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Websérie mostra em três episodios a trajetória de vida de Yalê Cleide de Oxum, lider religiosa da Tenda de Umbanda Casa de Pai Tupinambá, na cidade de Tracuatuea, Amazônia paraense. A lider religiosa é Cleide tem uma história de vida marcada por Por uma longa jornada de busca espiritual e que expressa o chamado trânsito religioso brasileiro. O registro tem como fundamento a mitologia afro-indigena presente na configuração da umbanda amazônica, saberes, integração com a natureza e a sua liderança frente a uma cidade majoritáriamente cristã (católica e evangélica)
A sociedade brasileira vive uma crescente onda de violência religiosa, sendo esse um problema grave e persistente no Brasil, afetando principalmente as comunidades tradicionais de Terreiro. De acordo com o Disque 100, houve um aumento de 80% nas violações motivadas por intolerância religiosa entre 2022 e 2023, totalizando 2.124 violações em 2023. No Pará, a situação não é diferente. Em 2018, foram registrados 44 casos de crimes praticados contra igrejas, templos ou centros espíritas no estado. Na cidade de Tracuateua, interior do estado, o Censo de 2010 do IBGE revelou que apenas 23 pessoas se declararam membros de Umbanda ou outros cultos afro-indigenas, demonstrando a falta de reconhecimento oficial e a necessidade de visibilidade para essas comunidades. A série documental “A Pedra que Nunca Vai ao Fundo” mergulhará na trajetória de Mãe Cleide de Oxum, liderança afrorreligiosa do Terreiro de Umbanda Casa de Tupinambá, em Tracuateua, Pará. A narrativa acompanhará sua jornada desde sua iniciação na Umbanda Amazônida até o dia a dia de sua comunidade religiosa, destacando sua resiliência e sabedoria ao longo dos anos. Com uma abordagem cinematográfica documental, o projeto retratará a vida pessoal e espiritual de Mãe Cleide, evidenciando sua conexão com a comunidade e o papel central de sua liderança. A produção, idealizada por filhos e filhas de santo do terreiro, busca preservar e divulgar a memória e a vivência de uma tradição afro-indígena rica e significativa. O projeto é fundamental para promover a igualdade de direitos e oportunidades para as comunidades Tradicionais de Terreiros da região, visando o combate ao preconceito, intolerância e o racismo religioso. Além disso, o projeto contribuirá para a valorização da diversidade cultural e religiosa local, suas relações com o meio ambiente, dado que o sagrado dessas religiões se expressa pelo culto à natureza e seus elementos, além da figura da liderança feminina para a preservação da memória, cultura e ancestralidade que norteiam essas comunidades tradicionais. O projeto também promoverá a realização de exibições públicas de cada episodio com debate entre público e equipe sobre a obra e as questões levantadas em cada episodio. A classificação indicativa etária é livre, de acordo com a classificação indicada no Guia Prático – 2021 da Secretaria Nacional de Justiça/DF.
Geral: Promover a valorização e a visibilidade das comunidades de terreiro no interior do Estado do Pará, por meio da trajetória de Mãe Cleide de Oxum, visando o combate à intolerância e o racismo religioso. Especificos: 1 Produzir três episodios da trajetória de vida de Mãe Cleide de Oxum, destacando sua contribuição para a preservação da cultura e religiosidade afro-brasileira na cidade de tracuateua. 2 Apresentar as mudanças ambientais locais e como isso impacta em ambientes sagrados dentro da cosmovisão da umbanda amazônica. 3 Contribuir para a preservação da memória e cultura das comunidades afro-indígenas, valorizando a diversidade cultural e religiosa local.
A sociedade brasileira vive uma crescente onda de violência religiosa, sendo esse um problema grave e persistente no Brasil, afetando principalmente as comunidades tradicionais de Terreiro. De acordo com o Disque 100, houve um aumento de 80% nas violações motivadas por intolerância religiosa entre 2022 e 2023, totalizando 2.124 violações em 2023. No Pará, a situação não é diferente. Em 2018, foram registrados 44 casos de crimes praticados contra igrejas, templos ou centros espíritas no estado. Na cidade de Tracuateua, interior do estado, o Censo de 2010 do IBGE revelou que apenas 23 pessoas se declararam membros de Umbanda ou outros cultos afro-indigenas, demonstrando a falta de reconhecimento oficial e a necessidade de visibilidade para essas comunidades. A série documental "A Pedra que Nunca Vai ao Fundo" mergulhará na trajetória de Mãe Cleide de Oxum, liderança afrorreligiosa do Terreiro de Umbanda Casa de Tupinambá, em Tracuateua, Pará. Sendo portanto (inciso II do Art 1º da Lei 8313/91, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais). Portanto, um projeto sendo realizado fora da capiral e demonstrando uma caracteristicas cultural-religiosa única da região, visto que a umbanda praticada na amazônia difere da umbanda devido a outros contatos, criando um produto cultural religioso único. Produção da websérie contará com a equipe técnica exclusivamente composta por membros da comunidade de terreiro (inciso VIII do artigo I da lei supracitada, "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"). Abordagem cinematográfica documental do projeto ao retratar a vida pessoal e espiritual de Mãe Cleide põe uma mulher no papel central de sua vida e liderança de sua comunidade frente aos desafios que uma comunidade afrorreligiosa enfrente no contexto crescente de violência religiosa no Brasil. Nesse interim, o projeto de série documental 'A Pedra que Nunca Vai ao Fundo' surgiu como uma forma de promover a visibilidade e o reconhecimento das religiões de matriz afro-indígena (Inciso VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações) como a Umbanda Amazônica, e de combater a violência religiosa no Brasil com informação e conhecimento através do audiovisual. O projeto é fundamental para promover a igualdade de direitos e oportunidades para as comunidades Tradicionais de Terreiros, visando o combate ao preconceito, intolerância e o racismo religioso. Ao usar o dispositivo do Mecanismo Incentivo à Projetos Culturais, o projeto poderá alcançar uma grupo público maior extendendo sua atuação, gerando impacto na produção cinematográfica local.
ROTEIRO Tempo: 25’ Apresentação: Cleide Silva Entrevistas com familiares e convidados Montagem de Cenas com perfomances de orixás e outros seres da mitologia afro-indigena da amazônia. Narração em off: Protagonista Cenas de dia a dia no terreiro e vida pessoal. Episódio 1 - Os ibejes enganam a morte - etapa sobre a infância da protagonista, no interior do Pará, origem, pai muito rigoroso e as primeiras experiencias mistica/religiosas, as lembranças se entrelaçam o memórias através de registros fotográficos de como era a paisagem da cidade no passado. Episódio 2 - Ogum vai a guerra - os caminhos religiosos de mãe cleide mostra um transito religioso na religiosidade do brasileiro. Indo desde o catolicismo até o culto Nova Era Vale do Amanhecer. A relação com o campo, rios e matas no municipio. Episódio 3 - Oxum se revela - após muitas reveses, Cleide encontra sua missão de vida dentro da umbanda. Considerando que a umbanda no Pará tem uma configuração muito peculiar devido a influencia da encantaria, tambor de mina e pajelança cabocla. Tudo isso se entrelaça com as mudanças recentes na paisagem do municipio.
a) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS: Por ser audiovisual atende as pessoas com deficiência física, uma vez que o acesso será via web, além das exibições públicas que serão realizadas em espaços como escolas e universidades públicas que possuam espaços adaptados (banheiros, rampas, guias táteis etc) b) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAIS: O projeto contempla acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, no que diz respeito a suas apresentações on line terão recursos de legendas, legenda audiodescritiva e interprete de libras.
Respeitando o que consta nos incisos I, II, III, IV do artº 46 da normativa 23/2025 do MINC, as obras serão distribuidas gratuitamente na web, via plataformas gratuitas de video, além na gratuidade garantida na exibições e debates públicos sobre a obra.
Ed Vulkão - Roteiro e Direção Produtor Audiovisual de 2017. Atuando em Produções independentes para internet; Em 2024 realizei a Direção e roteiro do Mandicuera – A tradição do Silêncio (2024) através da Lei Paulo Gustavo, no município de Bragança; Surara direitos não se negociam (2025); O galo Cantou (2024), produção, edição e montagem; Assistente de câmera e iluminação Esse Rio é minha rua (no prelo); Cinevlog - Projeto Audiovisual (2025) karina Castillo Coelho Amaral - Direção de Fotografia Artista visual amazônida, que atua também nas áreas de fotografia, design gráfico, direção de fotografia, direção de arte, edição e oficinas Integrante de design gráfico e revisora de conteúdo no coletivo Caboclo na Tenda de Pai Tupinambá. Dhenyfer - Edição e Maquiagem Atuando na área de estética, especificamente na área de designer de sobrancelhas, lash designer e maquiadora desde os 15 anos. Percussionista do grupo Musical Flores de Aruanda. Filha de Santo da Casa de Tupinambá. E editora de vídeos da Casa de Pai Tupinambá Ítalo Mesquita - Assistente de Produção Produtor de marketing digital e mídias sociais, Percussionista e produtor do grupo musical Flores de Aruanda. Jaison Henrique - Assistente de direção e trilha musical Ogãn da Casa de Tupinambá, com participação em eventos artísticos, o estudo e prática percussiva e produção de estáculo de dança e persussão. Marcia Eleonor - Produtora Executiva Produtora do coletivos caminhos de caboclo, do grupo Flores de Aruanda e do Podcast Macumbacast Natho Oliveira - Eletricista Experiencia com eletricidade pedrial e construção civil e produção de material artesanal para Terreiros. Luanderson Soeiro Aviz - Cinegrafista Atuando na área da fotografia e audiovisual. Filho de Santo da Casa de Tupinambá e equipe de pro-dução, gravação de vídeos e registros fotográficos para a Tenda de umbanda casa de Tupinambá. Integrante e percursionista do Grupo Flores de Aruanda.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.