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Realizar a montagem e apresentações do espetáculo solo teatral "ETIQUETA DO LUXO", texto de Daniele Tavares e direção artística de Marcelo Varzea, baseado no livro ‘Parte de mim’, também da autora, lançado em maio de 2023 e que nasceu da experiência real de uma mãe que, ao transformar sua dor pela perda da filha em palavras, atingiu leitores em todo o Brasil. O espetáculo solo terá temporada de no mínimo 24 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade para 300 pessoas, a ser definido.
Após interromper sua carreira para retornar para a sua cidade natal e se casar, uma atriz volta aos palcos para contar sobre a sua travessia por um luto indizível: a perda precoce de sua filha. Em meio ao tabu que envolve a morte e à busca por responsáveis, a mãe ilumina temas como erros médicos, omissão do Estado, manipulação da indústria farmacêutica, desigualdades sociais brasileiras e a sua própria natureza falível. A atriz convida o público para uma jornada que mescla memória, afeto e denúncia. O contato com o prontuário médico (anos depois da morte da filha) reacende perguntas sobre a verdadeira causa do óbito enquanto a mãe revisita uma culpa que a atravessa pelo tempo. Em cena, Daniele Tavares propõe um diálogo íntimo, um encontro, entrelaçando sua história pessoal com reflexões sobre os diferentes ritos de passagem da morte em diversas culturas. A peça é um chamado para contemplar a finitude humana em uma dimensão profunda e coletiva: a morte diz respeito a todos nós. Classificação Indicativa: 14 anos.Duração: 60 minutos
OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e apresentações do espeta´culo teatral ETIQUETA DO LUTO, de Daniele Tavares, direça~o Marcelo Varzea, baseado no livro ‘Parte de mim’, também da autora, lançado em maio de 2023 e que nasceu da experiência real de uma mãe que, ao transformar sua dor pela perda da filha em palavras, atingiu leitores em todo o Brasil. O espetáculo solo terá temporada de no mínimo 24 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade para 300 pessoas, a ser definido, atingindo uma estimativa de pu´blico de aproximadamente 7.200 pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Produto ESPETA´CULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 24 apresentaço~es teatrais do espeta´culo teatral ETIQUETA DO LUTO com cobrança de ingressos entre R$ 50,00 (meia) e R$100,00 (inteira), sendo 24 sesso~es em teatro privado a ser definido na cidade de Sa~o Paulo/SP, com capacidade média para 300 pessoas, durante 12 semanas (sábado e domingo); B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: B.1) Realizar 1 edição de bate-papo/debate na cidade de São Paulo, capacidade total para 300 pessoas, gratuitamente, entre pu´blico e equipe idealizadora da obra. B.2) ENSAIO ABERTO: Realizar 1 Ensaio Aberto anterior à estreia na cidade de Sa~o Paulo/SP para um pu´blico de 300 pessoas, gratuitamente, para professores e funcionários das Secretarias Municipal e Estadual de Educação.
O objetivo primeiro deste projeto é retomar e discutir, a partir da perspectiva de uma história real, a experiência de uma mãe que ao transformar sua dor em palavras, atingiu leitores em todo o Brasil. O projeto textual teve início com o livro "Parte de Mim", lançado em maio de 2023 em diversas cidades e que foi bem recebido por leitores, críticos literários, acadêmicos, terapeutas e psiquiatras pela capacidade de nomear sentimentos complexos, organizando assim a condição emocional de pessoas que atravessam processos dolorosos de perda. A adaptação para os palcos aprofunda esse propósito: não apenas falar sobre a legitimidade de viver o luto de um filho, _ a dor mais temida e silenciada _ como também abrir espaço para uma conversa franca e necessária sobre morte, tema ainda cercado de tabus, como se contagioso ou evitável. A peça convida o público a percorrer um arco analítico e emocional, tendo como ponto de partida uma reflexão sobre o que é trágico e o que é inexorável. Depois parte pela responsabilização do Estado, de comprometimento parental, saúde mental e qual é o envolvimento da sociedade que convive cada vez mais com episódios de suicídio de jovens, acidentais ou não. "Etiqueta do Luto" combina texto, cenas que desafiam a memória e uma dramaturgia que é provocativa, empática e reflexiva. Em meio à tensão, momentos de sensibilidade e humanidade emergem. A peça também ilumina temas de grande relevância social, como: • Os perigos ocultos de medicamentos de uso comum, como o paracetamol; • As estatísticas alarmantes sobre erros médicos como causa de mortes no mundo; • As desigualdades estruturais na saúde, ao mostrar que, mesmo com acesso aos melhores hospitais, uma mãe branca de classe alta não conseguiu salvar sua filha _ e questionando qual é a realidade de mães pretas e periféricas de um Brasil profundo. "Como falar dessa dor?Ela é espessa, pesada,escura, e me consome". "Estou mutilada. Arrancaramparte de mim, não consigomais estar inteira em lugarnenhum". "A hora de me deitar é sempre a hora do pesadelo.Independentemente do que fiz durante o dia, quandofecho os olhos, cai sobre mim uma sombra, e ela trazmuita dor. Fico sozinha comigo mesma e não tenhomais para onde fugir.Encarar a tragédia se torna inevitável.Encarar a culpa se torna insuportável.Só consigo enxergar o caminho da morte". "É tão inconcebível que eu não possa fazer nada". "Raiva, desespero, muita frustração comigo mesma.Culpa, culpa, culpa". "A morte é soberana e inquestionável, e passa a fazerparte de cada célula, aquela realidade passa a fazerparte daquela pessoa". A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. O Projeto se enquadra no artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que sera~o alcançadas com o projeto, nos seguintes Incisos e ali´neas: Inciso II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; E ainda no Inciso IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos.
"Quando comecei a escrever o meu livro, que inicialmente se chamaria O livro da dor, meu objetivo era contar para o mundo, como o nome já dizia, quanta dor eu estava sentindo, e dizer que as mães – e quem mais estivesse sofrendo qualquer perda, tinha direito de viver seu luto, sem cobranças, sem censura. O livro acabou se transformando numa declaração de amor, se chamou Parte de mim, lançado em maio de 2023 em diversas cidades do Brasil, e desde então eu nunca recebi um feedback negativo. Segundo terapeutas e psiquiatras que leram o livro, eu tive a habilidade de nomear sentimentos, o que ajuda na organização interna, principalmente em momentos de caos, o que vem ajudando muitas mães que também perderam seus filhos. Agora, na concepção da peça, a ideia é que a gente possa não só falar da dor visceral da perda de um filho, do direito de viver o luto, mas de falar da morte. O que tema que todos evitam, como se fosse contagioso, como se fosse evitável. Partindo da definição de tragédia, passando rapidamente pelo nascimento, logo o público será confrontado com os últimos dias de vida de uma jovem que, acometida por um mal jeito nas costas, começa a tomar cada vez mais remédios, e com as culpas da mãe que analisa cada uma das suas falhas até a fatídica madrugada de sua morte". (Daniele Tavares) O título da peça se refere a um capítulo do livro que dá dicas do que se deve ou não se deve falar para um enlutado, dicas de sensibilidade e bom senso. Vários pontos estão sendo analisados nesse momento de criação de texto, para serem debatidos: · Os efeitos colaterais não divulgados do Paracetamol· Os dados assustadores das falhas dos médicos como causa das mortes no mundo· O fato de uma mãe branca com acesso aos melhores hospitais não salvar sua filha, imagine o luto que outras mães devem viver antes mesmo de perderem filhos· O fato de uma mãe sempre se achar culpada, independente do que realmente o que aconteceu.· O fato de um mesmo fato ser lembrado de forma completamente diferente por diferentes pessoas
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas: Nome: ETIQUETA DO LUTO Classificação Indicativa: 14 anos | Duração: 60 minutos Produto: Contrapartidas Sociais: · Bate-papo/debate entre equipe criativa e público Duração: 60 minutos | Classificação indicativa: 14 anos. · Ensaio aberto do espetáculo na semana anterior à estreia na cidade de São Paulo, exclusivo para professores da Rede Pública de EnsinoDuração: 60 minutos | Classificação indicativa: 14 anos.
Para promover a acessibilidade, essencial para garantia da democracia, o teatro escolhido para realização do espetáculo teatral ETIQUETA DO LUTO, produto principal deste projeto, assim como ações de Contrapartida Social, terão obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, afim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Em todas as peças de comunicação e releases constará a informação de 100% de acessibilidade em todas as ações e produtos do projeto. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO – o teatro a ser escolhido deverá, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: em todas as sessões haverá audiodescrição e acompanhamento para público com deficência visual. Ainda será criado um guia-áudio para esse público ter acesso às imagens e textos do programa do espetáculo, distribuído gratuitamente, via Qr Code. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: em todas as sessões haverá intérprete em libras e acompanhamento para público surdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as sessões haverá profissional capacitado e acompanhamento para público com deficiência intelectual, além de material complementar (programa do espetáculo) adaptado para esse público, distribuído gratuitamente como ao público sem deficiência. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL - 1 bate-papo/debate com a equipe criativa + 1 ensaio aberto na cidade de São Paulo, anterior à estreia. Esses produtos serão realizados no mesmo teatro onde ocorrerão as sessões do espetáculo. Logo: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o teatro a ser escolhido deverá, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: em todas as ações haverá Audiodescrição e acompanhamento para público com deficiência visual. Item: Serviços de Audiodescritor. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: em todas as ações haverá Intérprete em Libras e acompanhamento para público surdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as ações haverá profissional capacitado para acompanhamento do público com deficiência intelectual.
A) Atendendo ao artigo 29 da IN de 30/1/2024, o plano de distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de democratização do acesso aos produtos e ações culturais produzidos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Com isso, prevemos a distribuição gratuita de 720 ingressos, que representam 10% do total previsto no Plano de Distribuição, para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino e de Projetos sociais, educacionais e culturais na cidade de São Paulo. Os ingressos serão distribuídos em parcerias com a Secretaria de Educação. B) Em atendimento ao Art. 30 da IN 30/01/2024, selecionamos o Inciso II, no qual o proponente se compromete a adotar, a seguinte medida de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ao menos 1 Ensaio Aberto do espetáculo será realizados antes de sua estreia, para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, conforme termos estabelecidos na IN citada. item incluso no Plano de Distribuição nas Contrapartidas Sociais na cidade de São Paulo. C) Atendendo ao Artigo 32 da IN 1 de 30/01/2024, realizaremos 1 edição de Debate/Bate-papo entre elenco, equipe e público, na cidade de São Paulo, para um público de até 300 pessoas, totalmente gratuito.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral: Mava Produções Artísticas Dramaturgia: Daniele TavaresDireção artística: Marcelo VarzeaAssistente de direção: Bruno Rods Elenco: Daniele TavaresTrilha sonora: Márcio GuimarãesDireção de arte: Pedro LevorinIluminação: Vini HidekiFigurino: Cris Cândido Direção de movimento: Érica RodriguesAssistente direção movimento: Veronica NobiliOrientação teórica: Mariela Lamberti Design gráfico: Leonardo de CassioFotos: Thalles e Lucas (@eye.company)Produção: Plataforma - Estúdio de Produção CulturalDireção de produção: Fernando GimenesAssessoria de imprensa: Pombo Correio Currículos: Marcelo Varzea Marcelo Varzea é ator, dramaturgo e diretor, formado pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Desde 1991 em São Paulo, tem uma sólida carreira no teatro e na TV. Em 2018 esteve no solo “Silencio.doc”, estreando na dramaturgia e lançando seu texto em livro editado pela Cobogó. Em 2019, encenou seu texto DOLORES. Na sequência vieram “Michel III - uma farsa à brasileira”, que lhe rendeu prêmio de melhor direção e “A Porta da Frente”, de Julia Spadaccini. Em 2020, realizou o experimento online (in)Confessáveis que rendeu três montagens, reunindo mais de 120 atores e atrizes de diversos estados brasileiros. Em seguida criou “O que meu corpo nu te conta?” que estreou em maio de 2022 no Sesc Pinheiros, realizando diversas temporadas na capital paulista e em festivais de teatro, como o MIRADA 2022 e Festival de Curitiba. Em janeiro de 2023 estreou o infanto juvenil Valentim Valentinho, de Fran Ferraretto, que lhe valeu o prêmio APCA e Pecinha é a Vovozinha de melhor direção - em parceria com Erica RodriguesSeus mais recentes trabalhos como ator foram os filmes "Baby", de Marcelo Caetano, "Ainda Estou Aqui", de Walter Salles e as peças "Elis - a Musical" e " O Vazio Na Mala". Bruno Rods Ator e diretor bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). No teatro, compôs o elenco de “ELECTRA.doc” (2016), de Marcelo Lazzaratto, “O berço do herói” (2017), de Verônica Fabrini, “Trova Cega” (2017), de Mário Santana, “Da palma da mão ao pé do ouvido” (2019), de Eduardo Okamoto, “Eles Eram Muitos Cavalos” (2022), de Leonardo Bertholini. Atualmente, vive o protagonista Jack no musical “Jack & The Beanstalk” (2023-24), de Vinicius Candoti. Foi elenco das peças “Essas pessoas na (sua) sala de jantar” (2021), de Estrela Straus, e “(IN) Confessáveis 2”, de Marcelo Varzea. É ator e assistente de direção de “O que meu corpo nu te conta?”, do Coletivo Impermanente, e foi assistente de direção do espetáculo “Valentim, Valentinho”, que recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção (2023). No cinema, protagonizou os curtas “Se engana que eu gosto” (2022), que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pelo BIMIFF (Brazil International Monthly Independent Film Festival | IMDb-qualified FIlm Festival) e “Exits Exist” (2024), de Marco Felipe. Daniele Tavares Atriz e Bacharel em Comunicação Social pela UFPR. No teatro, compôs a companhia PalavrAção, do núcleo da UFPR, com direção de Hugo Mengarelli, e o elenco de “Uma coroa de orquídeas para uma fria pecadora” (2000), de Nelson Rodrigues, com adaptação de Hugo Mengarelli. Cofundadora do coletivo Beco de Escritoras, publicou com o grupo duas antologias, A Medida de todas as coisas (2011), Editora Dobra, e Partidas, ausências, rupturas, despedidas (2014), Editora Dobra. Em 2023 publicou seu primeiro romance, Parte de mim, pela Editora Quelônio. Também integrou “Eu e a Cena”, com Marcela Varzea, na Inbox Cultural; foi parte integrante do Grupo Experimento Grupo de movimento e expressão a partir de estudos de processos reais vividos, dirigido pela bailarina Maria Claudia Gonçalves; realizou diversos cursos e atividades formativas na área cultural. Veronica Nobili É atriz formada pelo Curso de preparação de atores da Faculdade Da Cidade - RJ e pela Escola de Arte Dramática - EAD/ECA/USP. Além de atuar em espetáculos, é contadora de histórias e mediadora de leitura Também passeia nas áreas de locução, dramaturgia, preparação de corpo e expressão e ministra oficinas de teatro e comunicação expressivaParticipou recentemente como elenco de apoio na novela Poliana Moça do SBT e participou da série Desejos S.A. da Star PlusAtualmente atua nas Cias de teatro Circo de Trapo, Cia. Paulista de Teatro Bilíngue e Coletivo Impermanente, além de dirigir o Grupo teatral Circo do Céu aberto. Ganhou prêmio de melhor solo no Festival de Monólogos de Ribeirão Preto e melhor atriz no Festival Nacional de Teatro do Piauí com o solo Chá de Cadeira. Cristiane Rose Candido Figurinista e mestre em Moda, Cultura e Arte pelo Centro Universitário Senac. Com ampla experiência em figurino de TV, Cinema e Teatro. Na televisão seus trabalhos aparecem em teledramaturgia de vários canais e mais recente na emissora SBT do qual atuou como coordenadora de figurino de teledramaturgia por mais de dez anos em novelas como Carrossel, Chiquititas, Cumplices de Um Resgate, As Aventuras de Poliana entre outras. No cinema assinou os filmes como Obra, do diretor Gregório Graziosi, Cidade Pássaro (Shine Your Eyes), do diretor Matias Mariani, esse último presente na mostra Berlinale 2020 e assina também o filme O Pai da Rita, do diretor Joel Zito Araújo. No teatro temos os infantis Carinha de Anjo, o Show; Carrossel, o Musical; Branca de Neve e Zangado, o monólogo Em Busca de Judith, o musical Brasil Raiz. Atualmente também leciona figurino nas faculdades FAAP e Belas Artes. Vini Hideki É ator e iluminador cênico. Iniciou seus estudos de iluminação na SP Escola de Teatro conseguindo assim ser assistente de grandes iluminadoras como Fernanda Carvalho, no MASP e outras exposições, Grissel Piguellem, no Instituto Moreira Salles e Mirella Brandi, na peça "Vera que vê o mundo" (2022) e “Lela & Cia” (2019). Em 2023 fez a Direção de palco do espetáculo "Nosso Irmão" e assumiu a operacao e adaptação de luz a partir da segunda temporada. Ganhou prêmio de iluminação pela criação da luz no solo "Pai Brasil" e foi indicado ao "Pecinha é a Vovozinha" com o infantil "O Pequeno Dom Quixote" da Mercúrio Cultural.Em 2022 ficou em cartaz como ator e iluminador do projeto "O que meu corpo nu te conta?" Direção Marcelo Varzea, do Coletivo Impermanente, projeto continua em circulação.Em meio à pandemia participou da criação do Coletivo Impermanente sob o comando de Marcelo Varzea, onde é ator e iluminador do espetáculo virtual “(in)confessáveis – o jogo da verdade” (2020) e co-diretor e iluminador do “(in)confessáveis II – novos artistas, novas historias” (2021). Ambos projetos com a iluminação sendo criada remotamente e executada pelos artistas em sua residência.Integrante do grupo teatral Encontro em Cena onde trabalha com a iluminadora Silen de Castro nas peças “Depois daquela Viagem” (2019) e “Homoshoppiens” Out./Nov. 2021. Pertence também a um coletivo de iluminadores e é responsável pela co-criação da luz de espetáculos como “Peça para adultos feita por crianças” direção Elisa Othake (2018), “Tape” (2018-19) e “Dolores” (2019) direção Fernando Vilela e “Queimando a casa” direção Hercules Moraes (2018). Pela Mercúrio Produções iluminou a peça “Climax” (2018) e o infantil “O reino Sustentável de Oz” Direção Bruno Ferian (2019).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.