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PRONAC 253315Encaminhado para análise técnicaMecenato

13º Festival do Japão em Minas

ASSOCIACAO DE COOPERACAO EM CULTURA E TECNOLOGIA BRASIL - JAPAO - ACCTBJ
Solicitado
R$ 1,24 mi
Aprovado
R$ 1,24 mi
Captado
R$ 358,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43375930000132Denso do Brasil Ltda1900-01-01R$ 250,0 mil
33131541000108COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO1900-01-01R$ 100,0 mil
42167700000115Nippon Stell Empreendimentos Siderúgicos Ltda.1900-01-01R$ 8,0 mil

Eficiência de captação

28.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-12-01
Término

Resumo

Realização da 13ª Edição do Festival do Japão em Minas, um evento de três dias a ser realizado no Expominas, com o objetivo de divulgar, preservar e fomentar as culturas japonesa e brasileira. O festival promoverá o intercâmbio cultural através de apresentações de dança, música instrumental e exposições de arte, com foco nos temas "URUSHI - a história, estilos, técnicas e importância no cotidiano japonês" e "Jardins Japoneses Meditativo e Contemplativo.

Sinopse

A relação entre o Brasil e o Japão é historicamente significativa e tem influenciado ambos os países em diversas áreas, como cultura, economia, meio ambiente e sociedade. Em 2025, celebra-se o 130º aniversário do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão, assinado em 5 de novembro de 1895, em Paris. Este tratado foi o marco inicial das relações diplomáticas formais entre os dois países e criou as bases para a imigração japonesa ao Brasil, que teve início em 1908 com a chegada do navio Kasato Maru, trazendo 781 imigrantes. Desde então, os descendentes de japoneses passaram a compor parte essencial da sociedade brasileira, trazendo com eles tradições, saberes e valores que enriqueceram profundamente a cultura nacional. A presença japonesa no Brasil ultrapassa os aspectos históricos da imigração. Hoje, ela se expressa fortemente nas trocas culturais, acadêmicas e econômicas entre os dois países. O Japão é reconhecido mundialmente por sua inovação tecnológica, e as parcerias com instituições e empresas brasileiras têm potencial para impulsionar áreas estratégicas como ciência, medicina, agricultura e energias renováveis. Além disso, a influência japonesa se faz presente no cotidiano dos brasileiros, desde a culinária até a linguagem, com diversas palavras e expressões de origem japonesa integradas ao vocabulário popular. Na cultura pop, o Brasil se destaca como um dos países com maior base de fãs de anime e mangá fora do Japão. Eventos como o Anime Friends e a Anime Expo atraem milhares de pessoas todos os anos, demonstrando o impacto profundo da cultura pop japonesa. Da mesma forma, a música J-pop e o cinema japonês têm conquistado um público fiel no país, contribuindo para o fortalecimento desse intercâmbio cultural. A arte japonesa, tanto tradicional quanto contemporânea, encontra no Brasil um terreno fértil de apreciação e estudo. O Brasil também abriga uma variedade de festivais culturais japoneses que celebram e mantêm vivas essas tradições. Eventos como o Festival do Japão, o Tanabata Matsuri e o Bon Odori ocorrem em diferentes estados, promovendo a dança, a música, a culinária, o artesanato e outros elementos que compõem o vasto universo da cultura japonesa. Em Minas Gerais, o Festival do Japão em Minas se destaca como uma das principais celebrações dessa herança cultural, promovendo não apenas a diversidade, mas também a aproximação entre povos e gerações. Nesta 13ª edição do Festival, os temas centrais das exposições serão “Urushi – a arte da laca japonesa” e os Jardins Japoneses – Meditativo (Zen) e Contemplativo. O Urushi é uma técnica milenar de revestimento e decoração de objetos com resina extraída da árvore sumagre. Essa resina, misturada a pigmentos naturais, forma um verniz resistente e belíssimo, aplicado a materiais como madeira, porcelana, couro e bambu. A laca japonesa é conhecida tanto por sua durabilidade quanto pela sua estética refinada. Técnicas como o Makie – que utiliza pó de ouro e prata – e a incrustação de madrepérola tornam cada peça uma obra de arte única, ao mesmo tempo funcional e simbólica. O Lacquerware É um artesanato japonesa com ampla variedade e artes finas e decorativas. Objetos de Laca no cotidiano japonês Considerados típicos do Japão podem ser utilitários ou artísticos. O material de revestimento é feito com uma resina retirada de uma árvore do Japão, a Sumagre, que com o seu verniz de Urushi, feito da mistura de um mordente e tinta para dar cor, não só confere aos materiais de base uma ótima aparência como também serve para uni-los e protegê-los de agentes corrosivos e da umidade. Como a camada desse verniz preserva a superfície dos objetos, é muito utilizado em móveis e utensílios domésticos. Os materiais de base usados são: madeira, couro, papel, porcelana, metal, bambu, casca ou tecido. A laca geralmente é aplicada em três camadas: base, impressão e acabamento. Na decoração da laca, usam-se várias técnicas, como aplicação de ouro e prata em pó, chamado de Makie uma técnica tipicamente japonesa, ou a incrustação de madrepérola ou conchas. Jardim ZEN - Meditativo O Jardim ZEN, de caráter meditativo, constitui um dos exemplos mais significativos da cultura dos símbolos que, de forma contrastante com o jardim seco e vazio, vem carregado de simbologias nos seus elementos, apresentando todo o esplendor da natureza, do céu aberto, de vida, de crescimento, sugerindo uma sensação de liberdade e convidando o homem a se integrar no universo da natureza, na busca da paz espiritual e de harmonia, o WA. A forma mais típica é o chamado kare-sansui: não se utiliza a água, e esta é representada por areia ou por pedregulho (ambos brancos) para “imitar” a paisagem de uma lagoa, riacho ou mar. O conceito meditativo do budismo zen tem como objetivo a purificação da alma do homem através de um jardim totalmente destituído de imagem, memória, palavra e emoção, que, pela simplicidade, conduz a um estado de espírito de reflexa e meditação. Jardim Japonês - Contemplativo O jardim japonês, é acentuadamente contemplativo, tendo sido incorporados neles de maneira estética e simbólica os princípios do dô, representados pelos elementos que compõem o jardim, cada um traduzindo simbolicamente os sentidos da vivência humana pelos “caminhos”, como o pequeno rio e as águas que simbolizam a trajetória da vida de uma pessoa que, indiferente aos obstáculos, segue sempre em frente. As pedras, que simbolizam a solidez das montanhas, como o ato progredir firmemente na vida. As carpas simbolizam amizade e fraternidade, a pia de pedras – tsukubai - para purificar o corpo e a alma, lavando simbolicamente as mãos e a boca, a lanterna de pedras – tôrô – para iluminar a mente, o bambu significa flexibilidades e resistência às intempéries da vida, e os caminhos estreitos e tortuosos simbolizam os momentos difíceis da vida que devemos enfrentar. Por todos estes simbolismos da vivência humana, e também pela beleza que transmite um clima zen, o jardim japonês tem sido difundido cada vez mais pelo mundo, conduzindo os seus apreciadores a praticar o dô contemplando, refletindo e meditando para alcançar o WA – a harmonia. Expressa simbolicamente a beleza da vegetação sugerindo-nos um mundo emocional e estético, cuja apreciação através da contemplação e meditação leva à integração do homem com a natureza.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover a 13ª Edição do Festival do Japão em Minas, de 06 a 08 de março de 2026, no Expominas em Belo Horizonte, com o objetivo de preservar, divulgar e fomentar as culturas japonesa e brasileira, celebrando o intercâmbio cultural e artístico entre as duas nações. ESTE PROJETO SE ENQUADRA NOS SEGUINTES INCISOS DO ART. 3º do Decreto 11.453, de 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto Festival/Mostra:Planejar, montar e desmontar a infraestrutura completa do festival, incluindo palcos, estandes, áreas de alimentação, exposições e espaços de circulação.Coordenar a equipe de produção, segurança, limpeza, atendimento e apoio logístico para o evento.Elaborar e implementar um plano de comunicação e divulgação abrangente, utilizando diversos canais (mídia tradicional, redes sociais, etc.).Garantir a segurança, organização e bom funcionamento de todas as áreas do festival. Produto Espetáculos de Artes Cênicas:Apresentar 12 espetáculos de dança japonesa, abrangendo diferentes estilos e tradições, durante os três dias do festival.Contratar grupos de dança, coreógrafos e técnicos de som e luz especializados em apresentações de dança.Realizar ensaios e coordenar a logística das apresentações no palco principal. Produto Apresentação Musical:Realizar 8 apresentações de música instrumental japonesa, abrangendo gêneros tradicionais e contemporâneos, durante os três dias do festival.Contratar grupos musicais, músicos e técnicos de som para garantir a qualidade das apresentações.Coordenar os horários e a logística das apresentações nos palcos do festival. Produto Contrapartida Social:Oferecer 25 oficinas (ações formativas culturais) para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com um público total de 500 participantes (média de 20 pessoas por oficina). As oficinas abordarão os seguintes temas da cultura japonesa: arte japonesa, origami, cerâmica e pintura, furoshiki, sumi-ê, shodô e sashiko. Produto Exposição de Arte:Apresentar a exposição "URUSHI - a história, estilos, técnicas e importância no cotidiano japonês", exibindo peças de laca, painéis informativos e demonstrações de técnicas de produção.Apresentar a exposição "Jardins Japoneses Meditativo e Contemplativo", recriando elementos de jardins zen e contemplativos, com painéis explicativos sobre sua história, simbologia e importância cultural.Coordenar o transporte, a montagem e a desmontagem das exposições, garantindo a segurança e a integridade das peças.Elaborar materiais educativos e informativos sobre as exposições, incluindo catálogos, folhetos e visitas guiadas. OBJETIVOS QUALITATIVOS: Promover a diversidade e a riqueza das culturas japonesa e brasileira, valorizando suas diversas manifestações artísticas e tradicionais.Incentivar o conhecimento e a apreciação pelas artes japonesas, como a música instrumental, a dança e o Urushi, entre o público mineiro, contribuindo para a formação de novas plateias.Fomentar a economia criativa, gerando oportunidades de trabalho e renda para artistas, produtores, artesãos e outros profissionais do setor cultural.Fortalecer os laços culturais e o intercâmbio entre a comunidade nikkei e a sociedade mineira, promovendo o respeito, a compreensão e a valorização da diversidade.Enriquecer o cenário cultural de Belo Horizonte, consolidando o Festival do Japão em Minas como um evento anual de grande porte e relevância.

Justificativa

O Festival do Japão em Minas chega à sua 13ª edição em 2026, após consolidar uma trajetória de sucesso e pioneirismo no Estado de Minas Gerais. Realizado pela primeira vez há 13 anos, o evento se firmou como uma das mais relevantes manifestações da cultura japonesa no Brasil, fora do eixo São Paulo, sendo referência tanto para o público quanto para os realizadores de eventos culturais. Embora existam outras iniciativas tradicionais no país, como o Festival do Japão em São Paulo, com mais de 25 edições, o Festival do Japão em Minas se destaca por seu caráter inclusivo, educativo e de promoção da economia criativa local, além de adotar práticas sustentáveis como a destinação correta dos resíduos gerados. Trata-se de um evento sem fins lucrativos, organizado por voluntários e que envolve um amplo esforço colaborativo entre instituições, coletivos culturais, artistas, empreendedores e o público em geral. Ao longo das edições anteriores, o festival ganhou relevância social e institucional, passando a integrar o calendário oficial de eventos da cidade de Belo Horizonte. Sua proposta está diretamente ligada à disseminação da arte, à valorização das heranças culturais japonesas e à democratização do acesso às diversas expressões culturais do Japão, proporcionando experiências únicas ao público mineiro e fortalecendo o turismo e a economia local. A última edição, realizada entre os dias 21 e 23 de fevereiro de 2025, reforçou o sucesso do evento. A 12ª edição superou expectativas ao atrair mais de 35 mil visitantes durante os três dias de programação intensa e variada. Foram mais de 40 publicações em portais regionais, nacionais e nos principais veículos de imprensa de Belo Horizonte, com destaque nas redes sociais e ampla cobertura da mídia. O festival mobilizou autoridades federais, estaduais e municipais, além de empresários e formadores de opinião em torno da temática central o "Toguei-dô", que significa o caminho da cerâmica artesanal, onde imperfeições e individualidade são celebradas, refletindo a beleza única de cada peça e da vida. O evento proporcionou ao público uma imersão na cultura japonesa por meio de atividades como exposições, oficinas, apresentações artísticas, danças, shows, gastronomia típica, artesanato, além de espaços temáticos voltados para a tradição e a inovação do Japão. Essa troca cultural entre Japão e Minas Gerais encontra eco nas semelhanças de valores entre os povos: o respeito à tradição, o acolhimento, a resiliência e a valorização da família. O Festival do Japão em Minas vem se firmando como uma ação de integração cultural entre dois povos historicamente conectados, promovendo o intercâmbio de saberes, sabores e valores. Outro aspecto fundamental da justificativa está nos laços históricos entre Japão e Brasil, e especificamente com Minas Gerais. O Brasil abriga a maior população japonesa residente fora do Japão, e essa relação centenária se expressa em diversas áreas do cotidiano brasileiro. Em Minas, há registros da presença de imigrantes japoneses desde 1932 na região metropolitana, onde cultivavam frutas e hortaliças até então desconhecidas pela população local. Essa integração contribuiu não só para a economia, mas também para o intercâmbio cultural que se aprofunda e se fortalece com ações como o festival. Por fim, é importante destacar que, com o apoio de leis de incentivo à cultura e políticas públicas, o Festival do Japão em Minas vem se consolidando como uma iniciativa permanente, com realização anual e crescimento progressivo de público e repercussão. A 13ª edição pretende dar continuidade a esse movimento de valorização da diversidade cultural e de fortalecimento dos laços entre Japão e Minas Gerais, contribuindo para um calendário cultural mais diverso, acessível e plural, ao mesmo tempo em que promove o desenvolvimento sociocultural e econômico da região. O Festival Japão em Minas contribui para o alcance dos objetivos descritos no art. 1º da Lei 8.313 de 1991, na medida em que visa: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ...; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O projeto ainda atende a finalidade elencada no Art. 3º da Lei 8.313 de 1991, qual seja a realização de "exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Para evitar redundância de público, somentes os produtos FESTIVAL e CONTRAPARTIDA SOCIAL possui público. A programação do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a ser destinado para a programação cultural. O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo: Sexta: 14h às 22h Sábado: 10h às 22h Domingo: 10h às 18h A classificação indicativa é livre.

Especificação técnica

A programação do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a ser destinado para a programação cultural. O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo: Sexta: 14h às 22h Sábado: 10h às 22h Domingo: 10h às 18h A classificação indicativa é livre.

Acessibilidade

A organização da 13ª edição do Festival do Japão em Minas compromete-se a garantir a plena acessibilidade a todas as pessoas, em conformidade com o que dispõe o Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Serão assegurados o acesso, o ingresso e a permanência de pessoas com deficiência em todas as atividades e ambientes do evento.Acessibilidade Arquitetônica: O evento será realizado no EXPOMINAS, que conta com infraestrutura para receber pessoas com mobilidade reduzida, possuindo rampas de acesso, piso plano em toda a área e banheiros adaptados (PNE).Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo: O festival adotará recursos específicos para garantir que o conteúdo artístico e cultural seja acessível:Audiodescrição: Será oferecido o recurso de audiodescrição (ao vivo) para os espetáculos de artes cênicas e para as exposições artísticas, permitindo que pessoas com deficiência visual acessem informações sobre cenários, figurinos e elementos visuais das obras.Legendagem: Todos os conteúdos audiovisuais exibidos em telões, vídeos institucionais ou registros do evento contarão com legendas descritivas (legendas ocultas), garantindo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva ou surdez que não utilizam a Libras.Libras: Presença de intérpretes de Libras em todas as apresentações de artes cênicas, musicais e anúncios gerais.Exposição de artes: Suporte de monitores que estarão orientados a fazer a descrição de todos as peças das exposições.Participação de autistas: Medidas de acessibilidade atitudinal e sensorial que contribuam para a participação de pessoas autistas, como a presença de monitores orientados e salas de acolhimento. Acessibilidade na Comunicação e Divulgação: Os materiais de divulgação serão disponibilizados em formatos acessíveis, com redação em linguagem simples. As peças de divulgação digital (site e redes sociais) adotarão boas práticas de acessibilidade, incluindo descrição de imagens para leitores de tela.Acessibilidade nas contrapartidas sociais: As oficinas e atividades educativas serão acessíveis a crianças e jovens com necessidades especiais de mobilidade ou sensoriais, contando com o suporte de monitores preparados para promover a inclusão.

Democratização do acesso

O 13º Festival do Japão em Minas fundamenta seu Plano de Distribuição nos princípios de universalização e descentralização do acesso à cultura, cumprindo as exigências da Instrução Normativa MinC nº 23/2025. A proposta garante que o fator econômico não seja uma barreira para a fruição dos bens culturais, adotando as seguintes estratégias: 1. Política de Ingressos e Preços Populares: O festival disponibilizará ingressos ao valor de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada). Esta precificação garante que 100% dos ingressos destinados à venda estejam dentro da categoria de "preços populares", superando o mínimo de 20% exigido pelo Art. 46, inciso IV da IN 23/2025. Ressaltamos que, uma vez no recinto do evento, todas as atividades — oficinas, shows, exposições e apresentações marciais — são gratuitas para o público presente.2. Distribuição Gratuita e Impacto Social (10%): O projeto destinará 10% do quantitativo total de ingressos para distribuição gratuita com caráter social e educativo, conforme o Art. 46, inciso III da IN 23/2025. Esta ação será operacionalizada através de parceria estratégica com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, que selecionará os alunos e professores da rede pública de ensino beneficiados, garantindo o acesso assistido e a formação de plateia. A distribuição ocorrerá preferencialmente nos pontos de venda do produto cultural.3. Categorias de Distribuição Promocional:Patrocinadores: Até 10% dos ingressos serão destinados à cota promocional de patrocinadores, distribuídos de forma proporcional ao investimento efetuado.Divulgação: Até 10% serão utilizados para ações de promoção do festival pelo proponente. 4. Direito à Meia-Entrada e Benefícios: O projeto garante o benefício da meia-entrada em todos os ingressos comercializados para idosos (Lei nº 10.741/2003), estudantes, jovens de baixa renda (ID Jovem) e pessoas com deficiência (Lei nº 12.933/2013 e Decreto nº 8.537/2015).5. Medidas de Ampliação de Acesso: Conforme o Art. 47, inciso VI da IN 23/2025, o festival realizará ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores, incluindo a realização de oficinas gratuitas de Origami, Ikebana e Caligrafia Japonesa durante o evento, com mediação cultural para os visitantes.

Ficha técnica

Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) Coordenação Geral e Captação (Proponente) A Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) foi fundada originalmente com o objetivo de congregar os ex-bolsistas da JAPAN INTERNACIONAL COOPERATION AGENCY (JICA). Após compreensiva reorganização, a entidade aumentou o escopo de suas atividades, visando não apenas a congregação de ex-bolsistas da JICA e de outros programas do Governo Japonês, mas também se tornar um diferencial nas relações bilaterais entre os dois países, tanto no estímulo e suporte do intercâmbio cultural, quanto na organização e fomento das potencialidades que estes intercâmbios proporcionam. Adicionalmente, a entidade busca ativamente o fortalecimento das parcerias entre os atores privados nos dois países, incentivando as trocas culturais e consequentemente, contribuindo para o estreitamento dos laços já históricos entre o Brasil e Japão. Para a realização deste objetivo, a ACCTBJ promove, além de eventos e congregações, a criação de uma plataforma para que problema intrínseco e perene na comunicação entre os dois países (notadamente, o cultural e o da língua) sejam atenuados através da cooperação dos ex-bolsistas, os quais estão capacitados, por sua experiência, a prestar esta forma de assistência. Entre as atividades desenvolvidas está a conquista da realização do Festival Japão em Minas que aconteceu no ano de 2012. A ACCTBJ espera contribuir para o engrandecimento de uma relação já histórica, consolidando os esforços existentes e, a partir destes, criar novas perspectivas e possibilidades para o desenvolvimento contínuo dos laços entre dois países que, ainda que distantes, têm afinidade comprovada pelo tempo. Yukari Hamada Curadoria, Produção e Coordenação de Monitores Administração de Empresas - FUMEC/1984 Pós Graduação - UNA/1988 Especialização - Kinky University/Japan 1994 Presidente da ACCTBJ Atuando desde 1997 no Consulado Geral Honorário do Japão em BH, mantem frequentes contatos com todas as empresas de capital japonês em MG. A proponente atua nas atividades culturais do consulado, deste sua criação. O Consulado vem se firmando como centro de divulgação de informações nas consultas realizadas por empresas e cidadãos sobre costumes, tradições, questões jurídicas, econômicas da cultura japonesa. Destacam-se como principais atividades desenvolvidas: Promover a difusão da cultura japonesa em MG, através de parcerias e buscando patrocínios para realização da Semana do Japão, exposições, eventos, seminários, oficinas de artes como o Kirigami, Origami, Oshibana-e, Ikebana e Pipa e cursos de gastronomia. / Desenvolver oportunidades para melhor difusão dos interesses e buscar parcerias entre empresas, os órgãos governamentais japoneses e brasileiros nas áreas culturais, sociais e econômica, visando o fortalecimento do vínculo das culturas mineiras e japonesa no âmbito da Empresa e de MG./Estreitar os relacionamentos com instituições governamentais, associações das comunidades Nikkei, câmaras de comércio, federações japonesas no Brasil e empresas japonesas estabelecidas em MG e no Brasil. / Apoiar e acompanhar os representantes diplomáticos e institucionais, missões econômicas e sociais em suas visitas a MG. /Divulgar os diversos programas de intercambio, apoio tecnológico e de treinamento entre instituições, entidades e empresas japonesas e mineiras. / Manter contatos e estreitar os relacionamentos junto as 16 associações Nikkei do interior de MG. / Realizar a Cerimonia de Confraternização destinada ao brinde de longevidade e felicidade em homenagem à sua Majestade, o novo Imperador Naruhito, pelo seu aniversário. Este evento é realizado por todos os Consulados e Representações Diplomáticas do Japão fora do país./ Solicitar os empréstimos dos títulos da Filmateca ou acervos do Centro Cultural do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e da Fundação Japão para as entidades promotoras de eventos culturais de Minas. Aposentada na empresa Usinas Siderúrgicas de MG, desde março/2012. Atuou nos últimos 12 anos como produtora e curadora do Festival Japão em Minas. Apoio aos eventos promovidos pela Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira: Festival de Comida Típica, Festival de Tanabata Matsuri, Matsuri Pop Geek, UNDOKAI, para divulgação da cultura japonesa. Taal Gestão e Cultura Coordenação Administrativa-Financeira Criada em 2020, atuou na Coordenação Administrativa-Financeira do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, no Festival Fartura Brasil e no Festival Rua em Cena. Seu sócio fundador, Felipe Rodrigues Amado Leite é Graduado em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e especialista em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (Espanha). Se especializou em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas. Foi coordenador de gestão estratégica na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Respondeu pela Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura de 2013 a 2019 da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, presidiu a Comissão Técnica de Análise de Projetos de Minas Gerais de 2013 a 2018, presidiu a Comissão Paritária Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura de 2018 a 2020 e respondeu pela Superintendência de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia, de 2019 a 2020.

Providência

Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.

2026-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais