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O projeto contempla a realização da programação do Centro Cultural Fêmea Fábrica para o ano de 2026. Ao longo de 12 meses de atividades serão realizadas como contrapartidas: residências artísticas, exposições, ateliês abertos, sessões de cinema, saraus, oficinas livres e apresentações musicais, além do eixo educativo, registro documental em fotografia, vídeo e uma publicação impressa do projeto. Serão 58 produtos culturais a serem realizados gratuitamente, na cidade de Campinas (SP), e de modo virtual abrangente. Enquanto eixo curatorial que norteia essas ações, as temáticas entrecruzam Arte Contemporânea, Cultura popular e Comunidade, em seus aspectos estéticos, políticos e sociais.
Dentre as atividades oferecidas nessa proposta, estão as residências artísticas, os eventos de ateliês abertos, exposições, oficinas, apresentações musicais, oficinas e uma publicação impressa. Todas as atividades são de indicação etária livre e oferecidas gratuitamente para a população. A seguir, a sinopse das ações: Residências artísticas: As residências artísticas propõe um espaço imersivo de criação e intercâmbio para artistas contemporâneos convidados, promovendo um ambiente de experimentação, pesquisa e diálogo. Durante um mês, os residentes compartilharão processos e vivências no Espaço Cultural Fêmea Fábrica, explorando as relações entre tempo, espaço e prática artística. Ao final, uma exposição apresentará tanto obras preexistentes quanto um trabalho inédito desenvolvido ao longo da residência, evidenciando os desdobramentos resultantes da experiência compartilhada. A proposta enfatiza a convivência como metodologia de criação, fomentando trocas críticas e poéticas que ampliam os discursos e repertórios individuais. Dessa forma, a residência se configura como um dispositivo de investigação artística, em que o processo se torna tão relevante quanto ao resultado final, tensionando os limites entre produção, experimentação e exibição. Ateliês abertos: Com interesse pela partilha de processos criativos, para além de exposições ou apresentações finalizadas, os artistas que possuem seus ateliês no Centro Cultura Fêmea Fábrica, receberão as pessoas interessadas em seus espaços de trabalho, para trocas sobre a prática de suas pesquisas e projetos. Assim, esta atividade se configura como um importante espaço de diálogo, de produção e de fruição direta com a comunidade. Oficinas: As oficinas propõem um percurso formativo plural e acessível, abrangendo linguagens e técnicas que dialogam com diferentes expressões artísticas, saberes manuais e do corpo. Com atividades como grafite, tintas naturais, bordado, desenho de observação com modelo vivo, xilogravura, Gastronomia ancestral, Estudos performáticos do corpo, fotografia analógica e marcenaria, todas oferecidas de forma gratuita, bem como os materiais e suportes a serem utilizados, o projeto busca oferecer acesso a técnicas muitas vezes restritas aos circuitos formais de ensino ou inacessíveis financeiramente ao público em geral. Ao fomentar esse ambiente de experimentação e instrumentalização técnicas e práticas, o ciclo de oficinas se configura como um dispositivo de autonomia criativa e fortalece o vínculo entre a produção artística e as dinâmicas socioculturais locais. Exposições de artes visuais: As exposições permanecerão abertas para visitação gratuita durante um mês, após as residências artísticas e abertura ao público nos eventos interdisciplinares. Todos os períodos de visitação terão suporte de monitores educativos que abordarão aspectos estéticos, políticos, retóricos e de fruição das obras expostas, buscando aproximar o público da poética dos artistas e das próprias subjetividades no fazer artístico, atuando de forma frontal à formação de público de arte contemporânea e à construção de conhecimento. Para ampliar o acesso às visitações, um tour 360º permitirá o acesso à exposição em visita virtual auto-guiada. Sessões de cinema: Em um espaço equipado e aconchegante a céu aberto, serão exibidos mensalmente de forma gratuita, filmes, curtas, documentários e videoarte cuidadosamente selecionados pela curadoria, propondo um espaço de fruição coletiva e democratização do acesso ao audiovisual. Por conta de sua localização central, bem no coração da cidade de Campinas, o projeto não apenas amplia a difusão de produções que transitam entre o cinema e as artes visuais, mas também fortalece o senso de pertencimento da comunidade, estimulando debates, reflexões e trocas. Essa atividade reafirma o cinema como um dispositivo de sensibilização e pensamento crítico, criando um ambiente de compartilhamento cultural que expande as possibilidades de vivência artística para além dos circuitos institucionais tradicionais. Saraus: Os saraus realizados em parceria com as Promotoras Legais Populares (PLPs), configura-se como um evento de arte, acolhimento, encontro e resistência negra feminina, onde a palavra, a música e a corporeidade se articulam como formas de expressão e transformação social. O evento cria um espaço de expressão para estas mulheres que, a partir de suas vivências, constroem saberes coletivos e estratégias de enfrentamento às desigualdades de forma coletiva. Os ritmos do Maracatu, Ijexá, Coco e Funk compõem o repertório musical dessas celebrações, evocando tanto a ancestralidade quanto a pulsação contemporânea das lutas populares. Ao apoiar essa ação, o espaço cultural Fêmea Fábrica reafirma seu compromisso com a valorização de movimentos culturais, sociais e comunitários, apoiando a arte como ferramenta de emancipação e fortalecimento Apresentações musicais: As apresentações musicais, concebidas em diálogo com as aberturas das exposições, potencializam e ampliam a experiência imersiva do público ao estabelecer interseções sensoriais entre artes visuais e experimentação sonora. As apresentações musicais a serem selecionadas, partem do movimento de experimentação de sons naturais e digitais, expandindo para além do formato tradicional de show promovendo uma experiência multissensorial aos visitantes. Nesse contexto, a curadoria musical se compromete com uma seleção plural de artistas, priorizando aqueles cujas trajetórias e perspectivas ampliam a diversidade de corpos, identidades e vivências. A intenção é evidenciar a riqueza de pesquisas distintas sonoras, colaborando para a ampliação de repertório musical e expansão de narrativas. Catálogo/publicação impressa: Ao final do projeto, será produzida uma publicação impressa que servirá tanto como registro documental quanto como ferramenta estratégica de difusão e pesquisa em arte contemporânea. Reunindo textos e imagens das diversas ações realizadas, o catálogo garantirá a preservação da memória do projeto e ampliará sua visibilidade, funcionando como um material de referência para artistas, pesquisadores, instituições de ensino e potenciais parceiros. Além de fortalecer a identidade do projeto, a publicação se tornará um recurso essencial para futuras edições, ampliando seu impacto e consolidando sua relevância no cenário da arte contemporânea.
Organizadas em quatro ciclos de atividades, as ações deste projeto valorizam os processos criativos, e de construção coletiva, em todas suas etapas. A começar pela curadoria de artistas, que será feita junto à curadora convidada, focada em profissionais que tenham suas pesquisas voltadas ao eixo temático central do projeto. No intuito de abordarmos assuntos urgentes, as atividades permitirão uma visão multidisciplinar acerca dos fazeres artísticos e dos ecossistemas urbanos, acionando um senso de responsabilidade e pertencimento em relação à comunidade, abordando diferentes linguagens, culturas e territórios. O desenvolvimento das exposições, parte central dessa programação, inicia-se com as 4 residências artísticas e é o momento de seleção dos trabalhos a serem expostos e alinhamento curatorial da exposição com o eixo educativo. O artista desenvolverá um trabalho in loco, no formato de ateliê aberto, a ser compartilhado de maneira virtual com as pessoas interessadas. Com duração de um mês cada uma das residências, os processos resultarão em 4 eventos inaugurais interdisciplinares, que envolverão 8 performances de música, além das 4 exposições de artes visuais. As exposições permanecerão em cartaz por um mês depois de inauguradas, com visitas mediadas por educadores e recursos de acessibilidade para grupos agendados de escolas, instituições e visitas espontâneas. Ainda, para ampliar o acesso, um tour virtual 360º de cada exposição poderá ser acessado em dispositivos digitais. Fundamentais para o aprofundamento das atividades propostas, os encontros entre artistas e curadores convidados proporcionarão o desenvolvimento de um pensamento crítico em relação aos trabalhos e questões que permeiam as temáticas abordadas. Ao todo, serão 4 rodas de conversa, contextualizando as produções apresentadas no cenário da arte contemporânea, bem como nas esferas políticas, ambientais e sociais. Como contrapartida social, serão realizadas 9 oficinas formativas livres, compartilhando técnicas e saberes, voltadas para a população bem como para educadores sociais, que podem utilizar das atividades didáticas e dinâmicas artísticas de modo aplicado em grupos e salas de aula. Ainda 1 oficina de capacitação dos profissionais envolvidos no projeto, para a implementação de atividades e recepção adequada do público PCD. Por entender a importância do compartilhamento de pesquisas mais aprofundadas do fazer artístico, serão promovidos os eventos de ateliês abertos, mediados pelos artistas residentes que têm ateliês no centro cultural, nas quais serão abordadas suas produções artísticas, pesquisas poéticas e metodologias de trabalho, para que o público possa acompanhar a evolução dos processos ao longo do ano, com abertura para dialogar, trocar e refletir sobre o fazer artístico profissional. Serão realizados 4 saraus abertos com curadoria e protagonismo de movimentos sociais parceiros do coletivo, para dar visibilidade às causas e amplificar o eixo de ação e expressão cultural dentro das lutas por direitos humanos. Ainda 8 sessões gratuitas de cinema serão oferecidas para a comunidade. Com o objetivo de expandir as relações e aproximar ainda mais públicos de outros territórios, a narrativa de todas as ações será veiculada em campanha inter-relacionada em mídias sociais. Serão produzidos vídeos curtas documentais, de até 5 minutos cada, com depoimentos dos artistas e curadores sobre suas vivências e produção criativa-cultural dentro dos ateliês/ em residência. Serão produzidos também vídeos das apresentações, eventos interdisciplinares, registros poéticos-documentais das atividades e das relações da comunidade com as ações. Como finalização das atividades do projeto, uma publicação será impressa e distribuída como material de pesquisa para instituições de ensino de todo o Brasil. Todos os eventos serão gratuitos e com recursos de acessibilidade física e comunicacional.
Iniciativa essencial em nossos contextos sócio-culturais, o projeto tem como objetivo intensificar a atividade cultural no interior do estado de São Paulo, especificamente região da cidade de Campinas, com focos na formação de novos públicos, no desenvolvimento de pesquisas artísticas e nas possibilidades de diálogos e trocas de saberes. A proponente acredita que essa proposta amplia as redes de profissionais do setor criativo: entre pessoas artistas, produtoras, educadoras e pesquisadoras, bem como com o público geral, o que possibilita o intercâmbio de experiências e o fortalecimento de circuitos ativos de arte contemporânea, arte-educação, educação ambiental e sustentabilidade. As atividades e conteúdos propostos pretendem instigar e convidar as pessoas à entrada no território das subjetividades, lidando com contextos e corpos distintos, em uma prática de partilha e construção coletiva de conhecimento. Com o intuito de ampliar e horizontalizar os bens culturais, o projeto prevê custear as atividades propostas a partir deste financiamento, de forma a promover, gratuitamente, apresentações em diversas linguagens, atividades de formação e publicação impressa, além de conteúdos online e acessibilidade física e comunicacional em todas as ações. As diretrizes deste projeto vão de encontro ao Art. 1º da lei nº 8.313/91 que prevê pleno exercício dos direitos culturais pela população, contribuindo e facilitando o acesso às fontes da cultura através dos projetos financiados, bem como sobre o apoio, valorização e difusão de artistas e manifestações culturais, salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Há ainda a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, bem como a priorização de produtos originários do Brasil. Em relação ao Art. 3º da mesma lei, o projeto incentiva a formação artística e cultural, mediante a concessão de bolsas de pesquisa e trabalho no Brasil, a artistas e técnicos brasileiros e prevê a realização de exposições. Ainda, contribui com o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para as apresentações.
O projeto "Centro Cultural Fêmea Fábrica - programação" contempla a realização da programação anual do Espaço Cultural Fêmea Fábrica. Ao longo de 12 meses de atividades, serão realizadas como contrapartidas: residências artísticas, exposições, ateliês abertos, sessões de cinema, saraus, oficinas e apresentações musicais, formatos já trabalhados colaborativamente e de modo regular desde 2020. Localizado na cidade de Campinas, interior de São Paulo, o espaço recebe artistas nacionais e internacionais, fomentando a arte por meio de eventos culturais de acesso público e gratuito. Os recursos disponíveis serão investidos de modo a salvaguardar o espaço cultural dos pontos de vista físico e institucional, contemplando a remuneração da equipe de profissionais envolvidos na realização do projeto e nas atividades propostas, o custeio das contas mensais, bem como a implementação de novas tecnologias e de recursos de acessibilidade física e comunicacional. Centralizado na ideia do cultivo como ferramenta de conexão, o projeto abrange o cultivo das comunidades do entorno, destacando a pluralidade cultural brasileira. Para os 4 ciclos de residências e exposições contempladas foi pensado um recorte curatorial de artistas afro brasileiras/os, com trabalhos que compõem expressões estéticas afro-diaspóricas e da cultura brasileira. A tensão entre o enunciar-se negro e projetar em obras de arte questões subjetivas contorna-se como um desafio da/o artista brasileira/o implicado com as questões de seu tempo presente. A curadora Maíra Freitas selecionou quatro artistas com base na conexão com suas origens e marcadores sociais de diferença. Geovanni Lima de Vitória - ES aborda questões da subjetividade negra e cultura candomblecista. Andréa Mendes, baiana radicada em Campinas, cria cartografias sobre luta e afeto negros. Dinho Araújo explora a negritude e aparições em suas obras. Yara Pina, de Goiás, utiliza elementos orgânicos para discutir violência de gênero e mulheridades. Todas as exposições terão aporte de equipe educativa que atuará com mediação cultural supervisionada pela curadora e também coordenadora educativa, valendo-se das trocas e diálogos com as artistas durante o período de residência artística.
1. Atividade: Residências Artísticas Duração: 4 meses / 4 residências de 1 mês Formato: presencial 2. Atividade: "Ateliês abertos” Duração: 20 horas / 5 encontros de 4 horas cada Classificação: Livre Estimativa de público: 2000 pessoas Formato: presencial 3. Atividade: "Oficinas” Quantidade: 10 oficinas Duração total: 116 horas Estimativa de público: 450 pessoas Formato: presencial Descrição: Serão realizadas 10 oficinas: grafite, tintas naturais, bordado, desenho e pintura de observação, xilogravura, fotografia analógica, marcenaria, treinamento anti capacitista, gastronomia ancestral e Estudos performáticos do corpo. 4. Atividade: “Exposições individuais” Duração: 4 meses/ 4 exposições de 1 mês Classificação: Livre Estimativa de público: 20.000 pessoas Formato: presencial/ online Descrição: O roteiro e as atividades das mediações durante as visitas guiadas, serão elaboradas coletivamente por curadores, artistas e educadores, no intuito de alcançar uma maior aproximação entre as produções artísticas e as pessoas visitantes da exposição. O período de visitação será de um mês em cada exposição, com os horários pré-definidos: às quartas, quintas e sextas, das 12:00h às 20:00h, e aos sábados, das 10:00h às 16:00h. As visitas serão pensadas para os mais diversos públicos, estruturadas para grupos como EJAS, ONGS e estudantes de escolas públicas. Essa troca é compreendida por meio da perspectiva não formal, ou seja, priorizando as relações humanas de apropriação de saberes, de reflexão e de questionamento com a maior pluralidade possível. Ainda no intuito de ampliar o acesso às atividades, serão apresentados recursos como audiodescrição, placas táteis, texto curatorial e legendas em braile e monitoria bilíngue português libras - português. 5. Atividade: "Saraus” Duração: 4 encontros de 8 horas Expectativa de público: 5000 pessoas Classificação: Livre Formato: presencial 6. Atividade: Sessões de Cinema Duração: 8 encontros de 3 horas Classificação: a depender da curadoria expectativa de público: 1500 pessoas Formato: presencial/ online 7. Atividade: "apresentações musicais” Duração: 8 encontros de 3 horas Classificação: Livre Expectativa de público: 2500 pessoas Formato: presencial 8. Atividade: "Catálogo” Formato: impresso/ online Descrição: Com materiais e quantidades passíveis de modificações ao longo do projeto, a publicação é inicialmente pensada no formato A5, em papel pólen, com cerca de 100 páginas e uma tiragem de 1000 exemplares, a serem enviados para instituições de todo o país. A mesma publicação terá sua versão online disponível para download e prevê o registro ISBN.
O projeto demonstra um compromisso notável com a inclusão ao oferecer diversas medidas para tornar as atividades acessíveis a um público diversificado. Essas iniciativas visam garantir que as atividades sejam acessíveis a todas as pessoas, independentemente de suas necessidades específicas. Além disso, ao disponibilizar parte do conteúdo educativo online, o projeto amplia ainda mais o acesso, permitindo que pessoas que não podem comparecer fisicamente participem virtualmente, através de redes sociais, visitas virtuais e encontros no ciberespaço. Acessibilidade Arquitetônica: Rampas de acesso possibilitam que pessoas cadeirantes/com mobilidade reduzida tenham acesso aos espaços expositivos, bem como à área externa onde também serão realizadas atividades.O projeto também prevê banheiro adaptado com barras de apoio, garantindo acessibilidade e conforto para todos os visitantes. A implementação de piso tátil e sinalização em braille facilitarão a locomoção de pessoas com deficiência visual, de forma independente e segura. Assentos para pessoas obesas também estão contemplados nesta contrapartida. Acessibilidade Comunicacional: Auditiva: Contaremos com recursos de audiodescrição e fones de ouvidos localizados junto às obras à que se referem. Ainda, um mediador cultural capacitado estará disponível para acompanhar as visitas e encaminhar um roteiro dentro das exposições e eventos propostos, que poderá ser percorrido por todas as pessoas visitantes, sem restrições. Tátil: Por meio de placas táteis de baixo relevo, pessoas com deficiência visual poderão conhecer alguns trabalhos. Os textos curatoriais e fichas técnicas das obras também serão disponibilizados em Braille. Visual: Pensando nas pessoas com deficiência auditiva, teremos um intérprete de libras para oficinas e falas abertas ao público, bem como nas visitas guiadas pelos artistas. Os vídeos documentais dos artistas contendo registros e falas sobre seus processos e trabalhos produzidos, terão legendas descritivas e serão disponibilizados em nossas plataformas virtuais. Virtual: A utilização de tecnologias possibilitará experiências imersivas acessíveis via web para PCDs, pessoas do espectro autista ou pessoas neurotípicas que de alguma forma não tenham acesso presencial as atividades, oferecendo o acesso às obras digitalizadas, seja por meio de audiovisual ou ativos 3D, no ambiente virtual, aqui descrito como ciberespaço. Encontros sociais e vídeos 360º enriquecerão a experiência, permitindo acesso democrático e apresentando novas possibilidades tecnológicas centradas na arte. Capacitação de agentes culturais: Dentre as contrapartidas sociais e de democratização de acesso, será oferecida uma capacitação dos agentes e profissionais envolvidos no projeto para a recepção e implementação de atividades adequadas e inclusivas aos visitantes PCDs.
Foram pensadas estratégias para promover o engajamento, a inclusão e integração da população através das atividades e do plano de divulgação proposto neste projeto. Para isso, todas as ações serão oferecidas gratuitamente, com recursos de acessibilidade física e comunicacional. Visando enriquecer o conhecimento e a experiência do público diante todas as etapas do fazer artístico serão compartilhados os trabalhos em processo de desenvolvimento nos eventos de ateliês abertos, nos quais os artistas participantes compartilharão de suas poéticas, produções e trajetórias com as pessoas interessadas, promovendo um diálogo direto e enriquecedor para ambos os lados. No intuito de implementar práticas em arte-educação no ensino público, e contextualizar temas urgentes e cotidianos em sala de aula, as exposições terão um programa educativo, atividades e visitas mediadas por educadores, valendo-se dos conteúdos e trabalhos apresentados, com recursos de acessibilidade. Ainda, oficinas livres e sessões de cinema serão oferecidas enquanto atividades paralelas ao eixo de pesquisa nos ateliês abertos e residências, atividades práticas ligadas à cultura, à autonomia cotidiana ampla e à conscientização do consumo e cultivo do corpo, visando o fortalecimento, integração e ligação da comunidade. No eixo de divulgação, a campanha de mídia social será educativa, construindo conhecimento coletivo sobre processos artísticos, divulgando ações, eventos e atividades. Para cada ciclo, serão produzidos vídeos das apresentações, além de vídeos artísticos-documentais sobre os artistas e seus trabalhos. Será realizada uma divulgação extensa com postagens regulares como pílulas audiovisuais e fotografias, além de compartilhar o catálogo virtual enquanto finalização do projeto. Serão produzidos mil catálogos impressos para distribuição em equipamentos públicos, como universidades, escolas e bibliotecas ao redor do Brasil. Serão realizadas divulgações presenciais com cartazes de papel reciclado, colados em escolas e pelas ruas do centro. O website institucional será desenvolvido com acessibilidade e tour virtual para visitas guiadas das exposições, além de disponibilizar o catálogo digital para download.
Giselle Freitas neste projeto é proponente, compartilha da coordenação de produção, faz a produção de educativo e ministra as oficinas de desenho de observação de modelo vivo. Cofundadora do Centro Cultural Fêmea Fábrica, é gestora, arte-educadora e artista visual, com formação acadêmica em Artes Visuais (licenciatura e bacharelado) pela PUC-Campinas. Atualmente reside na cidade de Campinas-SP e se destaca atuando em projetos culturais financiados através de fomentos municipais, estaduais e federais. Algumas das atividades como produtora nos últimos anos: projeto “A Arte de Bordar: oficinas de bordado”, realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura; “A poesia do movimento mecânico” exposição de Eduardo Salzane – ProAC; “Transpassadxs” - exposição de Paul Parra - ProAC LGBTQIA+; “Ciclo de Ações Performáticas (CAP)” - PROAC Expresso LAB; “ Programas de Exposições ATAL 609” PROAC e PROAC Expresso Direto n° 40/2021, todos via Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Em sua trajetória como artista visual participou de exposições coletivas e mostras, no Brasil e exterior, a exemplo: Exposição coletiva “Brazil Stickey”, na Headbones gallery – Canadá (2024). Exposição “El Gran Taller” na terceira edição da Cósmica - Feria de Arte y Cultura em Montevidéu - Uruguai (2023) e “25ª edição do Salão de Artes Visuais de Vinhedo” (2020). Lorena Avellar de Muniagurria. Doutora em Antropologia Social pela USP (2016), é professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Música da UNICAMP, além de atuar no Projeto Temático Métis - Artes e semânticas da criação e da memória (USP/FAPESP). Integra o Coletivo ASA - artes saberes e antropologia (USP) e o Coletivo artístico Fêmea Fábrica (Campinas/SP). Atua nas áreas de Antropologia da arte e Antropologia da política, tendo experiência nos seguintes temas: políticas públicas em arte e cultura, patrimônio, diversidade cultural e cidadania, participação social, democracia participativa e ações educativas em arte. Além de ter lecionado em 6 universidades brasileiras (UFRGS; UNESPAR; UFPR; UFSCAR; UNICAMP; FESPSP), realizou pós-doutorado em artes no Instituto de Artes da UNICAMP (2018-2022) e foi pesquisadora visitante na Universidade de Illinois Urbana Champaign (UIUC/USA, 2019/2020) e na City Univeristy of New York (CUNY/USA, 2015). Maíra Schiavinato Massei é Conselheira do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência em Campinas. É escritora, produtora cultural e artista plástica e graduada pela UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais. Tem especialização em Fotografia e Gravura em Metal. Estudou Cinema Nacional na Universidade Federal de Minas Gerais e Desenho, Pintura e Escultura no Dundee College, na Escócia – Reino Unido. Foi presidente do Fórum Permanente de Cultura de Campinas e Conselheira de Cultura. Participou como atriz, por cinco anos, do Grupo de Teatro Téspis e por dois anos, do Estúdio Cênico, atuando em um inúmeras peças e performances. Participou de exposições e teve ilustrações e fotos publicaras em livros e revistas. No inicio da pandemia da COVID19, produziu duas feiras culturais, com workshops e exposições e dois congressos sobre Cultura e Acessibilidade. Organizou também diversas lives e ações, voltadas à conscientização social e ao público PCD. Participou de exposições virtuais e presenciais. É também Conselheira no Conselho de Política Cultural e coordena a Câmara Temática Inclusão na Diversidade, pertencente à Câmara Setorial de Cidadania Cultural. Maíra Freitas é pesquisadora, curadora, arte-educadora e artista. Esteve nas equipes curatoriais de “Ana Mendieta: silhueta em fogo | terra abrecaminhos” (2023-24, SESC Pompeia); “Gestos-Pontes (2022, Unicamp); “(Cor)po paisagem” (2021, Unicamp) e "2º Festival Lacração – Arte e Cultura LGBTQIA+" (2021, Vitória), além da curadoria individual de “Desvio-Devir” (2020, SESC Sorocaba). Enquanto arte-educadora, coordenou a equipe educativa de “Carolina Maria de Jesus - um Brasil para os brasileiros” (2022, SESC Sorocaba) e atuou, entre outras, junto a instituições como Fundação Bienal e SESC-VideoBrasil. Doutoranda em Artes Visuais pela Unicamp na linha de pesquisa História, Teoria e Crítica, dedica-se ao estudo das artes do vídeo e suas relações com gênero, sexualidade e racialidade. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais, com destaque para a individual “Lilás” (SESC São Caetano, 2022) Camilla Andrea Torres, produtora cultural, mestre e bacharel em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), desenvolve projetos e ações culturais há cerca de 15 anos. Enquanto gestora cultural, trabalhou com projetos de espaços e instituições, mostras, festivais, residências artísticas e exposições, com colaboradores de mais de 20 países. Destacam-se os projetos recentes de financiamento público:(2025)" Arqueologias de um casarão - PNAB-SP 12/2024 - Intervenções em bens imóveis protegidos, como Produção Executiva; (2024) “Cineclube Fêmea Fábrica” aprovado via LPG Municipal - Implementação e adaptação de espaços para exibição audiovisual, com a elaboração e produção executiva do projeto; “Circulação da exposição: Efêmeras” aprovado via PROAC 14/ 2023- Artes Visuais – Circulação de Exposições, como coordenadora de produção. (2023) "Espaço Cultural Fêmea Fábrica” aprovado via PROAC 50/2022 - Fomento a espaços Culturais. Wannyse Zivko - Produtora com 19 anos de trajetória. Formada em Psicologia (UNIMEP-1994), pós-graduada em Psicopedagogia (UNICAMP-2017), é diretora de produção da Arte & Efeito desde 2004. Atua na proposição de atividades culturais para a programação de distintos espaços e instituições, tanto públicos como privados, tais como Sesc´s, Festivais, Prefeituras, Empresas, Escolas, Clubes, Feiras, Congressos e Eventos que buscam na cultura o seu diferencial. Possui ampla experiência na proponência, elaboração, produção, gestão financeira e assessoria trabalhando na Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba. Ela aprimorou sua formação com cursos, incluindo Lei Rouanet, marketing cultural e participação em congressos do terceiro setor. Ao longo dos anos, esteve envolvida em eventos relacionados ao terceiro setor e economia criativa, desenvolvendo habilidades em gerenciamento de projetos, parcerias com administração pública, indicadores sociais e mensuração de impacto social. de projetos contemplados por editais municipais, estaduais e federais, como ProAC Editais, FICC - Fundo de Investimento de Cultura de Campinas, Leis de Incentivo – ProAC ICMS e Lei de Incentivo à Cultura, SESI SP Editais, Sesc RJ Editais, entre outros. Paula May é artista e designer visual, nasceu no Rio de Janeiro, cresceu em Recife, morou por 14 anos em São Paulo e agora vive em Campinas. Trabalhou como criativa e diretora de arte em campanhas para marcas como Coca-Cola, L’oréal, Samsung e Jeep, em agências de publicidade multinacionais e em projetos relacionados à cultura e arte em produtoras de audiovisual. Foi responsável pelo design de estratégia do projeto Carne Negra composto por documentário e videoclipe que homenagearam duas mulheres brasileiras negras: a cantora Elza Soares e a campeã olímpica de judô Rafaela Silva, assinado pela Conspiração Filmes. A partir de parcerias voltadas para a diversidade, colaborou para a amplitude de culturas como na MOOC, agência de criação, onde assinou o cargo de Concept Lead e atuou no projeto Na Minha Pele Preta criado para TikTok, que concorreu ao Prêmio Caboré em 2022. É fundadora e diretora de criação da aGusta, estúdio que visa democratizar serviços criativos para iniciativas de inclusão e impacto social. Em seu trabalho autoral, utiliza a Fotografia e a Videoarte em edições analógicas/digitais, como suporte para suas pesquisas e criações; sua poética está relacionada à psicanálise, ao onírico, o movimento Queer e a crítica ao etarismo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.