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A Fligatu será uma Feira Literária realizada em sua primeira edição na cidade de Igatu, na Chapada Diamantina. Durante o evento será realizada a feira com palestras, mesas de conversa, lançamentos de livros de autores locais e sessão de autógrafos, além de apresentações de música e artes da cena e da cultura popular e regional, feira da gastronomia local, exposição de fotografias, saraus e slams, bibliotecas e qualificações para a população local.
Apresentação Musical; Espetáculo de Artes Cênicas: As apresentações artísticas do projeto serão realizadas por artistas, grupos e estudantes regionais, da cidade de Andaraí e região expandida da Chapada Diamantina, a depender das agendas e disponibilidades. Serão grupos de diferentes linguagens como a música, o boi, o teatro, a capoeira, e de diferentes estilos, como o Samba de coco, Samba de Roda, o Raggae, o Jazz, o Pop, a MPB, dentre outros. Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: Para os diálogos abertos, durante o Festival, serão convidados escritores, mestres e mestras e pensadores locais, bem como personalidades renomadas de outras localidades brasileiras, como forma de gerar intercâmbios culturais e trocas positivas para a comunidade local, ampliando suas referências e inspirando crianças e a juventude. Exposição Cultural/ de Artes: A exposição fotográfica terá como mote a memória da culinária e de fazeres culinários tradicionais de Igatu - Andaraí/BA, reforçando para a comunidade local o valor de seus modos de fazer e tradições, bem como ampliando as fronteiras destes conhecimentos aos visitantes que poderão degustar na feira comidas sonhecendo sua história e origem.
OBJETIVO GERAL Estimular os jovens e crianças de Igatu à leitura, conectando a literatura aos diversos saberes locais, e permitindo que o povoado seja protagonista em debates e lançamentos de publicações e anfitrião de renomados escritores e personalidades de todo o país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 3 qualificações prévias para a população local, como forma de formá-los para atuação em eventos como a FligatuPromover a Fligatu em 4 dias de evento;Organizar 1 exposição fotográfica de memória da culinária e de fazeres culinários de Igatu;Realizar 2 apresentações de estudantes locais;Promover 7 debates, palestras e workshops sobre literatura, escrita e temas relacionados para o intercâmbio de ideias entre autores, leitores e profissionais do setor;Realizar 11 apresentações artísticas de grupos regionais sendo 8 apresentações musicais e 3 de artes do corpo;Oferecer atividades educativas ? como passeios históricos e exposições -- para promover trocas de conhecimento sobre a história de IGATU entre a população local e visitantes;Incentivar a população de Igatu e da região expandida da Capada Diamantina - especialmente o público infanto-juvenil e os jovens - e visitantes a descobrir novos livros, autores e temas, incentivando o hábito de leitura;Valorizar autores e obras literárias conectados à história e à cultura local; Promover o protagonismo de jovens locais, estudantes e líderes de classe, em diálogo com educadores de escolas do território (Andaraí, Igatu, Mucugê, Barra da Estiva, Palmeiras, entre outras) e com a coordenação do Núcleo Territorial de Educação da Chapada;Proporcionar uma plataforma para que escritores emergentes ou menos conhecidos apresentem suas obras e interajam com editores, agentes literários e leitores;Preservar e valorizar o patrimônio, a exemplo de monumentos, arquitetura e tradições locais;Promover o turismo cultural de Igatu, contribuindo com a economia local e o desenvolvimento sustentável do turismo;Incentivar a memória e a produção cultural e gastronômica do território;Apresentar para crianças e jovens o vasto universo da literatura como espaço para sonhar e concretizar sonhos;Realizar contação de histórias, oficinas, exposições, lançamento de livros, palestras e rodas de conversa para democratização do acesso ao livro, a leitura e a escrita.
O distrito de Igatu ou Xique-Xique do Igatu (nome dado a um cacto comum na região) ficou conhecido pela exploração do garimpo, no século 19, na Chapada Diamantina. Os aspectos geomorfológicos, aliados às marcas do garimpo, conferem a Igatu características e paisagens únicas, agregando forte atrativo turístico e valor histórico. O tombamento pelo IPHAN no ano 2000 destaca sua relevância nacional, tornando imprescindível o desenvolvimento de ações que garantam a preservação e conservação deste patrimônio de riqueza nacional. A comunidade local é composta, em boa parte, por pessoas nativas, familiares de remanescentes do garimpo, por pessoas de outros estados do Brasil e também de outros países. A FLIGATU é uma iniciativa de agentes e produtores culturais locais que reconhecem a importância do território e as necessidades culturais, além de ser a expansão de um sonho. Arandy Santos, professora, psicóloga, é natural de Igatu, uma das idealizadoras da 1a FLIGATU. Conhecida pela comunidade como Peu, durante a infância cursou 3 vezes a 4a série do Ensino Fundamental, quando soube que seria seu último ano na escola. Mais tarde, para continuar os estudos, precisou caminhar 40 km por dia para ir e voltar às aulas em Andaraí - a cidade sede. Foram os livros didáticos que fizeram Peu imaginar o mundo além dos imensos morros de pedra que cercavam o lugar onde nasceu. A literatura se transformou em sua primeira paixão. Há 10 anos, de volta a Igatu, Peu fundou a Escolinha de Futsal Cosminho, que hoje abarca uma centena de crianças, jovens e adultos de Igatu, em sua maioria afrodescendentes, um trabalho voluntário que une o gosto pelo futebol, sua 2a paixão, com o desejo de formar cidadãos conscientes de suas origens, do seu papel no mundo e mais empoderados. Através da literatura, é possível sonhar, imaginar, é possível enxergar além, os livros são como janelas que se abrem para o mundo. Em abril de 2023, Peu criou a Biblioteca Itinerante de Igatu (Biblioteca Comunitária Dona Antônia Cruz) para estimular os jovens esportistas a ler. O lançamento foi uma celebração com a participação de toda a comunidade, e desde então se iniciou uma nova atividade entre os jovens boleiros da Escolinha de Futsal Cosminho: tomar livros emprestados, ler e abrir rodas de conversa sobre suas leituras e suas visões de mundo. O objetivo é expandir os resultados para toda a comunidade de Igatu e fazer da literatura uma paixão tão intensa quanto o esporte, através de uma Festa Literária, para toda a comunidade. Porém, ao longo desse processo e ao observar o resultado da Biblioteca itinerante, algumas questões foram identificadas. A 1a foi que o futebol no Brasil exerce grande influência na perspectiva de um futuro profissional e sucesso entre os jovens. Muitos sonham com realidades como as que são alcançadas por jogadores que tornam-se milionários muito cedo e constroem carreiras mundiais, além de conseguirem promover melhores condições de vida para suas famílias. Entretanto, essa expectativa exige que os aspirantes a jogadores de clubes internacionais priorizem o esporte em detrimento de outras esferas de formação, como os estudos, que são fundamentais para o entendimento do sujeito enquanto ser crítico. Além disso, a carreira de jogador de futebol possui um ciclo de vida relativamente curto, pois com mais de 30 anos o atleta já é considerado ?velho? pelos clubes/empresas. A 2a questão, quanto à comunidade, ao contrário do que se prega sobre desinteresse pela baixa adesão aos livros, a verdade é que os livros não chegam para todos, devido a fatores financeiros, estruturais (como racismo, machismo, elitismo), políticos, dentre outros. No intuito de promover um caminho para solucionar essas questões, a FLIGATU é criada com a intenção de proporcionar acesso ao universo literário, pois a literatura é uma ferramenta de encantamento com força bastante para transformar vidas e construir uma nova sociedade. Junto à força da literatura temos a cultura popular (os artistas, mestres e mestras) que em sua essência mantém vivos os saberes e hábitos de um povo, elo fundamental para compartilhar com o futuro (as crianças e jovens) todos os tesouros da Chapada Diamantina, elevando a auto estima e promovendo o bem viver no território. O verdadeiro bamburrar (ouro de mina), na FLIGATU, é a cultura local, são as histórias de Chicão, o mestre das ervas, as receitas de Toninha, que planta e beneficia alimentos, a relação da comunidade com as paisagens naturais, a curiosidade da juventude por novos mundos, e a receptividade de um vilarejo que acolhe, todos os anos, visitantes do Brasil e do mundo. O projeto se enquadra nos termos da Lei 8313/91, Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos objetivos do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Plano de Sustentabilidade para a FLIGATU O local –A Vila de Igatu é um patrimônio cultural brasileiro localizado na Chapada Diamantina. A Vila é um pequeno paraíso no coração da Chapada e é um dos maiores destinos de incursão na natureza e aventura do Brasil. A região é conhecida por suas trilhas e cachoeiras e é perfeita para quem gosta de caminhar e explorar, sendo um dos lugares mais preservados do mundo. Ainda pouco explorada pelo turismo, com uma cultura local de remanescentes indígenas, africanos e europeus que passaram pelo apogeu e decadência do garimpo, tem uma rica paisagem, artesanatos e culinária típica deste local. Assim, o PSI acolhe a FLIGATU buscando praticar uma filosofia de preservação e carinho pela terra. Gestão ambiental da FLIGATU – Plano de minimizar ou mesmo anular os possíveis impactos ambientais ocorridos provenientes da montagem e realização deste evento;Plano de consumo sustentável – O plano comercial de compra e produção dos alimentos e bebidas consumidos na FLIGATU segue fortes critérios em sustentabilidade;Plano de conscientização ambiental – Estratégia de comunicação desenvolvida para informar, engajar e conscientizar;Legado para região – Redução da pegada ecológica do Festival na região;Incentivo à economia local através da contratação de fornecedores locais e da promoção de produtos regionais reduzindo a produção de CO2 da FLIGATU;Promoção da educação ambiental e conscientização sobre a importância da resiliência ecológica; Criação de áreas verdes e espaços públicos para a população local e visitantes;Fortalecimento da imagem da Vila de Igatu como um destino turístico sustentável;Potencialização das organizações locais e da sociedade civil;Promoção do diálogo entre os diferentes setores da sociedade;Estímulo à participação cidadã e ao engajamento social para a promoção dessa gestão sustentável Fortalecimento da capacidade de gestão ambiental da região;Promoção da reciclagem e do reaproveitamento de resíduos sólidos para geração de renda. Estratégia de comunicação – Acima de tudo este projeto é um exercício em conscientização e por isso concentra na comunicação; O LOCALA Vila de Igatu, local que recebeu, desde festivais a produção de 3 longamentragens, vem elaborando e implantando práticas de cuidado e proteção ao meio ambiente, com cultivos de pomares orgânicos nos quintais e práticas de manejo sustentável dos seus recursos naturais como a água e o solo. Um exemplo é o resíduo orgânico produzido pela comunidade que é parcialmente direcionado para compostagem e pequenas criações de animais dos moradores, reduzindo significativamente o volume levado para o lixão de Andaraí. GESTÃO AMBIENTAL DA FLIGATUUma série de ações planejadas que tem como objetivo evitar e mitigar os possíveis impactos ambientais decorrentes da produção, montagem e realização do Festival. Um diagnóstico de todo funcionamento do Festival foi realizado para definir os vários planos de manejo para cada área de potencial impacto, que são listados a seguir: Manejo de materiais – os materiais biodegradáveis utilizados na montagem e decoração, serão extraídos de forma manejada/sustentável. Depois esse material será armazenado com cuidado para permitir seu uso constante nas próximas edições do Festival.Escavações das estradas e limpeza das trilhas – qualquer intervenção no terreno da Vila como, por exemplo: estacionamento e caminho dos carros, preparação dos caminhos até os rios seguindo rígidos critérios garantindo que não provoca impacto permanente no ecossistema ou alteração indesejada na topografia do local (erosão).Lixo zero – Este Plano tem como meta principal não gerar lixo, ou seja, o evento descartará apenas resíduos sanitários, não recicláveis ou não compostáveis. Este planejamento começa com a proposta comercial, aquisição e oferta dos alimentos e bebidas de forma que gerem apenas resíduos recicláveis como alumínio, ferro, plástico, papel, etc. Toda equipe de produção, montagem e voluntários receberá orientação em forma de workshop e guia (por e-mail, antes do evento) em produção sustentável de eventos e serão engajados para serem porta-vozes/exemplo e fonte de informação sobre o plano para o público. A intenção é tornar a FLIGATU, nas próximas edições, cada vez mais livre de descartáveis mesmo sendo de material biodegradável, pois foram utilizados recursos e energia para fabricar estas embalagens, que por ventura acarretam um pouco de impacto no planeta. A razão para este esforço em relação ao lixo é por causa dos enormes desafios de logística reversa de material reciclável nas regiões longe das indústrias de reciclagem (quase todo interior do país e na Bahia é um grande problema). Somente os resíduos nobres e de fácil manuseio e prensagem como alumínio, plásticos como PET e filme e papelão são comercializados pelas empresas de ferro velho e sucata. Todo resíduo orgânico da produção e consumo de alimentos e bebidas será coletado seletivamente na fonte onde é gerado e periodicamente encaminhado para composteira da Central de Triagem. O óleo saturado gerado na praça de alimentação será direcionado para a produção de sabão, que será vendido. FLIGATU CARBONO LIVRE – Em comum acordo com a comunidade uma área será delimitada para plantio de árvores nativas e frutíferas, assim marcando o início do Bosque FLIGATU de floresta cabocla. A cada edição da FLIGATU serão plantadas mudas de árvores em quantidade necessária para neutralizar parte das emissões de CO2 geradas pela produção e realização. Junto a esta iniciativa da produção será oferecida a oportunidade para o público frequentador da FLIGATU aprender sobre a pegada de CO2 da sua visita para a temporada de Festas na Bahia. Uma parceria com um viveiro de mudas de árvores localizado na comunidade será construída para oferecer as mudas e um custo básico para cada muda será estabelecido. Dessa forma, o público poderá comprar as mudas necessárias para neutralizar parte dessas emissões e realizar este plantio no Bosque FLIGATU de floresta cabocla em formato de vivência onde vão aprender sobre as técnicas corretas para plantio de árvores e conceitos básicos de agricultura orgânica. Poluição sonora – A poluição sonora em áreas tombadas pelo Iphan pode ser um problema para a preservação do patrimônio histórico e cultural. O som é uma onda mecânica que se propaga pelo ar e pode causar vibrações nas estruturas das edificações causando rachaduras e fissuras, que podem comprometer a integridade dos casarios antigos.Os casarões em torno da Vila são construções que remontam a períodos passados e fazem parte do patrimônio histórico e cultural da localidade. Muitos deles foram transformados em residências particulares, hotéis e estabelecimentos comerciais. Além disso trazem consigo histórias e memórias, podendo ser considerados verdadeiros tesouros arquitetônicos pelo mundo a fora e pelo IPHAN, que busca preservá-las, como forma de valorizar a identidade e a tradição de uma cidade. A poluição sonora afeta a saúde das crianças e idosos que vivem na Vila. O ruído excessivo pode causar estresse, insônia e outros problemas de saúde. O Iphan tem um sistema de avaliação de impacto ao patrimônio (SAIP) que utiliza a tecnologia de georreferenciamento para analisar automaticamente projetos de infraestrutura e detectar possíveis interferências em bens culturais. Uso dos rios e cachoeiras – Os rios e cachoeiras são parte de um ecossistema e sua utilização sem consciência pode acarretar impactos na fauna e flora. Monitores ambientais serão selecionados dos diaristas/voluntários para que sempre haja uma supervisão e orientação de não usar sabonete, shampoo e protetor solar quando banhar nestes locais. CONSUMO SUSTENTÁVEL – Existem vários critérios em consumo sustentável que o evento segue naturalmente pelo estilo de vida de quem procura destinos ou vive em locais como a Chapada Diamantina. Este exercício de definir e ordenar estes critérios ajuda a criar metodologias e parâmetros registados do evento para melhor medir o empenho, multiplicar os conceitos e assim, sempre, cada ano, se tornar cada vez mais referência no segmento de Festas da Chapada. Comprar localmente – Quase todos os produtos consumidos na FLIGATU e materiais utilizados na produção são oriundos da região próxima, assim priorizando a economia local, o comércio justo e reduzindo a pegada total de CO2 do evento;Fornecedor LEGAL – Adotar uma postura de responsabilidade em somente tratar com fornecedores socioambientalmente responsáveis. Nisso se refere de empresas que não utilizem mão de obra escrava ou mal tratada, infantil e que respeitem o meio ambiente; Logística reversa – Fornecedores que se mostram preparados para a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a logística reversa das embalagens comercializadas. A FLIGATU irá adotar uma postura de promover essa política ambiental brasileira nas três esferas da sociedade, ou seja, o governo, o comércio e a comunidade. CONSCIENTIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL – Treinamento - da equipe de produção e montagem sobre práticas de produção sustentável do evento.Oficinas de conscientização e engajamento - da comunidade, dos visitantes e produção sobre os aspectos do Plano de Sustentabilidade da FLIGATU para que sejam exemplos para seguir e se integrem às práticas que efetivem este Plano, se tornando assim, parceiros do Grupo Ambiental de Igatu. Guia de Sustentabilidade – O Guia de Sustentabilidade da FLIGATU terá dicas importantes que ajudará o público e a comunidade a entender melhor como colocar em prática os importantes conceitos de sustentabilidade durante o Festival de Igatu e nas suas vidas;Sinalização PSI - Placas informativas, de engajamento e orientação serão fixadas em pontos estratégicas desde entrada de acesso à Vila e em todos os setores do Festival de Igatu, com objetivo de despertar a consciência e engajar todos envolvidos na FLIGATU para ativamente participar no Plano de Sustentabilidade; Legado da FLIGATUO Grupo Ambiental de Igatu está bastante grato pelo apoio e hospitalidade da Prefeitura de Andaraí. Entendemos que uma parceria saudável e duradoura se trata de uma via de mão dupla e no conteúdo e formato deste Plano de Sustentabilidade há aspectos interessantes que podem ser compartilhados com o município.
Curso / Oficina / Capacitação: Os projetos pedagógicos das qualificações oferecidas à comunidade local para atuação durante o festival seguem abaixo e em anexo a este projeto: Ementa do Treinamento na Central de Triagem 1. Tipos de resíduos esperados (orgânicos, recicláveis, rejeitos, etc.) 2. Equipamentos e EPIs disponíveis (luvas, aventais, máscaras, etc.) 3. Fluxo da coleta e entrega dos resíduos na central de triagem 4. Funções dos colaboradores (quem faz o quê) 5. Critérios para separação dos resíduos (materiais limpos x contaminados, tipos de plástico, etc.) 6. Procedimentos de segurança e higiene 7. Destino final dos materiais (logística reversa, cooperativas, compostagem etc.) 8. Duração e formato do treinamento (teórico, prático ou ambos) Conteúdo Programático: Abertura Apresentação da equipe e objetivo do treinamentoO que são resíduos sólidos? Tipos: recicláveis, orgânicos, rejeitos.Importância da separação correta.Uso correto dos EPIs, procedimentos de higiene e primeiros socorros básicos.Identificação e separação dos materiais (papel, plástico, vidro, metal, orgânico, rejeito).Como será a rotina na central, quem faz o quê, como organizar os materiais, onde armazenar cada tipo.Para onde vai cada resíduo após a triagem: compostagem, cooperativas, aterro, etc.Encerramento Espaço para dúvidas, reforço de pontos-chave e entrega de manual/resumo impresso Materiais Necessários: ● Amostras limpas de resíduos para simulação ● EPIs (luvas, aventais, botas, etc.) ● Caixas ou bombonas identificadas para simular a triagem ● Manual ou folha resumo impresso (opcional, mas ajuda) PROPOSTA DE OFICINA DE PERCUSSÃO NO FLIGATU Título da Oficina: Ritmos do Brasil – Percussão Coletiva para o Boi de Igatu Duração: 3 dias Local: Igatu, Chapada Diamantina, Bahia Evento: Festival Literário de Igatu – FLIGATU Público-alvo: Integrantes do grupo de boi de Igatu e demais interessados em ritmos brasileiros Objetivo: Esta oficina tem como objetivo proporcionar uma experiência prática e imersiva na percussão coletiva, explorando os ritmos do samba e do baião. A atividade busca fortalecer a musicalidade do grupo de boi de Igatu, ampliando suas possibilidades rítmicas e contribuindo para a valorização e difusão da cultura popular brasileira. Conteúdo Programático: Dia 1: Introdução à percussão coletiva Apresentação dos instrumentos (surdo, caixa, tamborim, agogô, entre outros) Técnicas básicas de cada instrumento Exercícios de escuta e coordenação rítmica Dia 2: Prática de Samba e Baião Estrutura rítmica do samba: divisão dos instrumentos e construção da base percussiva Ritmo do baião: dinâmica, variações e aplicação na percussão em conjunto Dia 3: Integração e apresentação final Reforço das sequências rítmicas trabalhadas Improvisação e adaptação dos ritmos ao contexto do Boi de Igatu Apresentação aberta ao público dentro da programação do FLIGATU Metodologia: A oficina será conduzida de forma prática e colaborativa, incentivando a participação ativa dos integrantes. As dinâmicas serão baseadas na experimentação direta dos ritmos e no trabalho em grupo, promovendo um ambiente de troca e aprendizado coletivo. Resultados Esperados: Aprimoramento da musicalidade dos participantes Ampliação do repertório rítmico do grupo de boi de Igatu Maior integração entre os participantes e fortalecimento da cultura local Apresentação final como forma de celebrar e compartilhar o aprendizado com o público do FLIGATU Acreditamos que essa oficina será uma experiência enriquecedora, promovendo a união entre tradição e inovação na percussão coletiva. Estamos animados para compartilhar essa vivência musical com o grupo de boi de Igatu e com todos os interessados! CAPACITAÇÃO EM PRODUÇÃO CULTURAL (PRODUÇÃO DE CAMPO) PARA A 1ª FLIGATU - FESTA LITERÁRIA DE IGATU Duração: 3 encontros - 2 presenciais e 1 virtual (4h presencial e 2h virtual) Local: Igatu, Chapada Diamantina, Bahia Datas: 18, 19 de julho (presencial) e 7 de outubro (virtual) Público-alvo: Produtores locais de Igatu que atuarão na FLIGATU Oficineira: Luisa Gabriela Santos e Marta Leite Montagnana. Ementa: Abordar as habilidades básicas e específicas a serem desenvolvidas na produção cultural com foco na produção de campo, à produção que ocorre fora de estúdio ou ambiente controlado, como eventos ao ar livre, projetos culturais em comunidades específicas, como a Festa Literária de Igatu. Objetivo: Preparar os produtores locais para trabalhar na produção de grandes eventos culturais com multilinguagens, como literatura, música, dança, cinema, teatro e performance. Capacitá-los para a produção de campo, de diferentes espaços, na 1ª Festa Literária de Igatu, atuando no acompanhamento da montagem e desmontagem dos espaços, na mediação do público e da programação cultural e na resolução de problemas para a boa execução do projeto cultural. Objetivos Específicos: Observar o contexto real da produção de campo para os 8 espaços da FLIGATU; integrar as 5 equipes responsáveis pela produção de campo da Festa Literária; identificar as demandas de produção de cada espaço e suas necessidades; promover diálogos sobre a produção de campo, situações e demandas reais do trabalho; visualizar a estrutura geral da Festa Literária e seu funcionamento; simular demandas reais de produção de campo para resolução de problemas. Conteúdo Programático: Dia 1: a) O que é produção cultural? b) O que é produção local e produção de campo e suas funções? c) O que é uma Festa Literária? d) Qual a estrutura da FLIGATU? Dia 2: e) Estudando cada espaço e suas especificidades.f) Demandas de cada espaço e das equipes. g) Reconhecimento das equipes e articulação entre integrantes Dia 3: h) Integração dos integrantes da equipe Metodologia: a) Método de exposição pelas oficineiras (apresenta, explica, demonstra, ilustra, exemplifica); b) Método de trabalho independente (tarefas dirigidas e orientadas pelas oficineiras); c) Método de elaboração conjunta (aula dialogada ou conversação didática sobre o tema, perguntas instigadoras de discussão e de buscas de novos olhares para a questão em estudo).; d) Método de trabalho em grupo (desenvolver tarefas propostas pelas oficineiras, comunicam os resultados à classe e se estabelece uma conversação didática) Recursos Didáticos: Recursos humanos (oficineiras, produtoras); Links relacionados ao curso em si (site de Festas literárias, encontros virtuais); Recursos audiovisuais, materiais, sala de aula e programas de software a serem utilizados no decorrer do curso.
As atividades da FLIGATU serão planejadas visando contemplar medidas de acessibilidade em todas as suas etapas, adotando as seguintes ações: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD; para contemplar acessibilidade comunicacional o projeto irá contratar uma profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que estará presente nas mesas, palestras e audiolivros; todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples. Para a acessibilidade atitudinal serão promovidos diálogos com profissionais especializados que irão orientar a equipe para diminuir as barreiras entre as pessoas com deficiência e sem deficiência, haverá consultoria e capacitação de acessibilidade para equipe oferecida por profissionais da UFBA e do IPHAN. Feira de Livros: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: não se aplica - detalhada aos produtos abaixo. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival. Apresentação Musical; Espetáculo de Artes Cênicas: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Os eventos artísticos contemplarão uma diversidade de recursos e estímulos que contemplam às diferentes capacidades do público. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival. Curso / Oficina / Capacitação: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: para contemplar acessibilidade comunicacional o projeto irá contratar uma profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que estará presente nas mesas, palestras e audiolivros. No caso das Capacitações, serão realizadas mediante inscrição prévia com possibilidade de assinalar a necessidade de recursos de acessibilidade, para organização do evento e boa distribuição dos recursos, caso não haja demanda pelo serviço. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival. Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: para contemplar acessibilidade comunicacional o projeto irá contratar uma profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que estará presente nas mesas, palestras e audiolivros. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival. Exposição Cultural/ de Artes: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada, prevemos a instalação de 1 banheiro químico adaptado para PCD. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público serão disponibilizados mediante solicitação no local ou prévia. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival.
Todos os produtos culturais resultantes do projeto terão sua distribuição de forma totalmente gratuita. Serão respeitados os percentuais de distribuição estabelecidos por lei para patrocinadores e divulgação e as comunicações serão feitas de forma ampla e democrática, para todos e diversos públicos acessarem o evento. Feira de Livros: distribuição gratuita Apresentação Musical: distribuição gratuita Curso / Oficina / Capacitação: distribuição gratuita Espetáculo de Artes Cênicas: distribuição gratuita Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: distribuição gratuita Exposição Cultural/ de Artes: distribuição gratuita
Proponente: AVOAR ARTE E CULTURA/IVE FARIAS (Coordenação de produção):A Avoar Arte e Cultura (Musical Produções) empresa baiana, em 2023 completou 10 anos de atuação no mercado artístico. Dirigida por Ive Farias, realiza agenciamento de artistas e a produção cultural. Desde 2012, realiza turnês e projetos com artistas baianos, na Bahia e São Paulo, eventualmente em outros estados e internacionais. A empresa realiza produção executiva (música, teatro, circo, cultura popular e artes visuais), com projetos culturais através de editais de cultura, parcerias com instituições e produções independentes.Com agenciamento artístico atende a clientes diversos, como: Redes Sesc (BA, SP, PR, RJ), Feiras literárias e eventos culturais, corporativos e sociais. Dos principais projetos, destacamos: Festival Sonora Bahia, Yayá Massemba, Cocriadoras, Bando Passarim, Espetáculo O Salto com Ninha Almeida, Espetáculo Festa na Fé com grupo Olaria, Espetáculo Consolo com Alice Cunha, A Sereia e o som. ARANDY SANTOS/PEU (Idealizadora/Assistente de Produção geral):Nativa da comunidade de Igatu, distrito de Andaraí-Ba Chapada- Diamantina. Nascida em 07/11/1979. Formada em magistério e em psicologia. Atuou como professora infantil na escola Eurico Antunes Costa em Igatu Andaraí-Ba entre o período de 2010 a 2012. Desde muito cedo percebe-se a liderança que se apresentava sobre sua vida. Frente a isso tem uma trajetória repleta de atividades sociais realizadas na sua comunidade e posteriormente em outras localidades. Atualmente é representante legal da sua comunidade pela prefeitura Municipal de Andaraí-Ba. Atua como psicóloga clínica e toca seu projeto de terça a sexta. Recentemente, deu mais um grande passo na sua trajetória. Inaugurou uma biblioteca itinerante, Dona Antônia Cruz dentro da Escolinha de futsal. Entendendo que chegou um novo tempo e que agora a “bola da vez" será apresentar uma nova paixão aos/às atletas. Porque não o amor à leitura? Elas e eles não nascem apaixonados pela bola. Aprendem. Assim acredito que podem se apaixonar pelo LIVRO. DEKO LIPE (Curadoria editoras/lançamentos)Deko Lipe é soteropolitano, ator, escritor, criador de conteúdo literário no Primeira Orelha, onde fala sobre literatura infantil, infanto-juvenil e com representatividade LGBTQIAP+. É autor dos livros o livro infanto-juvenil “Meus pais e eu” (2019) e o infantil ilustrado “O brincoder de Pepe” (2022), além de ter participações nas coletâneas "Vozes Nordestinas" (2021), "Gordes" (2021), "O Nordeste em cores" (2020), entre outras, e tem contos publicados na Amazon. https://www.primeiraorelha.com.br/ REGIANE EUFRASINO (Consultoria em acessibilidade para equipe)Regiane Ribeiro Eufrausino é Tradutora Intérprete de Libras (TILS) há 22 anos, Pedagoga desde 2010, artista e musicista desde a infância, educadora Griô em formação. Como TILS atuou em São Paulo no Ensino Superior, em empresas, em eventos corporativos e artísticos. Desde 2011, a partir de um curso básico de Teatro, tem focado nos estudos e atuação na esfera artística e musical. Atuou em shows, espetáculo infantil, saraus e em produções audiovisuais diversas. IVE FARIAS (oficineira de produção cultural)Musicista, produtora cultural e comunicóloga com mais de 15 anos de experiência. Graduada em Comunicação Social (UCSAL/BA) e com formação técnica em Produção Cultural (SENAC/SP) e Música (Pracatum/BA). Fundadora da Avoar Arte e Cultura, atua na produção executiva, gestão de eventos e agenciamento artístico de músicos e grupos culturais. Trabalha com projetos aprovados em editais e leis de incentivo, com destaque para parceria contínua com o Sesc Bahia. Como artista, integra o grupo Yayá Massemba, com o qual já realizou turnês nacionais, lançou um EP e um videoclipe.RENILCE DE OLIVEIRA ALBINO BARBOSA (oficineira de produção cultural)Profissional com sólida formação em Comunicação Social, Gestão Cultural, Educação Inclusiva e Políticas Públicas do Patrimônio Cultural, com especializações pela UFBA, UNEB e SENAC. Atua há mais de 15 anos na produção executiva, artística e cultural em grandes eventos, projetos institucionais, festivais e ações culturais públicas e privadas. Já trabalhou com importantes nomes da música brasileira e em projetos de grande relevância como Flipelô, Festival de Jazz, Latinidades, Ilê Aiyê, Orquestra Afrosinfônica, entre outros. Possui experiência em curadoria, logística, gestão de equipe e produção técnica. Coordena grandes produções em Salvador e atua como mentora e formadora em produção cultural. ANA TOMICH (Oficineira de Percussão)Cantora, compositora, violonista, percussionista e educadora musicalAna Tomich é mineira e reside na Bahia há 20 anos. Tem formação em Licenciatura em Música e Mestrado em Educação Musical pela UFBA. Atua como produtora, compositora, cantora, violonista, percussionista e educadora musical. É violonista da Yayá Massemba, grupo de samba autoral, composto por mulheres residentes da Chapada Diamantina/BA. Há mais de 20 anos atua como pandeirista, tendo acompanhado Edson 7 Cordas, Elisa Goritzki, Elza Soares, Armandinho Macêdo, Joatan Nascimento, Rowney Scott, Choro do Uirapuru, Mandaia, Samba das Moças, Grupo Botequim, Bantuquerê, Warley Henrique, Juvino Alves. É idealizadora e professora do Curso Online Pandeiro BR desde 2021. Produziu projetos contemplados por editais: Choro do Uirapuru e Perfelino Neto, Choro Cantado e Contado, FUNCEB/2015; Curso de Pandeiro Brasileiro, Programa Aldir Blanc Bahia/2021; Foi proponente e assistente de produção no projeto Samba na Feira com Yayá massemba, Fundo e Cultura/Bahia, 2019; e da gravação do videoclipe De umbigo a umbigo da Yayá Massemba pelo Lei Paulo Gustavo, Bahia/2023. Realiza oficinas presenciais de composição de canções, com destaque nos seguintes eventos: Música Mulheres (ES), em 2023; SONORA - Festival Internacional de Compositoras, em 2024; 7o Festival Espiral - Intercâmbio Cultural, em Janeiro de 2025/ES. JOÁS BRANDÃO SOUZA (Oficineiro Gestão de Resíduos)Ambientalista e educador com forte atuação na Chapada Diamantina (BA), é Diretor do Grupo Ambientalista de Palmeiras (GAP), ONG e Ponto de Cultura reconhecido pelo Estado da Bahia. Atua como Mestre Griô, preservando saberes tradicionais e promovendo educação ambiental comunitária. É também guia cultural e ambiental.Realiza ações de reflorestamento, resgate de fauna e patrimônio, mutirões de limpeza e projetos como “Lixo Nosso de Todo Dia” e a Caravana do Entorno do PARNA. Tem parcerias com órgãos como ICMBio, Festival de Jazz do Capão e Secretaria de Meio Ambiente.Participou de mais de 10 cursos em temas como agroecologia, defesa civil, educação ambiental e combate a incêndios. Foi membro da CIEA-BA e conselheiro do CEPRAM. Recebeu reconhecimentos de instituições públicas e da mídia, como a Rolling Stone, Revista Época e o Prêmio Trip Transformador.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$28.000,00 em 01/04/2026.