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PRONAC 253137Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A CÚPULA DOS PRAZERES

PEDRO DE MELLO FRANCO ARAKAKI LTDA
Solicitado
R$ 22,9 mil
Aprovado
R$ 22,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 40,8 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-07-01
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O filme "A Cúpula dos Prazeres" é um curta-metragem de ficção com duração aproximada de quinze minutos. O filme terá suas primeiras exibições em festivais durante o ano de 2025, especificamente em festivais dedicados à cultura LGBTQIA+ e festivais de cinema independente. O filme nasce das vivências, observações e questionamentos do diretor enquanto pessoa LGBTQIA+, que propõe uma revisitação à cultura e iconografia queer como pesquisa estética para composição imagética do curta-metragem. A tomada de espaços por uma comunidade a partir do recorte da homoafetividade e homossexualidade é o ponto de partida do filme. "A Cúpula dos Prazeres" traz o ato afetivo-sexual como uma forma de questionar uma sociedade baseada em valores patriarcais e conservadores. O filme é uma celebração à vida desta comunidade e uma carta de amor ao nosso passado, presente e futuro.

Sinopse

Um banheiro decadente no centro de São Paulo é palco do encontro de Ruan, um jovem de 25 anos, e Beto, um misterioso homem de 40 anos. Ao seguir Beto para dentro de uma das cabines, Ruan se vê num labirinto de banheiros. Mergulhados na Cúpula dos Prazeres, Ruan descobre corredores de cabines e espaços que parecem se desdobrar. Eles são confrontados com uma série de personagens estranhos e sedutores, cada um oferecendo uma visão única do amor, do sexo e da busca pela verdadeira identidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar e difundir o curta-metragem A Cúpula dos Prazeres, contribuindo para a valorização de narrativas queer e para o fortalecimento da diversidade estética, social e política no audiovisual brasileiro. O projeto busca provocar reflexões sobre pertencimento, desejo, identidade e ocupação dos espaços urbanos, promovendo a circulação da obra em festivais e espaços de debate, além de fomentar a formação de novos profissionais LGBTQIA+, pretos e periféricos na cadeia produtiva do cinema. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Realizar (filmar, montar, finalizar e lançar) um curta-metragem com abordagem estética que una elementos do real e do onírico, tratando temas como desejo, repressão e pertencimento LGBTQIA+, a partir da ocupação simbólica dos espaços urbanos. 2. Empregar ao menos 30% da equipe técnica e criativa com profissionais que se identifiquem como LGBTQIA+, priorizando pessoas negras, trans e periféricas nas áreas de direção de arte, figurino, som direto e produção. 3. Alcançar um público presencial de pelo menos 200 pessoas por meio de exibições em mostras, festivais e cineclubes, priorizando sessões com debates em centros culturais, universidades e instituições voltadas a direitos humanos. 4. Realizar, no mínimo, 1 sessão com roda de conversa em espaços culturais de São Paulo voltadas à juventude LGBTQIA+ e coletivos de cinema independente, promovendo o debate sobre território, identidade e linguagem cinematográfica.

Justificativa

O curta-metragem "A Cúpula dos Prazeres" é um projeto que nasce de uma urgência social e cultural incontornável: a necessidade de representar, proteger e fortalecer a comunidade LGBTQIA+ por meio da linguagem cinematográfica. A escolha pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) como mecanismo de financiamento se justifica não apenas pela ausência de recursos privados disponíveis para iniciativas de alta relevância social como esta, mas também por reconhecer o cinema como um instrumento poderoso de transformação, inclusão e promoção de valores fundamentais à cidadania. Trata-se de um projeto de altíssimo interesse público, cuja viabilidade depende diretamente do incentivo fiscal previsto na legislação. A produção independente de um curta-metragem de abordagem estética e temática ousada, voltado a questões identitárias e de direitos humanos, raramente encontra respaldo no mercado audiovisual tradicional, marcado por lógicas comerciais excludentes. Assim, a Lei de Incentivo se mostra essencial para garantir que vozes sub-representadas possam ser ouvidas — e vistas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, que define os fundamentos da Política Nacional de Cultura: Inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura nacional e às condições para sua fruição; Inciso II _ Conservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Inciso IV _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Inciso VI _ Apoiar projetos que visem ao desenvolvimento da cultura e da arte no País. "A Cúpula dos Prazeres" busca contribuir para a construção simbólica da cultura brasileira ao abordar com sensibilidade, rigor estético e linguagem poética a experiência de corpos dissidentes em meio à violência e exclusão. Trata-se de uma obra que dialoga com as tradições do cinema autoral brasileiro e mundial, atualizando referências históricas e ressignificando memórias a partir de um olhar contemporâneo e afetivo. O projeto se ancora na defesa dos direitos humanos, da diversidade e da liberdade de expressão, pilares de uma cultura democrática. Além disso, o projeto contribuirá de maneira direta para os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91: Inciso I _ Apoiar e fomentar a produção, a preservação e a difusão dos bens culturais; Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Inciso III _ Apoiar a valorização e a difusão da cultura nacional e regional; Inciso V _ Estimular o acesso da população aos bens culturais; Inciso VII _ Estimular a ampliação do mercado de trabalho dos setores culturais e artísticos. O curta é uma resposta simbólica e política à brutalidade enfrentada pela população LGBTQIA+ no Brasil. Em 2023, segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), o país registrou 257 mortes violentas dessa comunidade, sendo o Sudeste a região com maior número de assassinatos pela primeira vez em 44 anos, com destaque para o estado de São Paulo. Esses dados alarmantes reforçam a urgência de ações culturais comprometidas com a transformação social e com a promoção de narrativas que resgatem o direito ao prazer, à liberdade e à vida digna. A inspiração para o filme veio do assassinato de Leonardo Rodrigues Nunes, jovem morto em junho de 2024 ao marcar um encontro por aplicativo. Esse crime, brutal e emblemático, sintetiza o que o projeto busca denunciar e superar: a imposição do medo e da violência sobre a vivência do desejo e da sexualidade. "A Cúpula dos Prazeres" propõe imaginar, através do cinema, um espaço utópico de liberdade, segurança e afeto — um gesto artístico de reparação simbólica e resistência. Além de seu compromisso ético e social, o projeto aposta numa abordagem estética inventiva, com rigor na construção da direção de arte e da fotografia. Sua proposta poética e lírica favorece uma experiência sensorial e imersiva, que atualiza o repertório cultural da comunidade LGBTQIA+ ao mesmo tempo em que se conecta a um público mais amplo. A pesquisa histórica e simbólica dá lastro ao roteiro, cuja mise-en-scène se inspira em arquivos, imagens, costumes e referências, sejam elas cinematográficas (como Djalma Batista e Wong Kar Wai) ou de outros campos da arte (Giorgio de Chirico, Richard Serra). O projeto também conta com respaldo institucional e social: foi selecionado para o Projeto Marieta 2024, voltado ao desenvolvimento de roteiros, e recebeu parecer positivo da vereadora Luna Zarattini, presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo, reforçando sua importância dentro das pautas culturais e de direitos humanos da cidade. Ao apoiar este curta-metragem, o Estado brasileiro estará cumprindo sua função de garantidor do direito à cultura, conforme previsto na Constituição, e reafirmando o compromisso com uma política pública que reconhece a cultura como eixo de transformação social. "A Cúpula dos Prazeres" é mais do que um filme: é um gesto político, um espaço de memória e um manifesto estético em defesa da vida.

Especificação técnica

O projeto propõe a realização de um curta-metragem de ficção, com duração estimada de 15 minutos, em fase de desenvolvimento e pré-produção. A obra será realizada em formato digital de alta resolução (4K), com finalização em DCP (Digital Cinema Package), visando exibições em salas de cinema, festivais nacionais e internacionais, mostras, cineclubes e plataformas digitais. A proposta contempla as três etapas da produção cinematográfica: Pré-produção: desenvolvimento do roteiro final, elaboração do plano de filmagem, storyboard, escalação de elenco, definição da equipe técnica e preparação de arte e figurino. Filmagem: realização das filmagens com equipe profissional, incluindo direção de fotografia, som direto, arte, assistência de direção e produção executiva. Pós-produção: montagem e edição de imagem, desenho e mixagem de som, trilha sonora original, correção de cor e finalização do arquivo em formatos digitais adequados para circulação e acessibilidade (incluindo versão com legendas e audiodescrição, se possível). Além do filme em si, serão gerados os seguintes materiais complementares: - Cartaz oficial (formato digital e impressão em tiragem limitada para festivais e exibições) - Teaser e materiais promocionais para redes sociais - Trilha sonora original - Página no Instagram com registro do processo de criação, bastidores, entrevistas e conteúdo interativo com o público O produto final será, portanto, composto por: - 1 (um) curta-metragem de ficção (15 minutos, DCP e formatos digitais de exibição) - 1 (um) cartaz oficial - 1 (um) teaser e peças digitais promocionais - 1 (uma) trilha sonora original - 1 (uma) página no Instagram dedicada ao projeto A circulação do projeto está prevista por meio de inscrições em festivais e mostras, além de ações de comunicação nas redes sociais.

Acessibilidade

O projeto “A Cúpula dos Prazeres” tem como um de seus compromissos fundamentais o acesso universal ao conteúdo artístico que propõe, considerando a acessibilidade como um direito e um princípio ético que deve nortear todas as etapas da cadeia produtiva, exibição e recepção da obra. Reconhecendo a diversidade do público e a pluralidade de formas de apreensão estética, o projeto está comprometido em implementar medidas de acessibilidade de conteúdo e para a acessibilidade física. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo é o principal foco de nossa estratégia de inclusão. Entendemos que garantir a compreensão e fruição da obra por pessoas com deficiência é essencial para ampliar o impacto cultural e social do filme. As seguintes medidas serão adotadas: Audiodescrição: O filme contará com uma faixa de audiodescrição, elaborada por profissional qualificado, para possibilitar o acompanhamento da narrativa por pessoas com deficiência visual. A audiodescrição será incluída em versões específicas do curta, disponibilizadas em sessões acessíveis e em plataformas online. Legenda Descritiva (closed caption): O projeto prevê a inclusão de legendas descritivas em português, permitindo o acompanhamento do conteúdo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Essas legendas incluirão não apenas os diálogos, mas também indicações sonoras e elementos relevantes da trilha sonora e da ambiência sonora do filme. Essas ações visam não apenas garantir o acesso, mas também fomentar o debate sobre a importância da acessibilidade na produção audiovisual brasileira. O projeto reconhece que a democratização do acesso à cultura passa necessariamente pela valorização da diferença e pela quebra de barreiras comunicacionais. Acessibilidade FísicaEmbora o projeto “A Cúpula dos Prazeres” seja, em sua maior parte, realizado em locações externas ou em espaços alugados temporariamente para filmagens, e não conte com sede própria, compromete-se a buscar parcerias com espaços culturais acessíveis para exibição e circulação do filme. As seguintes diretrizes serão observadas: Seleção de espaços com acessibilidade: Na organização de exibições públicas e eventos de lançamento, será priorizada a escolha de espaços que ofereçam acessibilidade física, como banheiros adaptados, rampas de acesso, ausência de desníveis sem sinalização, elevadores e espaços reservados para cadeirantes. Sinalização adequada: Quando possível, serão utilizadas sinalizações visuais e táteis que facilitem a orientação de pessoas com deficiência visual. Transporte acessível: Serão indicadas rotas de transporte público acessível nos materiais de divulgação dos eventos presenciais.Com essas medidas, o projeto se alinha ao compromisso com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), garantindo não apenas o direito de acesso, mas também o protagonismo dos públicos historicamente excluídos das experiências culturais. Entendemos que a acessibilidade é um processo contínuo e em constante aprimoramento. Assim, o projeto está aberto a dialogar com coletivos, consultores e profissionais da área para avaliar, adaptar e ampliar suas estratégias de inclusão, conforme os recursos disponíveis e as demandas identificadas ao longo do processo.

Democratização do acesso

O projeto “A Cúpula dos Prazeres” se estrutura a partir do entendimento de que a produção cultural deve estar profundamente comprometida com o acesso democrático, diverso e descentralizado do público aos seus conteúdos. Para isso, serão adotadas múltiplas estratégias de circulação, exibição e atividades paralelas formativas, com o objetivo de tornar o curta-metragem acessível a diferentes públicos, tanto em termos territoriais quanto sociais, ampliando o alcance e a relevância da obra. Medida de Democratização de AcessoComo medida de ampliação de acesso, o projeto adota o que dispõe o inciso VI do Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023 da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural, que prevê a “disponibilização gratuita de produto cultural ao público em geral”. Nesse sentido, “A Cúpula dos Prazeres” será disponibilizado gratuitamente em ambiente digital, com recursos de acessibilidade, por tempo determinado, garantindo que pessoas de diferentes regiões do país, inclusive as não atendidas por salas de cinema ou circuitos de festivais, possam assistir ao filme. Distribuição e ComercializaçãoO curta será distribuído em festivais nacionais e internacionais, com foco em mostras que valorizam a linguagem autoral, o cinema de gênero e obras com perspectivas LGBTQIA+, experimentais e independentes. O objetivo é alcançar espaços de visibilidade que dialoguem com o perfil estético e temático da obra, tais como: Mostras de cinema independente e experimental; Festivais de curta-metragem; Eventos com foco em diversidade, direitos humanos, juventude e questões de gênero. Paralelamente à circulação em festivais, está prevista a licença do filme para plataformas de streaming nacionais e internacionais, incluindo canais públicos (TVs educativas e culturais, como TV Brasil, Canal Futura e CinebrasilTV) e plataformas digitais com foco em curtas autorais, como Cardume, Todesplay, Porta Curtas, Vimeo On Demand, entre outras. O filme será também inscrito em editais públicos e seleções de catálogos para distribuição internacional, promovendo a difusão da produção audiovisual brasileira contemporânea em espaços de curadoria e difusão cultural no exterior.

Ficha técnica

O projeto será realizado sob liderança do diretor Valter Pereira, que também assina o roteiro e coordena as etapas criativas do projeto. A produção será realizada pela equipe técnica composta por profissionais experientes nas áreas de produção executiva, direção de fotografia, arte, som e assistência de direção. Mesmo sem o respaldo de uma produtora formal, o projeto conta com a estrutura colaborativa de uma rede de artistas e técnicos independentes que já atuaram juntos em outras obras. O desenvolvimento, pré-produção, produção e finalização serão organizados por meio de cronograma detalhado e reuniões semanais de acompanhamento. A direção, ainda que jovem, está comprometida com uma abordagem profissional e sensível ao contexto regional e social em que a obra está inserida. DIREÇÃO – Valter PereiraBaiano residente em São Paulo, é formado em Comunicação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema (AIC), além de certificado em Iluminação Cinematográfica pelo Ateliê Bucareste. Trabalhou como filmmaker e editor para o jornalista Bob Fernandes e para a Rádio Metrópole FM. Dirigiu os curtas autorais "Calixta" e "Encontros Vespertinos", além de escrever "Sonia 95" e atuar como Diretor de Arte no curta "Casa 513", selecionado para o Festival de Cinema Universitário de Curitiba (2024).No campo da moda, dirigiu vídeo para a Tush Magazine (Alemanha, September Issue 2024) e atuou como assistente em editoriais da Vogue Portugal e Numéro Switzerland, além de colaborar na campanha da GINGER 2023/24. Trabalhou com marcas como ONU/PNUD, Intel, Restaurante Ritz, Paramount+ e Águas Prata, transitando entre audiovisual artístico e institucional. PRODUÇÃO EXECUTIVA – Pedro ArakakiFormado em Engenharia de Produção pela USP, Pedro foi produtor e roteirista dos documentários “Adeus, Geral” e “(L)os Visitantes”. Produziu o curta "Calixta" e coordenou a produção executiva dos curtas “Ainda Estamos Aqui” e “Chica”, ambos contemplados pelo ProAC. Atuou em diversas outras produções audiovisuais, incluindo videoclipes e publicidade. Atualmente integra a coordenação do Cursinho Popular Elza Soares, contribuindo também com projetos educativos e sociais. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA – Caio MazzilliCineasta de Lençóis Paulista, é graduado em Cinema pela UFPel, com especializações em Direção de Fotografia pela AIC e pelo Ateliê Bucareste. Fundou a produtora Panamá Filmes, com a qual realizou trabalhos para Avon, Coca-Cola e L’Occitane. Como diretor de fotografia, assinou clipes premiados como “Não Espero Mais” (O Terno) e “Tu” (Tulipa Ruiz), além de curtas como “Quantos Eram Pra Tá” (menção honrosa no Janela Internacional, exibido no IFFR). Foi finalista do Prêmio ABC 2023 e venceu o MVF 2024 por "Capítulo II - O Julgamento", com Luiza Lian. DIREÇÃO DE ARTE – Dicézar LeandroCatarinense radicado em São Paulo desde 2008, trabalhou com nomes como Brigitte Broch e Monica Palazzo. Assinou a arte de curtas premiados como "O Segredo da Família Urso" (CINE PE 2015), além de filmes de Eliane Caffé e Francisco Garcia. Atuou em séries para HBO, History Channel e campanhas publicitárias para Gillette, Budweiser, Revlon e Governo Federal. É professor na Academia Internacional de Cinema e na Escola Inspiratorium, com passagens pela ECA/USP. Graduado em Publicidade com especializações em Design (Univali) e Mídia e Conhecimento (UFSC). TÉCNICA DE SOM – Uyara AidêMultiartista da zona leste de São Paulo, Uyara atua como diretora, sound designer e editora de vídeo. Estudou áudio e som no SENAC, ETEC e Instituto Criar, e participou do programa Jovem Monitor Cultural, atuando em políticas públicas de cultura. Em 2023, recebeu bolsa integral para estudar Direção Cinematográfica na AIC. Já trabalhou com KondZilla, Revista Trip e Produtora Floresta. Dirigiu os curtas “O Artista do Futuro” (editais #CurtaEmCasa) e “Maria, Maria”, inspirado em conto de Conceição Evaristo, além de co-dirigir a minissérie "40m²", da Globoplay. ASSISTENTE DE DIREÇÃO – Gabriel SiddhartaGabriel Siddharta é formado em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema (AIC), em São Paulo. Em 2024, fez o workshop de Assistência de Direção com Hsu Chien. Como Assistente de Direção, participou de produções independentes de curtas e longas-metragens, acumulando experiência prática em diferentes etapas de realização audiovisual. ATOR PROTAGONISTA – Rodrigo Carvalho (Ruan)Rodrigo Carvalho nasceu em Americana, interior de São Paulo, e iniciou sua trajetória artística aos 15 anos, participando de montagens teatrais infantis em cidades da região de Campinas. Em 2017, atuou na peça "Os Rinocerontes", com a Fábrica de Artes de Americana. Em 2018, mudou-se para São Paulo para cursar Artes Cênicas na Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde participou de diversas montagens teatrais e performances. Em 2020, fez o curso de Interpretação para Cinema e TV na Academia Internacional de Cinema (AIC), com orientação de Michelle Boesche, Vanessa Pietro e Antonio Vanfill. Em 2023, concluiu a graduação em Artes Cênicas, atuando na peça "Um olho que se apaga – uma peça sonho", dirigida por Fernanda Carla Machado. Também participou de curtas-metragens e campanhas publicitárias. No mesmo ano, fez o curso de Práticas de Interpretação para Cinema e TV na AIC com Maria Fanchin e também no Estúdio Mariana Loureiro, em São Paulo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.