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PRONAC 253112Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ONDE O VENTO FAZ A CURVA

BRENO SANCHES DE MELO RODRIGUES
Solicitado
R$ 381,9 mil
Aprovado
R$ 381,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-02
Término
2026-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a montagem do novo espetáculo infantil da Cia Teatral Milongas com base em seus 22 anos de pesquisa e uma temporada de um mês na cidade do Rio de Janeiro. ONDE O VENTO FAZ A CURVA traz um olhar critico para as crianças sobre o aquecimento global, em um espetáculo sem texto falado, que mistura teatro físico e teatro de animação. O não uso da fala já faz parte da pesquisa do grupo, tornando assim o teatro cada vez mais acessível para os surdos. No elenco temos uma atriz surda e um ator biligue - interprete de libras. E na criação da trilha sonora contamos com o músico cego Felipe Monteiro e com Gislana Monte Vale, consultora cega especializada em audiodescrição poética. Juntos, desenvolverão uma trilha sonora que, além de descritiva, proporcionará uma experiência auditiva rica em sensações e atmosferas. E para uma experiência ainda mais imersiva, iremos criar uma maquete do cenário e de seus bonecos apropriadas para o reconhecimento do público cego.

Sinopse

Maya, uma menina surda, vê seu mundo acabar devido ao aquecimento global e ela embarca em uma aventura para tentar salvar sua comunidade e o planeta. Nessa jornada a menina, que é representada por uma boneca em tamanho natural e manipulada por uma atriz também surda, viaja pelo deserto, encontra alguns dos causadores de todo o mal, enfrenta perigos que surgem da seca e faz amizades inusitadas que a ajudam nessa emocionante busca. Para isso, o cenário se transforma de forma simples e surpreendente, os atores interpretam vários personagens, dançam e manipulam diversos adereços, criando um espetáculo lúdico, emocionante.

Objetivos

Objetivo Geral - Realizar a montagem do novo espetáculo infantil da Cia Teatral Milongas com base em seus 22 anos de pesquisa e uma temporada de um mês na cidade do Rio de Janeiro; Objetivo específico - Desenvolver um espetáculo teatral com recursos do teatro físico e de animação, acessível a toda a família; - Fomentar a acessibilidade a partir de um espetáculo pensado com e para pessoas surdas e cegas; - Gerar renda para 30 pessoas envolvidas diretamente no projeto; - Oferecer ingressos ao longo da temporada para ONGs e Instituições com o trabalho voltado para o público infantil PCDs.

Justificativa

A Cia. Milongas, com 22 anos de atuação contínua, consolidou-se como uma importante referência no teatro infantil no cenário carioca e nacional. Ao longo dessas duas décadas, a companhia desenvolveu uma linguagem própria que une teatro com teatro de animação, conquistando públicos de todas as idades e sendo premiada pelas mais relevantes instituições do teatro para a infância e juventude, como o Prêmio CBTIJ. O novo espetáculo, "ONDE O VENTO FAZ A CURVA", dá continuidade a essa trajetória de pesquisa e inovação artística voltada ao público infantil, reafirmando o compromisso com a formação cultural das novas gerações. O espetáculo propõe discutir de forma acessível, lúdica e poética temas urgentes como o aquecimento global, a responsabilidade socioambiental e o respeito à diversidade, promovendo reflexões profundas em crianças e suas famílias. Trata-se de uma produção sem texto falado, com forte apelo visual e simbólico, o que amplia o alcance do projeto a públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência auditiva ou visual, reforçando o compromisso com a acessibilidade e inclusão. A pluralidade também está presente na composição da equipe, formada majoritariamente por mulheres e com equidade racial entre artistas pretos, pardos e brancos, além da inclusão de artistas surdos e cegos, o que fortalece uma prática artística alinhada aos valores contemporâneos de diversidade e representatividade. São profissionais comprometidos com a arte como ferramenta de transformação, entretenimento e formação cidadã. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é essencial para a realização deste projeto por três razões fundamentais: Viabilidade Econômica: Produções teatrais infantis de qualidade, com equipes amplas e diversas e propostas de acessibilidade, demandam investimentos significativos. O incentivo fiscal viabiliza financeiramente a realização plena do projeto, garantindo excelência artística e compromisso social.Democratização do Acesso: O mecanismo de incentivo permite que o projeto ofereça ingressos a preços populares ou gratuitos, alcance escolas públicas, centros culturais periféricos e fomente o acesso da população a bens culturais de qualidade.Atenção a Objetivos e Finalidades da Lei: O projeto se enquadra nos incisos II, III e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao: Incentivar a produção e difusão de bens culturais de valor universal (II);Proteger e valorizar a cultura brasileira (III);Apoiar atividades culturais que visem ao fortalecimento da identidade nacional (V).Além disso, contribui para o cumprimento de diversos objetivos do Art. 3º, em especial: I _ Contribuir para facilitar a todos o acesso às fontes da cultura nacional e às obras dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;II _ Priorizar o apoio a projetos culturais que estimulem a participação popular;IV _ Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização dos recursos humanos e conteúdos locais;VII _ Apoiar a valorização da diversidade étnica e regional.Portanto, o uso do mecanismo de incentivo à cultura é fundamental para garantir a realização de um projeto que, ao mesmo tempo, valoriza a tradição artística de uma companhia estabelecida e promove inovação, inclusão, educação ambiental e formação cidadã. A continuidade da pesquisa cênica da Cia. Milongas, reconhecida e premiada, é um investimento direto na sustentabilidade do fazer teatral brasileiro e na formação de plateias conscientes e plurais.

Especificação técnica

Nome do Produto: Espetáculo teatral infantil “Onde o Vento Faz a Curva” Formato: Espetáculo presencial de teatro físico e de animação voltado para o público infantil e suas famílias, com forte componente visual e acessibilidade plena. Duração: Aproximadamente 50 minutos. Classificação Indicativa: Livre – indicado para todas as idades

Acessibilidade

O projeto contempla ações abrangentes de acessibilidade, garantindo o pleno acesso e a inclusão de pessoas com deficiência em todas as etapas da experiência artística: 1. Acessibilidade para pessoas surdas: – Espetáculo sem texto falado, permitindo uma experiência essencialmente visual. – Presença de atores-intérpretes de Libras em cena, integrados ao elenco e ao processo criativo. – Protagonista surda interpretada por atriz surda, promovendo representatividade e protagonismo. 2. Acessibilidade para pessoas cegas: – Trilha sonora com audiodescrição poética, desenvolvida especialmente para esse público, integrando-se à linguagem estética da obra. 3. Acessibilidade física: – O teatro escolhido contará com rampas de acesso e espaços reservados para cadeirantes, assegurando mobilidade e conforto. 4. Acessibilidade digital: – Produção de materiais de divulgação acessíveis, incluindo legendas, audiodescrição e textos alternativos nas redes sociais. 5. Capacitação especializada: – Consultoria técnica em acessibilidade durante todo o processo criativo, garantindo autenticidade e inclusão. – Contratação de monitores capacitados para atendimento específico a pessoas com deficiência durante as apresentações.

Democratização do acesso

O projeto “ONDE O VENTO FAZ A CURVA” adota uma política de acesso democrático, voltada prioritariamente à formação de público e à inclusão de comunidades com menor acesso à cultura e em especial ao público de PCDs. A distribuição dos ingressos será realizada por meio de parcerias com escolas públicas, ONGs, instituições culturais, associações de pessoas com deficiência e centros comunitários. Estão previstas apresentações com ingressos gratuitos ou a preços populares (R$ 10 a R$ 20), respeitando o limite de até 20% de bilheteria paga conforme a legislação vigente. Entre as ações de ampliação de acesso, destacam-se: – Transmissão pela internet de trechos do espetáculo e conteúdos educativos acessíveis (com legendas, audiodescrição e Libras), através de redes sociais e plataformas digitais. – Acessibilidade integral nas sessões presenciais, com materiais de mediação acessíveis A proposta compreende o espetáculo como uma experiência ampliada de fruição artística, formação cidadã e promoção da diversidade. As medidas previstas visam garantir não apenas o acesso físico, mas também simbólico e afetivo à arte, valorizando o encontro com públicos diversos e com pouco accesso a cultura.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Dramaturgia e Direção: Breno Sanches Atuação: Bianca Corrêa, Hugo Souza, Jhonatas Narciso e Juliana Rodrigues (surda) Direção de Manipulação: Miguel Vellinho – Cia Pequod Confecção de Marionetes: Dante Preparação e Direção de Elenco: Ana Carolina Sauwen – Bando de Palhaços Trilha Sonora: Marcello H, Felipe Monteiro Trilha Sonora com Audiodescrição: Gislana Monte Vale Cenário: Breno Sanches e Alice Cruz Adereços: Tuca Figurino: Carla Costa Iluminação: Ana Luzia de Simoni Consultoria, Tradução e Interpretação de Libras: Jhonatas Narciso Gravação e Equipamento Audiodescrição: Graciela Pozzobon Arte Gráfica: Ludmila Valente Assessoria de Imprensa: Paula Catunda Produção: Pagu Produções Culturais Realização: Cia Teatral Milongas CURRÍCULOS DRAMATURGIA e DIREÇÃO - Proponente Breno Sanches é formado em Arte Cênicas (Direção Teatral) pela UNIRIO e integrante da Cia Teatral Milongas desde 2003, onde desenvolve uma pesquisa cênica como ator, diretor e autor. Participou de diversos festivais nacionais e internacionais, nos quais recebeu indicações e prêmios. Na cidade do Rio de Janeiro foi indicado ao Prêmio APTR 2020 com o espetáculo KABARÉ ONLINE na categoria “Melhor Espetáculo Inédito Editado” no qual atuou, produziu e idealizou em parceria com a Cia dos Atores; ao Prêmio Shell 2017 na categoria Inovação, com o projeto de ocupação QUE LEGADO, o qual idealizou e produziu; a “Melhor Texto” no Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2011; “Melhor Espetáculo” e “Direção” no Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2017/2018, além da “Menção Honrosa” pelos 15 anos de atividades da Cia, e ganhou o “Trabalho de Formas Animadas” no Prêmio CBTIJ 2018. Também recebeu indicação de “Melhor Iluminação” no Prêmio Shell 2019 com o espetáculo “Homem Feito”, no qual atuou, dirigiu e produziu. ELENCO Bianca Corrêa é atriz formada pela escola técnica NU espaço em 2021, começou sua carreira ainda em Goiás no ano de 2015, onde iniciou a vida artistica no SESC Anápolis onde fez diversos cursos livres, leituras dramáticas e peças como "O Balcão" de Jean Genet dirigida por Gabriel Cardoso. Cursou 2 anos artes cênicas na UFG, trabalhou na companhia de Teatro AM produções artísticas em 2 espetáculos musicais: "João e Maria" e "João e Maria: realidade fora dos contos de fadas", dirigidas por Alcides Miranda e apresentadas em diversos estados no ano de 2017. Hugo Souza é ator, professor de teatro e danças populares. Formado em Bacharelado em artes cênicas pela Estácio. Integra a Cia Teatral Milongas desde 2005. No seu trabalho com o Grupo, já administrou uma sede própria, entre 2008 e 2009, foi responsável pela administração artística do Teatro Municipal Ziembinski, na cidade do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2011, e já deu aula de teatro para crianças e adolescentes no Centro Comunitário Lídia dos Santos / CEACA-Vila, dentro do Morro dos Macacos e nas unidades do SESC Rio. Jhonatas Narciso é Tecnólogo em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa, além de ator e ouvinte bilíngue. Atualmente, integra os elencos das peças "Língua", dirigida por Vinícius Arneiro, e "A Busca – versão bilíngue", do Grupo Moitará. Com uma sólida trajetória em acessibilidade audiovisual, especialmente na televisão (TV Brasil desde 2009), Jhonatas vem se destacando em projetos de Acessibilidade Cultural no teatro. Seu trabalho transcende a inclusão apenas de público surdo, propondo iniciativas que envolvem a fomentação de um mercado cultural bilíngue e bicultural, onde seja possível a participação ativa de profissionais surdos em equipes mistas, compostas por surdos e ouvintes. É membro da diretoria do Centro de Integração de Artes e Cultura Surda (Ciacs), contribuindo para um ambiente artístico mais inclusivo e plural. Juliana Rodrigues (surda) é atriz em formação, formada em Pedagogia Bilíngue. Atualmente, trabalha como auxiliar educacional e é educadora no Museu do Universo. Escreve poesia em Libras e foi campeã de slam de batalha três vezes: uma em Brasília e duas no Rio de Janeiro. Participou da gravação de um mini-filme sobre a Residência Poética da III Mostra Visoliterária de Direitos Humanos Surdos, em Curitiba. DIREÇÃO DE MANIPULAÇÃO E PREPARAÇÃO Miguel Vellinho é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO, Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1990) e mestrado em Programa de Pós Graduação em Teatro UNIRIO pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2008). Como diretor, foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro pelos espetáculos Peer Gynt e Marina. Foi vencedor do Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil em 2011 na categoria Melhor Direção pelo espetáculo Marina, a sereiazinha. Em 2014 ganhou ainda o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem como Melhor Autor de Texto Original por Intolerância, criado para o projeto Buzum. Em 2016 foi novamente premiado com o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil pela direção do espetáculo A feira de maravilhas do fantástico Barão de Münchausen. Ganhou também o prêmio de melhor produção, como Cia PeQuod, pelo mesmo espetáculo. Pelo mesmo espetáculo, foi indicado na categoria de Melhor Diretor de Espetáculo Infantil, no 5º Prêmio Botequim Cultural. BONEQUEIRO Dante é artista visual e bonequeiro, com especialização em ilustração na Saint Martin College of Art and Design em Londres. Tem sua trajetória artística marcada pela criação de artes gráficas para diversos espetáculos teatrais, assim como bonecos e esculturas aplicadas nas artes da cena, tv, plasticas e cinema. Em sua trajetória desenvolveu projetos autorais para diversas empresas e cias artísticas como tv Globo, Escola de Samba Paraíso do Tuiutí, Globoplay, Companhia Dos a Deux, Artesanal Cia de Teatro, Cia Pequod, Companhia Brasileira, Cia Theatrum Mundi, Rocco editora, Cia Viaje Imóvil, Teatro Municipal de Santiago - Chile, entre outros. Reúne diversos prêmios referentes a seu trabalho como artista visual e da cena, como: Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Zilka Sallaberry, Rio Novos Designers, Prêmio CBTIJ TRILHA SONORA Marcello H é diretor musical. Produziu a trilha da peça “O Estrangeiro”, de Albert Camus, com direção de Vera Holtz, que participou do Festival de Edimburgo, em 2012. No mesmo ano, fez parte do espetáculo TRÁGICA.3, com direção de Guilherme Leme Garcia, que participou do Festival de Beijin na China, onde além de atuar, Marcello assinou a trilha ao lado de Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto. Em “Memórias de Adriano”, de Marguerite Yourcenar, com direção de Inez Viana, assinou a trilha e a executou ao vivo durante o espetáculo. Compôs junto com Beto Lemos a trilha sonora do espetáculo “Gritos”, da Cia. Dos à Deux, indicada ao prêmio APTR de 2016. Em 2017, assina a direção musical da peça “Tom na Fazenda”, de Michel Marc Bouchard, com direção de Rodrigo Portella. Trilha sonora indicada ao prêmio Shell. Em 2018, o espetáculo foi contemplado com o prêmio da Associação dos Críticos de Quebéc, na categoria “melhor peça estrangeira”. E em 2022 participou do Festival d’Avignon com grande sucesso de público e crítica. Felipe Monteiro (cego) é doutorando e mestre em educação. Especialista em audiodescrição e acessibilidade cultural. Graduado em tecnologia, piano, educação artística e pedagogia. Autor de cinco livros. Professor de música há mais de 32 anos. Consultor em acessibilidade e audiodescrição. AUDIO DESCRIÇÃO Gislana Monte Vale (cega) é mulher negra, pesquisadora, escritora, poeta; Doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense; Vice-coordenadora do Fórum de Acessibilidade Cultural da ABRACE; Membra dos GTs em Acessibilidade Cultural do Ceará e da FUNARTE; Membra do Conselho de Políticas Culturais do Ceará( Arte e Cultura Def); consultora em Políticas Públicas e Acessibilidade Cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.