Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta, plataforma de afirmação, visibilidade e debates sobre as artes negras, com foco nas artes cênicas, chega ao seu ano XIII celebrando os 35 anos do Bando de Teatro Olodum. Realizado em novembro, mês da Consciência Negra, esta edição destaca o protagonismo feminino negro, reúne 16 espetáculos, mesas de debate, oficinas, feira e shows, com curadoria de Valdinéia Soriano, Cássia Valle e Lázaro Ramos.
O Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta - Ano XIII celebra os 35 anos do Bando de Teatro Olodum, promovendo uma programação voltada ao protagonismo negro feminino. O evento acontece no mês de novembro, mês da Consciência Negra, reforçando seu compromisso com a valorização das artes negras e da identidade afro-brasileira. A programação do Festival inclui espetáculos de teatro e dança, mesas de debate, oficinas, exibição de filmes, shows musicais e uma feira de empreendedorismo negro. Entre os destaques estão: - Cerimônia de Abertura – Com roteiro e direção de Dione Carlos, dramaturga e roteirista brasileira, será uma homenagem às mulheres negras brasileiras no teatro, protagonizada pelas atrizes do Bando de Teatro Olodum. - Exposição "35 anos do Bando de Teatro Olodum" – Com curadoria e projeto expográfico de Maurício Martins, reunirá figurinos, adereços e elementos cênicos que contam a trajetória do grupo. - Espetáculos Teatrais e de Dança – 16 espetáculos de companhias negras da Bahia e de outras partes do Brasil, exibidos no Teatro Gregório de Mattos e no Espaço Cultural Barroquinha. - "A Cena Tá Pretinha" – Programação infantojuvenil inédita com espetáculos infantis, intervenções artísticas, leitura musicada e sessão de autógrafos com autores, promovendo representatividade e formação de público desde a infância. - Mesas de Debate e Roda de Conversa – Discussões sobre representatividade negra nas artes, interseccionalidade de raça e gênero, e a trajetória do teatro negro, realizadas no Café-Teatro Nilda Spencer. - "Cinema das Pretas" – Mostra de curtas-metragens dirigidos por mulheres negras, promovendo o protagonismo feminino na produção audiovisual. - Oficinas de Performance Negra – Atividades formativas em música para teatro, preparação do ator/atriz, preparação corporal e memória e identidade, realizadas no Espaço Boca de Brasa Centro. - Shows Musicais – Duas apresentações, com destaque para cantoras negras alinhadas à proposta do Festival. - Feira de Empreendedorismo Negro – Exposição de moda, gastronomia e arte, promovida em parceria com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI), no Pátio Iyá Nassô, estimulando a geração de renda e valorização da cultura afro-brasileira. Com classificação indicativa livre, o Festival promove acessibilidade por meio de intérpretes de Libras, audiodescrição e espaços acessíveis, além de democratizar o acesso com atividades gratuitas e transporte para grupos comunitários. O Festival A Cena Tá Preta reafirma seu papel como um dos maiores eventos voltados às artes negras no Brasil, fortalecendo a representatividade e promovendo o encontro entre artistas, público e a cultura afro-brasileira.
Objetivo Geral: Realizar a 13ª edição do Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta como uma celebração aos 35 anos do Bando de Teatro Olodum, promovendo a valorização das artes negras, o protagonismo feminino e o fortalecimento das identidades culturais afro-brasileiras por meio de uma programação artística diversa e inclusiva, que fomente diálogos entre artistas e públicos locais, nacionais e internacionais. Objetivos Específicos: • Realizar a 13ª edição do Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta, oferecendo ao público uma programação artística e intelectual afrocentrada. • Homenagear mulheres negras brasileiras com atuações em diversas áreas, destacando o protagonismo feminino, através das atrizes do Bando de Teatro Olodum. • Reunir 16 espetáculos que representem a diversidade e potência da cena teatral negra contemporânea. • Incentivar o intercâmbio entre artistas, produtores e realizadores negros, fomentando trocas criativas e parcerias. • Ampliar o acesso da população local e de visitantes às produções de artistas negros, de todo Brasil. • Fortalecer o protagonismo negro no teatro brasileiro e valorizar as expressões artísticas afro-brasileiras
O Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta - Ano XIII é um projeto idealizado pelo Bando de Teatro Olodum, com realização da Mil Produções Artísticas. Consolidado como um dos principais festivais dedicados às artes negras no país, o evento celebra, na sua nova edição, o marco histórico dos 35 anos do Bando de Teatro Olodum. O Festival destaca o protagonismo negro feminino nesta edição. Com curadoria de Valdinéia Soriano, Cássia Valle e Lázaro Ramos, além de Zebrinha como diretor de movimento e Jarbas Bittencourt na direção musical, o Festival apresenta 16 espetáculos teatrais, da Bahia e outras partes do Brasil, além de mesas de debate e rodas de conversa, oficinas, exibição de filmes e shows musicais, durante cinco dias de programação, que ocorrerá no Centro Histórico de Salvador, no chamado Quarteirão das Artes, onde se localizam o Espaço Cultural da Barroquinha e o Teatro Gregório de Mattos, equipamentos que sediam o projeto. A abertura contará com uma cerimônia protagonizada pelas atrizes do Bando em homenagem às mulheres negras brasileiras, com direção e roteiro da dramaturga Dione Carlos, reconhecida por sua dramaturgia atravessada pela ancestralidade e influenciada por grandes nomes como Conceição Evaristo e Leda Maria Martins, e que constrói obras que rompem silêncios e afirmam a força das narrativas negras. No dia da cerimônia de abertura, será inaugurada também a exposição "35 anos do Bando de Teatro Olodum", na Galeria do Teatro Gregório de Mattos, com projeto expográfico e curadoria do produtor, figurinista e cenógrafo Maurício Martins, reunindo figurinos, adereços e elementos cênicos que celebram momentos marcantes da trajetória do grupo. Nesta edição celebrativa, o Festival ainda apresenta, pela primeira vez, o "A Cena Tá Pretinha", uma programação especial e dedicada ao público infantojuvenil, que reunirá intervenções artísticas, espetáculos, leitura musicada e sessão de autógrafos de livros com autores que têm se destacado na literatura para crianças e adolescentes numa perspectiva afrocentrada, a exemplo dos próprios curadores Cássia Valle e Lázaro Ramos, entre outros convidados. A programação, que evidencia o protagonismo feminino, contará também uma mostra audiovisual, "Cinema das Pretas", composta por curtas metragens dirigidos por mulheres ou que abordem as interseccionalidades de raça e gênero. O Festival A Cena Tá Preta se consolida como uma plataforma de visibilidade e valorização das artes negras, reafirmando o papel do Bando de Teatro Olodum como agente essencial na luta por igualdade racial e na promoção da representatividade nas artes cênicas. Em sua edição comemorativa de 35 anos, o Festival não apenas celebra a trajetória histórica do Bando, mas também fortalece o compromisso com a continuidade do trabalho artístico e com o fortalecimento das identidades culturais afro-brasileiras. Realizado no Centro Histórico de Salvador, o Festival cria uma dinâmica cultural e social única na região, com a ocupação simultânea de importantes equipamentos/espaços culturais, como o Teatro Gregório de Mattos, Espaço Cultural Barroquinha, Café-Teatro Nilda Spencer, Pátio Yá Nassô e Espaço Boca de Brasa Centro. Este cenário é parte de uma área em revitalização turística, que inclui a recuperação de prédios históricos e ações de fortalecimento do turismo cultural. Assim, o Festival promove um diálogo direto com as identidades culturais da cidade, entrelaçando-se com a história e as tradições de Salvador, ao mesmo tempo em que fomenta a circulação de públicos e artistas na região. Além de ser uma oferta cultural de excelência, a programação do Festival evoca a própria população soteropolitana, pois reflete sua identidade afrodescendente e suas manifestações artísticas. O evento contribui para o desenvolvimento das artes negras, para a inclusão social e para o fortalecimento da economia criativa, gerando impactos positivos na cadeia produtiva cultural e artística local e nacional. O financiamento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar a realização do Festival, garantindo sua amplitude e continuidade. O projeto se alinha diretamente aos objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme estabelecido na Lei nº 8.313/91, atendendo aos seguintes incisos do Art. 1º: Inciso I _ O festival facilita o livre acesso às fontes da cultura afro-brasileira e promove o pleno exercício dos direitos culturais, trazendo à cena manifestações artísticas historicamente marginalizadas.Inciso II _ Ao valorizar a produção artística negra, especialmente a partir da Bahia, o festival estimula a regionalização da produção cultural e fortalece conteúdos locais.Inciso III _ O evento difunde e valoriza manifestações culturais afro-brasileiras e seus criadores, garantindo maior visibilidade e reconhecimento.Inciso IV _ O Festival protege e fortalece as expressões culturais negras, fundamentais para o pluralismo da cultura nacional.Inciso V _ Contribui para a preservação e promoção dos modos de criar, fazer e viver da cultura afrodescendente no Brasil.Inciso VIII _ Ao destacar a produção negra nas artes cênicas, musicais e cinematográficas, o evento fomenta a difusão de bens culturais formadores de conhecimento, cultura e memória.Inciso IX _ Prioriza expressões culturais originárias do Brasil, valorizando artistas e narrativas negras. Além disso, o Festival atende diretamente a diversos objetivos previstos no Art. 3º da Lei, o que reforça a pertinência do apoio financeiro por meio do Pronac: Fomento à produção cultural e artística (Art. 3º, II): Inciso "c" _ O festival promove a realização de espetáculos de artes cênicas, música e festivais de arte, destacando a produção negra no teatro, cinema e literatura.Inciso "e" _ Viabiliza exposições, festivais de arte e espetáculos teatrais, contribuindo para a circulação e visibilidade da cultura afro-brasileira. Incentivo à formação artística e cultural (Art. 3º, I): Inciso "c" _ As oficinas de formação artística (Performance Negra) promovem a qualificação de artistas, fortalecendo a continuidade da produção cultural afro-brasileira.Inciso "d" _ A programação infantojuvenil, como o "A Cena Tá Pretinha", contribui para a inclusão cultural de crianças e adolescentes, fortalecendo o contato com referências negras. Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Art. 3º, IV): Inciso "a" _ O festival propõe ações de democratização de acesso, como eventos gratuitos e espaços acessíveis ao público.Inciso "b" _ A exposição "35 anos do Bando de Teatro Olodum" contribui para a pesquisa e registro da memória do teatro negro no Brasil. Apoio a outras atividades culturais e artísticas (Art. 3º, V): Inciso "b" _ O projeto envolve serviços de elaboração e execução de um evento cultural de grande porte, garantindo uma estrutura profissional e qualificada.
Não se aplica
Acessibilidade Física: 1. Rampa de acesso e sinalização tátil: Os espaços onde ocorrerão as atividades contarão com rampas de acesso e sinalização tátil para garantir a autonomia de pessoas com deficiência visual e mobilidade reduzida. 2. Banheiros adaptados: Haverá sanitários acessíveis, equipados com barras de apoio e espaço adequado para cadeirantes e pessoas com deficiência. 3. Espaços reservados: Locais específicos para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes serão disponibilizados em todos os espetáculos e shows. 4. Piso tátil e mapas acessíveis: Instalação de guias táteis para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência visual, além da disponibilização de mapas táteis nos pontos principais do evento. 5. Atendimento especializado: Equipe treinada para auxiliar pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no acesso e circulação pelos espaços do Festival. Acessibilidade de Conteúdo: 1. Intérpretes de Libras: Presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas mesas de debate, na cerimônia de abertura e em espetáculos selecionados. 2. Audiodescrição: Sessões de espetáculos previamente selecionadas contarão com audiodescrição para que pessoas cegas ou com baixa visão possam acompanhar as apresentações. 3. Materiais acessíveis: Divulgação do Festival com materiais em formatos acessíveis, incluindo legendas descritivas em vídeos, textos alternativos para imagens. 4. Visita sensorial: Antes de espetáculos e exposições, poderão ser realizadas visitas sensoriais para que pessoas cegas ou com baixa visão possam explorar cenários, figurinos e adereços através do tato e da descrição detalhada. 5. Libras Online e QR Codes acessíveis: Disponibilização de informações sobre a programação em vídeos legendados e interpretados em Libras por meio de QR Codes distribuídos nos materiais de divulgação.
O Festival adota diversas medidas para garantir a democratização do acesso, permitindo que um público amplo e diverso possa participar de sua programação. Muitas atividades serão oferecidas com entrada franca, possibilitando a inclusão de diferentes perfis de espectadores. Além disso, serão firmadas parcerias para viabilizar transporte gratuito a grupos escolares. A divulgação do evento será amplamente realizada por meio de redes sociais, assessoria de imprensa e pontos estratégicos de grande circulação na cidade, assegurando que as informações sobre a programação alcancem o maior número possível de pessoas.
Proponente: Mil Produções Artísticas EIRELI - EPP Função no Projeto: Responsável pela gestão geral e execução administrativa do Festival, incluindo captação de recursos, prestação de contas e supervisão logística e financeira. Principais Participantes e Suas Funções no Projeto: Sibele Américo – Diretora de Produção Responsável pela coordenação geral da produção, garantindo o cumprimento do cronograma e a execução eficiente das atividades planejadas, de todos os ambientes e respectivas programações. Currículo: Produtora cultural com mais de 25 anos de experiência. Diretora da Mil Produções Artísticas, tem ampla atuação na produção de projetos culturais financiados por editais públicos e leis de incentivo. Já coordenou diversos eventos de grande porte na Bahia, como o Movimento Boca de Brasa, Festival A Cena Tá Preta e projetos musicais e audiovisuais. Carol Alves – Produtora Executiva Gerencia a operação diária do Festival, juntamente com outros três produtores, sendo responsáveis pelas logísticas de transporte, hospedagem, alimentação e contratação de fornecedores, receptivo de atrações, providências relacionadas às montagens da cerimônia de abertura, exposição, espetáculos teatrais, mesas temáticas, shows, feira, mostra de curtas, etc.. Currículo: Produtora com experiência em festivais, eventos e produções audiovisuais. Atuou na organização de festivais como Boca de Brasa e A Cena Tá Preta, além de eventos culturais do SESI e projetos artísticos independentes. Cássia Valle – Curadora e Diretora Artística Responsável pela concepção artística do Festival e pela curadoria dos espetáculos e atividades formativas. Currículo: Atriz, produtora, diretora teatral e escritora, com mais de 20 anos de atuação no Teatro Negro. Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo IPHAN, Cássia é membro do Bando de Teatro Olodum e coordenadora do Centro de Pesquisa Moinhos Giros de Arte. Autora premiada de livros infantojuvenis, destaca-se por sua atuação na valorização da cultura afro-brasileira. Valdinéia Soriano – Curadora e Diretora Artística Responsável pela curadoria de espetáculos e pelo alinhamento da programação ao conceito do Festival. Currículo: Atriz do Bando de Teatro Olodum desde sua fundação, com mais de 30 espetáculos no currículo. Atuou em filmes como "Ó Paí, Ó" e "Café com Canela", premiada no Festival de Brasília. Coordenadora do Festival A Cena Tá Preta e do projeto Oficina de Performance Negra, Valdinéia tem experiência na curadoria e produção de eventos de grande porte. Lázaro Ramos – Curador Participa da curadoria do Festival, contribuindo na seleção de atrações e na articulação com artistas nacionais. Currículo: Ator, diretor e escritor, Lázaro Ramos iniciou sua carreira no Bando de Teatro Olodum. Reconhecido internacionalmente, protagonizou filmes como "Madame Satã" e "Ó Paí, Ó", além de ser um dos principais nomes da dramaturgia brasileira contemporânea. Direção de Movimento e Musical Zebrinha – Diretor de Movimento Coordenará a concepção corporal e estética do Festival, contribuindo para performances e atividades artísticas. Currículo: Bailarino e coreógrafo premiado, com formação internacional. Diretor artístico do Balé Folclórico da Bahia e coreógrafo do Bando de Teatro Olodum. Trabalhou em projetos audiovisuais como "Mr. Brau" e espetáculos como "Sortilégio" e "Candaces". Jarbas Bittencourt – Diretor Musical Assinatura da direção musical do Festival, especialmente na cerimônia de abertura e em performances e espetáculos teatrais. Currículo: Músico, compositor e produtor musical. Diretor Musical do Bando de Teatro Olodum e responsável por trilhas sonoras de cinema, teatro e dança. Foi premiado pelo Prêmio Braskem de Teatro e recentemente assinou a direção musical de "Torto Arado – O Musical". Dione Carlos – Roteirista e Dramaturga Responsável pelo roteiro e concepção dramatúrgica da cerimônia de abertura. Currículo: Dramaturga e roteirista brasileira, com carreira consolidada no teatro e na TV. Autora de peças encenadas no Brasil e no exterior, sua obra destaca narrativas afrocentradas e femininas. Maurício Martins – Projeto Expográfico e Montagem Exposição Assina a concepção e montagem da exposição “35 anos do Bando de Teatro Olodum”, cuidando do projeto cenográfico e curatorial. Currículo: Produtor, cenógrafo e figurinista, com experiência em espetáculos e exposições. Gestor do Acervo de Figurinos Boca de Cena, já atuou na Cia Baiana de Patifaria e no teatro musical brasileiro. André Santana – Assessoria de Comunicação Gerencia a comunicação institucional do Festival, incluindo assessoria de imprensa e divulgação. Currículo: Jornalista e doutorando em comunicação, com experiência na imprensa negra e em estratégias de mídia. Foi assessor da Secretaria de Cultura da Bahia e de diversas produções artísticas e audiovisuais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.