| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 1,13 mi |
Circulação do grupo feminino indígena de carimbó denominado "Suraras do Tapajós" com apresentações musicais, oficina de carimbó, oficina de técnica de som, encontro/rodas de conversas com indígenas de cada região visitada, oficina de moda indígena e feirinha de artesanato indígena. Como contrapartida social haverá oficina de carimbó para alunos da rede pública de ensino.
Apresentações Musicais: O ritmo contagiante do carimbó que expressa toda a força da musicalidade da floresta e a beleza da coreografia da dança com o vibrante movimento das grandes e coloridas saias artesanais em uma apresentação musical de 1h10 com o grupo feminino indígena Suraras do Tapajós. Oficina de carimbó: Ensinamentos ministrados pelas Suraras do Tapajós aberta ao público durante 03h com apresentação dos instrumentos utilizados, técnicas vocais e danças típicas. Oficina de princípios da técnica de som: Técnico de Som - profissional capacitado não só a operar um sistema de som, mas também a instalar, desinstalar, ajustar e projetar sistema de sonorização ao vivo: promovido pelo Técnico de Som que compõe a equipe técnica do projeto, Erik Villela, a oficina aborda conceitos básicos e fundamentais, mesa de som e microfones. Encontro/Roda de Conversa: Pós primeira apresentação musical aberta ao público com duração de até 1h com lideranças indígenas locais. Oficina de Moda Consciente: Ensinos sobre arte indígena e uso consciente de materiais da natureza na criação de uma moda consciente durante 01 hora com parte prática oferecida pelas Suraras do Tapajós. Moda consciente - apresentação de técnicas de tingimento natural, fibras naturais, sementes, miçangas, madeiras e algodão, com um modo de produzir que respeita o ritmo da natureza. Feirinha de Arte Indígena: Exposição e venda dos produtos realizados pela Associação Suraras do Tapajós pós shows.
OBJETIVO GERAL: Circulação do grupo indígena "Suraras do Tapajós" apresentando e salvaguardando a cultura indígena e do Carimbó nacionalmente, promoção da cultura amazônica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 12 cidades na circulação em 03 regiões diferentes: a. Sudeste (04 cidades): São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Ouro Preto/MG, Belo Horizonte/MG. b. Nordeste (05 cidades): Fortaleza/CE, Salvador/BA, João Pessoa/PB, Natal/RN, São Luís/MA. c. Norte (03 cidades): Rio Branco/AC, Manaus/AM, Boa Vista/RR. Em cada cidade: - 02 apresentações musicais de Carimbó com cobrança de ingresso (total 24 no projeto); - 01 oficina gratuita de princípios do técnico de som com duração de 02h _ 01 dia (total 12 no projeto); - 01 oficina gratuita de carimbó com duração de 03h _ 01 dia (total 12 no projeto); - 01 Roda de conversa gratuita e aberta ao público com lideranças indígenas da região _ 01 dia (total 12 no projeto); - 01 Oficina gratuita de 02h de moda consciente e indígena (total 12 no projeto); - 02 feirinhas de exposição de artesanato indígena (pós apresentações musicais com duração de 01h _ total 24 no projeto). Contrapartida Social: Oficina de carimbó em Santarém para alunos da rede pública ensino.
O Circuito Artístico das Suraras do Tapajós é um projeto de extrema relevância para a difusão da cultura amazônica e indígena em diversas regiões do Brasil, promovendo o intercâmbio cultural e a valorização do Carimbó como Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira. No entanto, a realização desse circuito enfrenta desafios financeiros e logísticos significativos, tornando essencial a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) para viabilizar sua execução. De acordo com a Lei 8313/91 o projeto se enquadra no Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta, transcrevo o trecho ao que refere-se o Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; A Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como um mecanismo essencial para a concretização do Circuito Artístico das Suraras do Tapajós. Ao apoiar financeiramente esse projeto, será possível garantir que a riqueza da cultura amazônica e indígena seja amplamente difundida, fortalecendo a identidade cultural brasileira e promovendo o protagonismo das mulheres indígenas na cena artística nacional. Assim, o uso desse mecanismo não apenas viabiliza a realização do circuito, mas também reafirma o compromisso do Estado e da sociedade com a valorização e preservação da diversidade cultural do Brasil.
- Aprovado Edital da Petrobrás Cultural – Novos Eixos Impacto Ambiental: AMBIENTAL - parceria com o Movimento Amazônia de Pé (movimento nacional pela proteção das florestas e dos povos da Amazônia), apresentação da bandeira do movimento nos shows. Para essa circulação haverá fichas para coleta de assinaturas. Reciclagem - destinação final de resíduos, como todo material gráfico produzido e papeis, metais, plásticos, lonas, etc e resíduos do evento serão destinados a empresas/pessoas que trabalham com reciclagem.
Projeto 100% sobre o estilo musical regional Carimbó, considerado Música Regional pela Súmula 32 da CNIC de 20 de março de 2024. O Carimbó foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2014. Esta manifestação cultural, típica do estado do Pará e da região amazônica, é uma dança de roda com elementos indígenas, negros e europeus, que se expressa através de música e coreografias. O registro no Iphan garante a preservação e valorização da cultura local, de acordo com a Confederação Nacional de Municípios. A Apresentação musical será do estilo regional carimbó e as oficinas permearão o tema desse patrimônio imaterial cultural e as vivências indígenas.
PRODUTO APRESENTAÇÕES MUSICAIS: No Aspecto Arquitetônico: Disponibilização de infraestrutura necessária em cada local quando necessário (construção de rampas, espaço para cadeiras de rodas, corrimões) em todos os locais de apresentação. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência visual: Disponibilização de audiodescrição em todas as apresentações. Divulgação com descrição nas mídias sociais #paratodomundover em todas as cidades. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência auditiva: Disponibilização de intérprete de libras em todas as apresentações. No aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Entrada preferencial sinalizada, linguagem simples e assertiva, Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA. PRODUTO OFICINA: No Aspecto Arquitetônico: Disponibilização de infraestrutura necessária em cada local quando necessário (construção de rampas, espaço para cadeiras de rodas, corrimões) em todos os locais das oficinas. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência visual: Disponibilização de audiodescrição em todas as oficinas caso haja algum inscrito que necessite. Divulgação com descrição nas mídias sociais #paratodomundover em todas as cidades quando necessário. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência auditiva: Disponibilização de intérprete de libras em todas as oficinas quando necessário. No aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Entrada preferencial sinalizada, linguagem simples e assertiva, Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA. PRODUTO ENCONTRO: No Aspecto Arquitetônico: Disponibilização de infraestrutura necessária em cada local quando necessário (construção de rampas, espaço para cadeiras de rodas, corrimões) em todos os locais dos encontros. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência visual: Auto-descrição de todas as pessoas presentes na roda de conversa e descrição do cenário e ambiente por uma das Suratas presentes no encontro. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência auditiva: Disponibilização de intérprete de libras em todas os encontros quando necessário. No aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Entrada preferencial sinalizada, linguagem simples e assertiva, Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: No Aspecto Arquitetônico: As oficinas acontecerão dentro das escolas que os alunos estudam, onde já há a estrutura arquitetônica necessária para os alunos, porém se for necessário alguma adaptação para a oficina, o projeto se compromete a realizar. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência visual: Os oficineiros irão se descrever e caso haja necessidade realizar tour tátil com as pessoas para tocarem nos instrumentos e nas vestimentas. No Aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência auditiva: Disponibilização de intérprete de libras em nas oficinas se houver necessidade. A produção perguntará para as escolas da necessidade. No aspecto Comunicacional para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Entrada preferencial sinalizada, linguagem simples e assertiva, Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA.
Segundo artigo 47 da IN 23/2025, o projeto adotará: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; O projeto, para além do produto principal das apresentações musicais, oferecerá oficina de princípios do técnico de som, oficina de canto e dança de carimbó e oficina de moda consciente e indígena, todas gratuitas. Meia-entrada a todos de direito previsto em lei e meia-entrada também com doação de 01 kg de alimento. Os alimentos serão doados a uma instituição da cidade de apresentação. Meia-entrada CadÚnico: para os jovens de 15 a 29 anos inscritos no Cadastro Único, o benefício pode ser obtido mediante a apresentação de documento que comprove a inscrição no programa, como o Número de Identificação Social (NIS), a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ou a Declaração de Matrícula. Vivência técnica: Para cada cidade, o projeto vai selecionar dois jovens (idade entre 15 e 24 anos) em situação de vulnerabilidade econômica e/ou social para acompanhar a nossa equipe técnica na execução do projeto naquele local.
A Alter do Som é uma produtora cultural, agência e selo musical que promove o fortalecimento e a divulgação de artistas de Alter do Chão, na Amazônia paraense. Tem a proposta de um projeto para acolher e criar mobilidade de artistas amazônicos reduzindo as dificuldades logísticas e financeiras que são barreiras para a difusão da música amazônica no Brasil. A equipe é composta por profissionais multifacetados: Coordenação, Produção Executiva e Artística, Gestão Cultural, Comunicação e Técnicos. Roberto Largman Borovik - Coordenador Geral e financeiroConhecido por Borô, é agente, empresário, produtor, técnico e coordenador de projetos culturais com foco no circo e em culturas populares. Dirige desde 2011 o Espaço Alter do Chão, espaço cultural localizado na Amazônia Paraense e que foi peça-chave no processo de fortalecimento e patrimonialização do carimbó pau e corda na região, destacando-se como centro de referência no cenário musical amazônico. Em 2018 lançou o selo Alter do Som, com o intuito de fortalecer e divulgar o carimbó e outros ritmos amazônicos para outras regiões do Brasil e do mundo. Foi idealizador e coordenador geral do Festival das Águas, que em 2016 reuniu diversos artistas em prol do aquífero de Alter do Chão. Em 2021 lançou CDs, EPs e clipes de diversos artistas regionais como o Grupo Kuatá de Carimbó, Suraras do Tapajós, Mestre Chico Malta, Dan Selassie, Família Galvão (do Mestre Silvan Glavão), Priscila Castro e Cristina Caetano. Hoje tem mais de 14 mil seguidores no Instagram, mais de 9 mil visualizações do clipe "Que Peixe que é?" do Grupo Kuata de Carimbó, no canal próprio do Youtube e mais de 400 reproduções em mais de 21 lançamentos entre álbuns, singles e EPs, com destaque para o álbum "Kiribasáwa Yúri Yí-Itá - A Força Que Vem das Águas" das Suraras do Tapajós e "Mãe Amazônia de Pé!" do Mestre Silvan Galvão, assim, leva a música da Amazônia, em especial o carimbó, aos ouvintes de todo o Brasil e do mundo pelas vias digitais. Seu trabalho de produção cultural também levou artistas da Amazônia para grandes palcos nacionais, como o Rec-Beat em Recife/PE, Se Rasgum em Belém/PA, o Coala Festival e o Theatro Municipal em São Paulo, o Amazônia Mapping em Santarém/PA. Em novembro as Suraras do Tapajós abriram o MicBR (Mercado de Indústrias Criativas do Brasil). Ainda em novembro, com êxito no edital da Caixa Cultural, as Suraras se apresentaram em Curitiba e Recife e em 2024 em São Paulo. Em dezembro de 2023, produziu os shows das Suraras no Festival Brasil é Terra Indígena em Brasília/DF e fechou o ano fazendo a produção dos show das Suraras no Festival Psica em Belém/PA. Em 2024 co-produziu o show das Suraras no Rock in Rio, que se apresentaram ao lado da Gang Eletro, numa mistura inédita de batidas contemporâneas da periferia paraense e ritmos originários. Ana Paula de Moraes Moreira - Direção de ProduçãoPsicóloga de formação, trabalhou anos como consultora em recursos humanos, atuando em projetos de diversidade e saúde mental. Há 15 trocou de cadeira, passando a ser consultora de projetos independentes, ajudando a tirar ideias do papel e potencializando operações. É certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching e pela Escola de Design Thinking. Em 2015, fundou o Coletivo Bombo onde atuava e coordenava o Núcleo de Desenvolvimento em Empreendedorismo Criativo. Trabalhou em grandes projetos como Cirque du Soleil e na maior feira de Economia Criativa do Brasil, Pixel Show. Há 4 anos integra a equipe da Alter do Som, auxiliando nas estratégias de difusão da música amazônica e como Produtora Artística nas realizações. Fez a produção artística das Suraras do Tapajós no circuito artístico pela FUNARTE BOLSA PIXINGUINHA 2024-2025, com apresentações musicais e vivência de carimbó nas cidades: Vila de São Jorge, Alto do Paraíso/GO, João Pessoa/PB e Olinda/PE; CAIXA Cultural 2023-2024 (Curitiba/PR, Recife/PE e São Paulo/SP); TUM Festival 2024 em Florianópolis/SC, co-produziu o grupo de carimbó de mulheres indígenas no Rock in Rio 2024, edição de 50 anos; Stella Fernandes Lopes da Silva - ComunicaçãoFormada em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela UNESP e pós graduada em Gestão Cultural pelo SENAC, trabalha com comunicação, arte e design há 20 anos. Foi sócia e diretora de arte num estúdio de design em SP por 8 anos, com foco em projetos de gestão e planejamento digital, branding e direção de arte. Participou da criação do Coletivo Tudicofusi, um projeto experimental com foco principal em moda, onde desfilaram por 4 vezes na Casa de Criadores - evento que abre o calendário de moda no Brasil. Foi co-criadora do Coletivo Bombo em SP, um espaço multicultural focado em pequenos empreendedores. Empreende há 10 anos em sua marca autoral e ministra aulas para o programa Empreenda Rápido do SEBRAE. Ainda, desenvolve projetos de identidade visual (logotipos, cartões de visita, peças gráficas e digitais), consultoria para marcas e pequenos empreendedores e workshops e palestras em design, comunicação, branding e gestão de projetos. Desde 2022 atua como Gestora Cultural e Diretora de Comunicação na Alter do Som, uma produtora cultural e selo musical da Amazônia paraense, onde já obteve êxito em grandes editais, como Caixa Cultural, Petrobrás, Funarte, Rouanet Norte, Paulo Gustavo, Cultura Viva, Rouanet Norte, Sesi, Lei Semear (Pará), Proac, entre outros. Erick Kloh Vilela - Coordenação Técnica / Técnico de SomNatural de Petropolis (RJ) e morando no Pará desde 2009, atua em sonorização profissionalmente desde então. Realizei cursos no IATEC RJ, ingressando em broadcasting em 2012 e atuando no audiovisual como Diretor técnico e tecnico Foh das Suraras do Tapajós, Amazônia Jazz Band, baile do mestre cupijo e outras bandas. Tambem realizo eventos como técnico de broadcasting de grande porte. Áreas: ● CONSULTORIA AUDIO VISUAL ● TECNICO FOH E MONITOR ● TREINAMENTO E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS ● DIRETOR TECNICO ● TECNICO DE BROADCASTING ● OPERADOR DE REPLAY ● DIRETOR DE IMAGENS ● VIDEOMAN ● OPERADOR DE VAR (FIFA, CBF) ● MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO. Em 2025 participou dos eventos: ● FAFÁ DE BELÉM -TECNICO FOH ● LIA SOPHIA -TECNICO FOH ● DIOGO RAMOS- TECNICO FOH ● ARTHUR NOGUEIRA- TECNICO FOH ● ORQUESTRA SINFONICA PETROBRAS- TECNICO DE MONITOR ● AMAZONIA JAZZ BAND TECNICO FOH OFICIAL ● TECNICO RESPONSÁVEL DO ESTUDIO VIDA CRIATIVA ● ESPETACULO TEMAS INESQUECIVEIS TECNICO FOH ● FESTIVAL CIRCUITO MANGUEIROSA TECNICO FOH
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.129.624,00 em 02/02/2026.