| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
Realização do Festival Turmalina, evento de artes integradas voltado à valorização da produção artística de mulheres negras, com oficinas formativas, exposição fotográfica e apresentações musicais gratuitas no Espírito Santo. A proposta contempla ações afirmativas, estratégias de acessibilidade e distribuição gratuita de catálogo digital com audiodescrição.
Produto 1: Festival, Bienal, Festa ou Feira (Somente Estrutura)Sinopse:Estrutura física para realização do Festival Turmalina, com montagem de palco, som, luz, camarins, ambientação cenográfica e áreas de circulação. A estrutura será instalada em espaço público, com acessibilidade garantida (rampas, área PCD, intérprete de Libras e sinalização inclusiva), visando oferecer conforto e segurança ao público e aos artistas.Classificação indicativa: Livre Produto 2: Curso / Oficina / CapacitaçãoSinopse:Série de oficinas culturais voltadas à formação de mulheres negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e de territórios periféricos, abordando temas como artesanato afro, fotografia, literatura antirracista e empreendedorismo cultural. As oficinas têm foco na emancipação social, geração de renda e valorização de identidades historicamente marginalizadas.Classificação indicativa: 16 anos Produto 3: Apresentação Musical (Apenas Shows/Apresentações)Sinopse:Apresentações musicais gratuitas de cantoras negras, com a presença de pelo menos 1 atração de outra região de alcance nacional e de pelo menos 2 cantoras capixabas, além de duas mestras da cultural popular. O repertório autoral deverá ser centrado em identidade, território e resistência. Os shows acontecem em espaço público com estrutura profissional e recursos de acessibilidade como intérprete de Libras, área PCD e protetores auriculares para pessoas com hipersensibilidade auditiva.Classificação indicativa: Livre Produto 4: Exposição Cultural / de Artes (Mostra Turmalina de Mulheres Negras)Sinopse:Mostra de artes visuais com curadoria de mulheres negras, reunindo até 60 obras que discutem ancestralidade, identidade, corpo e território. A exposição será montada em local público, com visitas guiadas e mediação educativa para escolas. A proposta destaca narrativas visuais produzidas por artistas negras de diversas regiões do país.Classificação indicativa: Livre Produto 5: Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa (Catálogo da Exposição)Sinopse:Catálogo da exposição contendo textos curatoriais, imagens das obras, biografias das artistas e conteúdos acessíveis (audiodescrição e versão em PDF). O material será distribuído gratuitamente em formato impresso e digital, documentando criticamente a Mostra Turmalina e valorizando a produção artística de mulheres negras no Brasil.Classificação indicativa: Livre
Objetivo Geral Promover o acesso democrático à arte protagonizada por pessoas negras, valorizar a produção cultural de mulheres negras e fortalecer a representatividade negra nas artes visuais e musicais por meio da realização do Festival Turmalina, em Vitória (ES), com ações afirmativas, estratégias de acessibilidade e formação crítica voltadas à equidade racial. Objetivos Específicos • Realizar 1 mostra fotográfica com obras de até 20 mulheres negras, em exposição no MUCANE _ Museu Capixaba do Negro "Verônica da Pas";• Pagamento de bolsas para até 20 mulheres negras fotógrafas, participantes da exposição. • Desenvolver, imprimir e distribuir gratuitamente catálogo impresso + digital acessível da exposição, com audiodescrição das obras e textos curatoriais;• Ofertar 5 oficinas formativas gratuitas (produção cultural, literatura negra, fotografia, artesanato afro e educação antirracista), com 60 vagas cada, totalizando até 300 beneficiários diretos;• Realizar 1 oficina exclusiva voltada a professores e famílias negras, com foco em práticas pedagógicas antirracistas, com 60 participantes;• Promover apresentações pelo menos 5 musicais/shows com artistas negras, incluindo mestras da cultura popular, abertas ao público e com acessibilidade garantida;• Garantir acessibilidade comunicacional e física em todas as atividades (intérpretes de Libras, audiodescrição, materiais adaptados e espaço PCD);• Estimular a geração de pelo menos 50 postos de trabalho diretos, priorizando pessoas negras e periféricas;• Reconhecer saberes tradicionais de mestras da cultura popular afro-capixaba, por meio da participação de 2 importantes mestras em ações culturais do projeto.
Assim como a turmalina negra, mineral associado à proteção, força e transmutação de energias, os corpos e criações de mulheres negras carregam ancestralidade, beleza, potência e resistência. É dessa simbologia que nasce o Festival Turmalina: uma iniciativa centrada no protagonismo feminino negro, que reconhece nessas mulheres potências preciosas, forjadas sob pressão histórica, mas repletas de brilho, sensibilidade e poder criativo.Analisando lacunas da cena cultural capixaba e nacional, principalmente no âmbito dos festivais, identificamos grave sub-representação de mulheres negras No cenário nacional, levantamento da pesquisadora Thabata Lima Arruda aponta que apenas cerca de 20% das atrações de festivais entre 2016 e 2023 foram compostas por mulheres negras. Em 2021, esse número chegou a 26,1%, mas caiu nos anos seguintes. Em 2023, cinco festivais ocorreram sem nenhuma mulher em seus palcos. Tais dados evidenciam a marginalização persistente.O Festival Turmalina surge como resposta estruturante a esse apagamento. Ao colocar o protagonismo de mulheres negras na fotografia, na música e na formação cultural como eixo curatorial, promove redistribuição de oportunidades, fortalece redes de criação e contribui para a equidade racial no campo cultural capixaba e brasileiro. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar o Festival Turmalina, tanto pela complexidade das ações propostas quanto pelo compromisso do projeto com a gratuidade, a acessibilidade plena e a promoção de ações afirmativas. O financiamento via Lei nº 8.313/91 torna possível a realização de oficinas formativas gratuitas, ações educativas e apresentações artísticas sem cobrança de ingresso, além do pagamento de bolsas artistas negras participantes. O projeto se enquadra nos incisos:I _ Incentivo à formação, produção, difusão e circulação de bens culturais;III _ Estímulo à participação da comunidade na vida cultural;V _ Apoio a manifestações culturais populares e de grupos étnicos e sociais.Além disso, atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;V _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VII _ Estimular a ampliação do mercado de trabalho dos profissionais da cultura.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o instrumento mais adequado para garantir a execução plena do Festival Turmalina, assegurando não apenas sua viabilidade econômica, mas também a sua coerência com os princípios de justiça social, inclusão e diversidade cultural que orientam a proposta.
Curadoria Musical e Critérios de SeleçãoA curadoria artística da programação musical do Festival Turmalina será realizada por uma curadora convidada, cuja trajetória no campo da música independente brasileira será referência para a composição do line-up. A profissional responsável será anunciada publicamente durante a fase de pré-produção do projeto.A seleção musical terá como prioridade a valorização de artistas negras brasileiras, com atenção às interseccionalidades de gênero, raça, território e identidade de gênero, garantindo representatividade e diversidade na programação. Serão selecionadas ao menos:pelo menos 3 artistas negras capixabas e/ou mestras da cultura popular (cantoras solo ou grupos liderados por mulheres negras do Espírito Santo); caso haja disponibilidade de recursos, serão contratadas mais artistas. pelo menos 1 artista negra de renome nacional, com atuação destacada na cena da música brasileira contemporânea, especialmente nos gêneros afropop, MPB, rap, reggae, funk, samba ou outros gêneros vinculados à cultura afro-brasileira.A curadoria seguirá os seguintes critérios curatoriais:Prioridade para artistas pretas e trans negras com trabalho autoral e engajado em questões sociais, raciais e de gênero;Repertórios que dialoguem com temas como ancestralidade, identidade, território, espiritualidade e resistência cultural;Qualidade artística, consistência estética e relevância na cena local, regional ou nacional;Ineditismo das apresentações no contexto do festival ou ausência de circulação recente no município, estimulando o acesso a novos públicos;Compromisso com a pluralidade de linguagens e sonoridades afro-brasileiras, fomentando trocas intergeracionais e interterritoriais;Representatividade de artistas periféricas, LGBTQIAPN+ e de territórios historicamente sub-representados no circuito musical tradicional.As apresentações acontecerão em praça pública, com acesso gratuito e estrutura de acessibilidade. O objetivo é fomentar a difusão da música produzida por mulheres negras, incentivar a formação de novos públicos e valorizar a cultura afro-brasileira em sua multiplicidade de expressões.
Exposição Cultural / de Artes (Mostra Turmalina de Mulheres Negras)Especificações Técnicas:Formato: Exposição física de artes visuais/fotografia, montada em espaço público de grande circulação.Conteúdo: Até 60 obras selecionadas por convocatória nacional, com curadoria realizada por mulheres negras.Impressão: Impressão fine art em papel fotográfico fosco de alta gramatura, com qualidade museológica. Obras montadas em placas de MDF com proteção UV ou expositores móveis, conforme viabilidade estrutural local.Acessibilidade: Todas as obras terão QR Code com audiodescrição; o local contará com acessibilidade física (rampa, piso tátil ou elevador) e mediação em Libras durante as visitas guiadas.Mediação educativa: Agendamento de visitas guiadas para escolas públicas, com entrega de material pedagógico impresso e digital aos professores.Duração da exposição: Mínimo de 30 dias.Equipe Técnica: Curadoras, educadoras, intérprete de Libras, montadores, fotógrafos e assistentes de produção.Curso / Oficina / CapacitaçãoEspecificações Técnicas:Formato: Oficinas presenciais com até 25 participantes por turma, ministradas em espaço com infraestrutura adequada (salas com mesas, cadeiras, ventilação).Temas e carga horária média (poderá sofrer ajustes):Artesanato Afro como Fonte de Renda – 6hFotografia e Representação Negra – 8hProdução Cultural e Empreendedorismo – 8hLiteratura Negra - Carolina Maria de Jesus 6hEducação Antirracista – 6hMateriais didáticos: Kits específicos para cada oficina (ex.: tecidos, câmeras, tintas, moldes, papelaria), mais material de apoio impresso e digital.Projeto pedagógico: Metodologia baseada em educação popular e afrocentrada, com foco em horizontalidade, escuta ativa e emancipação cultural.Acessibilidade: Intérprete de Libras disponível mediante solicitação prévia na inscrição.Duração das oficinas: De 1 a 2 dias por atividade. Apresentação Musical (Apenas Shows/Apresentações)Especificações Técnicas:Formato: Shows gratuitos realizados em local público, sem cobrança de ingresso.Palco e Estrutura Técnica:Palco 10x8m com cobertura e backstageSistema completo de sonorização PA para eventos ao ar livreIluminação cênica e artísticaBackline completo para shows nacionaisGerador de energia e gradil para segurançaDuração das apresentações: Entre 40 a 60 minutos por atração.Line-up: Até 6 atrações, com no mínimo 4 artistas do Espírito Santo e 2 convidadas de fora do estado, preferencialmente mulheres negras.Acessibilidade: Intérprete de Libras em todas as apresentações, área PCD com visibilidade privilegiada, banheiros adaptados e distribuição de protetores auriculares para pessoas com hipersensibilidade.Infraestrutura complementar: Tenda de apoio à produção, camarins individuais simples, praça de alimentação com foodtrucks.Duração do festival: 2 noites consecutivas.Pode sofrer alterações a depender do projeto. Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa (Catálogo da Exposição)Especificações Técnicas:Formato físico:Capa: 20x40,3cm, impressão 4x4 cores em Couche Fosco 250g, laminação BOPP fosca e verniz localizado.Miolo: 28 páginas, 20x20cm, impressão 4x4 cores em Couche Fosco 150g.Lombada: 2mm, colagem PUR, vinco na capa, shrinkado coletivo.Sistema CTP (dispensa fotolito).Tiragem: 2.000 exemplares (pode variar) Formato digital: PDF acessível com recursos de audiodescrição.Conteúdo editorial:Texto de apresentação institucionalTexto crítico e curatorial assinado pelas curadorasFotografias das obrasBiografias das artistasDistribuição: Gratuita, com envio a escolas, bibliotecas e centros culturais. Versão digital será disponibilizada em site ou plataforma de acesso livre.Classificação indicativa: Livre
O Festival Turmalina foi concebido com diretrizes de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando o pleno acesso de pessoas com deficiência às atividades culturais propostas. No campo da acessibilidade física, todos os espaços utilizados na programação do festival contarão com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada e localização central com rotas acessíveis por transporte público, em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade vigentes.Quanto à acessibilidade de conteúdo, o projeto prevê:Intérpretes de Libras em todas as atividades públicas (shows, oficinas e rodas de conversa);Audiodescrição nas obras visuais e nos vídeos promocionais;Catálogo da exposição em versão digital acessível, com recurso de audiodescrição, acessível por QR Code;Legendas descritivas em todos os conteúdos audiovisuais;Visitas sensoriais mediadas na exposição, voltadas especialmente para o público com deficiência visual;Acompanhamento de uma especialista em acessibilidade, responsável pela coordenação e implementação de todas essas ações..
O Festival Turmalina adotará estratégias amplas de democratização de acesso, assegurando que todas as ações propostas sejam gratuitas e acessíveis ao maior número possível de pessoas. Não haverá cobrança de ingressos para nenhuma atividade do projeto, incluindo shows, oficinas, rodas de conversa, visitas mediadas, exposições e ações formativas. A distribuição das vagas para oficinas será realizada por meio de formulário online e pontos físicos de inscrição, com ampla divulgação em redes sociais, rádios comunitárias e escolas públicas.Além disso, serão priorizados públicos historicamente excluídos dos circuitos culturais, como jovens negros, mulheres periféricas e pessoas em situação de vulnerabilidade, garantindo ações afirmativas nas seleções. A mostra fotográfica contará com mediação cultural e visitas guiadas abertas ao público escolar da rede pública estadual e municipal.Como medidas complementares de ampliação de acesso, o festival realizará:Oficinas gratuitas Transmissão ao vivo de parte da programação musical por meio de redes sociais, assegurando o alcance a públicos de outras regiões;Distribuição gratuita do catálogo da exposição em versão digital acessível, com audiodescrição e linguagem inclusiva, via QR Code e website institucional.
A equipe principal do Festival Turmalina é formada por 10 pessoas, das quais 9 são mulheres (90%) e 1 é homem (10%). Destas, 7 mulheres se autodeclaram negras (70%) e 4 são do Nordeste brasileiro (40%). Ao todo, 6 integrantes (60%) se identificam como LGBTQIAPN+ e 100% da equipe tem origem em territórios periféricos. A composição foi estruturada com base em ações afirmativas, assegurando representatividade étnico-racial, de gênero, território e sexualidade na condução de todas as etapas do projeto. Lucilene DiasMulher indígena, LGBT, periféricaFunções: Coordenadora Geral e de Programação, Curadora e Administrativo-FinanceiroFormada em Administração (São Camilo/ES) e pós-graduanda em Marketing e Eventos (FAVENI). Profissional com ampla experiência em produção cultural, curadoria e execução de projetos artísticos. Foi contemplada em 1º lugar no Edital Estadual de Artes Visuais (Linha 4 – Projetos Livres) com uma exposição coletiva de artistas indígenas, e em 2º lugar no Edital Paulo Gustavo – Artes Integradas, demonstrando excelência na elaboração e execução de propostas culturais. Atuou por 7 anos como membro titular da Comissão de Eventos da Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim, sendo responsável pela produção executiva e curadoria de grandes eventos públicos, como o show de Roberto Carlos, a Festa de Cachoeiro e a Feira da Bondade. Também foi produtora executiva do Festival Moqueca Pop 2023, consolidando sua expertise em planejamento, articulação institucional e coordenação de equipes em festivais culturais de médio e grande porte. Elza MedeirosMulher negra, nordestina e LGBTFunções: Produção ExecutivaCom sólida formação em Comunicação Social e especialização em Gestão de Projetos Culturais, Elza atua há mais de 15 anos com produção executiva, planejamento estratégico e articulação institucional em projetos culturais de base comunitária. Já integrou coletivos culturais no Nordeste e em São Paulo, com passagens por eventos de médio e grande porte. Tem vasta experiência com acessibilidade cultural, coordenação de equipes e mediação com comunidades tradicionais. No Festival Turmalina, será responsável pela articulação com fornecedores, cronograma macro e execução dos eixos expositivos e musicais. Rosely FerreiraMulher periféricaFunções: Acessibilidade e Inclusão | Coordenação Pedagógica de OficinasEducadora social, Rosely é especialista em Libras, audiodescrição e acessibilidade em espaços culturais. Atua como formadora de professores da rede pública em metodologias acessíveis e inclusão escolar. Já coordenou estratégias de acessibilidade em exposições, festivais e projetos educativos voltados para o público PCD. No Festival Turmalina, será responsável por coordenar a equipe de acessibilidade, garantir o cumprimento das normas técnicas e supervisionar o conteúdo acessível (audiodescrição, Libras, materiais adaptados). Também será responsável pela coordenação pedagógica das oficinas. Andressa LucianoMulher negra, periféricaFunções: Assistente de Produção Executiva e Oficineira de Artesanato AfroAfroempreendedora, produtora cultural e artesã, Andressa é referência em artesanato afro-brasileiro em Cachoeiro de Itapemirim. É cofundadora do coletivo Flores de Baobá, foi selecionada em editais como Festival Moqueca Pop e atuou como produtora em projetos como Festival Reencontros e Mostra Maria Verônica da Pas. Desenvolve peças autorais que unem sustentabilidade, estética afro e geração de renda. No Festival Turmalina, será responsável pela oficina Artesanato Afro como Fonte de Renda e integrará a equipe de produção executiva. Elisa SampaioMulher negra, nordestina e periféricaFunções: Direção de Arte e Design GráficoDesigner formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elisa é integrante do Estúdio Proa e atua com design gráfico, serviços e organização de eventos. Sua pesquisa acadêmica abordou o tema "codesign e convivência com o diferente", com foco em metodologias participativas e design como ferramenta de transformação social. Possui ampla experiência com projetos gráficos de impacto e identidade visual institucional. No Festival Turmalina, será responsável pela criação da identidade visual, peças promocionais digitais e impressas, além do catálogo digital acessível. Maria Gabriela VeredianoMulher negra e periféricaFunções: Oficineira e Produtora ExecutivaEducadora, gestora cultural e produtora, Gabriela é licenciada em Letras, com mais de 10 anos de experiência na educação pública e atuação em projetos culturais com foco em juventude negra e cultura antirracista. É idealizadora do Descolonize: Educação e Cultura Negra, página com mais de 370 mil seguidores nas redes sociais. Já atuou como produtora na Mostra Maria Verônica da Pas (MUCANE) e em projetos do Funcultura-ES. Foi premiada com o 1º lugar no Prêmio INOVA/AFRO (2021) e no 13º Prêmio Boas Práticas na Educação – SEDU (2019). No Festival Turmalina, atuará na coordenação da exposição, no diálogo com escolas para agendamento de visitas guiadas e como oficineira de literatura e educação antirracista. Julio Cesar Pires - Diretor da Empresa Proponente Homem LGBT, periféricoFunções (do dirigente da empresa proponente): Direção Geral, Produtor de Logística, Produtor Executivo da Exposição, e Coordenação de ComunicaçãoFotógrafo, produtor cultural e curador. Possui formação em Fotografia, Comunicação e Memória (USP), Estéticas das Mídias (PUC-SP), Gestão Estratégica de Negócios (PUC-MG) e graduação em Publicidade e Propaganda (São Camilo/ES). É idealizador e responsável por projetos como Luz del Fuego, Labor, e Reencontros. Suas obras já circularam internacionalmente em países como Colômbia, Peru, Chile e Argentina, sempre com ênfase em memória coletiva, representatividade e arte contemporânea de base social. Atua na direção estratégica, curadoria visual e comunicação de projetos culturais. Taynara BarretoMulher negra, LGBT e periféricaFunções: Curadoria Artística e MediaçãoFotógrafa, pesquisadora e curadora, Taynara Barreto atua na intersecção entre imagem, memória e identidade negra. Natural de Cachoeiro de Itapemirim (ES), desenvolve trabalhos autorais e coletivos voltados à valorização das mulheres negras nas artes visuais. Já foi premiada no Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (Funarte/MinC). No Festival Turmalina, atuará como curadora artística e será responsável pela mediação com o público da mostra. Tamara SantosMulher negra, nordestina, periférica e LGBTFunções: Curadoria Artística, Rodas de Conversa e Visitas Guiadas com EscolasArtista multidisciplinar, cujo trabalho concentra-se nas artes visuais, buscando valorizar o espaço das mulheres no mercado de trabalho. Fotógrafa, diretora de arte e filmmaker, atua nas áreas de retratos, editoriais de moda e eventos, com trabalhos para marcas como Natura, Itaipava e Heinz. Seu trabalho foi destaque no jornal americano The Guardian. Participou da Mostra Maria Verônica da Pas em 2024 e promove feiras de empreendedorismo no ABC Paulista incentivando moda sustentável e arte-educação. No Festival Turmalina, Tamara contribuirá com a curadoria e as mediações escolares.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.