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Circulação do espetáculo teatral "Antígona e Ismêne" da Cia Teatroendoscopia de Santo André -SP, por oito cidades populosas do Brasil: Fortaleza, Recife, Belém, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Com serviços de audiodescrição e tradução em Libras.
Espetáculo "Antígona e Ismêne".Para este projeto, interessa-nos pesquisar de como é possível criar ações, narrativas e personagens que busquem questionar práticas de resistência às estruturas dominantes de destruição. Para tanto, pretendemos criar um espetáculo inédito tendo como base as personagens Antígona e Ismêne, da tragédia escrita por Sófocles, e relida por autores como Brecht e Anouih, que ao se oporem ao seu tio e também rei Creonte, que não lhes permitia darem sepultamento a seu irmão morto na guerra, tornam-se vozes femininas que confrontam e combatem sistemas que ignoram uma reconexão com a nossa humanidade, com a natureza, afetos e subjetividades; que sem a reconciliação com a (T)terra enquanto organismo vivo do planeta; sem o emprego de novas formas de se relacionar, não há como revitalizar nossa existência e expandir nossos horizontes de vida. A proposta é que a insurgência de Antígona possa nos inspirar para construir uma ação coletiva que busque uma convivência mais harmoniosa com a diversidade e a imaginar, a partir da confluência de saberes, alternativas para os desafios que afetam o futuro da humanidade. Público -Alvo estudantes do ensino médio. A partir de 14 anos.Oficina "Despertando Poesias Corporais"O Butô se manifestou em um espaço de tempo específico, mas suas questões podem nos referenciar na busca da transformação de um corpo através de um treino que possa dançar suas crises e memórias. O corpo carrega de memórias e dos sonhos, o quê? A partir dessas indagações, iremos trilhar o caminho nesses encontros, por meio de treinos inspirados nas técnicas do Butô, pesquisaremos os estados de presença e criação dos discursos poéticos corporais, onde os contornos próprios da dança, do teatro e da performance se desfazem. A Dança/Teatro se encontra com a ancestralidade, entendendo o próprio corpo e suas motivações, inserindo o que está oculto na memória. Por isso a ênfase no autoconhecimento e no treino como dispositivo para a criação. O rigor formal é apenas uma ponte que leva o ator a apropriar-se e conduzir em si mesmo caminhos que somente o sonho e a imaginação humana são capazes de oferecer. A prática é um convite a um mergulho investigativo no universo da memória corporal, da palavra, do silêncio, a partir das danças que no corpo habitam. O treino procurará despertar, ampliar, verticalizar, questões sobre a presença cênica, relações e percepções de espaços sutis, tempos esgarçados e corporeidades que se manifestam de forma integral no aqui e agora. Treinos para a criação com proposições inspiradas em práticas da Educação Somática, provocando conexões e circulações corporais, como forma de fortalecer e despertar o corpo nas suas diversas camadas, abrindo caminhos para a criação. A partir de 14 anos.
Objetivo Geral - Circuçlação da Cia Teatroendoscopia de Santo André-SP, com o espetáculo "Antígona e Ismêne" pelas cinco regiões do Brasil.Objetivos específicos - Realização de apresentações teatrais, do espetáculo 'Antígona e Ismêne" nas cidades: Fortaleza, Recife, Belém, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Sendo três apresentações por cidade, totalizando 24 apresentações a preços populares R$40,00 inteira e R$20,00 meia entrada. Objetivando atender 3.600 pessoas.A produção realizará contatos com escolas públicas de ensino médio, faculdades e universidades das cidades contempladas no projeto. Também divulgará em escolas de artes cênicas, equipamentos culturais e pontos de cultura das cidades.
O projeto se insere nos seguintes incisos do Art1 da Lei 8.313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Art 3 - II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
A Cia Teatroendoscopia é oriunda da Escola Livre de Teatro de Santo André, iniciou seus trabalhos em 2002 no Núcleo de Direção da ELT, coordenado por Antônio Aráujo que juntou seu núcleo com o de dramaturgia que era coordenado por Luís Alberto de Abreu e realizaou a ciração do espetáculo "Crime e Castigo", adaptação da obra de Dostoievski, em processo colaborativo dos aprendizes artistas. Dando início a Cia Teatroendoscopia. Em 2004 a Cia realizaou a montagem do espetáculo "Cárcere", dramaturgia de Suzana Aragão, direção e produção de Flávio Marin. Depois em 2007, a Cia montou "Torturas de um Coração" de Arianao Suassuna. Em 2010, com novo elenco a Cia realizou novamente uma temporada de Cárcere. 2014 - "Dois perdidos numa noite suja" de Plínio Marcos, 2015 - "Alma" adaptação de Flávio Marin e Andressa Ferreira da peça "Valsa n 6", de Nelson Rodrigues. Em 2017, a Cia montou "Oração para um pé de chinelo", de Plínio Marcos. Depois dois espetáculos circenses "Tuf-Tuf & Pirueta" e "Rodapé e Tuf-Tuf brincam com gente miúda", nos anos de 2018 e 2019. Em 2020 a Cia foi contemplada em quatro editais da Lei Emergencial Aldir Blanc. Um de apoio ao espaço cultural que a Cia tinha o "Teatroendoscopia e Biblioteca Comunitária Aurora", organizado pela Secretaria Municipal de Cultura de Santo André, outro também na cidade de Santo André de fomento a espetáculos inéditos, com esse foi produzido o espetáculo de Teatro de Rua "A farsa do advogado Pathelin", adaptação e direção de Flávio Marin. E mais dois editais da Lei Aldir Blanc no estado de São Paulo, o PROAC LAB 36/20 de circulação que a Cia realizou a I-Mostra Plínio Marcos, com a exibição online dos espetáculos "Dois perdidos numa noite suja" e "Oração para um pé de chinelo". E o edital PROAC LAB 47/20 categoria C - Prêmio a Produtores Independentes. Realizamos a criação, produção e exibição online do espetáculo inédito "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" de Sérgio Pires. Em 2022 a Cia realizou a Mostra de Vinte Anos da Cia Teatroendoscopia no Teatro Arena Eugênio Kusnet. Com exibições dos espetáculos "Oração para um pé de chinelo" e "Vermelho - A Terra só está pedindo silêncio". Em 2024 Flávio Marin produziu e dirigiu o documentário curta-metragem "Reconstruindo a História" que retrata a trajetória da Cacica Jaqueline Haywã da Etnia Pataxó Hã Hã Hãe, neste projeto criou uma nova rede de criação junto a comunidade indígena em contexto urbano, na região do ABC Paulista. Com essa nova Rede a atriz Tãnia dos Santos, conhecida como Ãgohó Ãkirê, que significa Lua Crescente na língua Patxorã, é a intérprete de Ismêne. Ãgohó Ãkirê é uma liderança dos Pataxós na cidade de Santo André.
O projeto da produtora Charanga da Alegria é realizar a circulação do espetáculo "Antígona e Ismêne" da Cia Teatroendoscopia de Santo André -SP, pelas cinco regiões do país, realizando trinta e duas apresentações do espetáculo, com audiodescrição e tradução em Libras. A adaptação da obra de Sófocles, realizada pela dramaturga Solange Dias em processo colaborativo com elenco e direção. A montagem contará com cinco artistas no elenco, duas atrizes Tãnia dos Santos e Andressa Ferreira, e três atores Val Mataverni, Daniel Gregório e Marcos Horta. A cenografia foi criada com objetos cênicos dinâmicos, dialogando com a iluminação e possibilitando diferentes ambientes. Os figurinos foram criados pela artista Elidy Moreira, com pesquisa nos povos indígenas e quilombolas. A sonoplastia tem músicas inéditas compostas para o espetáculo, e efeitos sonoros que complementam a dramaturgia. O processo de criação artística teve início com a aprovação do Projeto no Edital da Lei Aldir Blanc na cidade de Santo André, PNAB 02/2024. Estamos no período de ensaios, iniciamos em abril/25, após o depósito realizado pela Secretaria Municipal de Cultura de Santo André, serão nove meses, o mesmo período que levamos para nascer. Nossa estreia será em Santo André em fevereiro de 2026. As trinta e duas apresentações acontecerão em teatros escolhidos pela produção com critérios para a acessibilidade ao projeto. Espaços que permitam que pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção possam vivenciar essa experiência cultural com tranquilidade. Todas as apresentações contarão com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. O espetáculo terá duração de 60 minutos.Serão 24 apresentações a preços populares que respeitam o valor imposto pelo Vale Cultura e a possibilidade de sua utilização.
Acessibilidade Física: Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo "Antígona e Ismêne", permitirão que as pessoas com defiência física ou com mobilidade reduzida tenham condições de presenciar as apresentações através de rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. Essas pessoas terão prioridade de entrada.Acessibilidade para PcD Visuais: As apresentações do espetáculo Antígona e Ismêne terão serviços de Audiodescrição, para isso haverá a contratação de roteirista de Audiodescrição, consultor com deficiência visual e locutor nas apresentações. Além da locação de equipamentos transmissores do áudio. O público com deficiências visual terão prioridades de entradas.Acessibilidade para PcD Auditivos: As apresentações do espetáculo 'Antígona e Ismêne", terão tradução em libras, com a contratação de profissional intérprete tradutor em llibras. O público com deficiências sempre terão prioridades de entradas.
Produto espetáculo de artes cênicas "Antígona e Ismêne".Realizar oito apresentações do espetáculo "Antígona e Ismêne" gratuitamente. Realizar a oficina "Despertando Poesias Corporais" gratuitamente.Realizar oito bate-papos com o público após as apresentações.I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Estamos doando 25% das apresentações do espetáculo para distribuição gratuita. Realizar 24 apresentações do espetáculo "Antígona e Ismêne", com ingressos a preços R$40,00 inteira e R$20,00 meia. Respeitando o limite do valor do Vale Cultura.II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;A proposta assegura a democratização do acesso da seguinte maneira: Serão 32 apresentações do espetáculo "Antígona e Ismêne", objetivando público em torno de 5.000 pessoas.a) 25% que representam 1.250 pessoas, ingressos gratuitos para estudantes, professores do ensino médio da rede pública e estudantes uniiversitários de instituições públicas. Ongs e Associações que desenvolvam ações sociais e de educação. b) 10% que representam 500 pessoas, de ingressos gratuitos para patrocinadores e apoiadores do projeto. c) 10% que representam 500 pessoas, de ingressos gratuitos para a equipe de criação e execução de ações de divulgação do projeto.d) 55% para vendas de ingressos com valor que atende ao Vale Cultura, sendo R$40,00 inteira e R$20,00 meia, que representam 1.280 pessoas.
Coordenação Geral, Produção e Direção Cênica - Flávio Marin - Proprietário da Produtora Charanga da Alegria (Proponente).Ator DRT 12.206, idealizador da produtora Charanga da Alegria, palhaço, produtor cultural e diretor artístico da Cia Teatroendoscopia. Formado em direção nas Escolas Livres de Teatro e Cinema de Santo André. Drigiu e produziu os espetáculos "Crime e Castigo" 2002, "Cárcere"-2004, "Torturas de um coração"-2006, "Dois perdidos numa noite suja"-2014, "Alma"-2015, "Oração para um pé de chinelo"-2017, " A farsa do advogado Pathelin"-2021, "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" -2022. Atuou em vários espetáculos teatrais entre eles "Mistérios Gozozos" direção de Zé Celso, "Babel" direção Renato Borghi, "O beijo no asfalto" direção Paulo Celestino. Dirigiu os filmes curtas metragens Ficção "O Duelo" e "O crime do Pato Branco". Dirigiu e produziu o documentário curta-metragem "Reconstruindo a História", que retrata a trajetória da Cacica Jaqueline Haywã da Etnia Pataxó Kariri Sapuyá. Projeto contemplado no Edital da Lei Paulo Gustavo, e que isnpirou o novo projeto para um documentário longa-metragem "Cacica Jaqueline Haywã", aprovado no Edital da PNAB 05/2024 da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, filmado em 2025. No mesmo ano produziu e dirigiu a II-Mostra de Teatro Plínio Marcos na cidade de Ribeirão Pires.Dramaturgia - Solange Dias.Mestre em Artes pela UNICAMP-SP. Diretora, atriz, dramaturga e educadora teatral. Integrante-fundadora do Teatro da Conspiração de Santo André realizando diversos espetáculos como dramaturga e diretora, com destaque para adaptação de “A Princesa e a Costureira” de Janaína Leslão, Indicação de Melhor Texto Adaptado FEMSA 2016 e Prêmio APCA 2016 para Melhor Espetáculo de Diversidade de Gênero para crianças; e “Os Livros de Jonas”, Indicação de Melhor Espetáculo de texto inédito juvenil. É dramaturga convidada das Cias. Do Miolo (Casa de Tolerância ) e do grupo Esparrama na Janela (Minhoca na Cabeça e Navegar). É também integrante da Cia. Paulicéia de Teatro, onde assina a dramaturgia do espetáculo "Relampião", e assistência de direção de "Razão Blindada". Foi Coordenadora Pedagógica da ELT (Escola Livre de Teatro de Santo André) entre 2016 e 2017, e Orientadora do Núcleo de Dramaturgia de 2013 a 2017 e em 2022. Foi co-curadora do Evento “Dramaturgias” do SESC Ipiranga (2018). É educadora teatral de direção do Projeto Espetáculo Fábricas de Cultura.Atriz - Andressa FerreiraAtriz, DRT 29.622/SP, Palhaça e Artista circense, com formação pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) e também tem formação de palhaça pelos Doutores da Alegria. Iniciou sua trajetória artística com 13 anos e desde então, segue atuando em diversos espaços. É idealizadora da Cremosa Cia de Arte, onde atua no espetáculo De Férias com Omar.Ao longo de sua trajetória, participou de diversos projetos teatrais e companhias em São Paulo. Atuou nos espetáculos: "Alma" (2015), "A farsa do advogado Pathelin" (2021) e "Vermelho - A Terra só está pedindo silêncio",(2021), da Cia Teatroendoscopia, dirigidos por Flávio Marin. Além do teatro e da palhaçaria, Andressa se dedica à pesquisa de danças populares brasileiras. Em 2019, cursou Danças Brasileiras na Escola de Dança de São Paulo (EDASP), com Silvana de Jesus, e atualmente aprofunda seus estudos na mesma instituição, com foco em Capoeira e Cultura Popular. Em 2025 ingressou no curso de canto popular e percussão corporal na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP) e ingressou também na Orquestra MU. como Apresentadora Palhaça Federica, ao lado de músicos como Guga Stroeter e Dino Barione.Atriz - Tânia dos Santos - ÃGOHÓ ÃKIRÊ - Lua Crescente na língua PatxorãHistoriadora de formação, atualmente professora no Sesi São Bernardo. Professora convidada no curso de Pós Graduação da faculdade Sesi na disciplina de Ecologia, Meio Ambiente e Raça. Liderança indígena Pataxó no município de Santo André, membro da Articulação Indígena do ABC. Participante no GT dos povos indígenas no Consórcio das Sete Cidades do ABC. Contadora de história, artista plástica, palestrante, colaboradora do projeto Africanidades da UFABC. Atua junto ao coletivo Cia Teatroendoscopia no novo espetáculo "Antígona e Ismêne", dramaturgia de Solange Dias, direção e produção Flávio Marin, preparação corporal Rosana Ribeiro.Atuou no documentário curta-metragem "Reconstruindo a História", que retrata a trajetória da Cacica Pataxó Jaqueline Haywã, da Etnia Kariri Sapuyá. Participação em formações de professores em instituições públicas e privadas. Militante nas causas indígenas, de inclusão e das pautas LGBTQIA+Ator - Val MataverniFormado em Atuação pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em 1988. Participei de diversos cursos relacionados às Artes Cênicas: Interpretação Teatral,, Improvisação Teatral, Canto, Expressão Corporal, Locução, Interpretação Para Cinema e TV e Dança Contemporânea. Desde o ano de 1983, atuei em mais de 40 espetáculos teatrais e em mais de 20 curtas-metragens, sempre como Ator.Atualmente, participo da pesquisa, preparação e ensaios do espetáculo “Antígona”, projeto contemplado no Edital 02/2024, da PNAB, Lei Aldir Blanc, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura de Santo André-SP., produzido pela “Cia Teatro Endoscopia”, com Direção e Produção de Flávio Marin, Dramaturgia de Solange Dias e Preparação Corporal de Rosana Ribeiro.Ator - Daniel GregórioAtor. DRT 49782, Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André e pela Escola de Atores Wolf Maya. Trabalho como ator: Grupo Al-Manãk com o espetáculo “Estórias Ordinárias” (Nelson Rodrigues). Cia.Aleatória: com os espetáculos “Cogitação feita de farinha, leite e ovos”, “Viramar” e “O que pensam as vacas”. Cia Teatroendoscopia: com os espetáculos “Dois perdidos numa noite suja” (Plínio Marcos), “A farsa do advogado Pathelin” e “Vermelho – A Terra só está pedindo silêncio”. Gepeto Produção Cine e Video LTDA: com os musicais “A bela adormecida” e “Branca de Neve” dirigidos por Billy Bond. Trupe Tricoleta: atua como contador de história. Trabalha como Arte Educador. Dirigiu e produziu o documentário "Divergente - A arte na vida da pessoas com deficiência".Ator - Marcos HortaDRT 51738 - SPCom formação de ator pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul – SP e participado da Oficina dos Menestréis de Oswaldo Montenegro em São Paulo – SP, atuou nas peças teatrais “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes; “As Bruxas de Salém”, de Arthur Miller; “Espelho das Almas”, de João Matos; “Talk Show Régis Mel Especial” e “Verde e Rosa”, de Marcos Horta no circuito comercial. Em ambientes corporativos é autor, diretor e ator em mais de 50 espetáculos teatrais. Em audiovisual participou do curta metragem “O crime do Pato Branco”, direção de Flávio Marin; da minissérie “Betinho – Fio da Navalha”, de Alex Medeiros; da minissérie “As Aventuras de José e Durval”, de Duda de Almeida, Dan Rosseto e Diogo Leite e idealizou, atuou e dirigiu o documentário “Bem-vindos ao Teatro para Empresas”.Preparação Corporal - Rosana RibeiroDesenvolve pesquisa sobre a corporeidade, a partir de estudos relacionais entre o Teatro,a Dança Butô e as Artes Performativas. Fez o curso de Formação para atriz e vários núcleos de pesquisas na Escola Livre de Teatro (ELT), como também na Escola Livre de Dança (ELD), em Santo André. Com a Cia Teatroendoscopia trabalhou como atriz no espetáculo “Cárcere”, atriz e preparação corporal no espetáculo “Vermelho - A Terra só está pedindo silêncio”. E preparação corporal do espetáculo: “Dois perdidos numa noite suja”.Atualmente vem se dedicando a seu novo solo, ao seu trabalho na “Trupe dos Filhos da Mãe “, à preparação corporal em projeto da Cia Teatroendoscopia e à realização de oficinas sobre suas pesquisas e a trabalhos como modelo vivo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.