoriza o que vem da natureza e que criou formas inovadoras de uso de materiais naturais para a criação de objetos com valor estético, poético e filosófico. ESPECÍFICOS Produzir 1000 exemplares do livro; Realizar uma exposição fotográfica e de vídeos com o conteúdo abordado na publicação; apresentar ao público a origem do trabalho da artista, os materiais que utiliza, as pesquisas que realizou em diferentes regiões do país, a relação com comunidades de artesãos; Realizar uma palestra como contrapartida social; Dar visibilidade às comunidades gaúchas e brasileiras que têm o artesanato como ofício; Valorizar materiais naturais disponíveis no Brasil; Promover a sustentabilidade por meio da valorização de um relacionamento mais correto e inteligente com a natureza, reeducando os olhares e trazendo para o dia a dia a expressividade dos materiais naturais. Valorizar a cultura gaúcha e brasileira: Heloisa Crocco criou uma identidade marcante como artista e designer, colocando o Rio Grande do Sul com destaque no mapa da arte contemporânea ligada à natureza e a preservação dos recursos naturais. Disponibilizar o livro produzido e seu conteúdo, o podcast em um site, permitindo a democratização do acesso à informação; Promover o acesso mais amplo da população a obra produzida, quer seja pela distribuição gratuita de exemplares, pela gratuidade na visitação à exposição e na disponibilização do conteúdo em um site. I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;

Justificativa

O artesanato é uma forma de expressão cultural que remonta séculos atrás e desempenha um papel fundamental na preservação da identidade e tradições de um povo. No contexto brasileiro, o artesanato possui uma importância notável, pois representa a diversidade cultural e regional do país. Heloisa Crocco foi pioneira e é referência nos projetos de revitalização do artesanato no Brasil. Coordenou projetos e ministrou oficinas e workshops em diversas comunidades, trazendo a essas populações um novo olhar, capacitando artesãos e valorizando ainda mais a cultura local e nacional. Apresentar a história e o trabalho da artista é uma forma de preservar a cultura brasileira. Heloisa Crocco é uma gaúcha, nascida em Porto Alegre em 1949, é reconhecida no Brasil e no exterior pelo projeto Topomorfose, desenvolvido a partir da pesquisa dos desenhos naturalmente presentes em troncos de árvores, em seus anéis de crescimento. Com base nas linhas, veios, texturas e relevos da madeira, Heloisa criou padronagens e estampas que são aplicadas no design de diferentes superfícies, como louças, tecidos e papéis, além dos painéis expressivos feitos com pequenos cubos de madeira de descarte. Coordenou projetos e ministrou oficinas e workshops em diversas comunidades, trazendo a essas populações um novo olhar, capacitando artesãos e valorizando ainda mais a cultura local e nacional.Sua obra é considerada uma mescla de arte, design e artesanato, sempre com inspiração em materiais naturais e traduzindo de forma autoral as expressões originais desses substratos. Todo o trabalho da artista denota, ainda, uma profunda reverência à natureza e aos biomas do Brasil. Heloisa Crocco é referência na revitalização do artesanato, especialmente por sua abordagem inovadora ao incorporar sustentabilidade e cultura local. Ela transformou matérias-primas regionais em obras contemporâneas, mantendo viva a identidade artesanal e cultural brasileira. Um livro ajudaria a documentar esse legado e inspirar novas gerações. O trabalho de Heloisa Crocco vai além do design funcional; ele carrega o peso da história, das tradições e da identidade de comunidades. Seu esforço em resgatar e modernizar práticas artesanais tem um valor inestimável para a preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro. Em tempos em que a sustentabilidade é uma pauta global, o enfoque de Heloisa na utilização de recursos naturais de forma consciente e o impacto social positivo de seu trabalho mostram um caminho viável e necessário para o futuro do design. Um livro poderia destacar essa visão e seu papel de vanguarda no desenvolvimento de práticas responsáveis. A obra funcionaria como um registro histórico e uma homenagem à contribuição de Heloisa Crocco ao artesanato e ao design brasileiro, garantindo que seu legado continue a influenciar e educar futuras gerações. O projeto atende o artigo 1º da lei 8313/91 em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; # ocorre através ao acesso gratuito a todos os produtos resultantes do projeto: livro, exposição e palestras III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; # difunde o projeto e suas atividades culturais através da realização em espaço público e de grande circulação, além da liberação em diversos canais livres, como sites de internet V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; # a publicação do livro salvaguarda o projeto, seu modo de fazer, seus objetivos e as consequências positivas para a sociedadeE o artigo 3º da mesma lei em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

INCLUÍMOS O CURRICULO ATUALIZADO DE ATIVIDADES CULTURAIS DO PROPONENTE

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVROFormato fechado : 24x24Capa dura 4x1 em couche fosco 150 gramas com verniz localizadoGuarda em couche fosco 170 gramasMiolo em 4x4 em couche fosco 150 gramasNúmero de páginas: 204 de miolo + 4 capasCaderno de 16 páginas em papel offsett 4 x 4 150 gramasCapa Dura / Debruada + Costurada + Papelão (Papelão 3mm), Prova Digital e ShrinkTiragem: 1.500 exemplares

Acessibilidade

LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: ebook com audiodescrição resumida do conteúdo da publicação. Ferramenta de leitura dentro de PDF. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: não se aplica EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços expositivos dispõem de sanitários adaptados. As áreas onde ocorrem as exposições são amplas, com passagens largas e não apresentam obstáculos físicos, como degraus ou desníveis. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Adequações necessárias para condição de alcance e entendimento, sinalização tátil nas áreas de circulação, redução de obstáculos e identificação de percursos para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: legendas nos painéis fotográficos PALESTRA - CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço da palestra dispõem de sanitários adaptados, com passagens largas e não apresentam obstáculos físicos, como degraus ou desníveis. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: áudioACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: nterprete de libras

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Como medida de ampliação do acesso ao bem ou serviço cultural, serão atendidos os respectivos itens: LIVRO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; EXPOSIÇÃO - Exposições: a visitação às exposições será gratuita, dentro do horário de funcionamento do espaço. Iremos divulgar o evento através de redes sociais, em mídias espontâneas. Há previsão também de levar estudantes de escolas para visitar as exposições (público estimado nas exposições de 5mil); Como medida de ampliação do acesso ao bem ou serviço cultural, serão atendidos os respectivos itens do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério do Turismo: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PALESTRA - CONTRAPARTIDA SOCIALIII - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

PROPONENTE:CICLO PROJETOS CULTURAIS, proponente com vários projetos em execução, além de outros a captar. Será responsável pela condução geral do projeto, seguindo o que foi proposto. EDIÇÃO / CURADORIA:Milene Leal – jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pós-graduada em Teoria da Comunicação e Comunicação de Massa na PUC-RS. Atua há 37 anos nas áreas de jornalismo empresarial, comunicação segmentada e marketing editorial. Como editora, já assinou mais de 80 diferentes títulos, entre revistas periódicas, publicações avulsas, livros e relatórios. Há 22 anos é editora da revista Estilo Zaffari, publicação de variedades que tem como publisher o Grupo Zaffari. É também editora das revistas Conexão Varejo, do Sindilojas POA e Casa Vip (versões física e on-line). Já editou e produziu diversos livros para empresas e instituições: 60 anos do Grupo Cortel, 20 anos da ONG WimBelemDon, 100 anos do Colégio Israelita de Porto Alegre, 80 anos da Churrascaria Santo Antônio, dentre outros. PROJETO GRÁFICO / DIAGRAMAÇÃO:Luciane Trindade – graduada em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (USFM) em 1995. Tem pós-graduação em Expressão Gráfica pela PUCRS. Já atuou em empresas como Gazeta Mercantil, Grupo Amanhã (revistas Amanhã e Aplauso), revista Estilo Estilo, do Grupo Zaffari. Tem emseu currículo projetos de livros comemorativos: 150 Associação Leopoldina Juvenil, 90 Anos Hospital Moinhos de Vento, 120 Anos Óptica Foernges, 90 Anos Porto Alegre Country Club entre outros. FOTOGRAFIA / VÍDEO / CURADORIA EXPOSIÇÃO:Leticia Remião - fotógrafa, formada em Comunicação Social na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1992, trabalha com fotografia publicitária e editorial, além de desenvolver projetos pessoais artísticos e de cunho social há 26 anos em seu estúdio de Porto Alegre. Foi finalista dos III Prêmio Açorianos na categoria Destaque em Fotografia, pela sua exposição individual na Galeria Bolsa de Arte. Tem seu trabalho fotográfico impresso em livros de artistas como Walmôr Correa (O Estranho Assimilado) e Ena Lautert (Livro de Pedra), além de publicações como Bloom, Casa Vogue Brasil, Casa Vogue Portugal, Elle Decoração, Casa Cláudia Luxo, Revista Estilo Zaffari, Revista da TAP, entre outras. Participou de exposições individuais e coletivas em museus como o MARGS e MAC-RS e em galerias e espaços expositivos nacionais e internacionais como Bolsa de Arte (Porto Alegre), Galeria del Paseo (Punta del Este), Occidente (Punta del Este), DPot (São Paulo). Desenvolve campanhas publicitárias pra clientes nacionais e internacionais tais como Lojas Renner, Farol Santander, Tramontina, Claro, Coza, Banco Sicredi, Shoppings Iguatemi, Moinhos Shopping, Bourbon Shopping, Panvel, Hotéis Kempinsky, Kellogs, Nestlé, Danone, O Boticário, dentre outros. Há mais de 20 anos colabora, fotografa e participa de trabalhos com a artista Heloísa Crocco e o Studio Crocco. O resultado desse trabalho pode ser visto em inúmeras publicações editoriais, exposições e apresentações gráficas. Participou de quatro expedições de trabalho com as comunidades de artesãos do Tocantins, bem como das etnias indígenas do Tocantins, para produzir a identidade visual dessas comunidades para o SEBRAE e para os Jogos Olímpicos Indígenas, e do projeto RAIZ, na Embaixada Brasileira em Roma, pra APEX, com o chef Vico Crocco. REDAÇÃO:Paula Ramos – gaúcha, é curadora, crítica e historiadora da arte, professora do Instituto de Artes da UFRGS, em Porto Alegre, atuando no Bacharelado em História da Arte e no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. É organizadora e autora de várias publicações no segmento de artes visuais, entre elas A fotografia de Luiz Carlos Felizardo (2011), Walmor Corrêa – O estranho assimilado (2015), Pinacoteca Barão de Santo Ângelo – Catálogo Geral (2015) e, especialmente, A modernidade impressa – Artistas ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre (2016), livro que recebeu vários prêmios, entre eles o Jabuti 2017, na categoria “Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia”. Em 2018 começou a fazer Pós-Doutorado em História da Arte na Alemanha, com bolsa Capes–Humboldt. PRODUTORA EXPOSIÇÃO:Jaqueline Beltrame - Nascida em 1976, Porto Alegre – RS. Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursou Gestão por Processo, curso de extensão na PUC-SP. Há mais de duas décadas atua como gestora, coordenadora de produção e produtora executiva de projetos em diversas áreas da cultura, com foco em artes visuais e cinema, tendo também produzido projetos como ópera, publicação de livros, projetos com programação multidisciplinar e teatro. Elabora projetos para editais e leis de incentivo, realiza captação de parcerias e patrocínios, e produz projetos do planejamento à prestação de contas. É diretora, produtora e curadora do Cine Esquema Novo - Arte Audiovisual Brasileira, festival audiovisual que chega a sua 15ª edição, e diretora do Plataforma, projeto que forma agentes para o setor das artes visuais, o qual teve duas edições realizadas através de editais (Aldir Blanc e FAC). É integrante do Comitê de Curadoria e Acervo do MACRS e Diretora Institucional da Associação de Amigos do MACRS. Realiza consultorias para projetos culturais; atua como parecerista para editais de cultura; ministra cursos. Foi Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo; produziu cinco edições da Bienal do Mercosul, para a qual também captou recursos, e produziu filmes exibidos em festivais como Festival de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.