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O projeto Hanami propõe uma experiência imersiva de sensibilização artística na cultura japonesa por meio de oficinas gratuitas de dança, performance e práticas como ikebana, origami, cerâmica e cerimônia do chá, inspirando-se no teatro Noh, Kabuki e Butoh. A ação celebra os 130 anos da imigração japonesa e visa à atualização das artes nipônicas no Brasil por meio do intercâmbio e da criação artística coletiva.
Hanami é uma experiência imersiva que une artes cênicas, visuais e tradicionais japonesas, oferecendo ao público uma jornada sensorial e reflexiva. A obra se inspira nas tradições do teatro Noh, Kabuki e Butoh, incorporando elementos como ikebana, origami, cerâmica e cerimônia do chá. A atualização dessas práticas ocorre por meio da interação com a cultura brasileira, criando uma fusão única e inovadora. A proposta é conduzida por Tatiane Hanae Nakamura, especialista em arte japonesa pela Sophia University, em Tóquio, cuja trajetória inclui pesquisas sobre a dança Butoh e o teatro Noh. Essa expertise garante um olhar autêntico e atualizado para o projeto, fortalecendo sua relevância no cenário cultural. Hanami não é apenas um espetáculo, mas um convite à contemplação e ao diálogo entre culturas, destacando a importância da atualização e da diversidade na construção de novas narrativas artísticas.
Objetivo Geral: Promover a atualização das artes japonesas no Brasil por meio de uma experiência imersiva de sensibilização artística em oficinas gratuitas de dança e performance, inspiradas em tradições como o teatro Noh, Kabuki e Butoh, oferecendo formação artística e estímulo à expressão criativa para jovens em situação de vulnerabilidade social, em um ambiente de troca, diversidade cultural e impacto social duradouro que vem para ressignificar e atualizar tradições, memórias e contemporaneidade, promovendo diversidade cultural e impacto socioeconômico. Objetivos Específicos: a) Oferecer 10 turmas, sendo no total de 108 oficinas imersivas ao logo dos 6 meses de dança e performance, com 20 participantes por oficina, Gerando 2160 acessos no total. Grupo infantil de 8 a 14 anos e o de jovens e adultos de 15 a 21 anos. b) Desenvolver um programa pedagógico que integre estética nipônica, composição cênica e práticas corporais de forma acessível e contextualizada. c) Realizar apresentações experimentais durante as oficinas, estimulando os participantes a compartilharem suas criações e experiências. d) Criar um espaço de intercâmbio cultural que permita aos participantes ressignificar elementos da cultura japonesa em seu próprio contexto. e) Produzir um registro audiovisual acessível (com audiodescrição), difundindo o processo formativo e ampliando seu alcance. f) Oferecer oficinas complementares sobre cenografia, figurino e criação de personagens, adaptadas a cada faixa etária atendida. g) Aplicar instrumentos de avaliação (formulários e entrevistas) para medir o impacto social e artístico do projeto na trajetória dos participantes. h) Criar um ambiente cenográfico inspirado na estética japonesa, promovendo um espaço de experimentação sensorial. i) Estabelecer parcerias com escolas públicas, ONGs e instituições culturais para engajamento local e seleção de participantes. j) Realizar ações de comunicação inclusiva e acessível, com linguagem simples, priorizando a valorização da diversidade cultural nas redes sociais.
A atualização da cultura japonesa no Brasil reflete um processo contínuo de intercâmbio entre tradição e inovação. Com 130 anos de imigração, a presença nipônica no país consolidou um rico patrimônio artístico, que vai além da preservação e se expande em novas formas de expressão contemporânea. O projeto Hanami responde à necessidade de atualização desse legado, oferecendo um espaço de aprendizado e vivência das artes japonesas no contexto brasileiro. A proponente, Tatiane Hanae Nakamura, possui formação em arte japonesa pela Sophia University, em Tóquio, onde teve contato direto com a dança Butoh e o teatro Noh. Sua experiência permite a construção de um projeto autêntico e alinhado às práticas tradicionais e contemporâneas, garantindo uma abordagem aprofundada das artes nipônicas. O projeto Hanami nasce dessa necessidade de aproximação e atualização da cultura japonesa no brasil, promovendo oficinas gratuitas de performance como meio de expressão, formação artística e construção identitária para jovens em situação de vulnerabilidade social. A proposta vai além da transmissão técnica: trata-se de um ambiente imersivo, onde os participantes são estimulados a explorar a estética, a narrativa e os símbolos da cultura japonesa sob um olhar inovador, acessível e transformador. Ao integrar a performance e sensibilização intercultural, o projeto contribui para a formação de um público mais consciente da diversidade cultural e para a ampliação do repertório criativo dos participantes. A importância do Hanami para a sociedade está na sua capacidade de democratizar o acesso à cultura, combatendo a desigualdade de oportunidades na formação artística. Sem o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, a captação de recursos para projetos desse porte se torna um grande desafio, considerando as dificuldades de financiamento enfrentadas por iniciativas culturais voltadas para públicos socialmente vulneráveis. Aprová-lo significa não apenas garantir sua viabilização, mas também reafirmar o compromisso com a inovação social, a valorização das artes e o fortalecimento de ecossistemas criativos sustentáveis. Diante disso, destaca-se a necessidade do apoio via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Aprová-lo significa investir no futuro da cultura, na formação de novos artistas e na construção de um legado que conecta passado, presente e futuro por meio da arte. Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; - Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico (oficinas); IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: . Gratuidade em todas as oficinas;
Oficinas de Dança e Performance – HanamiO projeto Hanami propõe oficinas gratuitas de dança e performance, oferecendo uma imersão na estética e nos conceitos da cultura japonesa em diálogo com a brasileira. O programa visa desenvolver habilidades artísticas, ampliar repertórios culturais e incentivar a experimentação cênica, tendo como eixo a expressão corporal e a construção de narrativas performáticas. Plano PedagógicoAs oficinas serão estruturadas em módulos progressivos, abordando técnicas corporais, improvisação e composição cênica, conectadas a elementos da cultura japonesa, como gestualidade, ritmo e simbolismo. Serão utilizadas referências de danças tradicionais japonesas (Bon Odori, Nihon Buyo) e suas ressignificações contemporâneas, além de técnicas ocidentais de movimento. CoordenaçãoO projeto contará com arte-educadores especializados em dança, performance e cultura japonesa, responsáveis por conduzir as oficinas e orientar os participantes no processo criativo. LocalAs oficinas serão realizadas em um espaço cultural acessível, adaptado para as necessidades das atividades propostas. DatasAs atividades ocorrerão ao longo de seis meses, com encontros duas vezes por semana. Carga HoráriaCada oficina terá duração de 1 hora, totalizando 48 encontros e 48 horas de formação ao longo do projeto. ObjetivoO objetivo das oficinas é oferecer acesso gratuito à formação artística em dança e performance, promovendo um ambiente de criação e troca cultural entre os participantes. O projeto busca estimular a sensibilidade intercultural, desenvolver habilidades expressivas e ampliar o repertório artístico dos jovens envolvidos. Público-AlvoAs oficinas são voltadas para grupo infantil de 8 a 14 anos e o de jovens e adultos de 15 a 21 anos.. RequisitosPara participação, será necessária inscrição prévia via formulário online ou presencialmente no espaço cultural. Faixa EtáriaA partir de 8 anos. VagasSerão disponibilizadas 40 vagas no total, com turmas de 20 participantes por oficina. InscriçõesAs inscrições estarão abertas um mês antes do início das atividades e poderão ser feitas gratuitamente. Temáticas Abordadasa) Introdução à performance e à dança japonesa. b) Elementos simbólicos e expressivos do movimento. c) Composição cênica e narrativa corporal. d) Improvisação e ressignificação de gestos culturais. e) Experimentação e criação artística colaborativa. Material DidáticoCada participante receberá um kit didático, contendo: Apostila com conteúdos abordados nas oficinas. Caderno de notas. Material complementar sobre dança e performance. CertificaçãoAo final do programa, será concedido um certificado de participação, mediante frequência mínima de 75% das atividades.
Acessibilidade Física: O espaço onde ocorrerão as oficinas já conta com estrutura adequada para o acesso de pessoas com deficiência física, como rampas e banheiros acessíveis, garantindo segurança e mobilidade aos participantes sem a necessidade de reformas estruturais. Haverá monitores treinados para prestar apoio durante todas as atividades. Item da Planilha Orçamentária: Monitores Acessibilidade Visual: Participantes com deficiência visual receberão suporte contínuo de monitores capacitados. Os materiais didáticos serão adaptados para leitura acessível (fonte ampliada, alto contraste, arquivos em áudio ou digitais compatíveis com leitores de tela), assegurando acompanhamento pleno dos conteúdos e participação efetiva. Item da Planilha Orçamentária: Monitores e Materiais Didáticos Adaptados Acessibilidade Auditiva: Serão contratados monitores preparados para apoiar participantes com deficiência auditiva durante as oficinas. Os conteúdos audiovisuais de divulgação e registro do projeto contarão com legendas em português e recursos visuais acessíveis, garantindo o entendimento das informações por todos. Item da Planilha Orçamentária: Monitores e Divulgação Acessível Acessibilidade Cognitiva e Sensorial: Uma equipe de monitores capacitados prestará apoio a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência intelectual e outras condições que demandem atendimento específico. As oficinas utilizarão linguagem simplificada, metodologia visual e material estruturado, promovendo a inclusão efetiva. Além disso, haverá disponibilização de abafadores de ouvido para participantes com hipersensibilidade auditiva. Item da Planilha Orçamentária: Monitores, Materiais Didáticos Adaptados e Kit Sensorial
*ressalta-se que todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente.
Tatiane Hanae Nakamura - Proponente/ Arte educadora / Coordenadora GeralSou Tatiane Hanae Nakamura, uma multiartista,coreógrafa e draglesca nipo brasileira. Tenhouma trajetória diversificada e rica em diferentesáreas artísticas, tendo desenvolvido minhacarreira como bailarina em várias companhiasrenomadas no Brasil, Alemanha e EUA. Tambémfundei agências de design e tenho inúmerasperformances de destaque, incluindo dançaButoh e vídeo dança. Atualmente, dirijo a Cia deDança Maresia e estou cursando mestrado naFaculdade Angel Vianna, desenvolvendo oprojeto "Hanami". Minhas experiênciasmulticulturais e influências variadas fazem demim uma artista inovadora e versátil.(Portfólio em anexo)Livia Gomes - Coordenadora CulturalFormada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Cândido Mendes.Assessora de imprensa com 18 anos de experiência. Excelente relacionamento com amídia tradicional (jornais, revistas, TVs e rádios) e digital (sites e plataformas). Possuiexpertise em estratégia de divulgação, elaboração de textos e notas, produção deconteúdos institucionais e gerenciamento de crises. Trabalhou na Assessoria deComunicação da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Biblioteca Parquede Niterói (RJ). Por 13 anos, atuou na Coordenação de Comunicação da Fundação Nacionalde Artes – Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura. Atualmente, trabalha comassessoria de imprensa de projetos culturais nas áreas de dança, circo, teatro, música eartes visuaisMichele Bento - Coordenação de oficinasEspecialista em comunicação estratégica e gestão de redes sociais, formada emComunicação Institucional pela Universidade Estácio de Sá. Com experiência na criaçãode conteúdos institucionais, campanhas de engajamento e estratégias digitais, atuou naFunarte, contribuindo para a divulgação cultural e artística, e na gerência deresponsabilidade social da Petrobras, conduzindo análises estratégicas e pesquisasorçamentárias. Qualificada em assessoria de imprensa, web design e sistemas demonitoramento, desenvolve campanhas inovadoras, aliando criatividade e pensamentoanalítico para fortalecer marcas e projetos por meio de estratégias digitais eficazes.Jeferson Rocha - Produtor executivo Produtor Cultural | Arte-Educador | Gestor de Projetos Jeferson Rocha é arte-educador e produtor cultural com mais de 20 anos de atuação na criação e gestão de projetos voltados à cultura, cidadania e transformação social. Sua trajetória une arte, educação e políticas públicas com foco no impacto real em comunidades e territórios. Especialista em projetos para o terceiro setor, atua em editais como FAC-DF, Lei Rouanet e FUNARTE. Já coordenou ações premiadas como o Studio Art’Dança, o Congresso BSB Dança e o Capital Zouk Ladies Congress, que fortaleceram a dança como expressão artística e ferramenta de inclusão. Foi gestor na FUNARTE entre 2020 e 2023 e hoje lidera projetos na Central Hub Brasil e na Associação Afroamérica Centro-Oeste, mantendo seu compromisso com a cultura como força de transformação. Reconhecido por sua contribuição à dança de salão e ao desenvolvimento cultural, recebeu homenagens como o Troféu André Barcellos e menção honrosa na Câmara dos Deputados.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.