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O projeto Corpos da Cultura realiza oficinas de dança, teatro e capoeira com foco na valorização da cultura brasileira. A iniciativa promove atividades formativas, apresentações públicas e ações de mobilização comunitária. Atende 120 participantes em territórios populares de Nova Iguaçu. As ações dialogam com a ancestralidade, identidade e inclusão social por meio da linguagem corporal.
Resumo dos Produtos Culturais do Projeto O projeto Corpos da Cultura contempla os seguintes produtos culturais com suas respectivas descrições e classificações indicativas: Espetáculos de Dança, teatro e capoeira: Apresentações artísticas com coreografias inspiradas em ritmos tradicionais brasileiros, entre outros. Serão realizadas em espaços culturais, praças públicas e durante o festival de encerramento. Classificação indicativa: Livre. Rodas de Conversa: Atividades formativas que integram teoria e prática, promovendo debates sobre identidade, ancestralidade, corpo, território e cultura popular. Participação de educadores e comunidade local. Classificação indicativa: Livre. Oficinas de Dança, teatro e capoeira: Atividades regulares com foco pedagógico na transmissão de saberes populares e técnicas corporais, voltadas a crianças, adolescentes e adultos. Serão oferecidas gratuitamente em três núcleos territoriais. Classificação indicativa: Livre.Vídeos Documentais: Produção de 5 vídeos acessíveis (com Libras e legendas) abordando os bastidores, depoimentos e registros das atividades do projeto. Os vídeos serão divulgados gratuitamente nas redes sociais e canais institucionais. Classificação indicativa: Livre. Festival de Encerramento: Evento multicultural com apresentações de dança, teatro e capoeira. Exposição fotográfica e atividades interativas. Aberto ao público com acessibilidade garantida. Classificação indicativa: Livre. Esses produtos integram a proposta formativa, artística e comunitária do projeto e visam a valorização da diversidade cultural e o acesso democrático à produção cultural brasileira. Participação do Proponente e Equipe A Associação Assistencial Mais Feliz, por meio de seu presidente Rogério Vieira Telles, atuará diretamente no projeto com dedicação voluntária na coordenação geral e artística das ações. Rogério será responsável por: Planejar e supervisionar todas as fases do projeto;Articular parcerias e mobilizar a comunidade;Participar da curadoria dos conteúdos formativos e das apresentações;Coordenar reuniões com a equipe técnica e pedagógica;Representar institucionalmente o projeto junto aos patrocinadores, imprensa e parceiros.
Objetivo Geral Promover a formação cultural, artística e cidadã de crianças, jovens e adultos por meio de atividades regulares em dança, teatro e capoeira, com foco na valorização da identidade, da diversidade e da democratização do acesso à cultura em territórios periféricos de Nova Iguaçu. Objetivos Específicos Realizar 16 oficinas mensais de cada atividade (dança, teatro e capoeira) ao longo de 11 meses, em 3 núcleos comunitários distintos.Promover 1 apresentação cultural aberta ao público, com entrada gratuita e acessibilidade garantida.Produzir e divulgar 5 vídeos audiovisuais acessíveis, com registros das atividades e entrevistas com os participantes.Distribuir 300 materiais impressos de divulgação (folders, cartazes e programas) em pontos comunitários da cidade.Garantir acessibilidade plena às atividades, com intérprete de Libras, audiodescrição, materiais com letra ampliada e locais adaptados. Conceder 120 bolsas de estudo mensais no valor de R$ 300,00 a jovens integrantes das oficinas e atividades formativas.
O projeto se enquadra na Lei de Incentivo à Cultura por promover ações formativas, de difusão e valorização da cultura brasileira, especialmente em territórios de vulnerabilidade social. O uso deste mecanismo é essencial para garantir a viabilidade financeira das atividades propostas com linguagem da dança, teatro e capoeira, possibilitando a gratuidade de acesso ao público beneficiado e assegurando estrutura, equipe técnica qualificada, acessibilidade e registro audiovisual de qualidade. Conforme o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, este projeto se enquadra nos seguintes incisos: Inciso I _ estimula a formação cultural da população brasileira.Inciso II _ fomenta a produção cultural e artística.Inciso IV _ promove o conhecimento dos bens e valores culturais.Inciso V _ contribui para a preservação da identidade, da memória e dos bens culturais.Atende, ainda, a pelo menos dois objetivos do Art. 3º da mesma lei, quais sejam: Inciso I _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso II _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso III _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, inclusive indígenas, afro-brasileiros e de outros grupos;Inciso IV _ garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional.Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura representa o instrumento legal ideal para a realização do projeto, assegurando que ele aconteça com qualidade, acessibilidade, impacto social positivo e ampla difusão, dentro dos princípios da democratização e do fortalecimento da identidade cultural brasileira.
O projeto "Corpos da Cultura" está fortemente conectado ao território e ao histórico de atuação da instituição proponente, a Associação Assistencial Mais Feliz, que desde 2020 atua de forma continuada com ações culturais, sociais e educativas em Nova Iguaçu/RJ. A proposta aqui apresentada é fruto direto do diálogo com os beneficiários e da escuta ativa de lideranças comunitárias. Outro ponto relevante é o fato de a AAMF ser certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, nos termos da Lei 13.018/2014, o que comprova sua inserção em rede e compromisso com os princípios da Política Nacional Cultura Viva. Essa condição fortalece a legitimidade da instituição como proponente e amplia sua capacidade de articulação interinstitucional. Além disso, o projeto será acompanhado por uma comissão comunitária de acompanhamento, formada por moradores, lideranças locais e representantes dos núcleos envolvidos, o que garante transparência e participação ativa no monitoramento das ações. A proposta está alinhada com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente: ODS 4: Educação de qualidade;ODS 5: Igualdade de gênero;ODS 10: Redução das desigualdades;ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis;ODS 16: Paz, justiça e instituições eficazes.Por fim, a proposta representa uma resposta concreta ao desafio da interiorização e democratização do acesso à cultura, promovendo equidade territorial e estímulo à criação artística nas periferias urbanas, com enfoque na cultura de paz, na escuta sensível e na valorização dos saberes tradicionais.
Espetáculos de Dança, teatro e capoeira Duração: Média de 90 minutos por apresentação. Material cênico: Figurinos tradicionais, adereços regionais e cenário adaptado.Paginação: Estrutura coreográfica com introdução, desenvolvimento temático por ritmo e encerramento coletivo.Projeto pedagógico: Envolve a construção coletiva das coreografias durante as oficinas mensais, com foco na valorização da diversidade corporal e das expressões culturais brasileiras.Oficinas de Dança Duração: 2 horas por sessão, 3 núcleos mensais. Material didático: Aparelhos de som, instrumentos de percussão, apostilas visuais e corpo como ferramenta principal. Paginação: Alongamento e aquecimento, prática guiada, partilha e retorno coletivo. Projeto pedagógico: Metodologia vivencial e horizontal, respeitando os saberes dos participantes e as tradições das danças populares.Material de apoio: Textos reflexivos, vídeos, registros audiovisuais de manifestações culturais. Paginação: Abertura com contextualização, debate guiado e encerramento com síntese participativa. Projeto pedagógico: Educação popular e metodologias participativas, com temas como corpo, território e ancestralidade.Festival de Encerramento Duração: 1 dia de programação (3 horas totais).Material: Palco, som e luz profissional. Paginação: Abertura institucional, apresentações artísticas, exposições culturais, oficinas paralelas, encerramento. Projeto pedagógico: Integração dos conteúdos desenvolvidos, celebração coletiva da cultura local e democratização da arte.PLANO PEDAGÓGICO DA OFICINA “CORPOS DA CULTURA”PRONAC 253263 1. TÍTULO DA AÇÃO FORMATIVACorpos da Cultura – Oficinas de Dança, Capoeira e Teatro em Territórios Populares2. APRESENTAÇÃOO projeto “Corpos da Cultura” é uma iniciativa sociocultural da Associação Assistencial Mais Feliz que oferece oficinas nas linguagens de dança, capoeira e teatro, com atuação em múltiplos territórios populares de Nova Iguaçu. A proposta promove vivências artísticas integradas com foco na valorização da cultura brasileira, formação cidadã e democratização do acesso à arte. Cada participante deve obrigatoriamente integrar pelo menos duas linguagens artísticas, em um sistema rotativo de ciclo de atividades, garantindo diversidade de experiências e desenvolvimento integral. 3. OBJETIVOS PEDAGÓGICOS· Estimular a vivência artística por meio de múltiplas linguagens corporais e expressivas.· Proporcionar acesso gratuito a oficinas de dança, capoeira e teatro em comunidades de baixa oferta cultural.· Valorizar a identidade, a ancestralidade e o corpo como território de expressão.· Promover intercâmbio cultural e a convivência entre diferentes públicos e faixas etárias.· Desenvolver a autonomia criativa dos participantes, com culminância em ações culturais públicas.4. METODOLOGIAAs oficinas acontecerão de forma itinerante, com circulação dos professores por diferentes polos e territórios. Cada participante será inscrito em duas linguagens artísticas obrigatórias, respeitando sua disponibilidade e interesse, e participará de um ciclo contínuo de atividades formativas. As práticas serão conduzidas por uma equipe de sete professores, organizados conforme carga horária definida: 2 dias por semana, com 8h de jornada diária por professor. As ações terão enfoque prático, dialógico e comunitário, valorizando o saber local e a criação coletiva.Princípios metodológicos:· Rodízio de linguagens para ampliação do repertório dos participantes;· Dinâmicas coletivas e exercícios técnicos próprios de cada linguagem;· Integração entre arte, território e comunidade;· Construção colaborativa de cenas, coreografias e rodas culturais.5. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOSMódulo Transversal – Fundamentos da Educação Popular e da Expressão CorporalInspirado nas obras de Paulo Freire, Carlos Brandão e Blanca BritesCorpo como território político, histórico e culturalPrincípios da educação popular: diálogo, escuta ativa, construção coletivaExpressão e identidade nas linguagens do corpoCultura como direito e prática de cidadania Oficina de Dança – Cultura Corporal e Danças Baseado em Katz (2003), Brites (2007) e Hobsbawm (1997)História e ancestralidade das danças brasileirasRepertório: jongo, maracatu, samba de roda, coco, frevo e cirandasTécnica corporal, improvisação e dinâmicas de criação coletivaRitmos, gestualidade e resistência cultural nos movimentos· Elementos técnicos fundamentais do balé clássico· Postura, equilíbrio, musicalidade e coordenação motora· O balé como expressão artística, disciplina corporal e inclusão· Criação de pequenas coreografias com base em repertório adaptado· Integração entre balé e outras linguagens corporais no contexto popularProcessos de invenção coreográfica com foco comunitário Oficina de Capoeira – Corpo, Ritmo e ResistênciaReferências: Eliana Barreto (2009), Luiz Renato Vieira (1995)Fundamentos da Capoeira Angola e Regional: ginga, floreios, rituaisMusicalidade: berimbau, canto, palmas e expressão rítmicaCapoeira como prática de resistência e memória afro-brasileiraA roda como espaço pedagógico, comunitário e simbólicoCriação de sequências coreográficas e cenas inspiradas em vivênciasOficina de Teatro – Corpo em Cena e Dramaturgia PopularBaseado em Viola Spolin (2000), André Carrière (2005) e Lenira Neves (2006)Jogos teatrais, improvisação e expressão corporalConstrução de personagens a partir de narrativas pessoais e locaisDramaturgia popular, contação de histórias e teatro do oprimidoCenas autorais com base em temas do território (memória, identidade, luta)Processos de criação colaborativa e ensaios abertos à comunidade6. ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES· Modelo de Rodízio/Ciclo: os participantes circulam entre duas linguagens ao longo da semana.· Total de participantes: 120· Obrigatoriedade: mínimo de 2 linguagens por participante· Duração por aula: 2 horas· Frequência: 2 vezes por semana· Polos atendidos: itinerância programada nos bairros parceiros· Equipe pedagógica: 3 professores de dança 2 professores de capoeira 2 professores de teatro· Carga horária dos professores: 2 dias por semana 8 horas por dia Total: 16 horas semanais por professorEquipe TécnicaA execução pedagógica será coordenada por uma equipe multidisciplinar composta por profissionais da cultura e das áreas de assistência e desenvolvimento humano:Coordenação Geral: responsável pela supervisão institucional do projeto e articulação com parceiros e financiadores.Coordenação Pedagógica: coordena os processos educativos, garante a integração entre linguagens e acompanha a formação dos educadores. Coordenação de Oficinas: organiza o cronograma de atividades, a itinerância entre os polos e o planejamento das aulas.Assistente Social: realiza acolhimento, acompanhamento de demandas sociais e articulação com políticas públicas.Psicólogo: desenvolve ações de escuta, suporte emocional, orientação de grupo e apoio a situações de vulnerabilidade. Carga Horária – Equipe Técnica “Corpos da Cultura”FunçãoDescrição das Atividades Coordenação GeralGestão institucional do projeto, articulação com parceiros, elaboração de relatórios e apoio à equipe técnica 16h Coordenação PedagógicaAcompanhamento metodológico, apoio aos professores, observação de oficinas, planejamento e avaliação 30h Coordenação de OficinasOrganização de cronogramas, agendas de polos, logística, substituições, relatórios de frequência 30h Assistente SocialAcolhimento de participantes, mediação de vulnerabilidades, relatórios sociais e visitas aos polos 16h PsicólogoAtendimento coletivo e pontual, rodas de conversa, encaminhamentos e orientação à equipe sobre saúde mental 16h CURRÍCULO DO COORDENADOR GERALRogério Vieira Telles é músico, educador, produtor cultural e gestor de projetos sociais, com mais de 20 anos de experiência em iniciativas de formação artística e comunitária. É o atual presidente da Associação Assistencial Mais Feliz (AAMF), onde coordena programas voltados à educação, cultura e cidadania em territórios periféricos de Nova Iguaçu/RJ.Foi professor de música em diversas instituições públicas e privadas entre 2009 e 2025, como o Colégio Estadual Barão de Tinguá, a Escola Municipal Anna Maria Ramalho e o Centro Educacional Estrela do Amanhã. Fundador e regente da Orquestra Miguel Couto, projeto que promove a inclusão de jovens por meio da prática orquestral e da formação musical.Atua também na elaboração, coordenação e captação de projetos culturais por leis de incentivo, editais públicos e privados, com foco na democratização do acesso à arte, valorização da cultura popular e fortalecimento da identidade territorial.Formação e Capacitações:Licenciatura em MúsicaFormação continuada em educação popular e metodologias participativasÁreas de Atuação:Gestão institucional e culturalCoordenação pedagógica de oficinas e programas educativosProdução artística e eventos culturaisPlanejamento estratégico e articulação comunitária CURRÍCULO DO COORDENADOR PEDAGÓGICOLeandro Luciano Silva Monteiro dos Santos é pedagogo, psicopedagogo e gestor de projetos sociais, com mais de 15 anos de experiência em iniciativas voltadas à educação, comunicação comunitária e promoção de direitos humanos. Atualmente, atua como realizador audiovisual na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), desenvolvendo conteúdos institucionais e jornalísticos sobre saúde pública no Brasil.Foi coordenador-geral do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, Comunicadores Sociais e Ambientalistas do Estado do Rio de Janeiro e possui uma sólida trajetória de 13 anos na Casa do Menor São Miguel Arcanjo. Na instituição, atuou como coordenador pedagógico dos cursos profissionalizantes e do programa Jovem Aprendiz, além de coordenar programas de formação profissional, fortalecimento de vínculos familiares e inclusão de jovens no mercado de trabalho. É fundador do Coletivo Cria da Casa, realizando projetos de comunicação popular, produção audiovisual, oficinas culturais e articulação comunitária na Baixada Fluminense.Atua na elaboração, coordenação e captação de projetos sociais e culturais, com experiência em editais públicos, leis de incentivo e mobilização de recursos para iniciativas de impacto social, inclusão e cidadania. Tem publicações acadêmicas sobre estresse organizacional e resiliência, além de participação em congressos nacionais, seminários e fóruns sobre direitos humanos, juventude e políticas públicas.Formação e Capacitações:Pós-graduação em Jornalismo (FAVENI)Especialização em Psicopedagogia com ênfase em Ludoterapia (FAVENI)Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Gestão, Orientação e Supervisão Escolar (UERJ)Graduação em Gestão de Recursos Humanos (Uniabeu)Diversos cursos em gestão cultural, projetos sociais, controle social, comunicação institucional, liderança e educação popular Áreas de Atuação:Gestão institucional e socialCoordenação pedagógica e de projetos educativosProdução audiovisual, jornalística e culturalPlanejamento estratégico e mobilização comunitária 7. DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA· Período de execução: fevereiro a dezembro de 2026 (11 meses)· Carga horária por participante: 2 aulas/semana x 2h x 4 semanas/mês x 11 meses = 176 horas totais por participante· Carga horária total dos professores:o 16h semanais x 4 semanas x 11 meses = 704 horas por professor8. AVALIAÇÃOA avaliação será contínua e formativa, realizada por meio de observações, rodas de conversa e acompanhamento da trajetória dos participantes. Critérios avaliativos:· Participação ativa e assiduidade nas duas linguagens· Comprometimento com os processos criativos· Respeito à diversidade e ao coletivo· Expressão artística e evolução técnica9. RESULTADOS ESPERADOS· Formação artística de 120 participantes em duas linguagens cada· Ampliação do acesso à arte e cultura em territórios vulneráveis· Realização de eventos culturais abertos nos territórios atendidos· Fortalecimento do pertencimento e da expressão identitária· Estímulo à continuidade formativa dos participantes após o projeto Bibliografia BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação Popular. São Paulo: Brasiliense, 2002.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.BARRETO, Eliana. Capoeira: Identidade e Ginga no Corpo Brasileiro. São Paulo: Cortez, 2009.SILVA, Luiz Renato Vieira da. O jogo da capoeira: corpo e cultura popular no Brasil. Campinas: Papirus, 1995.SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. São Paulo: Perspectiva, 2000.CARRIÈRE, André. Teatro e Educação. São Paulo: Loyola, 2005.KATZ, Helena. Corpo, dança e educação: tramas contemporâneas. São Paulo: Summus, 2003.BRITES, Blanca. Arte-educação e construção da cidadania cultural. Porto Alegre: Mediação, 2007.NEVES, Lenira Rengel. Oficinas Pedagógicas: arte e criação na formação docente. Campinas: Papirus, 2006.HOBSBAWM, Eric. A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. (relevante para abordagem de tradições culturais populares)MARQUES, Isabel.Ensino de dança: interfaces com a educação formal. São Paulo: Cortez, 2000.LABAN, Rudolf.Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 2003.
O projeto contempla acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo para garantir o acesso pleno de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida: Produto: Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade Física: O local do espetáculo contará com rampas de acesso, sinalização tátil no piso e banheiros adaptados a cadeirantes. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Sessões com audiodescrição ao vivo e entrega de folhetos em braile com sinopse da apresentação. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Presença de intérprete de Libras e legendas eletrônicas sincronizadas. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas e Linguísticas: Mediação cultural com linguagem simples, sinalização visual reforçada e uso de pictogramas. Produto: Curso / Oficina / Capacitação – Patrimônio CulturalAcessibilidade Física: Espaços com rampas de acesso, sinalização tátil e banheiros adaptados. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Audiodescrição nas atividades teóricas e materiais em formato acessível e braile. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras e vídeos com legendas sincronizadas. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas e Linguísticas: Mediação com linguagem simples, materiais visuais complementares e facilitadores capacitados. Produto: Curso / Oficina / Capacitação – Artes CênicasAcessibilidade Física: Espaços com rampas, corrimãos, sinalização tátil e banheiros adaptados. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Audiodescrição das atividades práticas e materiais em áudio. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras e vídeos legendados. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas e Linguísticas: Uso de linguagem simplificada, apoio de facilitadores e materiais visuais com pictogramas. Produto: Plano AnualAcessibilidade Física: Espaços com acessibilidade garantida em todas as etapas, incluindo eventos, oficinas e reuniões. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Audiodescrição em eventos, conteúdos digitais e materiais em braile e áudio. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras e legendagem de conteúdos audiovisuais. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas e Linguísticas: Mediação inclusiva permanente com linguagem acessível, símbolos visuais e equipe capacitada.
A proposta prevê a gratuidade total de acesso às atividades formativas e apresentações artísticas, incluindo as oficinas regulares, rodas de conversa e eventos de encerramento. Todos os produtos culturais gerados pelo projeto, como vídeos documentais e materiais de divulgação, serão disponibilizados gratuitamente por meio de canais digitais e em versões físicas distribuídas em escolas, unidades culturais e espaços públicos de Nova Iguaçu. – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;– realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;– oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
Rogério Vieira Telles – Músico, educador e maestro, fundador e presidente da Associação Assistencial Mais Feliz. Atua desde 2000 com projetos socioculturais voltados à educação musical e inclusão cultural. Fundador da Orquestra Miguel Couto e responsável por diversos projetos de formação em escolas públicas e comunidades. Coordenadora Pedagógica (a confirmar) – Profissional com experiência em educação popular, danças brasileiras e formação de professores, com atuação anterior em projetos de cultura comunitária no estado do Rio de Janeiro. Educadores de Dança – arte-educadores com atuação em linguagens como samba, maracatu, jongo, frevo e danças afro-brasileiras. Cada um com experiência mínima de 3 anos em oficinas socioculturais.Educador de Teatro - arte-educadores com trajetória consolidada nas artes cênicas, atuando em oficinas de iniciação teatral, expressão corporal, jogos dramáticos e montagem de cenas com temáticas sociais. Cada profissional possui experiência mínima de 3 anos em projetos socioculturais, com atuação em escolas públicas, centros culturais e territórios periféricos, priorizando metodologias participativas e inclusivas.Educador de Capoeira - mestres e contramestres com notório saber e reconhecimento na prática da capoeira angola e regional, com experiência de no mínimo 3 anos na condução de rodas, oficinas e vivências em contextos comunitários. Atuam na preservação da tradição oral, musicalidade e fundamentos históricos da capoeira enquanto patrimônio cultural afro-brasileiro, promovendo cidadania, identidade e valorização das culturas populares.Técnico de Som/Luz e Intérprete de Libras – Profissionais contratados com experiência em eventos culturais e formação acessível, atuando em ações comunitárias e projetos com financiamento público. Produtor Executivo – Responsável pela organização operacional e financeira, com histórico de gestão de projetos culturais e prestação de contas em mecanismos de fomento público. Promoção da cultura e identidade brasileiras através da dançaAmpliação do acesso às artes para territórios popularesValorização de saberes tradicionais e expressões regionaisIntegração comunitária e fortalecimento de vínculos sociaisDisseminação cultural através de produtos audiovisuais acessíveis
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.