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O Salada Cultural é um festival multicultural gratuito com quatro dias de duração, realizado em São Luís-MA, que promove 20 apresentações musicais ao vivo com artistas locais de diferentes gêneros: reggae, samba, forró, MPB, rap, trap, rock e expressões tradicionais maranhenses como Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá. O projeto também contempla oficinas culturais abertas ao público, ações formativas, acessibilidade com intérpretes de Libras, audiodescrição e materiais em braille, além de cobertura audiovisual e fotográfica completa. Os produtos resultantes incluem vídeos, registros fotográficos, relatório de impacto, clipping de mídia e conteúdos digitais. A proposta fomenta a economia criativa, promove a valorização da identidade cultural maranhense, incentiva a diversidade e democratiza o acesso à arte. A estrutura inclui palco, som, luz, equipe técnica e comunicação estratégica com forte engajamento popular.
Sinopse da ObraO Salada Cultural é um festival multicultural gratuito realizado em São Luís do Maranhão, com quatro dias de programação intensiva voltada à valorização da diversidade musical e cultural maranhense. O evento reúne 20 apresentações musicais ao vivo, oficinas culturais, ações de acessibilidade e atividades formativas, promovendo o intercâmbio entre expressões populares e gêneros contemporâneos.Espetáculos musicais (20 apresentações): Apresentações de grupos e artistas locais de diferentes gêneros, incluindo reggae, samba, forró, MPB, rock, rap, trap, instrumental, além de manifestações tradicionais como Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá. Os shows ocorrerão ao ar livre, com palco estruturado, som e iluminação profissional. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.Oficinas culturais (mínimo de 3): Atividades gratuitas voltadas à formação artística, com foco em percussão, expressão corporal e iniciação musical. As oficinas têm duração de 2 a 3 horas cada e são voltadas a jovens, artistas iniciantes e moradores de comunidades periféricas. Classificação indicativa: a partir de 12 anos.Rodas de conversa e bate-papos com artistas: Momentos de intercâmbio e escuta entre artistas, produtores e o público, com temas como identidade cultural, produção musical independente e desafios da cultura popular. Atividade gratuita e aberta ao público. Classificação indicativa: livre.Vídeo institucional (1 produto audiovisual): Compilado de imagens e sons do festival, com trechos de apresentações, entrevistas, bastidores e depoimentos do público. O vídeo será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e plataformas digitais do projeto. Terá legenda, audiodescrição e versão com Libras. Classificação: livre.Clipping de mídia (1 dossiê): Documento digital com registro das matérias, entrevistas, postagens e veiculações em rádio, TV, redes sociais e portais de notícia durante o período do projeto. Será publicado como parte da transparência e relatório de impacto.Relatório de impacto (1 produto documental): Material em formato PDF contendo dados sobre o alcance do festival, número de beneficiados, público participante, impacto econômico estimado, ações de acessibilidade e retorno cultural. Também disponível gratuitamente online.Registro fotográfico e audiovisual (20 vídeos e 20 galerias de fotos): Cada atração artística terá registro completo em vídeo e fotografia, com edição básica e publicação em ambiente digital com acesso gratuito. As peças contarão com textos descritivos e recursos de acessibilidade.Todos os produtos terão caráter público e gratuito, respeitando os princípios da acessibilidade, da valorização cultural e da democratização do acesso à arte. A classificação indicativa geral do projeto é livre, exceto nas oficinas com atividades práticas específicas para maiores de 12 anos.
Objetivo GeralPromover a valorização, difusão e acesso à diversidade musical e cultural do Maranhão por meio da realização do Salada Cultural, um festival multicultural gratuito que reúne diferentes expressões artísticas e musicais, conectando tradições populares e gêneros contemporâneos em um único espaço de celebração, inclusão, formação e fortalecimento da economia criativa local. O projeto busca consolidar-se como plataforma de visibilidade para artistas locais, incentivar a ocupação dos espaços públicos por meio da arte e proporcionar experiências culturais transformadoras para públicos diversos, ampliando o reconhecimento da identidade maranhense no cenário cultural brasileiro. Objetivos EspecíficosRealizar 20 apresentações musicais gratuitas ao vivo, ao longo de 4 dias de festival, com diversidade de gêneros: reggae, samba, forró, MPB, rap, trap, rock, além de manifestações tradicionais maranhenses como Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá;Contratar, de forma remunerada, mais de 100 profissionais da cadeia produtiva da cultura, incluindo artistas, técnicos de som e luz, produtores, comunicadores, montadores, intérpretes de Libras, entre outros;Implementar ações de acessibilidade durante todo o evento, com intérpretes de Libras, audiodescrição, materiais gráficos em braille e espaços reservados para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida;Oferecer oficinas culturais gratuitas de percussão, expressão corporal e produção musical, com foco em jovens, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e moradores de comunidades periféricas, beneficiando ao menos 120 participantes;Realizar ações formativas e de intercâmbio cultural, como rodas de conversa com artistas e produtores locais, fortalecendo a troca de saberes entre diferentes gerações e estilos artísticos;Produzir e disponibilizar gratuitamente os seguintes produtos culturais: a) 20 registros audiovisuais das apresentações; b) 20 registros fotográficos profissionais; c) Relatório de impacto cultural, social e econômico do evento; d) Clipping de mídia com matérias em jornais, rádios e redes sociais; e) Vídeo institucional com resumo das ações e depoimentos dos envolvidos;Desenvolver e executar estratégia de comunicação multiplataforma, com alcance estimado de mais de 100 mil pessoas, utilizando redes sociais, mídia tradicional, rádio comunitária, mídia OOH e assessoria de imprensa para garantir ampla divulgação do evento e seus impactos;Garantir a gratuidade de todas as ações, sem cobrança de ingressos ou taxas, viabilizando o acesso democrático e inclusivo à arte e cultura;Estimular a circulação econômica local, envolvendo fornecedores de serviços e produtos locais (alimentação, transporte, hospedagem, aluguel de equipamentos), com impacto estimado em mais de R$ 100.000,00 em movimentação indireta;Contribuir para a formação de público e valorização da produção artística maranhense, despertando o interesse pela cultura local, especialmente entre jovens e novos públicos, fortalecendo o sentimento de pertencimento e identidade cultural;Executar todas as etapas do projeto com base em princípios de transparência, legalidade e responsabilidade social, com prestação de contas documentada e comprovada por meio de notas fiscais, relatórios técnicos e registros audiovisuais;Consolidar o Salada Cultural como um evento de referência na agenda cultural de São Luís, com potencial de replicação em futuras edições e possibilidade de expansão para outras cidades maranhenses e da região nordeste.
O projeto Salada Cultural propõe-se como uma ação de democratização do acesso à cultura e valorização da diversidade artística brasileira, especialmente no contexto maranhense, que se destaca pela riqueza de expressões populares, afro-brasileiras e híbridas. Trata-se de um festival multicultural gratuito que integra manifestações tradicionais (como Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá) com gêneros musicais contemporâneos (reggae, samba, forró, rap, rock, MPB, trap), em uma programação que contempla 20 apresentações artísticas ao longo de quatro dias, além de oficinas, ações formativas e de acessibilidade.A viabilidade do projeto está diretamente vinculada ao uso do mecanismo de incentivo fiscal da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), considerando que se trata de um evento gratuito, sem cobrança de ingressos, realizado em espaço público e de alto impacto social e econômico para a cidade de São Luís-MA. O incentivo à cultura via renúncia fiscal é fundamental para garantir a qualidade, a gratuidade, a diversidade e a acessibilidade da proposta, que não teria condições de se realizar por meio de recursos próprios ou apenas com patrocínio direto privado, dadas as características do mercado local e a escassez de investimentos estruturais em cultura na região. Fundamentação LegalO projeto está plenamente enquadrado no escopo da Lei 8.313/91, em especial nos seguintes incisos do Artigo 1º:Art. 1º, inciso I _ "estimular e valorizar as manifestações culturais dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira";Art. 1º, inciso III _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores";Art. 1º, inciso V _ "garantir a democratização do acesso aos bens de cultura";O projeto também se articula com diversos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, entre os quais se destacam:Art. 3º, inciso I _ "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória";Inciso II _ "priorizar o apoio a projetos culturais significativos, que contribuam para o fortalecimento da identidade cultural brasileira";Inciso III _ "apoiar projetos que preservem os modos de criar, fazer e viver das comunidades, seus saberes e expressões tradicionais";Inciso V _ "democratizar o acesso aos bens culturais, com ênfase em iniciativas gratuitas e em territórios de menor acesso histórico à cultura";Inciso IX _ "estimular a criação, formação e capacitação na área cultural". Importância da Utilização da Lei de IncentivoA Lei de Incentivo à Cultura é o mecanismo mais adequado para viabilizar o Salada Cultural porque:Garante a gratuidade total das ações culturais previstas, assegurando o acesso de públicos diversos, inclusive populações de baixa renda e grupos historicamente excluídos do consumo cultural;Possibilita a contratação justa e formal de profissionais da cultura, respeitando a dignidade e o tempo de trabalho de artistas, técnicos, produtores, comunicadores e oficineiros;Viabiliza ações de acessibilidade e inclusão, que demandam investimento extra com intérpretes de Libras, materiais em braille, audiodescrição e adequações de espaço;Promove impactos sociais e econômicos locais significativos, estimulando a economia criativa e o turismo cultural em São Luís;Contribui para a preservação e difusão do patrimônio imaterial maranhense, valorizando as manifestações reconhecidas como bens culturais de valor inestimável para o Brasil;Fortalece a formação de público e a educação cultural, com ações pedagógicas, oficinas e rodas de conversa que integram a programação;Permite a realização de um projeto estruturado, transparente e com prestação de contas formalizada, conforme previsto pela legislação federal.Além disso, o projeto se alinha a diretrizes contemporâneas de política pública cultural ao promover:Diversidade étnico-racial e de gênero, com maioria do elenco artístico e técnico formado por pessoas negras, mulheres e LGBTQIAPN+;Redução das desigualdades regionais, por ser proposto por um agente cultural da Região Nordeste, sediado no Maranhão (estado que historicamente recebe menor investimento proporcional em cultura);Acessibilidade plena, com políticas que garantem participação de PCDs e idosos;Sustentabilidade econômica da cadeia cultural local, priorizando fornecedores e prestadores de serviço maranhenses.
O projeto Salada Cultural traz uma abordagem inovadora ao propor um festival com curadoria inclusiva, estrutura profissional, foco na acessibilidade e impacto social profundo, atuando como ferramenta de transformação cultural no território em que se insere. Além das ações já detalhadas nos campos anteriores, este espaço é utilizado para complementar a proposta com elementos que reforçam sua relevância, consistência e viabilidade.1. Integração com políticas públicas e marcos legais da cultura O projeto está alinhado aos objetivos do Plano Nacional de Cultura (PNC), aos princípios da Lei 8.313/91 e à Agenda 2030 da ONU, especialmente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, 5, 10 e 11, que tratam de educação de qualidade, igualdade de gênero, redução das desigualdades e cidades sustentáveis. A proposta também dialoga com o Decreto nº 11.453/2023, ao incluir ações afirmativas, de diversidade e inclusão territorial.2. Articulação com a economia criativa e sustentabilidade A cadeia produtiva envolvida no projeto contempla profissionais de diferentes segmentos da economia criativa: músicos, produtores, técnicos, comunicadores, designers, fotógrafos, educadores, intérpretes de Libras, entre outros. A contratação é feita de forma transparente, respeitando os direitos trabalhistas e priorizando agentes culturais locais. Isso resulta em geração direta de renda e estímulo ao empreendedorismo cultural.3. Conexão comunitária e protagonismo local O Salada Cultural será realizado em São Luís-MA, cidade com patrimônio imaterial reconhecido e forte tradição cultural. O projeto se propõe como um espaço de escuta e expressão das culturas periféricas e tradicionais, fortalecendo a autoestima das comunidades envolvidas. A mobilização será feita em parceria com coletivos, escolas públicas, centros culturais e associações de bairro.4. Inovação na comunicação e na linguagem acessível A equipe de comunicação adota uma linguagem inclusiva, acessível e plural, com foco na horizontalidade das mensagens. O projeto se compromete com a produção de conteúdos acessíveis em Libras, com legendas, descrição de imagens e versões em braille. Também estão previstas campanhas educativas e de valorização da cultura maranhense, tanto no meio digital quanto físico.5. Relevância para o campo da música e cultura popular Ao reunir artistas tradicionais e contemporâneos em um mesmo espaço, o projeto promove o intercâmbio de saberes e gera novas possibilidades estéticas e colaborativas. A presença de manifestações como Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá ao lado de artistas da cena urbana (rap, trap, reggae, rock) traduz um gesto simbólico de união e ressignificação cultural, reforçando a identidade maranhense como território múltiplo.6. Fomento à acessibilidade e à cultura inclusiva Além das ações técnicas de acessibilidade (Libras, braille, audiodescrição), o projeto prevê ações de sensibilização com a equipe, contratando profissionais com deficiência, garantindo acessos físicos e simbólicos aos conteúdos e atividades. A perspectiva de acessibilidade está presente desde o planejamento até a entrega dos produtos, e não como um adendo.7. Potencial de replicação e institucionalização O projeto foi concebido como um modelo replicável em outros municípios do estado e da região Nordeste. A sistematização das metodologias e a elaboração de relatórios de impacto permitirão que a experiência possa ser reaplicada com adaptações em diferentes contextos, transformando o Salada Cultural em uma política cultural de base comunitária e territorial.8. Plano de continuidade e legado Após a realização do evento, está prevista a entrega de todos os produtos digitais e relatórios a órgãos de cultura e instituições parceiras, com objetivo de contribuir com dados e diagnósticos sobre o setor cultural da cidade. O material servirá como base para futuras ações públicas, editais e mapeamentos culturais. Também está prevista a manutenção dos canais digitais do projeto para a continuidade da relação com o público e divulgação de novas edições.9. Contrapartidas institucionais estratégicas Além das ações culturais descritas, o projeto compromete-se a:Realizar ao menos uma oficina gratuita em escola pública após o festival;Doar materiais audiovisuais para bibliotecas, centros culturais e instituições de ensino;Apresentar relatório público em audiência ou roda de conversa com lideranças comunitárias, promovendo transparência e diálogo.10. Parcerias estratégicas em construção O projeto está em diálogo com instituições públicas e privadas, como universidades, rádios comunitárias, coletivos culturais e empresas locais, visando garantir o engajamento social e o fortalecimento das redes de apoio. Essas articulações ampliam a legitimidade do projeto e garantem sua inserção na malha sociocultural da cidade.
O projeto Salada Cultural contempla a execução e entrega de diversos produtos culturais com especificações técnicas que asseguram sua qualidade, acessibilidade, viabilidade de prestação de contas e valor simbólico e educativo. A seguir, estão descritas as características técnicas de cada um dos produtos que integram a proposta: 1. Festival Multicultural – Salada Cultural (Produto principal)Formato: Festival artístico-cultural ao ar livre com 4 dias consecutivos de programação.Duração total do evento: Aproximadamente 20 horas (5 horas por dia).Número de atrações: 20 apresentações musicais ao vivo.Estrutura técnica: Palco profissional (10x8m), sistema de som P.A. para até 5 mil pessoas, sistema de iluminação cênica com refletores de LED, moving lights, backline completo, cabines de camarim, banheiros químicos, geradores de energia, área técnica reservada, área de acessibilidade sinalizada.Infraestrutura de público: Tendas de acolhimento, estrutura de acessibilidade, ponto de apoio com primeiros socorros e brigadistas.Acessibilidade: Intérpretes de Libras, audiodescrição ao vivo, folders em braille, sinalização tátil e piso adequado.Classificação indicativa: Livre. 2. Oficinas Culturais Formativas (mínimo de 3 oficinas)Temas: Percussão maranhense, expressão corporal e produção musical básica.Carga horária: 3 horas por oficina, com 1 encontro único cada.Público-alvo: Jovens, artistas iniciantes e comunidade em geral.Local de realização: Espaço cultural ou sala multiuso adaptada com som, cadeiras e instrumentos.Material didático: Folhetos explicativos com conteúdo da oficina, distribuídos impressos e por QR Code.Mediadores: Artistas e educadores com experiência na área específica de cada oficina.Metodologia: Exposição oral, demonstrações práticas, vivência corporal, dinâmicas em grupo, roda de conversa final.Classificação indicativa: A partir de 12 anos. 3. Roda de Conversa com Artistas e ProdutoresFormato: Mesa-redonda com 3 a 5 convidados e mediação.Tema: Produção cultural, identidade artística, desafios da cultura popular e novos modelos de circulação.Duração: 1h30min por encontro.Material de apoio: Cartaz do tema, banner com identidade visual do projeto, ficha de presença, gravação em vídeo.Acessibilidade: Intérprete de Libras, legenda no vídeo pós-evento.Público estimado: 50 pessoas por roda.Classificação: Livre. 4. Registro Audiovisual das Apresentações (20 vídeos)Formato: Vídeo digital em Full HD (1920x1080), duração média de 3 a 5 minutos por atração.Edição: Corte seco + trilha sonora + identidade visual do projeto e créditos.Acessibilidade: Versões com legendas descritivas e audiodescrição.Entrega: Hospedados em canal do YouTube e disponibilizados gratuitamente.Total de vídeos previstos: 20 vídeos editados, um para cada atração.Padrão técnico: Câmeras DSLR e mirrorless com captação estéreo, estabilizadores de imagem, iluminação auxiliar para baixa luz. 5. Galeria Fotográfica Profissional (20 galerias)Formato: Álbum digital com 10 a 20 fotos por apresentação, totalizando até 400 imagens.Equipamentos utilizados: Câmeras profissionais, lentes claras, edição em Lightroom e Photoshop.Formato de entrega: JPG alta resolução + versão compacta para redes sociais.Distribuição: Publicação em site/redes sociais do projeto e disponibilização para os artistas com autorização de uso. 6. Vídeo Institucional do Festival (1 vídeo)Duração: Entre 6 a 10 minutos.Conteúdo: Compilado com trechos de apresentações, entrevistas com artistas e equipe, bastidores, impacto social.Formato: Full HD, com trilha sonora original e identidade visual.Recursos de acessibilidade: Versão com Libras, legenda oculta e audiodescrição.Veiculação: Publicado nas redes sociais e canais institucionais.Objetivo: Síntese documental e promocional do projeto. 7. Clipping de Mídia (1 dossiê digital)Conteúdo: Matérias em jornais locais, entrevistas de rádio/TV, postagens e engajamentos em redes sociais, prints de publicações, número de acessos e alcance digital.Formato de entrega: Documento em PDF com links ativos e imagens integradas.Tamanho estimado: 10 a 20 páginas.Distribuição: Anexado na prestação de contas e disponibilizado para patrocinadores e redes de cultura. 8. Relatório de Impacto Cultural, Social e Econômico (1 documento)Formato: Relatório técnico descritivo, com dados quantitativos e qualitativos, gráficos e infográficos.Conteúdo: Indicadores de público, número de beneficiários diretos e indiretos, empregos gerados, retorno de mídia, impacto econômico local, ações de inclusão e formação.Entrega: Documento digital em PDF com design gráfico institucional.Tamanho estimado: 15 a 30 páginas.Objetivo: Avaliação de resultados, transparência e ferramenta de análise para políticas públicas. 9. Materiais Gráficos Acessíveis (impressos e digitais)Produtos: Folders com programação, sinalização de acessibilidade, placas informativas, cards digitais, banners, cartazes.Material: Impressos em papel couché 250g (colorido), plotagem em lona, arquivos digitais em JPG e PDF.Tiragem prevista: 1.000 unidades físicas + versão digital.Acessibilidade: Versão em braille (tiragem limitada), versão digital com descrição textual e versão em Libras nos principais posts. Todos os produtos seguem critérios de acessibilidade, licenciamento para uso livre, e alinhamento com as exigências da Lei 8.313/91, sendo entregues de forma gratuita, com controle de qualidade técnico e artístico. Os arquivos digitais serão arquivados e disponibilizados publicamente por tempo indeterminado.
O Salada Cultural será estruturado com foco em acessibilidade universal, tanto no aspecto físico quanto no de conteúdo, garantindo que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida tenham condições plenas de participação nas atividades do festival.Acessibilidade Física: O local do evento contará com estrutura adaptada, incluindo:Rampas de acesso e nivelamento do terreno para cadeirantes;Banheiros químicos adaptados;Área reservada e sinalizada para cadeirantes e acompanhantes;Guias táteis e sinalização adequada nos principais fluxos de circulação;Equipe de apoio treinada para atendimento inclusivo e emergencial.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a compreensão plena da programação e das ações desenvolvidas, serão implementadas as seguintes medidas:Presença de intérpretes de Libras nos quatro dias de evento, tanto nas apresentações quanto nas oficinas e rodas de conversa;Audiodescrição ao vivo para parte da programação, especialmente nos espetáculos de maior impacto visual e sonoro;Produção de materiais gráficos em braille, com informações sobre o festival, grade de atrações e orientações de acesso;Disponibilização de legendas descritivas e narrativas acessíveis nos vídeos que compõem os registros audiovisuais do evento;Implantação de visitas sensoriais guiadas, destinadas ao público com deficiência visual ou múltipla, realizadas no pré-evento.Todas essas medidas serão realizadas em parceria com profissionais especializados e organizações locais voltadas para acessibilidade e inclusão, garantindo que o projeto cumpra com excelência o princípio da equidade no acesso à cultura.
O Salada Cultural será um evento inteiramente gratuito e acessível ao público, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. Todas as ações previstas – shows, oficinas, rodas de conversa e atividades paralelas – serão abertas à população, com foco especial na inclusão de públicos periféricos e grupos socialmente vulnerabilizados.Distribuição e acesso aos produtos:Todos os produtos culturais gerados (vídeos, fotos, relatórios, entrevistas e documentos) serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e redes sociais do projeto;O relatório de impacto e clipping de mídia será publicado em PDF e enviado por e-mail a parceiros, instituições públicas e culturais;O vídeo institucional com os melhores momentos será hospedado em plataformas abertas como YouTube e Vimeo, com legenda e audiodescrição.Ações complementares para ampliação do acesso:Realização de oficinas gratuitas de percussão, expressão corporal e produção musical, voltadas a jovens de escolas públicas, artistas iniciantes e moradores de comunidades periféricas;Produção de conteúdo educativo e formativo a partir das oficinas e rodas de conversa, também disponibilizado online;Promoção de ensaios abertos com algumas atrações artísticas, especialmente para turmas de escolas públicas e grupos comunitários;Parcerias com rádios comunitárias e portais locais para cobertura do evento, ampliando o alcance da proposta para populações com acesso restrito à internet;Estímulo à presença de público diverso, com ações de mobilização em bairros periféricos, ONGs, associações de base e coletivos culturais;O projeto ainda buscará parcerias com o transporte público municipal e instituições sociais para facilitar o deslocamento do público até o evento. As redes sociais do projeto funcionarão como canal direto de divulgação de horários, programação e acessos, com linguagem simples, recursos visuais e versões em Libras sempre que possível.
A execução do projeto Salada Cultural será liderada por João Vitor Silva Soares, microempreendedor individual com CNPJ ativo, responsável legal e proponente da proposta. João atuará como Produtor Executivo e Diretor Geral, respondendo por todas as etapas do projeto, desde o planejamento até a entrega dos produtos e prestação de contas. Suas funções incluem:Coordenação geral do projeto;Supervisão da equipe técnica e artística;Acompanhamento da execução orçamentária;Articulação institucional com parceiros e órgãos públicos;Aprovação de peças de comunicação e identidade visual;Organização dos cronogramas internos e controle de prazos;Revisão e aprovação dos relatórios técnicos e de impacto;Responsável final pela prestação de contas e contrapartidas.Currículo do Proponente – João Vitor Silva Soares Compositor, cantor, violonista, diretor musical e produtor cultural com mais de 15 anos de atuação. Natural de São Luís/MA, atua profissionalmente desde 2006, com trajetória que abrange música popular e erudita, gravações, shows, eventos culturais e projetos autorais. Dirige o home studio JV Sonus, onde realiza gravações, direção musical e edição de conteúdos. Já executou projetos por leis de incentivo estadual e federal, tendo dois projetos aprovados pelo PRONAC. Desenvolve também formações culturais e oficinas em diversas áreas da música. É idealizador de projetos como "Uma Parte de Mim João Soares", "Feito em Casa", "Icatu Cultural" e "Coisas do Maranhão". Seu trabalho está fortemente vinculado à valorização da cultura maranhense e à democratização do acesso à arte. Principais ParticipantesRicardo Torres – Produtor de Palco e Coordenador de Logística Produtor com vasta experiência em eventos culturais e festivais, atuando na montagem de palcos, planejamento técnico, controle de cronogramas e contratação de fornecedores. Trabalhou em diversos eventos de médio e grande porte no Maranhão.Iana Sousa – Coordenadora de Comunicação e Acessibilidade Formada em Comunicação Social, atua como produtora de conteúdo, social media e assessora de imprensa. Responsável pela identidade visual do projeto, planejamento estratégico de mídia e ações de acessibilidade comunicacional. Tem ampla experiência com comunicação institucional de projetos incentivados e criação de peças acessíveis (material em braille, Libras, vídeos com legenda).Adauto Wagner Ferreira – Técnico de Som e Coordenador de Equipamentos Técnico de áudio e iluminação com mais de 10 anos de atuação em eventos culturais. Especialista em sonorização ao vivo, montagem de PAs, mesas digitais e operação de sistemas para grandes palcos. Atua na empresa Adauto Sound, especializada em eventos culturais e técnicos.Fábio Henrique Lima – Coordenador de Produção Responsável por supervisionar a equipe operacional durante a execução do festival. Atua com produção executiva e coordenação de pessoal em eventos culturais, shows e feiras desde 2014.João Vitor Monteiro – Coordenador de Palco Ator, diretor de arte e produtor técnico. Responsável pela fluidez das apresentações no palco, orientação de elenco e cumprimento da ordem do dia. Já trabalhou em festivais de cultura popular e eventos com grandes coletivos artísticos.Dandara Ferreira – Consultora de Acessibilidade e Inclusão Educadora, pesquisadora de danças populares e ativista dos direitos das pessoas com deficiência. Será responsável por acompanhar a execução das medidas de acessibilidade e garantir a qualidade das experiências inclusivas durante o festival.Valdeson de Abreu Monteiro – Elaborador e Assessor Técnico do Projeto Músico, gestor cultural e especialista em políticas públicas de cultura. Responsável pela redação técnica, adequação jurídica do projeto às normativas da Lei 8.313/91 e apoio na estruturação das metas, cronograma, orçamento e contrapartidas. Possui mais de 10 anos de experiência em formatação de projetos culturais. Outros Participantes e ColaboradoresA equipe contará ainda com:Intérpretes de Libras contratados por demanda para todo o período do evento;Equipe técnica de montagem e desmontagem de palco, som e iluminação;Oficineiros de música e cultura popular, a serem selecionados por chamada aberta;Assistentes de produção e pessoal de apoio, priorizando a contratação local;Empresa responsável pelo registro audiovisual, fotografia e edição dos produtos digitais;Profissional de design gráfico e edição de vídeos para produtos acessíveis e relatórios. Toda a equipe será formalmente contratada, com remuneração justa e compatível com o mercado. Sempre que possível, será priorizada a contratação de mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e pessoas oriundas das comunidades de São Luís, promovendo equidade, inclusão e representatividade também na equipe de bastidores.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.