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Exposição fotográfica com 121 retratos de moradores do bairro da Mooca, em São Paulo e publicação de um livro com retratos e depoimento dos moradores sobre como se sentem em viver neste bairro. A exposição acontecerá em dois lugares: uma exposição ao ar livre com 21 retratos em backlight no tamanho de 200cm x 100cm e outra, com 121 imagens na galeria O Jardim, que fica no bairro.
Não se aplica
Objetivo Geral: O projeto tem como objetivo usar a fotografia para tratar de temas como: identidade e território através de um trabalho onde os fotografos Malu Mesquita e Renato Negrão vão abordar 121 moradores do tradicional bairro da Mooca, em São Paulo para fotografá-los e pedir o seu depoimento sobre a relação com o local em que moram. Desta forma o projeto criará um panorama sobre uma região da cidade onde os moradores costumam ser orgulhosos por viverem no bairro. Compartilhar o resultado desta pesquisa em exposições e livro é uma maneira de propagar o sentimento de pertencimento e orgulho dos moradores com o bairro, em uma metrópole com tantos problemas como São Paulo. Específico: - Fotografar moradores do bairro: Montar um pequeno estúdio, com equipamento de luz artificial, em locais estratégicos do bairro, como praças, parques, frente de igreja e outros lugares públicos, onde os moradores serão abordados e convidados a ser fotografados e a darem um depoimento sobre a sua experiência no bairro. - Exposição ao público: Serão montadas duas exposições, uma ao ar livre, na praça Visconde de Souza Fonte e outra na galeria especializada em fotografia, O Jardim, ambos endereços situados no bairro. - Publicação de um livro: As 121 fotografias serão transformadas em um livro de retratos. - Ações de contrapartida como oficinas sobre direção de retratos em escolas públicas, rodas de conversas durante as exposições para debater o tema e sua transformação em projeto artístico.
"Sou da Mooca", justifica-se pelo seu valor cultural e social, alinhado aos objetivos da Lei Rouanet. Através de 121 retratos e depoimentos de moradores, documentará a identidade e o sentimento de pertencimento a este bairro tradicional de São Paulo, preservando sua história e memória para gerações futuras. A fotografia, como linguagem artística, captura a essência do lugar e a experiência individual de cada morador, criando um rico acervo visual e oral que transcende a mera retratação, tornando-se um potente comentário social sobre a vida urbana e a construção da identidade em uma metrópole como São Paulo. O engajamento da comunidade, por meio da participação ativa dos moradores, fortalece os laços sociais e promove o empoderamento local e levar isso ao público é uma forma de compartilhar uma história positiva sobre a cidade. As exposições em espaço público e galeria garantem ampla divulgação, pois é aberto gratuitamente aos visitantes, enquanto a publicação em livro amplia o alcance do projeto além do bairro, disseminando a cultura da Mooca para um público mais vasto e contribuindo para uma compreensão abrangente da diversidade cultural paulistana. Outro tópico importante é que a produção do projeto é feita pelo Centro Cultural O Jardim, que tem como característica, estar situado na Mooca, uma região de São Paulo que fica fora dos grandes centros culturais da cidade, que são a região central, Av. Paulista e bairros como Pinheiros e Vila Madalena. O objetivo do centro cultural é levar arte para zonas periféricas (longe dos centros culturais). Montar este projeto sobre a Mooca e, na Mooca, é uma forma de atrair o público local _ que não precisará se locomover para outros locais, e também um jeito de convidar o público de fora do bairro a conhecer o bairro e o projeto. A riqueza artística e o impacto social positivo do projeto justificam plenamente o investimento através da Lei Rouanet, atendendo aos seus objetivos de preservação, promoção e difusão da cultura brasileira.
Não se aplica
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Medidas de acessibilidade No aspecto arquitetônico: A exposição deverá ser montadano Centro Cultura O Jardim, na Mooca, São Paulo e o prédio tem recursos de acessibilidade como banheiros, elevadores e toda estrutura para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. No aspecto comunicacional:1 - Serão organizados, durante o tempo em que a exposição estiver em cartaz, dois eventos com uma palestra, seguida de roda de conversa, com tradução em libras. Um, na exposição externa, na praça e outro, na galeria. Cada evento terá a duração de 2 horas.2 – Audiodescrição para as 121 fotos da exposição, na galeria.OBS: Os eventos com tradução em libras serão avisados com antecedência, pela equipe de comunicação do projeto.
Democratização de AcessoO projeto cumpre todos os requisitos do Art. 29 da IN 1/2024, ao ter acesso inteiramente gratuito.
Malu Mesquita - Coordenação geral e uma das fotógrafas do projeto. Malu Mesquita é fotógrafa formada em Publicidade e Propaganda (FIAM/FAAM, 1990). Ingressou no universo das artes em 2015 pela Escola Panamericana de Artes e Design. Sua pesquisa explora o espaço urbano e suas possibilidades artísticas. Participou de exposições no Brasil e no exterior, incluindo o Image Festival Amman e o Festival de Fotografia de Tiradentes. Destacam-se os projetos "#NoMesmoMuro" e "De Volta ao Muro". É autora dos livros "#NoMesmoMuro" (2017) e "Rede de Proteção" (2022). Em 2025 abriu “O Jardim”, um espaço dedicado a fotografia na Mooca, em São Paulo, onde lançou um livro de fotografias coletivo com 20 ensaios sobre São Paulo. O livro “Crônicas de uma São Paulo Possível” foi idealizado através de um programa de financiamento coletivo. Renato Negrão - Produtor geral do projeto e um dos fotógrafos. Renato Negrão é um pesquisador, produtor cultural e curador com uma carreira consolidada de mais de 20 anos na produção de projetos culturais de impacto internacional. Com formação em Comunicação Social pela UFPR, pós-graduação em Fotografia pelo Senac-SP, e mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, atualmente está realizando um doutorado com bolsa do CNPq na mesma instituição. Renato é reconhecido por sua atuação como curador, tendo montado exposições em 14 países. Recebeu prêmios como o Edital de Fotografia da Secretaria de Cultura de São Paulo em 2009 e o Prêmio Aldir Blanc em 2020 e contemplado com o edital da Paulo Gustavo em 2024. Sua pesquisa e prática artística incluem publicações como "Prosa Fotográfica" e "Brasil Distrópico". Em 2024, produziu e dirigiu o documentário "Destemidos Pioneiros, a Saga de Lucas do Rio Verde" sobre a criação de uma cidade no centro-oeste do Brasil, polo do agronegócio nacional. Em 2025 produziu e fez a organização do livro de fotografias coletivo “Crônicas de uma São Paulo Possível. A publicação apresenta 20 séries fotográficas sobre a cidade de São Paulo. Assistente de Produção : Liana Azevedo - Fotógrafa formada pela Escola Panamericana de Arte e De- sign, atua como fotógrafa independente desde 2015. Integrante do coletivo “Prosa Fotográfica” desde 2020, com quem lançou o livro de mesmo nome em 2021. Como fotógrafa participou de exposições coletivas em países como Indonésia, Espanha, Holanda e Jordânia. No Brasil, participa de exposições e festivais de fotografia desde 2015 onde participou através de convocatória da exposição “A procura de um Centro” com curadoria de Rosely Nakagawa na Escola Panamericana de Arte e Design, par- ticipou também da exposição “Lugar de Afeto” com curadoria de Renato Negrão no Festival de fotografia de Tiradentes Foto em Pauta de 2019. Em 2022 participou do festival de fotografia “Image Festival Aman”, em Amã, na Jordânia. Também em 2022 foi uma das artistas contempladas pela convocatória "O Ur- bano Entre a Utopia e a Realidade” para uma exposição de mesmo nome, uma parceria do festival Foto em Pauta de Tiradentes, MG e o Rotterdam Photo Festival, em Rotterdã, na Holanda. Em 2022 e 2023 foi assistente de produção e professora no projeto Prosa em Rede, um projeto do coletivo Prosa Fotográfica que foi contemplado pelo Edital de apoio a projetos culturais descentralizados de múltiplas linguagens em 2022.Ayman Alabadleh - Produtor geral.É um educador e gestor cultural com uma trajetória diversificada e internacional. Formado em Arquitetura pela (Isra University), na Jordânia, ele iniciou sua jornada no Brasil em 2017, ensinando inglês e cultura em áreas periféricas de São Paulo, por meio da organização social (4YOU2), em parceria com a (Fábrica de Criatividade), localizada em Capão Redondo. Ele também possui certificação (CELTA) pela (Universidade de Cambridge).Multilíngue, fala inglês, português e árabe fluentemente, com conhecimentos em francês e turco. Ayman também traduziu livros fotográficos como (No Mesmo Muro) e (Rede de Proteção), de Malu Mesquita, (África), de Vinícius Garcia, e outros, do português para o inglês.Em 2019, Ayman concluiu o curso (Raízes na Cidade) em empreendedorismo cultural, oferecido pela (Migraflix). Este curso presencial, no formato de workshop e com foco prático, teve uma carga horária total de 56 horas, distribuídas ao longo de dois meses.Em 2024, integrou a equipe técnica do curta-metragem documental (Destemidos Pioneiros, a Saga de Lucas do Rio Verde), realizado com recursos de um edital audiovisual da (Lei Paulo Gustavo), em colaboração com a (Secretaria de Cultura de Lucas do Rio Verde). Ayman desenvolveu funções de produção cultural e pesquisa, contribuindo para a narrativa sobre a criação dessa cidade no Centro-Oeste do Brasil, um importante polo do agronegócio nacional.Em 2025, ampliou sua formação com cursos online em (Produção Cultural) pela (Lúmina/UFRGS) e em (Gestão Cultural) pela (Pensar Cursos).Sua trajetória reflete um compromisso contínuo com a educação, a cultura e a valorização da diversidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.