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PRONAC 253085Expirado o prazo de captação totalMecenato

Minha Ilha - Protagonismos Noronhenses

GARIMPO - PRODUCAO AUDIOVISUAL, CULTURAL E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 799,8 mil
Aprovado
R$ 799,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2025-10-02
Término
2026-04-02
Locais de realização (2)
Fernando de Noronha PernambucoRecife Pernambuco

Resumo

Com uma equipe especializada e formada exclusivamente por mulheres, o projeto "Minha Ilha - Protagonismos Noronhenses", chega no Arquipélago de Fernando de Noronha para conduzir uma turma de 20 jovens/adultos previamente selecionados, durante 3 semanas seguidas, para desbravar novas trilhas, tanto de recursos tecnológicos viáveis como de novas formas de olhar e cuidar das histórias da ilha, fazendo deles guardiões das memórias da sua comunidade. Após a formação básica em história oral, edição, site e produção documental feita com celulares, o produto final será hospedado em um site com acesso gratuito à população, além de uma exposição que será montada na Ilha e depois na capital pernambucana, Recife. Garantindo a conquista de autonomia, os alunos também serão capacitados para atualizações periódicas do site e postagens de novos registros documentais, com os aparelhos celulares que serão oferecidos como "bolsa" a todos os participantes que concluírem o curso.

Sinopse

Oficina de registro documental (4 horas-aula) A oficina documental apresenta noções básicas da linguagem documental e valores fundamentais para o seu exercício, além de instruções técnicas para registros audiovisuais a partir do celular e realização prática de entrevistas. Oficina de História Oral (6 horas-aula) A oficina busca promover um resgate da memória individual e da memória coletiva relacionadas às espacialidades socioculturais e socioambientais, através do método da história oral e sua aplicabilidade no contexto dos territórios e das tradições. * PRÁTICA DOCUMENTAL E COLETA DE ENTREVISTAS - (4 horas-aula) Organizados em duplas ou equipes os alunos vão a campo, com o roteiro previamente definido e revisado pelas oficineiras, que funcionarão como orientadoras, produzir imagens e entrevistas para compor um vídeo de pesquisa documental. Oficina de edição (10 horas-aula) A oficina será aplicada a partir do material coletado nas vivências de práticas documentais. Os alunos acompanharão as edições em tempo real dos arquivos filmados pelos celulares deles mesmos, através de projeção da pista de montagem do programa instalado no computador da facilitadora. Cada passo será explicado e eles poderão decidir sobre os cortes e escolhas de conteúdo. Oficina de Site (8 horas-aula) A oficina apresenta possibilidades de profissionalização básica para os alunos que se interessarem por trabalhos em redes sociais e plataformas digitais. Os alunos acompanharão o manejo das plataformas em tempo real através de projeção do programa instalado no computador da facilitadora. Após as aulas, eles estarão aptos a desenvolver outros projetos para além do site Minha Ilha. Exposição - Montagem de uma mostra expositiva do projeto “Minha Ilha - Protagonismos Noronhenses”, em Fernando de Noronha (e em Recife), que terá visitação guiada por cerca de 30 dias em cada cidade. O conceito apresenta uma ilha central de fotografias 30x30cm com 4 tabletes de pesquisa. No evento de abertura, haverá entrega de certificados e celulares (bolsa-incentivo) para os alunos e roda de diálogo com o público presente. Site Minha Ilha- Com hospedagem e domínio garantidos por um período de 10 anos, o site terá trechos dos conteúdos trabalhados na formação, informações e registros do projeto, além dos vídeos produzidos pelos alunos e que falam sobre as memórias da ilha, todos com legendagem, em português e inglês.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Proporcionar a capacitação e incentivar a profissionalização no setor audiovisual de 20 jovens de Fernando de Noronha, prefrencialmente com idade entre 15 e 29 anos; em um curso intensivo, com duração de 3 semanas e carga horária de 34 horas-aula, ministrado por uma equipe exclusivamente de mulheres, cujos resultados serão organizados em uma exposição multiliguagens gratuita e aberta à visitação pública, realizada tanto no Arquipélago de Fernando de Noronha, como em Recife; e também em um site com acesso global. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Oferecer uma oficina de registro documental com 4 horas/aula, apresentando noções básicas da linguagem documental e valores fundamentais para o seu exercício, além de instruções técnicas para registros audiovisuais a partir do celular e realização prática de entrevistas Promover um resgate da memória individual e da memória coletiva relacionadas às espacialidades socioculturais e socioambientais, através do método da história oral e sua aplicabilidade no contexto dos territórios e das tradições; em uma oficina de história oral, com duração aproximada de 6 horas-aula. Proporcionar que os alunos aprendam a analisar e decupar o material filmado, fazer edição das entrevistas realizadas, e a finalização dos vídeos, em uma oficina de edição com 10 horas-aula de duração. Apresentar informações sobre plataforma e noções básicas de tipos de site (Institucional; Lojas virtuais/ e-commerce; Blogs; Portais; Sites de entretenimento; Fóruns e comunidades; Sites educacionais), e capacitar os alunos para usarem as ferramentas de de estrutura do site do projeto, incluindo a realização de postagens e atualizações; em uma oficina de site com duração de 8 horas-aula. Conduzir vivências de prática documental, com os alunos indo "a campo" captar imagens e coletar entrevistas com moradores do Arquipélago, durante dois finais de semana, com uma carga horária total por participantes estimada em 4 horas.Realizar uma mostra de resultados no formato de exposição que ficará aberta à visitação por cerca de 30 dias, em Fernando de Noronha e 30 dias em Recife, com visita guiada em alguns dias da semana, onde alguns alunos do curso serão os monitores. Estruturar e alimentar o site "Minha Ilha" com os produtos documentais feitos pelos alunos durante o curso, e apresentar à população local na inauguração da exposição em Fernando de Noronha, um evento aberto ao público (2 horas de duração), onde haverá uma roda de diálogo sobre a formação, e a necessidade e a importância de acessar, documentar, preservar e difundir a história oral da ilha, através do registro das narrativas dos seus próprios sujeitos, valorizando e fortalecendo a cultura local. Promover a inclusão e acessibilidade de pessoas surdas, tanto ensinando ferramentas de acessibilidade comunicacional como legendas nas oficinas de edição e de site, como inserindo a LSE- Legendas para surdos e ensurdecidos, nos cerca de 10 vídeos de registro documental que serão produzidos pelos alunos durante a formação. Estimular a continuidade da atuação dos jovens participantes como "guardiões da memória", oferecendo como "bolsa", 1 aparelho celular para cada um dos 20 alunos; e garantindo, com recursos do projeto, o pagamento de serviço de hospedagem e domínio do site "Minha Ilha", por um período de 10 anos.

Justificativa

De acordo com o Artigo 1º da Lei Rouanet, o projeto MINHA ILHA- protagonismos noronhenses, se enquadra em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Tanto por oferecer uma formação gratuita para os jovens, como por possibilitar que o resultado do curso seja disponibilizado localmente por meio de exposições em Fernando de Noronha e Recife como universalmente na internet, garantindo e estimulando a continuidade das ações por pelo menos dez anos, por meio da capacitação e empoderamento dos jovens atendidos, que terão autonomia para seguir produzindo registros documentais e alimentando o site Minha Ilha. E, ainda, garantindo também o acesso das pessoas surdas por instituir como regra a inserção de legendas em todos os vídeos produzidos no projeto.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Oferecendo ferramentas para que os jovens participantes do curso se tornem "guardiões de memórias", contribuímos com o processo de salvaguarda, valorização e difusão da história oral do Arquipélago de Fernando de Noronha, lugar que tem sofrido com a expansão da prática de um turismo predatório, raramente preocupado com as condições de existência ou as histórias de vida da população local.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memóriaCultivar memórias na juventude é estimular que os jovens conheçam e tenham propriedade sobre seu passado, enquanto comunidade, para preservar, valorizando a ancestralidade e sendo agentes multiplicadores e difusores das histórias da ilha e de sua gente. Produzindo registros documentais, disponibilizados via exposição e via internet, os jovens conectam passado e futuro, tornando-se guardiões e protagonistas da própria história.Em relação à tipologia, do que trata o Artigo 3º da Lei Rouanet, o projeto Minha Ilha se enquadra em: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;O estímulo à profissionalização na área da cultura, e especialmente na linguagem do audiovisual, faz desse projeto uma formação artística que mesmo sendo uma iniciação, abarca conhecimentos especializados e promove o aperfeiçoamento seja do jovem que já atua na área cultural ou daqueles com potencial para serem profissionais do campo artístico. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Estruturando os resultados do projeto no formato de exposição e fazendo duas temporadas de visitação, sendo uma em Fernando de Noronha e outra em Recife, a iniciativa colobora com a difusão das produções audiovisuais dos alunos, fomentando o desenvolvimento do setor.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentosPor se tratar de um projeto que tem como eixo central a memória coletiva de Noronha, pressupõe uma pesquisa sobre bens e valores da cultura local, para subsidiar a realização dos registros documentais propostos.

Especificação técnica

PROGRAMAÇÃO CURSO- MINHA ILHA-PROTAGONISMOS NORONHENSESEMENTAS-OFICINASSEMANA 01 Oficina de registro documental (4 horas-aula)A oficina documental apresenta noções básicas da linguagem documental e valores fundamentais para o seu exercício, além de instruções técnicas para registros audiovisuais a partir do celular e realização prática de entrevistas.Fotografia e vídeo no celular Documentário e memória Ética documental e relação com personagem Técnicas de entrevista documental Planejamento de produção documental Apresentação do conteúdo do Projeto Minha Ilha e personagens já registrados. Escolha de novos 10 personagens para alimentar o Projeto Minha Ilha e planejamento de realização de nova etapa. Oficina de História Oral (6 horas-aula)A oficina busca promover um resgate da memória individual e da memória coletiva relacionadas às espacialidades socioculturais e socioambientais, através do método da história oral e sua aplicabilidade no contexto dos territórios e das tradições. Descrição individual das características físicas, sociais, ambientais e culturais. Descrição socioambiental (memória individual) Descrição socioambiental (memória coletiva) Descrição sociocultural (Memória individual) Descrição sociocultural (Memória coletiva) Descrição sociocultural * PRÁTICA DOCUMENTAL E COLETA DE ENTREVISTAS AOS SÁBADOS E DOMINGOS (SERÃO NECESSÁRIOS 2 FINAIS DE SEMANA)- 4 horas-aula (em duplas ou equipes)SEMANA 02Oficina de edição (10 horas-aula)A oficina será aplicada a partir do material coletado nas vivências de práticas documentais. Os alunos acompanharão as edições em tempo real dos arquivos filmados pelos celulares deles mesmos, através de projeção da pista de montagem do programa instalado no computador da facilitadora. Cada passo será explicado e eles poderão decidir sobre os cortes e escolhas de conteúdo. Análise e decupagem de material filmado. Edição de entrevistas. Apresentação de programas gratuitos de montagem e suas operações. SEMANA 03 Oficina de Site (8 horas-aula)A oficina apresenta possibilidades de profissionalização básica para os alunos que se interessarem por trabalhos em redes sociais e plataformas digitais. Os alunos acompanharão o manejo das plataformas em tempo real através de projeção do programa instalado no computador da facilitadora. Após as aulas, eles estarão aptos a desenvolver outros projetos para além do site Minha Ilha. Apresentação da plataforma e noções básicas de tipos de site (Institucional; Lojas virtuais/ e-commerce; Blogs; Portais; Sites de entretenimento; Fóruns e comunidades; Sites educacionais). Introdução à ferramenta e estrutura do site para o projeto. Práticas de postagens de conteúdo e alimentação do site Minha Ilha. Utilização de mídias e ferramentas de acessibilidade com configuração de texto alternativo para imagens e a configuração de transcrição automática em vídeos.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A equipe do projeto vai articular espaços para a realização das oficinas que possuam rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados, para atender pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física. Os locais de instalação e temporada de visitação da Exposição, tanto em Fernando de Noronha como no Recife também serão escolhidos com base nesses critérios. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Haverá um acolhimento e uma linguagem apropriada para receber possíveis participantes TEA. A temática da inclusão e da acessibilidade será trabalhada com os jovens em todas as oficinas da formação, especialmente, quando forem ofertados conteúdos referentes às ferramentas de acessibilidade que serão inseridas nos vídeos, na Exposição e no site do projeto. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO (ou COMUNICACIONAL): Todos os registros documentais em vídeo produzidos pelos alunos ou disponibilizados pela equipe do projeto que serão hospedados no site e que estão na Exposição, contarão com LSE- legendas para surdos e ensurdecidos, em português e em inglês.

Democratização do acesso

A oferta de atividades formativas no Arquipélago de Fernando de Noronha é relativamente frequente, porém iniciativas que prevejam continuidade e focadas no protagonismo e autonomia dos jovens ainda são uma raridade. Este é exatamente o direcionamento do curso MINHA ILHA- protagonismos noronhenses, totalmente gratuito e que irá disponibilizar em site trechos dos conteúdos das aulas e os vídeos produzidos pelos alunos, universalizando o acesso através da internet e garantindo a manutenção do conteúdo online por 10 anos.MINHA ILHA-protagonismos noronhenses é um curso de caráter profissionalizante completamente gratuito, e mais que isso, um resgate das memórias do lugar, que por sua natureza vão envolver e impactar também, pessoas de outras camadas e faixas etárias, trazendo benefícios não somente para os alunos, mas também para toda a população de Noronha. O curso se configura como uma potente ação cultural continuada.E assim sendo, se enquadra nas seguintes Medidas de ampliação do acesso, conforme Artigo 47º da IN 23/2025:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;O site MINHA ILHA faz parte do projeto e vai disponibilizar alguns dos vídeos documentais produzidos pelos alunos. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; O trabalho da assessoria de imprensa do projeto vai articular a presença das redes públicas de rádio e televisão para veiculação gratuita de trechos da formação e da Exposição de conclusão do projetoVI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;O público alvo do projeto são os jovens, mas, por se tratar de uma iniciativa que visa a documentação das memórias da "Ilha", vai envolver indiretamente também crianças, adolescentes e seus educadores.

Ficha técnica

TUCA SIQUEIRA - Coordenação geral e oficina de registro documental Pós-graduada em Estudos Cinematográficos, acumula outras formações como na EICTV (Cuba). Em anos de exercício documental, ministrou diversas oficinas de criação narrativa, técnicas de entrevistas à prática fotográfica. Como fotógrafa tem três livros publicados e participou de quatro exposições coletivas. A diretora e roteirista fez parte da primeira equipe do projeto “Minha Ilha” , onde mergulhou nas histórias da comunidade local e produziu vídeos que alimentaram o site e fizeram moradores se reconhecerem na tela. Em 22 anos de trajetória, dirigiu doze curtas, os longas documentais "Iracemas" (Coprodução Globonews) e "A Mesa Vermelha”, o longa de ficção “Amores de Chumbo” (Exibido pela rede Cinemark em 19 capitais brasileiras/ disponível na Amazon Prime) e dez séries. Entre as séries estão a comédia “Chabadabadá” (Canal Brasil) e as documentais “Cinéticas” (Canal Curta), Entrenós (Canal Curta), “Nosso Ofício” (Canal Futura), Rotas (Prime BOX) e Canto Delas - Primeira temporada (TV Pública). RAYSSA COSTA - Produção Executiva Graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco e com mestrado em Estudos Audiovisuais pela Universidade de Toulouse, Rayssa possui Especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e atualmente é Mestranda em Estudos e Gestão da Cultura no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Atua na produção, produção executiva e controladoria, em curtas e longas-metragens, além de produtos para TV e projetos de formação. Seus últimos trabalhos incluem a 1ªT da série da Amazon Prime, Cangaço Novo; o longa recém estreado O último Azul, de Gabriel Mascaro; a 2ªT da série Lama dos Dias, disponível na Globoplay; o documentário Eros, de Rachel Ellis; o filme Serra das Almas, já nos cinemas e na Netflix; o e-book A Língua do Filme, proveniente da oficina de mesmo nome e ainda a oficina de formação intitulada Realizando Audiovisual. PRISCILA SILVA- Oficina de Edição Editora de vídeos com 20 anos de experiência em publicidade, séries documentais e documentários. Especialista em marketing digital, capacitei empreendedores em Portugal a utilizarem o celular para criar vídeos impactantes. Agora em Recife, sigo editando documentários e séries, sempre promovendo o uso criativo da tecnologia. PAULA K- Oficina de Site Designer graduada em Comunicação com habilitação em Editoração pela USP e pós-graduanda em Desenvolvimento Web Full Stack pela PUC-Minas, atua como desenvolvedora web com foco em sites para projetos culturais e do audiovisual, especialmente séries, filmes e iniciativas musicais. Tem criado plataformas digitais e identidades visuais para serviços de streaming, espetáculos e festivais. Como oficineira, colaborou em projetos com povos indígenas pernambucanos como Mulheres Indígenas da Tradição, Arte Indígena de Pernambuco e Kapinawá – Território, Memórias e Saberes, promovendo trocas criativas em design, fotografia e mídias digitais. Seu trabalho une tecnologia, arte e escuta sensível, integrando práticas gráficas, web e saberes tradicionais. TATIANA FERRAZ - Oficina de História Oral Tatiana Valença Terraz, doutoranda no curso de Pós-graduação em História pela UFRPE(2024); realizou pesquisa em História oral no campo audiovisual com a participação em projetos audiovisuais como o documentário O VENTO QUE ME VISITOU(2014), dirigido pela diretora Tuca Siqueira; o documentário longa-metragem JMB: O FAMIGERADO (2009), dirigido pela diretora Luci Alcântara. Também, no campo da pesquisa em História Oral realizou entrevistas e produção de conteúdo referente às memórias e os relatos dos moradores da Ilha de Fernando de Noronha para o Site MINHA ILHA(2012). JULIANA SANTOS - Coordenadora de Comunicação e produção. Juliana Santos é graduada em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac e sócia da Mirah, onde atua na produção e comunicação de diversos projetos culturais e festivais de cinema. Em 2024, foi responsável pela Coordenação de Comunicação do Cabíria Festival e, ao longo dos últimos anos, colaborou com a comunicação de eventos como o Janela Internacional do Recife (2020–2023), o Festival Internacional de Cinema de Animação – ANIMAGE (2021–2024), a Jornada de Estudos do Documentário (1ª edição), o Recife Mais Cultura (2019), entre outros. SÉPHORA SILVA - Arquiteta- Expografia Séphora Silva é arquiteta, formada pela UFPE, e tem vasta experiencia no campo das Artes Cênicas e Audiovisual , onde atua principalmente como diretora de arte e cenógrafa. Também atua na área de Expografia e Museografia, como curadora, designer de exposições e light designer. Já ganhou prêmios em cinema, teatro e design de exposição.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.