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"Parem as máquinas!" trata da produção e lançamento do curta-metragem homônimo, do diretor e roteirista Piero Sbragia, que retrata um momento histórico para o Sport Club Corinthians Paulista e para o Brasil. No final da década de 1970, o time paulistano encerrava o jejum mais longo de sua história: 22 anos sem um título. O contexto político e histórico, a simbologia do futebol na época e a repercussão perante o público foi um momento marcante não apenas para o clube e seus torcedores, mas também para o povo brasileiro. O projeto irá retratar este momento, a partir de uma visão abrangente, que não se limita apenas ao futebol.
Sinopse Há 48 anos, o Sport Club Corinthians Paulista encerrava o maior jejum da história do clube até os dias de hoje. Foram 23 anos sem conquistar nenhum título. Uma semana depois da conquista, a revista Placar lançou a edição mais vendida da história. Não se sabe, entretanto, quantos exemplares foram vendidos. A máquina da gráfica da Editora Abril quebrou!
2.1. Objetivo Geral O projeto tem como objetivo a produção e lançamento do curta-metragem do gênero documentário, intitulado provisoriamente de "Parem as máquinas!", de Piero Sbragia. Em 1977, o Corinthians encerrou o maior jejum de sua história - 22 anos e oito meses sem um título -, conquistando o Campeonato Paulista. A edição 391 da Revista Placar chegou às bancas com uma cobertura completa não apenas da final entre o alvinegro paulistano e o alvinegro campineiro - a Ponte Preta -, mas também apresentava um compilado com todos os 73 gols do clube, que viria a se tornar o mais popular do estado de São Paulo e o segundo mais popular do Brasil - atrás apenas do Flamengo. Muito além da conquista do título, "Parem as máquinas!" retrata a cultura popular, o momento histórico e o futebol como parte da identidade do povo brasileiro. Pretendemos alcançar um público bem amplo - majoritariamente, as classes C, D e E -, que se interessa não apenas por futebol, mas pela cultura brasileira e pelo registro histórico. Atualmente, diversas obras têm revisitado o contexto histórico, porém sempre de um recorte político ou nichado, o que acaba por limitar a abrangência do público. "Parem as máquinas" parte do princípio oposto, apresentando um fato histórico relevante do time a partir de diversos pontos de vista - dos jogadores, da imprensa, da relação da população brasileira com o futebol, da importância social do clube, entre outros. A partir dos arquivos da edição 391 da revista Placar - até hoje, a edição mais vendida nos 65 anos de vida da revista -, entrevistas com os jornalistas Carlos Maranhão e Juca Kfouri, respectivamente, repórter e chefe de reportagem na época, e José Maria de Aquino, que assina a reportagem de capa, e o fotojornalista Ronaldo Kotscho, entrevistas com jogadores que atuaram na época - Basílio, autor do gol do título do Corinthians, e os irmão Zé Maria, lateral-direito do Corinthians, e Tuta, ponta-esquerda da Ponte Preta - e com torcedores anônimos e famosos (a definir), o curta-metragem fará um registro audiovisual inédito, que rememora um passado glorioso do futebol, quando era uma das grandes paixões nacionais e abarcava uma grande parte da população. "Parem as máquinas!" será lançado gratuitamente em uma sala de cinema com bate-papo com o diretor e roteirista Piero Sbragia e alguns entrevistados - em negociação com o Cine Bijou -, além de festivais nacionais e internacionais. Também pretendemos negociar uma exibição no estádio Arena Corinthians e no Museu do Futebol; e exibições em instituições e centros culturais, como a rede SESC, o CCSP, CCBB, entre outros. 2.2. Objetivo específico O objetivo é a produção do curta-metragem "Parem as máquinas!", do diretor Piero Sbragia, que será filmado nas cidades de São Paulo (SP) e Botucatu (SP), onde serão realizadas algumas entrevistas. Realizaremos o lançamento e distribuição da obra, que levará em conta sua temática e público abrangente, não se limitando apenas aos festivais nacionais e internacionais de cinema, mas também exibições "alternativas", como em centros culturais e escolas - em parceria com o Instituto Placar, a OSCIP Parceiros da Educação e o Projeto Viva o Morro -, além de uma sessão na Neo Química Arena, com capacidade para cerca de 49 mil pessoas. Futuramente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming (pago e gratuito), além da possibilidade de realização de outras sessões em parceria com salas de cinema - Cinemark, CineSESC, REAG Belas Artes, CineSala - e torcidas oficiais, como a Gaviões da Fiel. Ficha Técnica Título | Parem as máquinas (título provisório) Produção | Editora Score Duração | 15 minutos Formato | curta-metragem, documentário, COR, Full HD Local de produção | São Paulo (SP) e Botucatu (SP) Público-alvo | Classes A, B, C, D, E Classificação etária | Livre Público estimado |600 mil espectadores* * Estimativa máxima baseada em apenas 5% dos torcedores do Corinthians.
O projeto "Parem as máquinas!" trata da produção de um documentário de curta-metragem sobre as relações afetivas entre as pessoas envolvidas em uma partida de futebol. Tendo como pano de fundo a conquista do Campeonato Paulista de 1977 pelo Corinthians, que encerrou o maior jejum de sua história - de 1954 a 1977 -, o curta parte da edição 391 da revista Placar, apresentando registros fotográficos, entrevistas com jornalistas que produziram a revista e jogadores do Corinthians e da Ponte Preta para retratar a relação afetiva e de identidade nacional entre o povo brasileiro e o futebol. A importância dessa obra para a cultura popular é imensa, haja visto que a identidade nacional é forjada, entre outros aspectos, justamente pelo futebol. O jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), apaixonado por futebol e que escreveu mais de 40 livros que transcendem o esporte combinado com análise política e histórica, reflete sobre o motivo pelo qual o esporte é tão venerado no Brasil: "Simultaneamente, o futebol se tropicalizava no Rio de Janeiro e em São Paulo. Eram os pobres que o enriqueciam, enquanto o expropriavam. Este esporte de estrangeiro se fazia brasileiro, na medida em que deixava de ser o privilégio de poucos jovens acomodados, que o jogavam copiando, e era fecundado pela energia criadora do povo que o descobria. E assim nascia o futebol mais bonito do mundo, feito de jogo de cintura, ondulações de corpo e voos de pernas que vinham da capoeira, dança guerreira dos escravos negros e dos bailes alegres dos arredores das grandes cidades". (Eduardo Galeano) "E tome Corinthians", dizia a manchete da edição 391, que chegou às bancas em 21 de outubro de 1977 e que também fazia um compilado com todos os 73 gols do clube mais popular do estado de São Paulo e do segundo mais popular do Brasil. Segundo o IBGE, o time com maior torcida no país é o Flamengo (21,9%), seguido de Corinthians (14,2%), São Paulo (9,9%) e Palmeiras (7,7%). Por ser um time popular, há uma infinidade de livros, filmes, dissertações de mestrado e até teses de doutorado sobre o Corinthians. A maioria dessas produções adota como temática a questão da Democracia Corintiana, importante processo democrático no clube durante a ditadura militar. Momento em que jogadores e funcionários tinham amplo poder de decisão, junto com técnicos e dirigentes. Exceto em obras em que a temática está mais ligada à política ou à história, o conteúdo produzido sobre o Corinthians tem um foco voltado ao próprio público e torcedores, o que acaba por limitar a abrangência apenas a pessoas que tenham ligação emocional com o clube paulistano. "Parem as máquinas!" retrata um dos elementos mais importantes da cultura brasileira, a partir de um marco histórico de um dos principais e mais populares clubes brasileiros, durante um período extremamente relevante para a história nacional. Ao longo de seus 65 anos de história, a revista Placar se tornou uma das mais importantes publicações sobre futebol no Brasil, seja pelo registro fotográfico, seja pelas reportagens e colunistas que ajudaram a fazer a história do futebol no país. Dentre alguns nomes já cotados para o documentário estão o jornalista Carlos Maranhão, então repórter da revista, Juca Kfouri, chefe de reportagem na época, José Maria de Aquino, repórter que assina a reportagem de capa, e o fotojornalista Ronaldo Kotscho; o jornalista Thiago Maranhão, filho de Carlos e hoje superintendente de comunicação do Corinthians; além dos jogadores Basílio, autor do gol do título do Corinthians, e os irmão Zé Maria, lateral-direito do Corinthians, e Tuta, ponta-esquerda da Ponte Preta. Os dois irmãos, nascidos em Botucatu no interior paulista, se enfrentaram pela primeira vez numa final. Entrevistas com torcedores anônimos e famosos (a definir) também farão parte do documentário. Outros possíveis entrevistados são o lateral-esquerdo Wladimir, do Corinthians, o goleiro Carlos da Ponte Preta (que depois jogou no Corinthians), o lateral direito Jair Picerni e o centroavante do time de Campinas Rui Rei, que foi expulso pelo árbitro Dulcídio Wanderley Boschilla logo no início da partida final. A expulsão foi cercada de polêmicas, já que o atleta foi vendido para o Corinthians logo na temporada seguinte, de 1978. A edição 391 é também a edição mais vendida da história da revista, porém não é possível saber o número exato de exemplares vendidos por uma questão curiosa. Próximo a impressão do exemplar número 400 mil, o contador quebrou. O título "Parem as máquinas!" faz alusão a esse episódio. Sendo assim, declaramos para os devidos fins que o projeto de curta-metragem do gênero documentário "Parem as máquinas" atende aos seguintes itens das cláusulas do artigo 3º, da Lei 8.313/1991: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Bem como o projeto atende ao seguinte segmento: f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual.
A Revista Placar comemora 65 anos e, mais do que a história da revista, suas edições são um registro da cultura do futebol no Brasil. Nos últimos anos, o futebol vem perdendo sua relevância no cenário nacional - em partes, por conta da falta de contato entre os torcedores e ídolos que vão precocemente para outros países -, além do aumento do custo dos ingressos, problemas econômicos enfrentados pelo Brasil (e o mundo) etc. Mesmo assim, ainda é um símbolo do país, além de ser extremamente democrático e atingir diversas classes sociais. A Revista Placar, através do curta “Parem as máquinas”, pretende transformar o registro impresso - que vem se perdendo ao longo do tempo - em uma obra audiovisual acessível e democrática, além de garantir o registro de parte da nossa história. O curta pretende ser o primeiro de uma série de curtas sobre os quatro grandes clubes paulistas, cada um representando uma década do futebol: Sport Clube Corinthians Paulista (anos 1970), Sociedade Esportiva Palmeiras (anos 1980), São Paulo Futebol Clube (anos 1990) e Santos Futebol Clube (anos 2000).
Ficha Técnica Título | Parem as máquinas! (título provisório) Produção | Editora Score Duração | 15 minutos Formato | curta-metragem, documentário, COR, Full HD Local de produção | São Paulo (SP) e Botucatu (SP) Público-alvo | Classes A, B, C, D, E Classificação etária | Livre Público estimado | 1 milhão a 3 milhões de pessoas* * Estimativa máxima baseada em apenas 10% dos torcedores do Corinthians. Direção | Piero Sbragia Assistente de direção | Marcelo “Celu” Lima Produção Executiva | a definir Roteiro | Piero Sbragia Pesquisa | Jessica Gomes e Marcelo “Celu” Lima Direção de Produção | Bruno Neves Diretor de Fotografia | Carol Quintanilha Assistente de Câmera | Ana Laura Leardini Coordenador de Pós | Bruno de Giovanni Consultoria de Montagem | Jordana Berg Montagem | Mari Denegri Motion Designer | Mari Denegri Som direto | Rafael Veríssimo Trilha sonora | O Grivo Desenho de som | a definir Assessoria Jurídica | a definir Assessoria Contábil | a definir Assessoria de Imprensa | a definir
De acordo com o Art. 42 (das Medidas de Acessibilidade, de Comunicação e Divulgação Acessíveis), curta-metragem deste projeto pretende:I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação; - não se aplica, de acordo com o § 1º onde excluem-se da obrigatoriedade do inciso I os projetos executados em equipamentos culturais, cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel, não recaia sobre o proponente da ação cultural. Complementamos que o curta-metragem terá seu lançamento exibido em salas de cinema (em negociação) que já possuem todos os recursos necessários para atendimento de pessoas deste espectro. O proponente garante que as salas escolhidas obedecerão a este critério.II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto; ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: todo o conteúdo do documentário por se tratar de interesse popular nacional, será gravado em linguagem simplificada de modo a atender também a esta tipo de público. ACESSIBILIDADE PcD VISUAIS: haverá recurso de audiodescrição ACESSIBILIDADE PcD AUDITIVOS: Asseguramos que haverá legenda descritiva e quadro com interpretação de Libras. RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: não se aplica para o produto vídeo. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto; todos os materiais de comunicação e divulgação conterão informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis e seus formatos, de modo que todos os PcDs reconhecidos saibam que poderão usufruir do conteúdo integral do documentário. Inclui-se neste item posts em redes sociais, stories, banners digitais, menções em rádios e outras formas de comunicação e divulgação do projeto.
Será realizada 1 exibição gratuita de lançamento em Sala de cinema (negociando) com capacidade de até 200 pessoas, 8 sessões em escolas e comunidades parceiras para até 50 alunos e professores e uma exibição em data a definir no Neo Química Arena ao início do Jogo da data. As entradas para todas as exibições acima previstas para este curta-metragem serão totalmente gratuitas, com opção de reserva antecipada de ingressos online para melhor organização no caso de sala de cinema. Para a exibição no Neo Química Arena serão feitas ações de comunicação informando a exibição da obra anterior ao jogo realizado na data. Deste modo, conforme o Art. 46, os ingressos de cada exibição acima serão distribuídos do seguinte modo: - até 10% das entradas para distribuição gratuita promocional a patrocinadores, e havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - serão convidadas escolas públicas da diretoria regional de ensino da cidade de São Paulo, com distribuição de ingressos para as mesmas. - até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - serão distribuídos ingressos a jornalistas, jornais e revistas, influenciadores e demais pessoas que poderão contribuir à divulgação do curta-metragem.Em complemento, referente ao Art. 47, "o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;- Serão realizadas ações gratuitas com exibição da obra seguido de bate-papo com o diretor do Curta Piero Sbragia, em 1 escola parceira do Instituto Placar, técnica pública e 1 e/ou centro cultural público, com atendimento de uma média de 50 jovens e educadores em cada local, ou conforme capacidade máxima do espaço. A equipe de comunicação e produção da proponente vem mapeando e criando canais diretos de comunicação com os públicos que se identificam com a proposta do Instituto Placar, que irá auxiliar na divulgação das sessões, assim como poderá realizar sessões em comunidades, escolas, centros culturais e demais espaços públicos, em conjunto com a OSCIP Parceiros da Educação e o Projeto Viva o Morro, por exemplo.
Título | “Parem as máquinas!” Direção | Piero Sbragia Assistente de direção | Marcelo “Celu” Lima Produção Executiva | Evas Coletivo Roteiro | Piero Sbragia Pesquisa | Jessica Gomes e Marcelo “Celu” Lima Direção de Produção | Bruno Neves Diretor de Fotografia | Carol Quintanilha Assistente de Câmera | Ana Laura Leardini Coordenador de Pós | Bruno de Giovanni Consultoria de Montagem | Jordana Berg Montagem | Mari Denegri Motion Designer | Mari Denegri Som direto | Rafael Veríssimo Trilha sonora | O Grivo Desenho de som | O Grivo Assessoria Jurídica | a definir Assessoria Contábil | a definir Assessoria de Imprensa | a definir Diretor e Roteirista PIERO SBRAGIA é jornalista, documentarista, doutorando em Artes na UFMG e coordenador de produção e novos formatos na revista Placar. Escreveu os livros "Na ilha: conversas sobre montagem cinematográfica" (2022) e "Novas Fronteiras do Documentário: Entre a Factualidade e a Ficcionalidade" (2020). Dirigiu "República das Saúvas" (2021), melhor documentário em curta-metragem no 6° Festival Internacional de Santos e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2022. Dirigiu "Uma Bala" (2018), filme selecionado para o 29º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e para a 12ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos. Dirigiu "Em Refúgio, um documentário sobre possibilidades" (2018), projeto feito em parceria com a ONU e exibido no I Encontro Internacional sobre Migração e Refúgio. Dirigiu "Descobrir: Os Criadores de Saci" (2014), selecionado para a 13ª Mostra de Cinema de Infantil de Florianópolis, para o Festival de Cinema Infanto Juvenil de Porto Alegre e destaque da 15ª edição do Festival Nacional do Saci em Botucatu (SP) 2015. Foi finalista do Prêmio Profissionais da Música em 2018 na categoria "Melhor Diretor de Videoclipe”. Diretora de Fotografia CAROL QUINTANILHA é diretora de fotografia, roteirista e diretora de documentários. Formada em jornalismo, com curso de história e antropologia visual, trabalha com fotografia desde 1997. Participou de diversas exposições, publicou nos maiores veículos de comunicação nacionais, publicou diversos catálogos de arte e livros e atuou na publicidade. Teve uma agência de comunicação em Londres de 1999 até 2001. Em 2011 migrou para o audiovisual e desde então colabora para as produtoras Maria Farinha, Fogo Azul, Pródigo, Conspiração, Grifa, entre outras e ONGs como Greenpeace e ISA (Instituto socioambiental), onde desenvolve trabalhos ligados ao meio ambiente. Participou como diretora de fotografia para diversos longas de documentário premiados como o “Jabuti e a Anta”, “Cine Marrocos”, vencedor do festival “É tudo Verdade” de 2019, e “Liberdade de Gênero” para GNT. Dirigiu, roteirizou e fotografou a série “O som do rio” para o YouTube Originals, com mais de 9 milhões de visualizações e “Antes do Prato” para o Greenpeace e instituto Ibirapitanga. Trilha Sonora O GRIVO é composto pelos músicos Nelson Soares e Marcos Moreira. Nasceram em Belo Horizonte, onde vivem e trabalham. Participaram da 28ª Bienal de São Paulo, Brasil (2008); e da 8ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, Brasil (2008). Exposições individuais incluem: O Grivo – Improviso, no Museu de Arte do Rio (MAR) (2018), no Rio de Janeiro, Brasil; Puzzling Is Not a Solitary Game, no Triple Canopy (2017), em Nova York, Estados Unidos; O Grivo, na Nara Roesler (2015), em São Paulo, Brasil; Objetos de medida, no Palácio das Artes (2014), em Belo Horizonte, Brasil; O Grivo, no Museu de Arte da Pampulha (2009), em Belo Horizonte, Brasil. Exposições coletivas incluem: Máquina do mundo: Arte e indústria no Brasil, 1901-2021, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2021), em São Paulo, Brasil; Lado B: O disco de vinil na arte contemporânea brasileira, no Sesc Belenzinho (2019), em São Paulo, Brasil; Esculturas para ouvir, no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MuBE) (2018), em São Paulo, Brasil; Soundtracks, no San Francisco Museum of Modern Art (SFMOMA) (2017), em San Francisco, Estados Unidos. Seus trabalhos podem ser encontrados nas coleções do Instituto Itaú Cultural, São Paulo, Brasil; e do San Francisco Museum of Modern Art (SFMOMA), San Francisco, Estados Unidos. Em fins de 1990, O Grivo iniciou suas pesquisas no campo da “Música Nova”. Interessado na expansão do seu universo sonoro e na descoberta de maneiras diferentes de organizar suas improvisações, o grupo vem desenvolvendo sua linguagem musical. Em função da busca por “novos” sons e por possibilidades diferentes de orquestração e montagem, O Grivo trabalha com a pesquisa de fontes sonoras acústicas e eletrônicas, com a construção de “máquinas e mecanismos sonoros”, e com a utilização, não convencional, de instrumentos musicais tradicionais. Consultoria de Montagem JORDANA BERG é carioca nascida em 1963. Foi editora freelancer na filial da UNESCO em Paris por quatro anos, de 1993 a 1996. Editou diversos filmes, entre eles, vários títulos de Eduardo Coutinho. Logo na primeira parceria com o cineasta, a montagem de Santo forte (1999), lhe conferiu o prêmio de melhor edição no Festival de Brasília em 2000. De 2010 a 2011, foi professora no curso de montagem da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Recebeu também o prêmio de melhor montagem no Festival do Rio 2011, pelo filme Marcelo Yuka no caminho das setas (2011), de Daniela Broitman. Em 2018, assinou o seu primeiro roteiro no longa Um novo capitalismo, em parceria com o diretor Henry Grazinoli. Direção de Produção BRUNO NEVES é formado em Comunicação Social pela PUC-RJ, acumula mais de 20 anos de experiência no mercado, atuando em rádio, jornal, agência de notícias, TV e Digital. Durante 16 anos, atuou no GloboEsporte.com / TV Globo liderando a produção digital como coordenador e Gerente de Grandes Eventos. Criou os portais SportTV.com, Combate.com, e-sporTV e montou a primeira equipe de transmissões ao vivo na web do GloboEsporte.com, em 2010. Revelou mais de 50 profissionais que trabalham atualmente no Esporte do Grupo Globo. Foi o responsável na Rio-2016 pela maior cobertura olímpica digital da história liderando mais de 300 profissionais. Trabalhou na integração das equipes de esportes (TV Globo, SporTV e GE.com). Coordenador de Pós-Produção BRUNO DE GIOVANNI possui 10 anos de experiência em social media, apaixonado por criar e executar estratégias que fortalecem a presença digital de marcas. Formado em Publicidade e Propaganda e com MBA em Gestão de Novos Negócios, tem uma sólida base teórica e prática para desenvolver campanhas eficazes e inovadoras. A trajetória inclui passagens pela TV Cultura e MIS Experience, além de ter sido responsável pela administração das contas digitais de Alex Atala, um dos maiores chefs de cozinha do mundo. Atualmente, trabalha diretamente com a conta digital da PLACAR, onde é responsável por todas as redes sociais, pelo canal no YouTube e pelo processo de pós. Edição/Montagem e Motion Graphic MARI DENEGRI é uma profissional formada em Rádio, Tv e Internet pela Anhembi Morumbi, com experiência na criação, produção e edição de conteúdos. Com 5 anos de experiência, em grande parte do tempo atuei em projetos realizados via terceiro setor com apoio de verbas de incentivo, para a empresa Yabá Consultoria colaborando com marcas como Pfizer, Gilead e Leroy Merlin. Um dos destaques da minha trajetória foi a participação por três anos no *Coletivo Pink*, iniciativa da Pfizer voltada à promoção da saúde, cultura e bem-estar para pessoas que vivem com câncer de mama. Atualmente, atuo como editora de vídeos na revista Placar, onde sigo unindo narrativa visual e linguagem esportiva.
PROJETO ARQUIVADO.