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PRONAC 253266Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Festival No Tom da Dança : Corpo em Cena 2025

MOURA PROJETOS ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,32 mi
Aprovado
R$ 1,27 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-09
Término
2026-12-21
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Festival No Tom da Dança : Corpo em Cena 2025 surge como um palco dinâmico para a dança em suas mais diversas variações, oferecendo uma programação diversificada que inclui espetáculos inéditos, parcerias entre projetos, remontagens de obras marcantes, workshops e residências artísticas. O intuito é fomentar a produção local, regional e nacional, valorizar a dança e expandir o público apreciador da arte. Serão 24 espetáculos contratados, 10 residências artísticas, 10 convidados para o congresso "Dança também é um negócio". Cada edição trará um painel interativo abordando problemas sociais que são relevantes para o desenvolvimento da dança no Brasil

Sinopse

O Festival não é competitivo e tem o objetivo de ser um espaço para cias, grupos e coletivos de dança, profissionais, com trabalho de pesquisa e criação em dança de forma consolidada. Sendo assim, teremos uma curadoria contratada, com representantes das danças folclóricas, dança contemporânea, e danças populares, para que possam selecionar a partir de uma chamada pública. Os artistas da dança serão convidados a enviar através do e-mail do festival corpoemcena@notomproducçoesartisticas.com, a saber :Categoria espetáculos inéditos (palco), duração máxima de 45 a 60 minutos. 1. Neste caso estamos considerando inéditos, trabalhos que tiveram apenas uma temporada e não foram apresentados em Belo Horizonte. 2. Envio de release, ficha técnica, rider técnico ( mapa de luz e som), fotos, vídeo na integra e um vídeo de até 5 minutos, com elenco atual. Categoria espetáculos não inéditos (palco), duração máxima de 45 a 60 minutos. 1. Envio de release, ficha técnica, rider técnico ( mapa de luz e som), fotos, vídeo na integra e um vídeo de até 5 minutos, com elenco atual. Categoria espetáculos de rua ( com duração máxima de 20 minutos) 1. Envio de release, ficha técnica, rider técnico ( mapa de luz e som), fotos, vídeo na integra e um vídeo de até 5 minutos, com elenco atual.Critérios de seleção:1. Será escolhido no mínimo 1 espetáculo protagonizado por pessoas negras, desde direção, criação cênica e produção, tanto para o interior de Minas e capital. 2. Serão escolhidos espetáculos de dança contemporânea, danças folclóricas, dança de salão e danças urbanas, todos os integrantes devem ser profissionais com DRT. 3. O festival irá considerar elencos de 10 bailarinos ou menos, acima de 10, o grupo deverá arcar com as despesas de hospedagem, alimentação e transporte do excedente. 4. O valor do cachê será pago mediante apresentação de nota fiscal, a título de apresentação artística, sendo responsabilidade do festival os custos com hospedagem, alimentação e transporte aéreo e terrestre. 5. A curadoria tem autonomia na escolha dos trabalhos artisticos, respeitando as categorias de tempo de trajetória e linguagem. 6. A chamada pública ficará aberta durante 30 dias e o resultado da seleção será publicado no instagram do Festival 15 dias após o encerramento das inscrições.

Objetivos

Apresentação: "Só quando danço me liberto do tempo: esvoaçam as memórias, levantam voo de mim." - Mia CoutoMinas Gerais é um estado que sempre esteve no centro da cena de dança, considerado um celeiro de talentos, de grandes espetáculos, de cias e grupos consolidados, de importantes festivais como o FID Festival Internacional de Dança da produtora Adriana Banana, VAC Verão Arte Contemporânea da diretora Yone Medeiros, Horizontes Urbanos da Jacqueline de Castro, mas ao longo da última década foi perdendo espaços físicos, perdendo a programação de dança nos teatros, e agora é raro abrir os sites e blogs de programação cultural e encontrar espetáculos de dança em cartaz, mesmo que apresentações únicas.E Minas tem uma diversidade muito grande de processos criativos em dança, na linguagem do contemporâneo, das danças sociais, danças urbanas, danças folclóricas, danças populares. No entanto, de alguma forma essa pulsão criativa não tem encontrado eco na finalização, que é a produção em si, circular, formar público pagante. Observa-se que até mesmo no acesso aos mecanismos e leis de incentivo, o envio de projetos tem ficado aquém do se produz em Minas.Dentro deste contexto que surgiu a ideia de recriar, fazer reverberar um novo espaço para a produção profissional de dança, que é o C&C Corpo em Cena, que propõe um formato extensivo, que se dá ao longo do ano e de forma descentralizada, vamos chamar de Macrorregiões , começando com 4 divisões, Triângulo Mineiro, Vale do Aço, Norte de Minas, Zona da Mata. Em cada macrorregião o festival irá realizar residências artísticas com coreógrafos convidados, e um palco aberto para cias e grupos apresentarem seus trabalhos, selecionados mediante chamada pública, com regulamento e curadoria. Serão 3 dias, seis espetáculos selecionados, em cada noite o programa contará com duas apresentações de 45 minutos e ainda 3 espetáculos de rua, sendo um em cada região. Considerando as 4 regiões, teremos 27 apresentações no interior de Minas, porém esta etapa será realizada na segunda edição, quando tivermos a experiência da produção da primeira edição. Ou seja, nesta primeira edição teremos convidados de cada macrorregião para o Festival No Tom da Dança : Corpo em Cena 2025, que será realizado em Belo Horizonte, durante 4 dias.O formato em Belo Horizonte contará com as seguintes categorias : Trajetória consolidada ( entre 10 e 25 anos), Trajetória iniciante ( abaixo de 10 anos), grandes trajetórias ( acima de 25 anos) . Dentro de cada categoria, teremos as subcategorias : espetáculo inédito, espetáculo não inédito, solos e duos, espetáculo de rua. E ainda uma categoria especial "Espetáculos nacionais", para receber trabalhos que não sejam de Minas. Iremos ocupar todos os espaços da cidade, teatros, centros culturais, museus, galerias, com o intuito de que a cidade respire dança durante 4 dias.O objetivo é que tenhamos à disposição, os teatros, Francisco Nunes, Teatro do Minas, Grande Teatro Palácio das Artes, Teatro Vallourec , além dos demais equipamentos culturais possíveis para a dança. Serão 16 espetáculos de dança para palco, 8 espetáculos de dança para rua, 5 residências, 1 roda de conversa com produtores e curadores de festivais. O encontro de produtores acontecerá em Belo Horizonte no formato congresso, durante 4 dias, painéis interativos, rodas de negociação e compartilhamento de informação e conhecimento ( aqui vamos tentar parceria com Sebrae, para instrumentalizar de forma efetiva quem escolheu a dança como profissão)O diferencial do Festival No Tom da Dança : Corpo em Cena 2025, é seu perfil democrático e inclusivo, será aberto para trabalhos de dança contemporânea, danças populares, folclóricas, danças de salão e danças urbanas, aceitando inscrições de todos os estados brasileiros. Será feito o recorte de gênero e raça, ampliando a diversidade criativa. Objetivo geral:Garantir recursos e parcerias para retomar a cena de dança em Minas Gerais, com programação nos teatros e fomento de novas criações artísticas de grupos e cias.Objetivos específicos ( adequado à realidade)Produto principal - espetáculo de Artes cênicas:1. Realizar e produzir 24 apresentações de artes cênicas em Belo Horizonte, especificamente espetáculos de dança: saber:Em tempo: é a primeira edição, que terá uma curadoria, então neste momento não temos como dizer quais serão as cias e artistas, mas já colocamos textualmente que serão cias com trajetória consolidada , cias com trajetórias iniciantes. O festival sempre vai acontecer entre os dias 25 e 29 de abril, encerrando neste dia por ser o dia internacional da dança. São 4 dias e vamos ocupar os principais teatros da cidade que são equipamentos municipais , em parceria com a secretaria municipal de cultura. São 16 obras de dança para palco italiano e 8 obras de dança para rua. Teremos cobrança de ingresso, praticando preços populares, a dança tem a necessidade do teatro e sem cobrança o valor de ecad fica inviável para projetos desta finalidade. 2.Selecionar três curadores especializados em dança, criando um núcleo diretivo para receber e avaliar as inscrições / teremos chamamentos regionais e nacionais. Produto secundário - Oficinas de artes cênicas 1. Contratar 10 coreógrafos para os workshops, sendo distribuídos em 5 residências, cada grupo de participantes terá a experiência com dois coreografos diferentes. Em tempo: Residências artísticas: abertas para dançarinos (as) e bailarinos (as) profissionais ou em processo de profissionalização, será uma imersão de 8 horas, dividida em dois tempos de 4 horas, sendo 5 residências teremos uma carga horária total de 40 horas, sem a obrigação de apresentação de um resultado. Serão disponibilizadas 20 vagas por residência, totalizando 200 participantes, visto que serão 10 coreografos.Produto secundário - Festival ( infraestrutura) 1. Promover o 1º Congresso C&C Corpo em Cena - Dança também é negócio, reunindo curadores, programadores, empresários e gestores públicos.2. Contratar 10 debatedores, incluindo artistas, gestores, produtores, imprensa e iniciativa privada. Produto secundário - Contrapartida social1. Realizar 10 oficinas com 50 vagas por oficina, para estudantes de escolas públicas, da rede municipal e estadual de ensino. Cada oficina terá duração de 90 minutos, ministrada por professores de dança convidados. Totalizando 500 participantes. O Festival possui as seguintes ações:1. Produção e apresentações de espetáculos de dança, seja para palco ou rua, um público estimado de mais de 15 mil pessoas. 2. Residências artísticas: abertas para dançarinos (as) e bailarinos (as) profissionais ou em processo de profissionalização. Serão disponibilizadas 20 vagas por residência, totalizando 200 participantes, visto que serão 10 coreografos. 3. Congresso " Dança também é um negócio" : além de palestras de gestores públicos, programadores de festivais, produtores independentes, que irão compartilhar suas experiências, mostrar o caminho da contratação, teremos mesas de negócios, onde o artista poderá entregar seu material, conhecer o calendário de festivais nacionais e internacionais. Estimativa de um público de mais de duas mil pessoas presencialmente, e cerca de 10 mil de forma virtual. 4. Painel de debate: este espaço pe voltado para discurtirmos problemas como recorte de genero, a necessidade de tirar da invisibilidade social pessoas LGBTQIA+, negros e negras, pensar em como a dança ainda é muito elitista e inacessível para a maior parte da população, políticas públicas para a dança, entidades e espaços de presença da sociedade civil organizada na dança. Estimativa de mais de 600 pessoas presentes._____________________________________________________________________________________________________________________________________

Justificativa

Justificativa cultural:A dança em Minas Gerais pulsa com uma energia única, um legado construído por grandes companhias e festivais que marcaram a cidade. E o objetivo é preencher lacunas artísticas que surgiram e estão sendo ocupadas por outras linguagens, deixando a dança à margem do processo de produção da cena cultura. É nesse contexto que o C&C - Corpo em Cena se apresenta como um projeto vital para o cenário da dança mineira.Mais do que um festival, o C&C é um movimento que busca fortalecer e dinamizar a dança em Minas Gerais, reconhecendo a importância de preservar sua rica história e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para o futuro. O projeto honra a memória da dança no estado, oferecendo espaço para a apresentação de obras que marcaram época e incentivando a reflexão sobre a trajetória da arte em Minas. Ao mesmo tempo, volta-se para o futuro, estimulando a criação e a difusão de novas obras, por meio de um circuito que integra o interior do estado e a capital, impulsionando a profissionalização do setor e a troca de experiências.Acreditamos que a dança deve ser acessível a todos. Por isso, o C&C leva espetáculos e atividades formativas para diferentes regiões de Minas Gerais, descentralizando o acesso à arte e promovendo a inclusão. Nossa programação abrange uma diversidade de estilos e linguagens, garantindo que cada pessoa encontre na dança uma forma de expressão que a toque e a inspire.Investimos também na formação de público e de profissionais, acreditando que o conhecimento e a troca de saberes são fundamentais para o desenvolvimento da dança. Workshops, rodas de conversa e um encontro com produtores e curadores criam um ambiente rico para o aprendizado, o diálogo e a construção de novas perspectivas para a arte. O C&C - Corpo em Cena celebra a diversidade em todas as suas formas. Nosso palco está aberto para artistas de diferentes origens, gêneros, raças e estéticas, construindo um espaço de acolhimento e valorização da riqueza cultural que Minas Gerais possui.Em suma, o C&C - Corpo em Cena é um chamado à ação, um convite para que juntos celebremos a dança, fortalecendo suas raízes e impulsionando seu futuro, com foco no mercado profissional e sua cadeia produtiva. Acreditamos que a dança tem o poder de transformar vidas, de conectar pessoas e , principalmente compõe o PIB nacional imperativamente. O projeto necessita da aprovação nas leis de incentivo, seja através da Incentivo fiscal ou fundos, além de parcerias público privadas, visto que a dança tem suas especificidades e uma produção que movimenta muitos recursos financeiros. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Passagens áreas:1. Caso haja aeroporto nas cidades escolhidas para a edição regional, será a equipe de produção, técnicos e cias convidadas.2. Haverá compra de passagens aéreas para cias e convidados que não são de Minas Gerais.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Todos as ações terão acessibilidade, espaços acessíveis e uma equipe treinada por um consultor PCD especializado. 1. Produto principal: Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os teatros possuem espaço para cadeirantes e pessoas obesas, banheiros adaptados, rampas de acesso, sinalização. Acessibilidade auditiva: tradução em libras durante todo festival Acessibilidade visual: Audiodescrição, sinalização no chão e placas indicativas. Acessibilidade intelectual / Atitudinal: Contratação de PCD especialista em acessibilidade, protetores auriculares para pessoas com sensibilidade ao barulho, oculos escuros para quem tem sensibilidade à luz. 2. Produto secundário ( festival / estrutura )Acessibilidade física: Os teatros possuem espaço para cadeirantes e pessoas obesas, banheiros adaptados, rampas de acesso, sinalização. Acessibilidade auditiva: tradução em libras durante todo festival Acessibilidade visual: Audiodescrição, sinalização no chão e placas indicativas. Acessibilidade intelectual / Atitudinal: Contratação de PCD especialista em acessibilidade, protetores auriculares para pessoas com sensibilidade ao barulho, oculos escuros para quem tem sensibilidade à luz

Democratização do acesso

As apresentações no teatro, terão precos populares R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 ( meia-entrada) e ainda:1. Reserva de cotas de 10% para CPD, 10% para quilombolas , 10% para pessoas trans.2. Serão distribuídos ingressos sociais (gratuitos) para projetos e escolas públicas, de acordo com a capacidade de público do teatro, no percentual máximo de 10%. Contrapartida social ( formativa)Em cada cidade teremos uma oficina gratuita e aberta com o coreografo convidado, voltada para iniciantes, admiradores da dança, com o objetivo de proporcionar uma vivência artística a partir de um corpo que é social, que se move, que sente, experimentando sensação de auto estima, prazer e convivência coletiva. Ao todo serão 5 oficinas, duração de uma hora e meia. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Regina Moura ( Diretora geral e de produção)Formação acadêmica:Formação acadêmica: Licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, atualmente doutoranda pela Universidade do Porto em Portugal, na área de Ciências da Educação com foco na sociologia. Na minha dissertação eu defendi uma pesquisa sobre as leis de incentivo, onde a pergunta problema era a centralidade da arte no mundo do trabalho, instigada por aquela pergunta conhecida " você dança, mas faz o que pra ganhar a vida?".Experiência profissional:Atuei como produtora na Cia Seráquê dirigida por Rui Moreira e Bete Arenque (2002 a 2005), na Mimulus Cia de Dança (2006/2007) dirigida por Jomar Mesquita, Grupo de Dança Primeiro Ato dirigido por Suely Machado (2007 a 2017). Especializada na gestão cultural, minhas habilidades contemplam elaboração de projetos, especialista em Políticas Públicas, submissão nos mecanismos e leis de incentivo, planejamento e produção executiva de espetáculos, relações públicas na negociação e venda de espetáculos para construção de agenda de circulação, além de ter iniciado meu caminho dançando e dando aula de dança no BH CIDADANIA e Arena da Cultura, projetos da Secretaria Municipal de Cultura na gestão Celina Albano. Atualmente, sou diretora na NoTom Produções Artísticas e atendo majoritariamente artistas da dança, mas também música, teatro, audiovisual, artes plásticas, literatura, esporte, não tem uma área que eu não tenha feito e aprovado um projeto.Projetos desenvolvidos e assessorados pela NoTom Produções Artísticas:1. Festival Reconexão Africanidades , está na segunda edição e é voltado para promover espaço de trabalho para artistas negros e negras, dança, música e teatro. 2. Projeto Artístico social Dançar e Sonhar, executado no Conjunto Santa Maria em Belo Horizonte, atende 200 crianças entre 06 e 12 anos, em situação de vulnerabilidade social.3. Projeto artístico social Jovens da Vila, executado na Vila São João, oferece aulas de música instrumental, mantem a Fanfarra e uma orquestra de camara, com 30 jovens instrumentistas. 4. Projeto Mãos que fazem , executado na cidade de São joaquim de Bicas em Belo Horizonte, oferece oficinas de música instrumental para 30 crianças e adolescentes. 5. Festival Culturarte de Carmo da Mata, anual, voltado para a promoção da cultura popular, abarcando guardas de congado, folia de reis, escolas de samba, danças folclóricas e formação para elaboração de projetos. 6. Festival Coisa Nossa e Casa Afluente, projeto artístico de danças sociais, que atende pessoas LGBTQIA+ e promove formação em dança anualmente através do ponto de cultura.7. AMAI Associação cultural de Malacheta, ponto de cultura e que promove oficinas de artesanato, resgata tradições como as benzedeiras , entre outras. Maria Clara Teodoro ( produção executiva)Estudante de jornalismo e cinema, 21 anos de idade, começou na área cultural em 2023 e está à frente do projeto Reconexão Africanidades, Jovens da Vila e Banda Sinfônica Comunitária, onde além da produção executiva, cuida da prestação de contas e gestão financeira. Lucas Moura ( gestão financeira, gestão de tráfego e captação de recursos)Formado em Administração pelo Instituto Federal de Ribeirão das Neves, posgraduado em investimentos financeiros pela Universidade de Bragança em Portugal. Atua na área cultural desde 2022, com o projeto da DK Studio, espetáculo Presley, posteriormente no SID Simpósio Internacional de Dança da coreografa Elaine Reis, e atualmente com a NoTom Produções Artísticas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.