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Produção da 1ª edição do livro "Artur Xexéo - Um cronista carioca" com versão do livro impresso em audiolivro. Com a curadoria de Joaquim Ferreira dos Santos a obra irá reunir em coletânea mais de duzentas crônicas do jornalista, escritor e dramaturgo para retratar o legado do colunista por mais de 50 anos.
A 1ª edição do livro "Artur Xexéu - Um cronista carioca", com a curadoria de Joaquim Ferreira dos Santos, é uma coletânea que reúne mais de duzentas crônicas do jornalista e deseja retratar o legado do seu trabalho por mais de 50 anos.
Objetivo Geral:Produzir a 1ª edição do livro "Artur Xexéo - Um cronista carioca" com versões em ebook e audiolivro eevento de lançamento.Objetivos Específicos:- Produzir 3.000 exemplares o livro;- Produzir versão em audiolivro;- Produzir o lançamento do livro em espaços físicos e digitais.- Difundir a obra do autor;- Preservar a memória de mais de quatro décadas de história sociocultural e política brasileira;- Preservar a memória do jornalista Artur Xexéo.
Foi através das crônicas publicadas, semanalmente, no Jornal do Brasil e no O Globo que Xexéo conquistou a atenção, a admiração e o carinho do público de leitores (na verdade, fâs) que, mais tarde, tiveram a felicidade de acompanhar o pensamento e o carisma do jornalista em diversos programas da GloboNews.Artur Xexéo é um legítimo representante da tradição dos cronistas cariocas. Sua prosa tem boa dose de Rubem Braga, pela facilidade com que a leitura do texto escorrega, mas se aproxima também, pelo humor, de Stanislaw Ponte Preta. Ria dos poderosos. Numa de suas marcas mais queridas junto aos leitores estava a eleição anual de A Mala do Ano, quando premiava pelo avesso os ridículos mais chatos da temporada.Repórter de formação, morador de Copacabana por paixão, era um profundo conhecedor das ruas e coisas do Rio de Janeiro, e sobre a cidade derramava um olhar ao mesmo tempo carinhoso e crítico. Teatrólogo e homem de televisão nos seus últimos anos, Xexéo passeou como jornalista por toda os nichos da cultura. A atuação diária nas redações, por cerca de 50 anos, deixava seus textos sempre bem informados com o que estava acontecendo em discos, palcos, livros e na telinha da televisão. Xexéo escrevia sobre todos esses assuntos, foi um dos analistas mais conceituados da cena artística nacional, mas com a liberdade do cronista, sem necessidade de seguir as regras da objetividade jornalística. Usava o Eu com graça e, muitas vezes, numa das mais evidentes características de um bom cronista, demonstrava um charmoso senso de autoironia depreciativa. Criar bordões também era com ele. O mais conhecido, hoje incorporada à fala do carioca, é o "A pergunta que não quer calar".
- Livro: 216 págs., formato 15,5 x 23cm, capa 4/4 cores, brochura, papel Pólen 70;- Audiolivro: narração de 200 crônicas com, aproximadamente, 5 minutos cada uma;- Sessões de leitura e roda de conversa gratuitas: 4 eventos de 2h para leitura e conversa sobre as crônicas em instituições públicas como escolas e centros de educação especial.
Acessibilidade Física: os locais de lançamento disponibilizam rampas de livre acesso e banheiros adaptados.Acessibilidade de Conteúdo: o conteúdo do livro será editado em audiolivro e atende às necessidades de acesso aos deficientes visuais.De acordo com o artigo 25 da IN 01 /2023, será adotado no projeto os incisos:I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; eII - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.§ 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios.§ 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
O projeto prevê a distribuição gratuita do livro impresso para bibliotecas e escolas públicas e outras instituições e/ou comunidades de caráter social.De acordo com o artigo 27 da IN 01 /2023, será adotado no projeto os incisos:II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;De acordo com o artigo 28 da IN 01 /2023, será adotado no projeto os incisos:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;De acordo com o artigo 29 da IN 01 /2023, será adotado no projeto os incisos:I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e
Coordenação Geral: Cristiana GurgelProdução Executiva: Paulo SeveroCuradoria: Joaquim Ferreira dos SantosProdução Editorial: Cristiana Gurgel e Angela MossJoaquim Ferreira dos SantosCarioca, começou no jornalismo como repórter no Diário de Notícias, em 1969, e ocupou diversos cargos em veículos como a revista Veja, Jornal do Brasil, O Dia e o Globo. Neste último criou uma coluna no espaço antes ocupado por Zózimo Barrozo do Amaral. É autor de diversos livros de crônicas tendo textos incluídos em antologias com o melhor do gênero. Publicou ainda Feliz 1958 - O ano que não devia terminar e as biografias de Antônio Maria, Leila Diniz e Enquanto houver champanhe, há esperança - Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral.Atualmente, é colunista do jornal O Globo.Paulo Severoprodutor e videomaker brasileiro com uma carreira diversificada na produção audiovisual, especialmente focada em música, teatro e documentários culturais. Seu trabalho é reconhecido por capturar a essência artística de apresentações ao vivo e por sua sensibilidade na direção de projetos que valorizam a cultura brasileira. Entre eles, direção dos documentários "Black Future, Eu Sou o Rio" (2023), "Raul Seixas Também É Documento" (1998), direção de vídeo da série de shows "Rio Música InCena’’ (2007 – 2011), produção e direção do registro de espetáculos teatrais “Cão Sem Plumas” de Deborah Colker (2020), "A Cor Púrpura", "Quase Normal" e "Uma Babá quase perfeita", entre outros.Cristiana GurgelFormada em Comunicação Social, idealizou e produziu, à frente da Bachianas Cultura e Sustentabilidade, desde 2001, projetos de reconhecido valor material e imaterial orientados à valorização da cultura brasileira, entre eles, o audiobook "O Mirante das Lendas" (2021), o de educação musical gratuita "Turma da Música" voltado para a rede pública de ensino (2019-2020), o festival de shows com cole il "Rio Música InCena" (2007-2015), o evento musical "Sacopenapã - Uma Sinfonia Para a Lagoa" (2004), entre outros.Angela MossAdvogada, mestre em filosofia pela UFRJ e Editora da Nau Editora. Foi coordenadora pedagógica de cursos pelo Atelier da Imagem, participou como organizadora de várias exposições pela Nau Editora. Dentre os vários livros editados pela Nau Editora destacam-se, no âmbito das artes, os livros: Arthur Bispo do Rosário, arte além da loucura, de Frederico Morais e Arpoador, de Marcos Bonissom. Foi realizadora do projeto "O Mirante das Lendas" pelo qual recebeu o prêmio Aldir Blanc.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.