Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A proposta cultural "Anne Frank: uma história para hoje", realizada pelo Instituto Plataforma Brasil, contempla atividades culturais e socioeducativas em defesa dos direitos humanos e da valorização das diversidades em diferentes regiões do Brasil. O porjeto inclui a realização de exposições, evento cultural com palestra, formação de educadores e o treinamento de monitores, utilizando materiais pedagógicos exclusivos da Anne Frank House. Além disso, está prevista a produção de um curso online para o Centro Anne Frank Educação.
Exposições "Anne Frank: uma história para hoje" é um projeto expositivo composto por três mostras complementares, cada uma abordando diferentes aspectos da vida de Anne Frank e da memória do Holocausto, além de uma sessão destinada a experiência de realidade virtual. A primeira mostra, Anne Frank: uma história para hoje, apresenta a trajetória de Anne Frank em paralelo ao contexto histórico da Segunda Guerra Mundial e da ditadura nazista. Por meio de uma justaposição inovadora entre fotografias da família Frank e imagens de eventos históricos, a exposição busca conscientizar sobre os perigos do preconceito e da discriminação, além de destacar a importância dos direitos humanos. A segunda mostra, Lendo e Escrevendo com Anne Frank, tem como foco o incentivo à leitura de crianças e adolescentes, destacando Anne Frank como escritora. Além de apresentar sua vida e contexto histórico, a exposição incentiva a leitura e a produção de textos, promovendo reflexões sobre discriminação e preconceito. A experiência é enriquecida por um vídeo introdutório e cadernos de atividades para os visitantes. A terceira mostra, Anne e Nanette: Em Prol da Cultura do 'Nunca Mais', destaca a trajetória de Nanette Blitz Konig, amiga de Anne Frank e sobrevivente do Holocausto. A exposição reforça a importância da memória e da luta contra o esquecimento por meio do documentário Vida Acima de Tudo (2015), produzido pelo IPB em parceria com o Consulado Geral dos Países Baixos em São Paulo. Nanette, autora do livro Eu Sobrevivi ao Holocausto, dedicou sua vida a compartilhar sua história e a de outras vítimas da perseguição nazista. Óculos de realidade virtual (RV)Por fim, o projeto conta com uma sessão de realidade virtual, que permite aos visitantes conhecerem o Anexo Secreto onde Anne e sua família viveram escondidos. Com o uso de óculos de realidade virtual, a experiência recria, de forma detalhada e histórica, o espaço como ele era na época, proporcionando uma imersão única. A tecnologia utilizada garante acessibilidade e profundidade na compreensão desse período histórico. Capacitação de professores/educadoresFormação de até 150 professores da rede pública e de organizações sociais parceiras, com dinâmicas de sensibilização e uso de materiais exclusivos da Anne Frank House. As formações terão duração de 2 a 3 horas e abordarão a história de Anne Frank como escritora, sua família, a Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e indicações de literatura infantojuvenil. Serão realizadas 3 formações, uma em cada local do projeto, com até 50 educadores por edição. Formação dos guias da exposiçãoTreinamento para até 20 alunos das escolas públicas/organizações sociais se formarem como monitores das exposições, com base na educação pelos pares e nos 3 R's – Relembrar, Refletir e Reagir. O treinamento aborda a história de Anne Frank como escritora e sua família, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto, trazendo reflexões sobre paralelos entre acontecimentos do passado e dos dias atuais e o papel que podemos assumir na sociedade. Para cada exposição, há partes específicas do treinamento, considerando o conteúdo da mostra. O treinamento tem duração total de 15h, podendo ser executado em 2 dias (2 dias x 7h30/dia) ou em 3 dias (3 dias x 5h/dia). No total, serão formados 60 guias de exposição. Participa também desta formação um profissional adulto para ser o Coordenador de Monitores, sendo 01 por cidade.Evento cultural de abertura com palestrante ilustreO evento será realizado no dia da abertura oficial da exposição, em local a ser definido, como um centro cultural, museu, shopping ou espaço similar, desde que adequado para receber tanto a exposição quanto a palestra. A carga horária pode variar conforme a cidade, mas, em geral, o evento tem duração de até 2 horas e contará com a participação aberta à comunidade. Curso online no Campus Anne Frank do Centro Anne Frank EducaçãoCriação de um curso inédito, centrado na exposição "Anne Frank – uma história para hoje", com acesso online e gratuito. O curso incluirá a mostra em formato digital, materiais para download, orientações pedagógicas e vídeos explicativos sobre a exposição. Destinado a professores e educadores de todo o Brasil, o objetivo é oferecer conteúdos de qualidade e inéditos da Anne Frank House para aplicação em sala de aula.
Objetivo geral: Promover exposições com atividades culturais e educativas que estimulem a leitura, a escrita, o diálogo, a formação do pensamento crítico e a conscientização sobre o preconceito e a discriminação. A proposta também busca celebrar as diferenças, valorizar a diversidade, fortalecer a democracia e incentivar a cultura de paz, seguindo o legado de Anne Frank. O público-alvo principal são os jovens de diferentes regiões do Brasil, encorajando-os e empoderando-os a assumir papéis de protagonismo na transformação de suas comunidades e do mundo. Objetivos específicos: - Realizar 3 edições da proposta cultural "Anne Frank: uma história para hoje"; - Elaborar e lançar, no Campus Anne Frank (dentro da plataforma Centro Anne Frank Educação), um curso online e gratuito sobre a exposição "Anne Frank: uma história para hoje"; - Realizar 3 formações para até 150 professores e educadores das instituições que receberão a exposição e/ou parceiras; - Formar 60 jovens como monitores da exposição; - Realizar 3 eventos culturais de abertura da exposição com palestras; - Proporcionar aos visitantes uma experiência imersiva no Anexo Secreto por meio de óculos de realidade virtual; - Produzir 63 kits com materiais exclusivos da Anne Frank House (60 destinados a monitores-guias e 3 a coordenadores de monitores); - Produzir 3.600 apostilas da atividade "Lendo e Escrevendo com Anne Frank", sendo 1.200 para cada local, destinadas a alunos visitantes; - Apresentar ao público visitante — estimado em 15.000 pessoas — a história de Anne Frank e sua família, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto;
Este projeto justifica-se por sua reconhecida relevância social. Em um cenário contemporâneo marcado por tensões sociais e crescentes desigualdades, a formação de uma cultura voltada ao respeito às diferenças, à equidade e aos direitos humanos torna-se uma prioridade cultural. O legado de Anne Frank tem se mostrado uma ferramenta potente, especialmente junto a crianças e adolescentes. A simplicidade e profundidade dos textos deixados em seu diário — obra lida por mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo — estabelecem uma conexão imediata com o público jovem, que se reconhece nos sentimentos e dilemas de uma adolescente em meio a um dos períodos mais trágicos da história recente da humanidade. Essa identificação funciona como ponto de partida para reflexões fundamentais sobre temas como igualdade, respeito, tolerância e justiça social. Em um mundo onde muitas pessoas abrem mão de sua identidade para se adequar a padrões socialmente impostos, a mensagem de Anne Frank reafirma o valor da autenticidade, da diversidade e da liberdade de ser. Ao promover o respeito ao outro, compreende-se que não é necessário ser igual a ninguém: as diferenças tornam-se fonte de aprendizado e transformação. O projeto apoia-se no tripé pedagógico Recordar / Refletir / Reagir, promovendo, por meio das exposições, processos contínuos de conscientização. Essa abordagem se potencializa com a metodologia de educação pelos pares, desenvolvida pela Anne Frank House — da qual o Instituto Plataforma Brasil é o único representante oficial no país. Essa metodologia, aplicada internacionalmente há cerca de duas décadas, promove o protagonismo juvenil ao envolver jovens como mediadores das exposições. Ao assumirem esse papel, eles não apenas aprofundam seu próprio aprendizado, mas também tornam-se agentes multiplicadores, incentivando a participação de seus pares. A experiência demonstra que, ao atribuir responsabilidade aos jovens, promove-se o desenvolvimento de consciência crítica, autonomia e senso de responsabilidade cidadã. Um dos destaques da proposta é a seção da exposição dedicada à faceta de Anne Frank como escritora, especialmente voltada ao público infantojuvenil. Os Cadernos de Atividades Lendo e Escrevendo com Anne Frank, produzidos pela Anne Frank House, integram a exposição e se constituem como instrumentos relevantes de estímulo à leitura, à escrita e à criatividade. A valorização da arte e da cultura como ferramentas de formação humana é potencializada quando articulada a conteúdos de relevância histórica e social, tratados de maneira acessível, lúdica e, ao mesmo tempo, crítica. O projeto permite que um amplo público — composto por crianças, adolescentes, jovens e adultos — tenha acesso a marcos históricos fundamentais, como a história de vida de Anne Frank, o Holocausto, a Segunda Guerra Mundial e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Também fomenta o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência social, promovendo espaços de diálogo sobre temas como preconceito, discriminação, intolerância e racismo. A linguagem e as abordagens adotadas são cuidadosamente adaptadas conforme o perfil do público-alvo, garantindo acessibilidade e efetividade no impacto cultural da iniciativa. Ao estimular a reflexão individual e coletiva, fortalecer o protagonismo juvenil e valorizar a diversidade como princípio formativo, o projeto contribui diretamente para a construção de uma cultura democrática, baseada nos direitos humanos, na empatia e na justiça social. Quanto ao enquadramento à Lei de Incentivo a Cultura, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei no 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais --> por propor a realização das atividades em espaços públicos (quando for possível), acessíveis, aberto a toda a comunidade, sem a cobrança de ingressos;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais --> por prever a formação de jovens locais para serem monitores da exposição, e professores/educadores como multiplicadores, bem como a contratação de palestrantes locais para apresentação no evento cultural de abertura da exposição;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores --> por propor no evento cultural de abertura da exposição a apresentação de palestras de referências locais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações --> por apresentar a obra e a história de vida da Anne Frank e sua família e os horrores vividos na época da Segunda Guerra Mundial, propondo uma reflexão sobre acontecimentos da época, relacionando com os dias atuais, ressaltando a importância do respeito às diferenças e aos valores culturais dos povos e nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória --> por estimular difusão de conhecimento, cultura e memória através do conteúdo dos treinamentos de monitores da exposição e de professores/educadores bem como através da exposição que aborda a história de Anne Frank, Holocausto e Segunda Guerra Mundial. Quanto aos objetivos elencados no Artigo 3o da Lei no 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Foi incluída entre os locais de realização e no orçamento a cidade de Cabreúva – SP, sede do Instituto Plataforma Brasil – IPB, que será a origem de emissão das notas fiscais, boletos e demais documentos referentes à prestação de contas e aos serviços administrativos que compõem o projeto aqui apresentado.
Para a proposta cultural de exposições e sessão de óculos RV, a área ideal sugerida para a exposição é de um espaço entre 250 e 400 m². Exposição Anne Frank: uma história para hojeA mostra é formada por 11 painéis de 2,20 x 290m e possui iluminação própria, composta por 22 luminárias com lâmpadas dicróicas e 11 transformadores para a iluminação. Exposição Lendo e Escrevendo com Anne FrankA exposição é composta por 8 painéis, distribuídos da seguinte forma: 6 painéis no formato 2,20 x 2,90m (frente e verso) e 2 painéis no formato 2,20 x 2,00m (frente e verso). Antes de iniciar a visitação, os grupos assistem a um vídeo introdutório de 5 minutos sobre a exposição. Exposição Anne e Nanette: Em Prol da Cultura do 'Nunca Mais'A exposição contém 1 painel com 15 fatos sobre Nanette Blitz Konig, também de 2,00 x 2,20m, além de documentos diversos sobre Nanette, como fotografias, cartões postais e cartas, o exemplar do livro "Eu Sobrevivi ao Holocausto", de Nanette Blitz Konig e vídeo-documentário "Vida Acima de Tudo" (60 minutos). Outros itens que compõem o projeto são 1 maquete do Anexo Secreto em caixa acrílica; 1 caixa acrílica com réplicas de documentos e 1 réplica oficial do Diário de Anne Frank. Caderno de Atividades "Lendo e Escrevendo com Anne Frank" Apostilas a serem entregues aos alunos e preenchidas durante a visitação à exposição, sob orientação dos monitores. Cada apostila tem 12 páginas coloridas, com informações e imagens sobre Anne Frank e sua família, além de perguntas e espaços para preenchimento pelos alunos. Ao final da atividade, o estudante é incentivado a compor um poema sobre si mesmo, descobrindo-se escritor. Há duas versões do caderno, adaptadas de acordo com a faixa etária e escolaridade dos visitantes. Kit Monitor Alunos que participarem da Formação de Monitores para qualquer uma das três exposições receberão o Kit Monitor, composto por três itens, sendo dois deles exclusivos e elaborados pela Anne Frank House: Catálogo “Anne Frank - uma história para hoje”, com 94 páginas, contendo informações e fotografias sobre Anne Frank e sua família, linha do tempo e depoimentos de sobreviventes do Holocausto; Livro “O Diário de Anne Frank”, com 352 páginas, brochura, Editora Record – uma das obras mais lidas do mundo, onde Anne relata sua vida; Apostila com orientações específicas sobre a exposição da qual o aluno será guia. Ao fim da formação, os monitores recebem um certificado de formação.
Acessibilidade física: Todas as atividades do projeto serão realizadas em locais que atendam às normas de acessibilidade, garantindo fácil locomoção para cadeirantes, com rampas de acesso, banheiros adaptados e elevadores (quando necessário), de forma a contemplar as necessidades de pessoas com deficiência motora. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: A visitação à exposição será acompanhada por monitores capacitados, que apresentarão o conteúdo textual e descreverão as imagens. A exposição também contará com vídeos com recursos de áudio. O local deverá dispor de piso tátil. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Será garantida por meio da contratação de um(a) intérprete de Libras (previsto no orçamento), que apresentará a exposição em dias e horários específicos dentro da programação do projeto. Além disso, os vídeos exibidos na exposição contarão com legendas. Acessibilidade comunicacional: O projeto assegurará a inclusão de intérpretes de Libras e legendas em todos os materiais audiovisuais, além de audiodescrição para conteúdos visuais. Textos alternativos serão disponibilizados para imagens em materiais digitais, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Serão adotadas práticas para minimizar barreiras sensoriais, como a sinalização de conteúdos com luzes intensas ou elementos audiovisuais que possam causar desconforto. O uso de linguagem clara e acessível será priorizado, facilitando a compreensão por todos os públicos. Acessibilidade cognitiva: Será contratada uma consultoria especializada para orientar e capacitar os monitores no atendimento adequado a pessoas com deficiência cognitiva. Os monitores estarão presentes durante toda a visitação à exposição. A exposição propõe uma reflexão sobre as consequências da exclusão e marginalização de grupos vulneráveis, destacando como processos de desumanização podem levar a graves violações de direitos humanos. Durante o regime nazista, milhares de pessoas com deficiência física e cognitiva foram perseguidas e assassinadas em nome de políticas eugenistas. Ao abordar esse passado, a mostra reforça a importância da inclusão e do respeito à diversidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
De acordo com o Instrução Normativa MINC No 23 DE 05/02/2025 , em seu Capítulo IV - DA ACESSIBILIDADE, DA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS E DA DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA, a proposta cultural “Anne Frank: uma história para hoje” está de acordo com o previsto no Artigo 47 nos itens: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Vale ressaltar que todas as atividades do projeto são gratuitas para o público.
O Instituto Plataforma Brasil – IPB, proponente da proposta cultural em questão, por meio da sua representante legal, a Sra. Johanna Offringa, será encarregado pela coordenação geral do projeto e pela realização de todas as ações do projeto, sendo, portanto, responsável pelas relações institucionais com órgãos públicos, com patrocinadores e outros parceiros; representação da Anne Frank House no Brasil; pela promoção e divulgação do projeto, de forma geral, e participação em entrevistas, em específico; pela participação na abertura da exposição; pela curadoria da exposição; pela escolha fnal e contratação da equipe técnica; pela tomada de decisões finais, enfim, por toda a realização e gestão geral do projeto.Johanna Elizabeth Tecla OffringaFunção: Curadoria / Coordenação GeralGraduada em Arquitetura / Engenharia na Universidade Técnica de Delft, na Holanda, em 1993. Foi estagiária em escritórios de arquitetura na Holanda e em Portugal, tendo atuado no escritório do Sr. Alvaro Siza, um dos principais arquitetos portugueses. Logo após a sua graduação, veio para Brasil, onde se envolveu em diversos projetos sociais na periferia de São Paulo e também na ONG Amape – Associação de Mútuo Auxílio para Promoção do Estudante, posteriormente transformada no IPB –Instituto Plataforma Brasil. Fundou em 1999 a sua própria empresa, a WZM-Plataforma Brasil Holanda, que hoje promove eventos culturais e esportivos. Tem desenvolvido nos últimos 27 anos mais de 100 projetos de intercâmbio cultural, educacional e esportivo,envolvendo diversos países, tais como Brasil, Holanda, França, Inglaterra e outros países da América Latina e da África. Fez a curadoria das exposições promovidas pelas duas organizações ao longo desses anos no Brasil, entre elas as exposições “Brasil e Holanda, Paz e Justiça” em Brasília, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre e a exposição “The Sweet and Sour Story of Sugar – Açúcar, um doce meio amargo” nas cidades de Campinas e Recife.Rosiane RibeiroFunção: Coordenadora de ProduçãoGraduada em engenharia de recursos hídricos e do meio ambiente pela Universidade Federal Fluminense e agente em gestão de projetos sociais pelo SENAC. Possui experiência na produção de eventos, elaboração e coordenação de projetos. Desde 2010, tem atuado no Instituto Plataforma Brasil na produção e na gestão dos projetos sociais da instituição nas áreas educacional, cultural e esportiva. Laura NicolliFunção: Coordenadora PedagógicaJornalista com especialização em Antropologia Cultural pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Atualmente, é coordenadora de Comunicação do Museu do Holocausto de Curitiba e do Instituto Plataforma Brasil, representante oficial da Anne Frank House no Brasil. Integra o Comitê de Comunicação e Design da Rede Latino-americana para o Ensino da Shoá (Rede LAES). Também atua como gestora do projeto IVLP Impact Award: Princípio da Esperança: Combatendo o Extremismo por meio da Educação, realizado em Porto Alegre e promovido pela Embaixada dos EUA no BrasilRandal VieiraFunção: Produtor ExecutivoEspecialista em Educação Popular, Direitos Humanos e Movimentos Sociais. Palestrante em escolas, faculdades e universidades com a temática Anne Frank: uma vida perseguida ontem, uma história para hoje. Pesquisou in loco o holocausto nos seguintes países: Holanda, Alemanha, Polônia, França e Bélgica. Condecorado oficialmente com a comenda da "Ordem do Mérito Cívico e Cultural", pelaSociedade Brasileira de Heráldica e Humanista. A honraria foi em reconhecimento ao relevante trabalho realizado através do Projeto Anne Frank Presente no meio norte do Brasil, do qual é idealizador e coordenadorSandra Mara de OliveiraFunção: Produtora ExecutivaSupervisora Pedagoga, pós-graduada em Gestão de Projetos Culturais, Educador Comunitário e Programa de Gestão Educacional. Tem grande experiência na área da educação, já atuou como coordenadora pedagógica e diretora de escolas do ensino fundamental e de educação infantil. Cumpre a função de articulação com parceiros e é vice-presidente do Núcleo Anne Frank Minas Gerais.Andrea Cristina FerreiraFunção: Produtora ExecutivaGraduada em formação de Psicólogo e Licenciatura. Pós-graduada em Psicopedagogia. A paixão pela educação vem de família, por parte de pai, e o artesanato, por parte de mãe. Ao longo de 27 anos de carreira na educação, ocupou o cargo de professora, coordenadora, vice-diretora e diretora, passando pelo ensino fundamental, pela educação infantil e pelo apoio a inclusão da pessoa com deficiência, inclusive com vários cursos nessa área.Lúcia ChermontFunção: Consultor (Treinamento de monitores e de educadores)Graduada em História pela PUC/SP, Pós-graduada em Comunicação pela ESPM/SP, Mestre em História Social pela PUC/SP e Doutoranda de História Social pela UNESP/Franca, onde é bolsista CAPES. Desde 2012 tem atuado no Instituto Plataforma Brasil – IPB nos projetos educativos da Casa Anne Frank, ministrando palestras sobre a Segunda Guerra Mundial e Holocausto e realizando o treinamento dos monitores das exposições. Atua também como consultora na área de pesquisa histórica e organização de acervos históricos e é autora do livro “Memória e experiência de judeus de Higienópolis e arredores (1960-1970)”, publicado pela editora AnnaBlume, em 2018. Foi coordenadora de pesquisa e projeto do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro entre 2004 a 2016. Vanessa Vasques Assis dos ReisFunção: Assessora JurídicaFormada em Fonoaudiologia e em Direito, com pós graduação em nível de especialização em gestão e tecnologias da Educação e mestrado em Direito Internacional com enfoque em Direitos Humanos. Atua como advogada na área cível e presta assessoria jurídica ao terceiro setor, no qual também atua como facilitadora e coordenadora local de projetos sociais.Tais Cristina Ferreira Antonio - São Marcos ContabilidadeFunção: Assessoria contábilSituada em Cabreúva, SP, São Marcos Contabilidade é uma empresa especializada em assessoria contábil e fiscal, com experiência na prestação de serviços para projetos sociais e culturais. Atuam com contabilidade mensal, gestão tributária e prestação de contas para projetos incentivados, garantindo a conformidade com as exigências legais e a transparência na aplicação dos recursos. Atendem empresas e organizações sociais. Com mais de 10 anos de experiência, prestam os seguintes serviços para organizações sociais: Contabilidade mensal: classificação contábil, conciliação bancária e elaboração dos demonstrativos financeiros da entidade; Elaboração da prestação de contas final: organização dos relatórios financeiros e contábeis exigidos pelos órgãos reguladores, assegurando a correta aplicação dos recursos e cumprimento das obrigações legais; Acompanhamento das normas contábeis e fiscais aplicáveis ao projeto, prestando suporte técnico para a equipe gestora sempre que necessário. Daniele TorresFunção: Produtora ExecutivaMuseóloga, pós-graduada em história da arte, gestão cultural e comunicação empresarial. Sócia fundadora da Companhia da Cultura, é especialista em leis de incentivo e captação de recursos; atua no mercado cultural há mais de 23 anos e também é sócia do site e escola livre Cultura e Mercado. Já foi gestora de patrocínios de grandes corporações (como a Vale) e atuou também no terceiro setor em institutos empresariais como a Fundação CSN e em ONGs diversas das áreas cultural, social e ambiental. Foi diretora do Instituto AES (2016-18). Na direção da Companhia, realiza a gestão de projetos em diversas áreas, com e sem leis de incentivos, como: livro e leitura,memória e patrimônio, artes visuais, artes cênicas e música. Coordena a produção de projetos diversos. Palestra por todo o país faz curadorias de conteúdo e escreve para algumas revistas e sites. Atualmente é conselheira consultiva da Comissão de Direito das Artes da OAB-SP, membro do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais e da ABCR -Associação Brasileira de Captadores de Recursos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.