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O projeto prevê uma interveção artística em formato de teatro fórum, com grupos de adolescentes, objetivando trazer a discussão sobre o tema "Violência contra mulher", abordando feminicídio, abuso sexual e emocional, violência doméstica, entre outros.
PEÇA TEATRAL: será criada por cada grupo, a partir das oficinas de teatro e das rodas de conversa; PALESTRA: ABORDARÁ a questão cultural como formadora de comportamentos;
OBJETIVO GERAL: Fomentar a arte e, através dela, discutir questões culturais relevantes no atual cenário social que a humanidade vive. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Oferecer oficinas de teatro a 4 grupos de adolescentes, durante 10 meses, com aulas semanais de 2h cada; - Realizar rodas de conversas mensais, com 4 grupos de adolescentes, sobre cultura e comportamentos, com 2h de duração cada. - Realizar evento de encerramento para famílias, com apresentação da peça de teatro, criada por cada grupo e palestra sobre cultura e comportamentos. - Criação de um vídeo documentário de 10 minutos sobre o tema;
violência contra a mulher é uma das formas mais persistentes e devastadoras de violação dos direitos humanos em todo o mundo. No Brasil, os índices continuam alarmantes. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2023, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 6 horas no país. Além disso, mais de 245 mil casos de violência doméstica foram registrados, refletindo uma realidade marcada por agressões físicas, psicológicas, sexuais e simbólicas, que atravessam diferentes classes sociais, faixas etárias e contextos culturais. A adolescência é uma fase de construção de identidade, valores e atitudes. Assim, intervir nesse momento da vida é estratégico para transformar comportamentos e promover uma cultura de paz, respeito e equidade de gênero. É nesse sentido que este projeto propõe a realização de intervenções artísticas em formato de teatro-fórum, com a participação ativa de adolescentes, para provocar reflexões e questionamentos sobre a violência contra a mulher, em suas múltiplas formas: feminicídio, abuso sexual e emocional, violência doméstica, controle psicológico, entre outras. O teatro-fórum, metodologia criada por Augusto Boal, parte de situações reais e convida os espectadores a se tornarem protagonistas da transformação social, promovendo o pensamento crítico, a empatia e o engajamento. Ao oferecer oficinas semanais de teatro e rodas de conversa mensais com grupos de adolescentes, o projeto busca fomentar o protagonismo juvenil e o debate cultural, contribuindo com a formação ética, estética e cidadã desses jovens. A culminância do projeto se dará em um evento de encerramento aberto às famílias e à comunidade, com apresentações teatrais produzidas pelos próprios adolescentes e uma palestra reflexiva sobre cultura e comportamentos, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e transformação social. Alinhado com os objetivos da Lei Rouanet, que visa promover o acesso à cultura, valorizar a diversidade e fomentar a produção cultural com relevância social, este projeto se justifica por sua pertinência temática, impacto formativo e potencial de alcance comunitário. Investir em arte para debater questões urgentes como a violência contra a mulher é investir em um futuro mais justo, consciente e humano. O projeto se enquadra plenamente nos objetivos e finalidades da referida legislação, com destaque para os seguintes dispositivos: Art. 1º _ Incisos aplicáveis:Inciso I: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." → O projeto utiliza o teatro como linguagem cultural universal para promover conhecimento e reflexão sobre questões sociais contemporâneas.Inciso II: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional." → Ao envolver adolescentes de diferentes comunidades e promover a escuta e expressão de suas vivências, o projeto valoriza a diversidade de olhares e realidades presentes no Brasil.Inciso III: "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores." → Os adolescentes serão incentivados a criar suas próprias obras teatrais, tornando-se autores e agentes culturais ativos.Art. 3º _ Objetivos atendidos:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. → O projeto garante acesso gratuito às atividades culturais para adolescentes em situação de vulnerabilidade e amplia o acesso da comunidade à fruição artística.III _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. → A proposta será desenvolvida em espaços comunitários ou escolares, com atuação de artistas e educadores locais, promovendo a circulação de saberes regionais.V _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. → Ao utilizar o Teatro do Oprimido, técnica consagrada por Augusto Boal, o projeto contribui para a difusão e preservação de uma das mais relevantes metodologias brasileiras de teatro social.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. → A construção coletiva de cenas sobre temas urgentes como o feminicídio e a violência doméstica configura-se como um registro simbólico e cultural de uma realidade social que precisa ser enfrentada.
OFICINAS: 4 grupos, com encontros semanais de 2h; Rodas de conversas: 4 grupos com encontros mensais, coordenados por pedagoga e psicóloga; vídeo documentário: 10 min de duração, produzidos pelos grupos do projeto
Acessibilidade Física: O projeto será realizado em espaços que ofereçam infraestrutura acessível, garantindo a locomoção autônoma e segura de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão priorizados locais que disponham de: Rampas de acesso e corrimãos;Banheiros adaptados;Sinalização visual e tátil em locais estratégicos;Circulação interna adequada para cadeirantes;Vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a plena compreensão e participação do público com diferentes necessidades sensoriais e cognitivas, o projeto adotará as seguintes medidas: Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante o evento de encerramento e nas apresentações teatrais;Audiodescrição nas apresentações finais, para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência visual ao conteúdo artístico;Materiais de divulgação acessíveis, com versões em texto alternativo e leitura facilitada; Essas ações visam promover equidade no acesso à cultura, atendendo à diversidade do público e assegurando o direito de todos à fruição dos bens culturais, em consonância com os princípios da Lei Rouanet e da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
O projeto “Teatro Fórum: Vozes a ELAS” será totalmente gratuito e aberto ao público, não prevendo comercialização de ingressos ou produtos. As ações serão voltadas prioritariamente para adolescentes em situação de vulnerabilidade social e suas comunidades, com foco na inclusão, diversidade e participação cidadã. Formas de Distribuição e Acesso: Oficinas de teatro semanais e rodas de conversa mensais serão ofertadas gratuitamente a quatro grupos de adolescentes, em parceria com escolas públicas e instituições sociais;O evento de encerramento será gratuito e aberto ao público, com ampla divulgação local (escolas, centros comunitários, redes sociais e mídia local);Serão disponibilizados certificados de participação aos adolescentes envolvidos, incentivando a valorização da experiência artística e educacional. Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaios abertos ao público, realizados no último mês de oficinas, como forma de sensibilizar familiares e comunidade para os temas tratados e para o processo artístico dos jovens;Possibilidade de realizar apresentações extras em escolas ou instituições sociais, mediante disponibilidade da equipe e viabilidade técnica;Transmissão online do evento de encerramento, com acessibilidade em Libras e legendas, permitindo o alcance de público em outras localidades;Criação de um registro audiovisual do processo (documentário breve), que será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto e em plataformas abertas, como YouTube;Realização de oficinas paralelas e bate-papos virtuais, com convidados especialistas, abertos ao público geral, especialmente educadores, artistas e profissionais da rede de proteção à mulher.Essas ações visam promover uma cultura acessível, participativa e transformadora, fortalecendo os vínculos entre arte, educação e cidadania, conforme previsto nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura.
PROPONENTE: INSTITUTO HUMANIZA O Instituto Humaniza é um ecossistema de projetos sociais, culturais, esportivos, ambientais e educacionais financiados através de Leis de Incentivo, editais e transferências voluntárias em várias instâncias (municipal, estadual e federal), que atua em todo Brasil com diferentes públicos. Atua na elaboração, aprovação, apoio a captação, execução/gerenciamento e prestação de contas de projetos incentivados, nas seguintes modalidades: - Projetos sob demanda – solicitados por empresas, entidades ou órgãos públicos; - Gestão de patrocínios – para empresas que possuem recursos para financiar projetos; - Projetos próprios do Instituto Humaniza. É composto por uma equipe técnica multidisciplinar, altamente qualificada, tanto em sua diretoria quanto nas funções estratégicas, o que o torna referência em sua área de atuação. O Instituto Humaniza nasceu em 2011 com a MISSÃO de humanizar em defesa de um mundo melhor para todos através de projetos, programas e treinamentos, utilizando recursos de leis de incentivos fiscais, editais e doações. Ao longo de sua atuação a instituição desenvolveu diversos projetos sociais, culturais, esportivos, educacionais, ambientais, etc. Através da Lei de Incentivo à Cultura citam-se alguns projetos do Instituto Humaniza: Lapidando Talento, projeto que musicaliza e mantém uma orquestra infanto Juvenil há 10 anos; Músicos do Contestado, projeto que musicaliza mais de 1.000 crianças anualmente e mantém 3 bandas sinfônicas há mais de 5 anos, Projeto Sabe o Lixo? Virou Arte! que trabalha sustentabilidade e Cultura e está na sua VIII edição, entre tantos outros como: Reconstruindo o Futuro parte executado pelo PIC (SC) e parte pela Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, Gera Ação: A Energia da Arte, Inspirando Talentos, Rodeio Artístico Nacional de Abdon Batista e Celeiro da Poesia, Mais Cultura Mais Prevenção, Natal Mágico, FÉ CONCÓRDIA - Arte e Cultura aliadas com a Fé, Tertulhão Cultural, e Encontro de Gaiteiros, etc. No Esporte, mantemos o projeto Construindo Campeões, Mais que Esporte e Karatê Kid; Nos Fundos da Infância, mantemos os projetos GerAção Empreendedora, Nunca é cedo para Começar, projetos esportivos e sociais entre outros, pelo Fundo do Idoso mantemos os projetos EnvelheSer, Curso de Cuidador de isosos, além de palestras e treinamentos. Nesse sentido, a entidade atua na elaboração e execução de projetos, bem como no assessoramento técnico e artístico de proponentes junto a diferentes mecanismos de incentivos fiscais COORDENADORA PEDAGÓGICA: MAGNA REGINA TESSARO BARP: Pedagoga com especialização e Mestrado (área: Ciências Humanas UNOESC). Especialização em gestão pública; MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV; Técnica em Contabilidade pelo CNEC; Psicanálise Clínica (teórica); Master Coach Integral Sistêmica (com mais de 1.200h de atendimentos e prêmio Top 2 de processos de Coaching); Analista Certificada de Perfil Comportamental (Cis Assessment); Analista Certificada de personalidade - Sistema Eneagrama 360® (Escola Khristian Paterhan Condes); Especialização em Coaching for Money e Business de Alta Performance; Treinadora de Mentores – com Certificação Internacional pela Global Mentoring Group; formação como oradora e palestrantes pela Febracis (2018) e pelo Instituto Gente, SP (2016), Inteligência Emocional (Paulo Vieira) e Neurocoach (Unoesc). Atua como Especialista em comportamento humano; Escritora com 8 livros publicados; Empresária e empreendedora social; Palestrante nas áreas de Educação, liderança, motivação, vendas, atendimento ao cliente, autoconhecimento e desenvolvimento de Equipes de Alta performance; Criadora e Presidente do Instituto Humaniza; Foi professora Universitária da UNOESC, FAE e IDEAU (graduação e pós graduação) por mais de 12 anos em diversos cursos na área das Ciências Humanas (Pedagogia, Administração, Gestão pública, Pedagogia Empresarial e Licenciaturas); Foi assessora Pedagógica do Programa “A União faz a Vida” (Fundação Sicredi); Gestora de Projetos Públicos de Captação de Recursos e Supervisora de Ensino por 14 anos; AUTORA DOS LIVROS: Inteligência Pedagógica em Tempos de Inteligência Artificial: Para que serve o professor e a escola em tempos de IA?; Metamorfose: Os Segredos da Gestão da Emoção; Da Síndrome de Gabriela ao Ela (i)Ltda. Livro sobre emoções e negócios para mulheres empreendedoras; Sexualidade e Evolução Humana: o conflito entre o ser social e o ser biológico: Pesquisa sobre o processo evolutivo do ser humano (dissertação do mestrado); Planeta Energia: Livro didático e pedagógico de Educação Ambiental; Os (des)projetos pedagógicos e as novas estratégias de construção de conhecimentos: o passo a passo da construção, execução e avaliação a partir de uma metodologia de projetos efetivamente pedagógicos; Os 20 segredos do empowerment feminino. – e-book com dicas simples e factíveis sobre como se apropriar e assumir o poder que toda mulher tem; Onde foi que eu errei? Livro em forma de romance para pais e educadores que revela os dramas de uma mãe e uma adolescente em crise. OFICINEIROS TEATRO: A DEFINIR
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.