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PRONAC 252897Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FIAN - OP

ASSOCIACAO AMIGOS DO REINADO DE NOSSA SENHORA DO ROSARIO E SANTA EFIGENIA AMIREI
Solicitado
R$ 1,48 mi
Aprovado
R$ 1,48 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Ouro Preto
Início
2025-10-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais

Resumo

O Festival Internacional de Arte Negra de Ouro Preto (FIAN) é um evento cultural de caráter internacional que busca celebrar a riqueza, diversidade e profundidade da cultura afro-brasileira e afrodescendente. Realizado na histórica cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, o FIAN se propõe a ser um espaço de diálogo, resistência, expressão artística e valorização das culturas negras, em suas mais variadas manifestações, com foco na música, dança, teatro, artes visuais, literatura e cultura tradicional. O festival contará com uma programação intensa, que incluirá apresentações artísticas, oficinas, debates, exposições e outras atividades culturais, trazendo à tona a importância da arte como ferramenta de reflexão, resistência e transformação social.

Sinopse

O FIAN – Festival Internacional de Arte Negra de Ouro Preto é um evento cultural de caráter internacional, concebido como um espaço de celebração, resistência e valorização das culturas afro-brasileiras e afrodescendentes. Realizado na emblemática cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais – Patrimônio Mundial da Humanidade –, o festival nasce do compromisso com a promoção da diversidade, da equidade e da riqueza simbólica das expressões artísticas negras. Mais que um festival, o FIAN é uma plataforma de diálogo intercultural, troca de saberes e fortalecimento de redes, reunindo artistas, pensadores, líderes culturais e o público em torno de uma programação intensa e multifacetada. Música, dança, teatro, literatura, artes visuais e cultura tradicional se entrelaçam para compor uma narrativa viva das heranças e das inovações das culturas negras no Brasil e no mundo.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar uma edição do Festival Internacional de Arte Negra de Ouro Preto (FIAN). Trata-se de um festival que busca a valorização das culturas negras, em suas mais variadas manifestações. Objetivos específicos Realizar uma feira de livros, artesanato e alimentação; Realizar uma exposição de artes visuais; Realizar cinco apresentações de artes cênicas (dança, teatro, circo e/ou performance); Realizar cinco ações formativas (oficinas, palestras, encontros etc); Realizar a exibição de cinco filmes; Realizar cinco apresentações de música regional e cinco com grupos tradicionais.

Justificativa

Em primeiro lugar, a inscrição deste projeto no Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, se deu em função de uma possibilidade de captação do projeto, via esse mecanismo. Acreditamos ainda que a Lei Rouanet é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada para realização de projetos culturais. Assim, consideramos que a finalidade do projeto está em consonância com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e se enquadra, especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando que a principal finalidade do projeto é viabilizar um festival com apresentações culturais, o mesmo se enquadra no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Com trata-se de um projeto feito na rua, gratuito e aberto a toda população, o projeto também se enquadra no seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O FIAN _ Festival Internacional de Arte Negra de Ouro Preto surge como uma resposta à urgência de visibilidade, valorização e fortalecimento das culturas afro-brasileiras e afrodescendentes em um contexto histórico e social que ainda carece de representatividade e reconhecimento pleno. Realizado na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, o festival se insere em um território de profunda relevância cultural, marcada pela resistência, pela memória e pela diversidade das populações negras. Ouro Preto, Patrimônio Mundial da Humanidade, é um símbolo da luta e da preservação das tradições afro-brasileiras. No entanto, as expressões culturais negras locais ainda enfrentam desafios significativos para alcançar visibilidade e reconhecimento. O FIAN propõe-se a preencher essa lacuna, oferecendo uma plataforma para artistas, mestres e comunidades negras, promovendo a troca de saberes e experiências que fortalecem a identidade e o protagonismo negro.

Especificação técnica

A programação do FIAN pretende contemplar diferentes linguagens artísticas e expressões culturais negras, e será composta por: Uma feira de livros, artesanato e alimentação; Uma exposição de artes visuais; Cinco apresentações de artes cênicas (dança, teatro, circo e/ou performance); Cinco ações formativas (oficinas, palestras, encontros etc); Exibição de cinco filmes; Cinco apresentações de música regional e cinco com grupos tradicionais. Toda a programação do festival será definida a partir do trabalho da curadoria. No momento, não é possível realizar o detalhamento técnico da programação.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto vai contratar banheiros químicos adaptados e reservará espaço para para cadeirantes, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O festejo irá contratar profissional de audiodescrição que estará presente em todas as atividades do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O festejo irá contratar intérprete de libras que estará presente em todas as atividades do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O festejo irá contratar monitores treinados para auxiliar esse público em todas as atividades do projeto.

Democratização do acesso

ATIVIDADES GRATUITAS O projeto está aberto a todas as faixas etárias e grupos sociais e todas as suas ações serão abertas e gratuitas. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Como medidas de ampliação de acesso, entre aquelas previstas no Art. 21 da Instrução Normativa No 02/2019, o projeto vai: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Kedison Ferreira - Coordenação geral e curador Psicólogo, palestrante, produtor cultural e Diretor de Promoção da Igualdade Racial na Prefeitura Municipal de Ouro Preto, atua em áreas ligadas à promoção da igualdade racial, cultura afro-brasileira, educação comunitária e políticas públicas de inclusão. Lidera a única Guarda de Moçambique de Ouro Preto e, atualmente, é um dos principais responsáveis pela festa do Reinado de Chico Rei, declarada patrimônio imaterial no município. Coordenador da Casa de Cultura Negra de Ouro Preto, equipamento público voltado à promoção da igualdade racial e valorização da cultura afro-brasileira, vencedor do Prêmio Rodrigo Melo Franco (2024). Elias Gibran - Coordenação de produção Em projetos relacionados à culturas tradicionais e populares: é responsável pela gestão e produção executiva do Festejo do Tambor Mineiro (desde 2005); coordenou a produção do Canjerê – Festival de Cultura Quilombola de Minas Gerais (2015); produziu a Revista Marimbondo – Edição Congado (2016); idealizou e produziu o documentário “Os Carolinos” (2013), o livro “Percursos do Sagrado – Irmandades do Rosário de Belo Horizonte e Entorno” (2014), o álbum “Aparecida, Reinos Negros” (2017) e a exposição “Reinado de Chico Calu – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos” (2017), publicou o livro “Mulheres Reinadeiras“ (2022). Júlia Moysés - Coordenação de comunicação Atua, desde 2003, na área cultural, foi coordenadora de comunicação de importantes projetos culturais, tais como: Festejo do Tambor Mineiro, Mostra Benjamin de Oliveira, Solo Negro, Conexão Telemig Celular / Vivo, Festival Estudantil de Teatro, Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Diálogos Cênicos, Diálogos Urgentes, Janelas da Dramaturgia, Viva o Vale!: Programa de Desenvolvimento Sociocultural do Vale do Jequitinhonha, Fiat Mostra Brasil, Viola Popular, Festivelhas Manuelzão - Projeto Manuelzão UFMG, entre outros. Com o programa Viva o Vale! conquistou o segundo lugar no prêmio de Gestão Cultural concedido pelo Instituto Pensarte, de São Paulo. Silvia Batista - Coordenação administrativa Com ampla experiência na gestão administrativo-financeira de projetos culturais, incluindo orientação sobre a legislação vigente e prestação de contas, Silvia Batista trabalha com importantes grupos e artistas do cenário cultural mineiro e nacional, como o Grupo Teatral Espanca!, a Cia de Teatro Luna Lunera, a Quick Cia de Danca e a Cia Mario Nascimento. Foi responsável pela gestão administrativo-financeira do Grupo Galpão de 1997 a 2007, e de quase oitenta projetos dos mais diversos agentes culturais, nas áreas de música, teatro, dança e circo, inscritos nas leis municipal, estadual e federal de incentivo à cultura. Sérgio Pererê - Artista convidado Sérgio Pererê é músico, compositor, multi-instrumentista, escritor e ator nascido em Belo Horizonte. Junto com Santonne Lobato e Geovane Sassá, fundou o grupo Tambolelê que excursionou por vários países do mundo e lançou dois discos: Tambolelê (2001) e Kianda (2004). Em carreira solo lançou os discos Linha de estrelas (2005), Labidumba (2008), Alma grande – Ao vivo (2010), Serafim (2011), Cada Um (2018), Revivências (2020), Canções de bolso (2021), Coração de Marujo (2021) e Cada Um Ao vivo (2021). Junto com Marcus Viana e Zal Sissokho fizeram Famalé (2014) e em parceria com o grupo de percussão argentino No Chilla realizaram o disco Viamão (2016). Em 2020, em parceria com Mauricio Tizumba lançou Mauricio Tizumba e Sérgio Pererê – Ao Vivo. O proponente é o responsável pela Direção do projeto e será remunerado via rubrica Direção geral. O serviço abrange a responsabilidade pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.