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O projeto visa transformar o Parque Estadual da Chacrinha, no Rio de Janeiro, em um centro de referência em arte-educação ambiental, promovendo a interação entre arte, ciência e sustentabilidade. O projeto conta com exposições, residência artística, aplicativo e oficinas.
Objetivo Geral Transformar o Parque Estadual da Chacrinha, no Rio de Janeiro, em um centro de referência em arte-educação ambiental, combinando arte, ciência e tecnologia. O Parque, localizado em Copacabana, é uma das poucas áreas verdes preservadas da Zona Sul do Rio de Janeiro. Criado oficialmente em 1972, o parque ocupa uma área de cerca de 36 mil m² e protege um fragmento precioso da Mata Atlântica, ajudando a conservar a biodiversidade local e a regular o microclima urbano. A região onde está o parque já foi parte de antigas chácaras do século XIX, que deram nome ao local. Esses terrenos eram usados para agricultura e abastecimento da cidade. Com o crescimento urbano, a vegetação foi sendo destruída, e o parque surgiu como uma resposta à necessidade de preservar o que restava da natureza e da memória histórica da região. Com este projeto, trazemos inovação em atividades de forte impacto na região. Temos como objetivos gerais: Implementar tecnologias interativas como QR Codes para informações sobre aspectos históricos e biodiversidade do parque. Realizar residências artísticas integrando arte e ciência. Introduzir experiências imersivas como projeções digitais e esculturas biodegradáveis. Objetivos Específicos Realizar as seguintes ações culturais dentro do Parque Estadual da Chacrinha, em Copacabana, detalhados a seguir: PRODUTO EMPREEND AÇÕES EDUC-CULT / CAPACITAÇÃO TREINAMENTO - Realizar 3 residências artísticas multidisciplinares. Nesta ação, artistas de diversas disciplinas, cientistas de diferentes áreas, servidores públicos e educadores e arte-educadores serão convidados para trabalharem juntos ao longo de um mês no Parque da Chacrinha e em seus arredores, para criar uma obra (performance, instalação, exposição etc.) que permanecerá aberta para visitação, integrada ao circuito do parque. Além disso, ao longo do processo de criação, o grupo realizará aberturas de processo para escolas, visitantes em geral e a comunidade do entorno, em formato de oficinas ou laboratórios de arte-educação ambiental. A aposta _ seja no processo de criação, nas oficinas-laboratórios, ou nas obras propriamente ditas _ é estimular práticas artísticas, científicas e pedagógicas que privilegiem a experiência e o envolvimento com o parque e a comunidade, a partir de práticas colaborativas que implicam escuta cuidadosa, respeito pelo outro e pelo espaço e responsabilidade dentro da comunidade. Na primeira residência, 01 artista e 01 cientista propõem ações e ativações aos servidores do parque e da SMAC, no intuito de resgatar a memória do território e valorizar os saberes de funcionários públicos que trabalham por sua manutenção e promoção. A segunda residência convidará 01 artista, 01 cientista e 01 educador-ambiental para trabalharem sobre a relação entre a memória social e as espécies exóticas do parque. Por último, a terceira residência reunirá 01 artista, 01 cientista e 01 arte-educador para se debruçarem sobre o tema da cultura oceânica. - Oferecer 24 oficinas de arte-educação para estudantes. Tendo a natureza exuberante do parque como inspiração, o projeto irá oferecer a estudantes de escolas municipais do Rio de Janeiro oficinas de desenho e pintura ao ar livre. PRODUTO EXPOSIÇÃO CULTURAL / ARTÍSTICA - Criar 5 esculturas ecológicas de grande porte Produção de uma exposição com obras site-specific feitas especialmente para o parque, a partir de materiais orgânicos e biodegradáveis encontrados no próprio parque, formando um circuito artístico, integrado ao circuito tradicional do parque. Vale ressaltar que as obras, por serem feitas de materiais orgânicos, e também por sofrerem ações das intempéries, serão concebidas considerando sua própria transformação ao longo do tempo até sua eventual desaparição pela decomposição. Essa dimensão performativa do processo de degradação e particulação das matérias artísticas ao longo do tempo provoca separação estanques entre cultura e natureza, arte e ciência, humanidade e ambiente, convidando à reflexão para a forma como corpos humanos e além de humanos fazemos contato, se envolvem e coexistem. Além disso, ao trabalhar com materiais orgânicos encontrados no próprio parque, não interfere no meio-ambiente. As 05 esculturas serão realizadas por 05 artistas convidados diferentes. - Instalar 10 totens interativos com QR Codes para disseminação de informação histórica e ambiental através de um circuito interativo. Ao longo do Parque da Chacrinha serão instalados totens com QR Codes adesivados que levarão o visitante para o site do Mayaan. Cada ponto vai abordar uma espécie ou ponto de interesse do local a partir de uma abordagem ecológica e cultural, em diálogo com a história do Rio de Janeiro. Por exemplo, a palmeira-imperial (Roystonea oleracea (Palmae) é originária das Antilhas e pertence ao género botânico Roystonea da família Arecaceae. No Brasil, o primeiro exemplar foi plantado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro pelo príncipe regente D. João VI, em 1809. A árvore foi presenteada a D. João VI por um dos sobreviventes de uma fragata, o oficial da Armada Real Luís Vieira e Silva e obtida clandestinamente. Quando foi plantada pelo monarca, ela passou a ser conhecida como palmeira-imperial. A Palma Mater floresceu pela primeira vez em 1829. Deste exemplar plantado em 1809, descendem todas as palmeiras-imperiais do Brasil, daí sua denominação de Palma Mater. A Palma Mater foi destruída por um raio em 1972. PRODUTO APLICATIVO CULTURAL - Criar um aplicativo que valoriza o território como espaço vivo e cultural, não só natural. O APP será utilizado para enriquecer a experiência do visitante que acompanha as atividades do projeto (residências artísticas, exposição, etc), assim como pode ser acessado por pessoas distantes geograficamente do Parque, aumentando a abrangência do projeto. Haverá forte projeto de pesquisa para levantar e aprofundar temas como: História local: contar a origem do parque e eventos históricos da região.Roteiros culturais: trilhas com significado simbólico.Memória oral: áudios/vídeos com histórias de moradores e saberes tradicionais.Arte e cultura local: divulgar artistas e tradições da localidade.
O Parque Estadual da Chacrinha é um dos pulmões verdes do Rio de Janeiro, abrigando uma rica biodiversidade e história. Além da sua importância ambiental e histórica, possui grande relevância cultural e social. Ele é um espaço de convivência para moradores e visitantes, oferecendo lazer, atividades esportivas e manifestações culturais. Também é amplamente utilizado por escolas e projetos voltados à educação ambiental, promovendo o contato com a natureza e a conscientização ecológica entre crianças e jovens. O parque reforça ainda a relação da comunidade com a história de Copacabana e suas transformações ao longo do tempo. Por estar inserido em uma área urbana e de fácil acesso, o espaço tem um papel essencial como área verde democrática, aberta à população. Assim, o Parque Estadual da Chacrinha se destaca como um verdadeiro patrimônio natural e cultural da cidade, integrando natureza, história e vida urbana de forma única. O projeto visa transformar o parque em um centro de referência em arte-educação ambiental, promovendo a interação entre arte, ciência e sustentabilidade. A iniciativa fortalece o senso de pertencimento da população ao meio ambiente e contribui para a conservação do patrimônio através do disseminação de conhecimento e cultura. Esta iniciativa se justifica a partir de seus principais pilares e potenciais benefícios para a comunidade: Estimula a educação ambiental de forma lúdica e acessível.Gera oportunidades para artistas, cientistas e educadores.Engaja a comunidade local na conservação do parque.Promove o turismo sustentável e a economia criativa.
:Projeto Pedagógico – Arte e Natureza: Percursos Criativos na PaisagemApresentaçãoO projeto Paisagem Carioca propõe uma série de oficinas artístico-educativas que integram práticas manuais, reflexões e vivências sensoriais em contato com a natureza. Através da Land Art, estamparia botânica, frottage e ações de arte com resíduos, os participantes serão estimulados a desenvolver habilidades artísticas, conhecer suas linguagens, através da valorização do patrimônio natural e cultural da Mata Atlântica e sua presença no imaginário carioca.ObjetivosEstimular a criação artística a partir de materiais e referências naturais.Promover a reflexão sobre sustentabilidade, biodiversidade e o uso responsável dos recursos.Incentivar o pensamento crítico sobre os hábitos de consumo e descarte.Valorizar o fazer manual como prática de conexão entre cultura e meio ambiente.Fortalecer o vínculo afetivo e simbólico com a natureza como parte da identidade cultural.Público-Alvo Crianças, adolescentes, educadores e famílias (com possibilidade de adequação para diferentes faixas etárias).Metodologia As oficinas serão vivenciais, com dinâmicas de sensibilização ambiental, exploração do espaço natural e práticas artísticas guiadas por educadores especializados. Cada oficina trabalha técnicas específicas e oferece momentos de conversa, criação individual/coletiva e partilha das obras produzidas. Oficinas1. Land Art: Criando com Elementos Naturais Exploração de espaços ao ar livre para criação de intervenções efêmeras com folhas, galhos, pedras, sementes e outros elementos naturais. Os participantes criam obras de colagem, desenho, pintura e outras linguagens, que dialogam com o ambiente, refletindo sobre a impermanência, o cuidado com a natureza e o uso simbólico da paisagem.2. Estamparia Botânica e Impressões Naturais Uso de técnicas como martelagem, estamparia manual e cianotipia para criar imagens com vegetais. A oficina convida à contemplação da flora local e à descoberta das formas e cores naturais por meio de processos manuais e criativos.3. Texturas da Floresta: Frottage e Desenho Percurso sensorial para coleta de texturas em árvores, folhas e solos. Com lápis e papel, os participantes aplicam a técnica do frottage para registrar graficamente essas texturas e criar composições artísticas que destacam a beleza e diversidade da floresta.4. Mata Atlântica como Herança Cultural Atividade investigativa com enfoque na interseção entre biodiversidade e manifestações culturais que têm a floresta como inspiração. Os participantes exploram músicas, contos e imagens relacionadas à Mata Atlântica e produzem criações visuais que conectam natureza e identidade.5. Consumo e Transformação: Arte com Resíduos Oficina de reutilização criativa de resíduos sólidos, como embalagens, plásticos e papéis descartados. Com orientação técnica e reflexão coletiva, os participantes transformam os materiais em objetos artísticos, promovendo o reuso como forma de expressão e cidadania ambiental.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todas as etapas do projeto acontecem no Parque Estadual da Chacrinha, espaço público que oferede medidas de acesso a pessoas com deficiências motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço dispõe de rampas de acesso e caminhos adaptados a cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. PRODUTO EMPREEND AÇÕES EDUC-CULT / CAPACITAÇÃO TREINAMENTO ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As oficinas e residências artísticas terão intérprete de LIBRAS sempre que necessário. Como as inscrições são feitas com antecedência, caso algum inscrito solicite intérprete, será providenciado de imediato. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As oficinas e residências artísticas têm conteúdo oral, sendo naturalmente acessíveis para PcD visuais. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá treinamento da equipe para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos. PRODUTO EXPOSIÇÃO CULTURAL / ARTÍSTICA ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As esculturas e totens interativos têm conteúdo exclusivamente visual, sendo naturalmente acessíveis para PcD auditivos. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Junto às esculturas haverá sinalização com QRcode com audiodescrição das obras, disponível para leitura com celular, ambientando o cego ou pessoa com baixa visão no espaço do parque e com as esculturas. Damesma forma os totens interativos terão versão com audiodescrição, disponíveis com QRCode. Haverá ainda visitas sensoriais guiadas, mediante agendamento, para grupos de cegos e pessoas com baixa visão, que poderão tocar nas esculturas criadas. Durante a visita, integrantes da equipe explicarão detalhes sobre a concepção da obra, o artista e seu processo de montagem. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá treinamento da equipe para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos. PRODUTO APLICATIVO CULTURAL ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Todo vídeo dentro do app terá legenda e/ou tradução em Libras. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá compatibilidade com leitores de tela - Todo o conteúdo do app (menus, descrições de trilhas, etc.) será acessível por leitores de tela como VoiceOver e TalkBack, permitindo que pessoas com deficiência visual naveguem pelo app.Fotos da fauna, flora, mapas e sinalizações irão conter audio descrição e descrições escritas, permitindo que usuários cegos saibam o que está representado.A interface terá contraste adequado entre texto e fundo, atendendo a pessoas com baixa visão ou sensibilidade à luz.O app irá permitir o aumento do tamanho do texto para facilitar a leitura por usuários com dificuldades visuais.Mapas e trilhas interativas serão legíveis com zoom e, sempre que possível, descritivos em áudio ou texto.
Estima-se atender cerca de 20.000 visitantes presenciais ao longo do projeto.O conteúdo digital será disponibilizado para um público estimado de 1 milhão de acessos ao longo do projeto.Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis ao público. As Oficinas são gratuitas e voltadas para o para público de baixa renda. O projeto oferece anda transporte gratuito para que o público possa comparecer às atividades. Em atenção ao artigo 47 da IN 23/2025, o projeto atende ao inciso: VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Moisés André Nisenbaum - Coordenação GeralÉ doutor em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ (2017). Possui graduação em Bacharel em Física pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1991), mestrado em Ciências Físicas pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (1993). Professor Titular do IFRJ, no qual trabalha desde 1986. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em metrias da informação e comunicação; na área da Educação, atuando principalmente com Tecnologias da Informação e Comunicação, com ênfase em redes e help desk, Ensino de Física e Educação de Jovens e Adultos. Simone Siag Oigman Pszczol - ConsultoriaÉ doutora em Ecologia pela UERJ e TAU/Israel (2007), possui dois pós-doutorados pela UERJ (2009 e 2012) e bacharel em biologia marinha na UFRJ (1999). Fundadora e diretora executiva do Instituto Brasileiro de Biodiversidade BrBio. Atua na interface ciência-sociedade há 25 anos, promovendo pesquisa, educação e sustentabilidade para o uso sustentável de ambientes costeiros e marinhos através de pesquisas, projetos socioambientais, subsídios técnicos a políticas públicas e empresariais, gestão, educação, sensibilização e comunicação da ciência. É membro do Comitê Científico da ONG, This is my Earth - TiME, líder climática do Climate Reality Project e integra a Liga das Mulheres pelo Oceano. Domi Valansi é jornalista e fotógrafa. Trabalha como coordenadora de comunicação e conteúdo digital da ArtRio, do museu virtual Rio Memórias e Instituto Pintora Djanira. Trabalha com comunicação online de museus desde 2020. Trabalhou na comunicação do MAM Rio, Museu Histórico da Cidade, Museu Nacional de Belas Artes, FGV Arte, NFT.Rio e Museum Week. É formada em jornalismo com especialização em Fotografia nas Ciências Sociais e Planejamento e Produção de Exposições. Ricardo Cabral Pereira Doutor e mestre em Artes da Cena pela UFRJ, onde também atua como professor substituto no curso de Direção Teatral. Nos últimos anos, tem realizado espetáculos, filmes, oficinas e performances que misturam catadoras de recicláveis, biólogos, educadores, artistas, pescadores, escolas, centros culturais, animais vertebrados e invertebrados, rios, lixos e manguezais. É cofundador do Teatro Caminho (teatrocaminho.com), onde escreve, atua e dirige há 10 anos espetáculos e performances fora das salas de teatro – em casas, bibliotecas, parques, nas ruas da cidade ou num galpão de triagem de recicláveis. Em 2025, codirigiu o espetáculo "Le bruit des pierres", do Collectif Maison Courbe, que estreou na França e foi ganhador da plataforma Circusnext. Participou de residências na Norwegian Theatre Academy, Noruega; na Universidade de Gotemburgo, Suécia; no Festival TransAmériques, Canadá; e no Festival de Edimburgo. Publicou as dramaturgias "O filho do presidente" (Cândido, 2021) e "Max" (prêmio Sesc de jovens dramaturgos, 2016). É artista voluntário no Projeto Uçá, da ONG Guardiões do Mar. Márcio Martins - Coordenação de Comunicação Formado em Comunicação Social, com especialização em Marketing e Branding. Ao longo dos últimos 32 anos, atuou em empresas brasileiras e estrangeiras, agências de relações públicas e de publicidade, órgãos públicos e grandes jornais. Professor universitário e palestrante sobre temas ligados à Comunicação e Marketing, Márcio é Diretor no Instituto Brasileiro de Biodiversidade – BrBio, onde integrou, por sete anos, o Conselho Consultivo. Nas últimas décadas, Márcio esteve à frente, ou envolvido, em mais de uma dezena de projetos, ações e programas sociais, em empresas e organizações do terceiro setor. Márcio coordenou a Comunicação da Secretaria de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro, Associação Nacional de Municipal e Meio Ambiente, Parque Nacional da Tijuca e para a vice-presidência do Conselho Internacional para Iniciativas Ambientais Locais para a América Latina e Caribe. Além disso, coordenou o trabalho de Comunicação para projetos de meio ambiente e sustentabilidade em empresas como Renault, Linde Gas Therapeutics, Coca-Cola Brasil e Brasil Telecom.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.