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QUE BOM QUE VOCÊ VEIO é um espetáculo teatral adulto do gênero drama que permeia o universo das relações humanas contemporâneas e mais ainda, das famílias. Uma trama de 70 minutos que se passa na sala de um apartamento na zona sul do Rio de Janeiro. Um pai que presencia a traição da esposa e vai embora abandonando uma filha de quatorze anos. Quinze anos depois, a mãe morre e a filha vai procurá-lo para a assinatura de um documento relativo à casa em que moravam. Essa relação, de agora, tem um percurso sinuoso deixando as partes ora próximas e amáveis, ora frias e distantes. O fato é que o respeito e a afetividade traz à tona o entendimento dos dois como seres humanos comuns, com suas qualidades e defeitos. É uma peça, acima de tudo, sobre o perdão.
Depois de quinze anos de silêncio, um reencontro inesperado entre pai e filha reacende não só lembranças, mas também feridas, afetos e verdades não ditas. Ele foi embora e nunca mais voltou. Ela cresceu sem entender por quê. O motivo do reencontro é prático — a assinatura de um documento — mas o que começa como um acerto burocrático se transforma em uma jornada emocional marcada por mágoas, afeto, cumplicidade e conflito. “Que Bom Que Você Veio” é um drama íntimo que fala sobre reconexão, legado, ego e afeto. Uma história que atravessa o feminino e o masculino com a mesma intensidade, tocando nas dores e nos silêncios das famílias reais. Um pai escritor em crise criativa e uma filha médica, já amadurecida que quer fechar um ciclo. Juntos, tentam reescrever sua própria história, mas descobrem que o perdão é talvez o capítulo mais difícil de se construir.
GERAL: Realizar apresentações teatrais do espetáculo "Que Bom Que Você Veio" em uma temporada de dois meses no Rio de Janeiro, com três sessões semanais (sextas, sábados e domingos), totalizando 24 apresentações. Gerar de 40 a 50 empregos diretos e indiretos, todos vinculados às artes cênicas. Desenvolver um trabalho artístico de qualidade, acessível a pessoas de todos os gêneros, raças, classes sociais e condições físicas ou psíquicas, sem qualquer distinção. Promover debates, palestras e espaços na mídia, estimulando o interesse pelos temas abordados na peça, como o papel do pai contemporâneo, os impactos da tecnologia no ambiente familiar, a individualização e as transformações da família moderna. ESPECÍFICO: A peça tem como meta realizar uma temporada de dois meses, com apresentações às sextas, sábados e domingos, totalizando 24 sessões a partir de agosto de 2025, no Teatro Nathalia Timberg, no município do Rio de Janeiro. A expectativa é atingir 3.600 espectadores, com média de 150 pessoas por sessão. O projeto garantirá a democratização do acesso, conforme previsto nas contrapartidas, com a oferta de ingressos gratuitos ou a preços populares. Como ação de acessibilidade, 8 sessões (todas aos domingos) contarão com intérpretes de Libras, tanto durante a apresentação quanto no bate-papo pós-espetáculo. Esse encontro semanal entre elenco e público promoverá uma troca direta sobre os temas abordados na peça, funcionando como espaço de escuta e reflexão. Após essa temporada, a Irmão do Meio Seguirá com o espetáculo de forma independente, levando-o a outros teatros e cidades.
As mudanças nas estruturas familiares exigem a revisão dos papéis e dinâmicas dentro do núcleo familiar. A figura paterna, antes central e autoritária, dá lugar a relações mais afetivas e equilibradas, enquanto a presença feminina ganha força em todas as esferas da vida social. Com o aumento das separações, surgem novas configurações em que pai e mãe constroem vínculos afetivos independentes com os filhos, o que reforça a necessidade de discutir responsabilidade emocional e novas formas de convivência. Nesse contexto, a Irmão do Meio Produções Artísticas criou o espetáculo "Que Bom Que Você Veio", que tem como eixo o reencontro entre um pai e sua filha adulta, após quinze anos sem contato. A peça parte de uma situação íntima e silenciosa para abordar temas como abandono, ausência paterna, reconciliação e os desafios dos vínculos afetivos na sociedade atual. A narrativa apresenta tanto a dor da filha, que cresceu sem o pai, quanto o impacto desse afastamento na vida dele. Ambos lidam com as consequências da ruptura e buscam reconstruir o afeto por meio da escuta, do perdão e do reconhecimento do outro. Ao revisitar a paternidade contemporânea, o espetáculo questiona modelos tradicionais de masculinidade e propõe uma presença paterna mais responsável, emocionalmente disponível e comprometida com os laços familiares.Ao colocar em cena um pai e uma filha separados pelo tempo e pelo silêncio, o espetáculo evoca dores familiares profundas, mas também a possibilidade de cura por meio do reconhecimento mútuo e da escuta. É uma história sobre perdão, mas também sobre responsabilidade emocional, reconfiguração dos afetos e reconstrução dos laços possíveis _ um tema atual, necessário e transformador.Por isso, o apoio da Lei de Incentivo à Cultura é indispensável. Ele permitirá que este trabalho alcance sua função pública, cultural e social: formar plateia, ampliar o acesso à arte e estimular o diálogo sobre temas que atravessam tantas famílias brasileiras.O projeto se enquadra nos incisos abaixo do Art. 1º da Lei. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.A produção respeitará também os parágrafos 1º, 2º e 3º do Art. 1º da Lei, sem qualquer distinção de público pagantes ou não, e em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. Assim como preza pelo inciso 1, na alínea C, do Art. 3º incentivando a formação artística e cultural com a oferta de cursos destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.O projeto atende também ao Art. 3º, no inciso IV, alínea A, estimulando a distribuição gratuita de ingressos para o espetáculo.O projeto prevê 24 sessões, com apresentações às sextas, sábados e domingos. Em todos os domingos, totalizando 8 sessões, haverá intérprete de Libras durante todo o espetáculo, garantindo acessibilidade ao público com deficiência auditiva. Após cada uma dessas sessões de domingo vamos realizar um bate-papo com o elenco, com a participação do intérprete, para aprofundar os temas abordados na peça. Esses encontros funcionarão como ferramentas de mediação cultural e inclusão. Para reforçar esse direcionamento, faremos a distribuição de ingressos gratuitos ou a preços populares, reafirmando nosso compromisso com a democratização do acesso à cultura.
O Proponente Irmão do Meio Produções Artisticas, tem como principal dirigente o Ator Roney Villela que ao longo da carreira produziu váriosespetáculos Teatrais, conforme consta informações a seguir: CURRÍCULO RONEY VILLELA (PRODUÇÃO):Além de ator e autor. Roney Villela também trabalhou como diretor, professor e produtor.Como PRODUTOR iniciou em 1983 junto com Roberto Bomtempo, juntos comandavam o grupo “Pessoal do Tom”.Produções de Roney Villela:“Chapetuba Futebol Clube”, Teatro Ipanema-RJ (1983).“O Meu Guri”, Teatro da Galeria-RJ (1984).“Maria Minhoca”, Teatro Villa Lobos-RJ (1984).“Quem Matou o Leão?”, Teatro de Arena-RJ (1985).“As Aventuras de Tom Sawyer”, Teatro Vannucci-RJ (1985).“Romeu e Julieta”, Teatro Vannucci-RJ (1986).“Fim de Noite”, Bar Botanic-RJ (1990).“Godspell”, Teatro Villa Lobos-RJ (1992).“Amor Bruxo”, Teatro Villa Lobos-RJ (1995)."Os Incríveis Anos 60”, Teatro Abel-NI (2003).“Geração Trianon”, Teatro Gay Lussac-NI (2004)“Tudo de Bom.com”, Teatro Gay Lussac-NI (2006).“Rocky Horror Show”, Teatro AMF-NI (2008).“Bailei Na Curva”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2011).“A Vida Como Ela É”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2012).“A Criatura”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2014).“O Assassino Invisível”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2015).
Serão 24 apresentações de "Que Bom Que Você Veio", espetáculo em ato único, com 70 minutos de duração. A peça tem cenário único, que é a sala de um apartamento. Uma atriz e um ator compõem o elenco.As apresentações do espetáculo contarão com o auxílio técnico de um operador de luz, um operador de som, um contra regra, um administrador e um assistente de direção. Além dos profissionais que compõem a ficha técnica e os especialistas envolvidos nas ações afirmativas.
Esse espetáculo acontecerá em teatros que ofereçam condições adequadas de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da lein° 10741, de primeiro de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso). A Produção dará atenção a portadores de deficiência, conforme disposto no artigo 46 do decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. As pessoas com qualquer tipo de deficiência terão atenção individual. Monitores (recepcionistas) que os auxilie da bilheteria a seus assentos e durante todas as sessões. Lugares prioritários também estarão disponíveis para atendê-los. Atenção integral. A peça vai dispor de um intérprete de libras destinado aos deficientes auditivos em todas as sessões de domingo (total de 08 sessões). Programas com impressão em Braille para os deficientes visuais.
Durante a última semana de ENSAIO do espetáculo “Que Bom Que Você Veio”, alunos de teatro e grupos teatrais serão convidados a assistir e conversar sobre a peça. Serão 10 alunos em 10 horas no total. Disponibilizaremos ingressos grátis da seguinte forma: - Apresentação de uma sessão do espetáculo antes da estreia (ENSAIO GERAL) destinada à alunos de escolas públicas (idade acima de 16 anos) e outros interessados inseridos no contexto de ações afirmativas. Total 220 pessoas. -Todas as sextas-feiras haverá a disponibilidade de 10 ingressos grátis para as pessoas com qualquer tipo de deficiência, idosos e açõesafirmativas. Total 80 pessoas. - Workshop de Teatro utilizando o método Potencial Máximo, oferecido de forma gratuita para 40 pessoas. Duração de 4 horas
EQUIPE TÉCNICA: Texto: Roney Villela e Amanda Spanner. Direção: Ciça Castelo Cenário: Monica Martins Figurino e adereço: Monica Martins Desenho de Luz e Efeitos: Rogério Wiltgen. Direção de Movimento: Sueli Guerra. Coordenação de Produção: Helena Peregrino Produção Executiva: Vanessa Lynx. Elenco: Amanda Spanner e Roney Villela. CURRICULOS: RONEY VILLELA (Autor e Ator no Projeto) Exerce a profissão de ator há 43 anos, com papéis de destaque na televisão, cinema, teatro e streaming. Iniciou a carreira em 1982, com a peça Capitães da Areia, de Jorge Amado. Passou por peças como: Chapetuba Futebol Clube (Roberto Bomtempo - 1983) / Ligações Perigosas (José Possi Neto - 1987) / Splish Splash (Wolf Maia -1989) / Julio Cesar (Paulo Reis - 1995) / Cuidado Patricinha (Eduardo Dusek - 1997) / Guerreiras do Amor (Jayme Periard - 2000) / Barrela (Roberto Bomtempo - 2004) / Após a Chuva (Silvio Guindane - 2007) / Getsêmani (Andrea Avancini - 2013), entre outras. Somando 25 espetáculos como ator de teatro. No Cinema, o seu primeiro trabalho foi em 1987 no filme Um Trem Para as Estrelas de Cacá Diegues. Atuou em mais de 40 longa-metragens, entre eles: O Vestido de Paulo Thiago / Tropa de Elite de José Padilha / Meu Nome Não É Johnny de Mauro Lima / Nise, o Coração da Loucura de Roberto Berliner / Veneza de Miguel Falabella / Filhos do Mangue de Eliane Caffé, além de A Morte Habita à Noite (de Eduardo Morotó), seu primeiro protagonista no cinema com o qual recebeu quatro prêmios de Melhor Ator, três deles em Festivais Internacionais (Miami, Portugal e Festival Íbero-Americano). Esse ano irão estrear mais 05 longas, dentre os quais: Dolores de Marcelo Gomes e O Agente Secreto de Kleber Mendonça Filho. Na televisão, começou em 1986 na novela Selva de Pedra. Entre os principais trabalhos, estão Mulheres de Areia, Amazônia, Mandacaru, O Cravo e a Rosa, A Padroeira, Celebridade, Além do Horizonte, Novo Mundo e Renascer. Ainda na TV aberta atuou em Séries como A Justiceira, Guerra e Paz, Faça a Sua História, A Lei e o Crime, Questão de Família e Sob Pressão. Na TV fechada e Plataformas de Streaming, participou de seriados na HBO, Fox, Globoplay e Netflix, como Magnífica 70, Um ContraTodos, Impuros, A segunda Vez, Santo Forte, Meus Dias de Rock, Lilly Hammer (uma produção dinamarquesa) e O Vale dosEsquecidos. Recebeu 13 prêmios de Melhor Ator em cinema e 1 prêmio de Direção teatral (com Roberto Bomtempo). SUELI GUERRA (Direção de Movimento do Projeto)Formada pelo Ballet Dalal Ashcar, e Royal pela Washingnton School of Ballet. Graduada em Dança pela UniverCidade (RJ). Integrou as companhias: Renato Vieira Cia de dança, Laso Cia de Dança, Cia Aérea de Dança, Ballet do Terceiro Mundo. Coreografou os filmes: Madame Satã, Chatô, Carlinhos e Carlão.Dirigiu no Teatro: O Crime do Professor de Matemática, Piano Bar, Meu Lugar no Mundo, O Búfalo, Emilinha, Elizeth a Divina.Coreografou: A Cor Púrpura, O Musical; Bibi uma vida em musical; Andança, Otelo da Mangueira; Tango Bolero e Chachacha; Tim Maia, Beijo no asfalto, o musical; Makuru. Em 2001, ganhou do Prêmio Coca-Cola de teatro jovem pela coreografia do espetáculo Praça Onze, Prêmio Botequim Cultural de melhor coreografia em 2020 por seu trabalho em A Cor Púrpura. Prêmio Cenym por Bibi uma vida em musical e A Cor Púrpura. Prêmio APTR 2020 por A cor púrpura.É Pós graduada em Direção Teatral pela Faculdade CAL.Diretora e coreógrafa da Cia da Ideia, com mais de dez espetáculos e performances. ROGÉRIO WILTGEN (Desenho de Luz do Projeto) Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére,Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical Bibi, uma Vida em Musical.Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019.AMANDA SPANNER (Autora e Atriz no projeto)Amanda Spanner é atriz e escritora. No streaming, seu trabalho mais recente é a série 'Pedaço de Mim', com direção de Maurício Farias na Netflix, fazendo a personagem Bia. Já na TV aberta, Amanda fez uma participação em ‘Garota do Momento’, novela das 18h, escrita por Alessandra Poggi, na Globo. Em paralelo, atuou nos curtas 'Goldfish' e ‘Enquanto os Outros Dormem’, sendo o último finalista dos festivais Roma Short Film Festival e New Wave Film Festival, em ambos os projetos, Amanda assinou o roteiro. No teatro, seu último trabalho foi a peça ‘Próxima Parada’, em cartaz no teatro Gláucio Gil, como atriz e produtora. Também atuou em espetáculos dirigidos por Roney Vilella e Daniel Herz. Em 2019 lançou seu primeiro livro ‘Visceral’ e atualmente trabalha no desenvolvimento do segundo, com previsão de lançamento para 2026.CIÇA CASTELLO (Diretora Artística)Ciça Castello é diretora, diretora de elenco, fotógrafa e agente de atores. Responsável por elencos no cinema brasileiro, como O Palhaço (Selton Mello), Amor? (João Jardim), Dois Filhos de Francisco (Breno Silveira) e, séries na TV, como Amores Roubados, O Rebu e Canto da Sereia (TV Globo - direção José Villamarim). Assinou recentemente o elenco de Bom dia, Verônica 2 e 3, Pedaço de Mim - Netflix e o musical 'Djavan - Vidas pra contar' ainda em montagem. Em paralelo com a produção de elenco, Ciça desenvolveu seu trabalho de fotografia expondo em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Lisboa e Paris. E desde de 2019, realiza com atores e atrizes um trabalho de assessoria artística, direção e criação de conteúdos audiovisuais.No segundo semestre de 2020, adaptou e dirigiu a obra DELICADEZA. Um longa experimental, adaptado da peça homônima do autor e jornalista Miguel Paiva. Entre 2021 e 2023 morou em Lisboa - Portugal, foi sócia e curadora junto a Antonio Grassi do Espaço Talante. Um espaço cultural na Livraria Ler Devagar - Lx Factory Em 2024 lançou o livro “Persona Artística e o mercado de atuação no Brasil” que através da sua experiência e de depoimentos de profissionais da área, ela fala sobre as mudanças do mercado nos últimos anos e como funciona nos dias de hoje.HELENA PEREGRINO (Diretora de Produção)Helena Peregrino é produtora cultural e diretora de projetos com atuação destacada no cinema e no audiovisual brasileiro. Sua trajetória é marcada pelo engajamento em obras de forte impacto social, articulando campanhas e estreias de filmes como Grande Sertão, Malu, A Batalha da Rua Maria Antônia e Malês, sempre integrando narrativa, acessibilidade e mobilização de público. Fundadora da Olinda Comunicação, atuou por 10 anos na área de marketing do Canal Brasil, pertencente ao Grupo Globo. Foi head de marketing da Elo Studios, produtora e distribuidora de cinema brasileiro, e hoje amplia sua atuação para o campo das artes cênicas. Também desenvolve iniciativas culturais voltadas à diversidade e à inclusão. Sua abordagem une estratégia, sensibilidade e um profundo compromisso com a transformação social por meio da arte.VANESSA LYNX (Produtora Executiva)Atriz, especialista em Commedia Dell’Arte e Produtora Cultural. Formada pela Cal- Casa das Artes de Laranjeiras em 1992. Em teatro trabalhou com os diretores Clóvis Levy, Amir Haddad, Luiz Mendonça e Silvio Guindane.Fez cursos na França, “Commedie Musicale” com Nicole Daresco no Centre de Danse du Marrais (Paris, 1990); e Itália, “Scuola Internazzionale dell’Atore Comico” (Commedia Dell’Arte).Atuou em Portugal na Efêmero- Cia de Teatro de Aveiro, no espetáculo “SO3-HO4” Atuou na Itália, em Reggio Emília no espetáculo “Ok, Avolo!”Desde 2003 é Produtora Cultural, responsável por várias montagens teatrais como “Os Incríveis Anos 60” (2003), “Rocky Horror Show” (2007), “Geração Trianon”, “De Perto Ninguém é Normal” (2013), “O Beijo e o Golpe” e “A Dança das Sombras” (2014), “A Criatura” (2015), “O Assassino Invisível” (2015) e Rádio Esplendor” (2016). É sócia na Irmão do Meio Produções Artísticas.
Periodo para captação de recursos encerrado.