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PRONAC 253408Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mentes e Muros

COELHO E FONSECA CONSULTORIA LTDA
Solicitado
R$ 191,9 mil
Aprovado
R$ 191,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Santo André São Paulo

Resumo

Projeto "Mentes e Muros"Promove reflexão sobre territorialidade a partir da perspectiva do geógrafo Milton Santos. A proposta explora como o entorno escolar — bairro, relações sociais e culturais — é um território de aprendizagem dinâmico. Além de estimular os estudantes a compreenderem e interagirem criticamente com seu espaço, o projeto coloca os jovens como protagonistas na criação de iniciativas.Por meio de workshops, vivências comunitárias e atividades culturais, os participantes elaboram e apresentam projetos inspirados no território da escola, sendo reconhecidos por suas propostas. A iniciativa fortalece autonomia, criatividade e engajamento na construção coletiva do conhecimento.

Sinopse

Oficinas Artístico-CulturaisSerão realizadas, ao longo do projeto, cinco oficinas artístico-culturais gratuitas destinadas a estudantes de escolas públicas, com foco em identidade, território e cultura. As oficinas terão duração média de 2 encontros por atividade (total de 10 encontros) e seus temas serão:Expressão Visual (grafite e pintura mural)Fotografia DocumentalTeatro e Narração de HistóriasMúsica e Cultura PopularProdução AudiovisualTodas as oficinas serão ministradas em espaços públicos (escolas e centros culturais), com orientação de educadores especialistas em arte e cultura de periferia. Não há restrição de faixa etária, sendo recomendada para jovens de 12 a 18 anos. O acesso será gratuito e prioritário para estudantes de territórios periféricos.Aulas Formativas sobre TerritorialidadeSerão realizadas quatro aulas formativas teóricas e práticas com foco no conceito de territorialidade a partir da obra do geógrafo Milton Santos. As aulas ocorrerão em sala de aula e terão duração média de 1 hora e 30 minutos cada. Os temas abordados serão:Conceito de território e territorialidadeExemplos práticos e análise do espaço urbanoMapeamento cultural e social do entorno escolarReflexão crítica sobre o território como espaço de aprendizagemApós as aulas, os alunos participarão de plantões de dúvidas e rodas de conversa guiadas. O conteúdo será adaptado à realidade local dos participantes. Não há restrição de faixa etária. Participação gratuita.Mapeamento Cultural do TerritórioDurante a fase de execução, será realizado um mapeamento cultural participativo do entorno das escolas participantes. A atividade incluirá uso de mapas, registros fotográficos, coleta de histórias orais de moradores e identificação de pontos de referência relevantes (praças, centros culturais, ruas, comércios locais, etc.). O resultado será o desenvolvimento de um "Mapa da Aprendizagem", construído pelos próprios estudantes. A ação será realizada em grupos, com orientação de educadores e mediação pedagógica. Não há restrição de faixa etária. Acesso gratuito. Produção de Projetos Autorais pelos EstudantesA partir das vivências e oficinas, os estudantes desenvolverão projetos autorais culturais, como exposições fotográficas, vídeos documentais, peças teatrais, murais artísticos ou outras criações livres relacionadas ao território. A produção será acompanhada por educadores e oficineiros, com encontros regulares e plantões de dúvidas. Cada grupo produzirá um projeto a ser apresentado no evento final. Não há restrição de faixa etária. Acesso gratuito. Evento Final – Exposição CulturalAo final do projeto será realizado um evento cultural aberto ao público, com exposição dos projetos produzidos pelos estudantes e atividades culturais. O evento acontecerá em espaço público, com duração estimada de 1 dia, incluindo:Exposição fotográficaProjeção de vídeo-documentárioApresentações teatrais e musicaisMural artístico coletivoTambém será realizada uma roda de conversa avaliativa com estudantes, professores e comunidade. O evento terá entrada franca e premiação e será acessível ao público geral. Não há restrição de faixa etária.Relatório Final em PDF (Publicação Digital)Será elaborada uma publicação digital em formato PDF com registro metodológico, fotos, depoimentos e análise dos resultados do projeto. O relatório será disponibilizado gratuitamente por e-mail, site institucional e redes sociais. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização do entorno escolar como território ativo de aprendizagem, estimulando o protagonismo juvenil, a reflexão crítica e a criação de projetos autorais por estudantes autodeclarados negros, pardos ou indígenas, a partir da perspectiva de territorialidade proposta por Milton Santos. Objetivos Específicos Sensibilizar 100 estudantes de escolas públicas sobre a importância do território onde vivem e estudam como espaço dinâmico de aprendizagem e construção de identidade;Realizar 1 oficina de mapeamento comunitário, com utilização de mapas e ferramentas de geolocalização;Produzir registros fotográficos e audiovisuais do entorno escolar para análise e reflexão em sala de aula;Conduzir debates mediados por educadores sobre o papel do território na formação dos estudantes;Oferecer oficinas de grafite, fotografia, teatro e música, estimulando expressões culturais locais e individuais;Organizar rodas de conversa com moradores, artistas locais e líderes comunitários, promovendo o intercâmbio de saberes;Realizar visitas a espaços culturais e aulas de campo para aprofundar a compreensão do patrimônio local e das relações sociais do bairro;Incentivar a criação de projetos culturais autorais (exposições, vídeos, murais, peças teatrais etc.), que representem as vivências e aprendizados sobre o território;Promover um evento final aberto à comunidade para compartilhamento dos projetos desenvolvidos pelos alunos;Avaliar continuamente o projeto com apoio de questionários, entrevistas e rodas de conversa avaliativas, com estudantes, educadores e comunidade.

Justificativa

Santo André, município estratégico da Região Metropolitana de São Paulo com aproximadamente 749 mil habitantes (Censo IBGE 2022), carrega uma significativa herança histórica, industrial e cultural. Contudo, a cidade enfrenta profundas desigualdades socioeconômicas e educacionais, especialmente em suas periferias, onde reside a maioria dos estudantes da rede pública. Mais da metade da população andreense se autodeclara negra ou parda (cerca de 250 mil pessoas em 2022), concentrando-se em bairros marcados por exclusão territorial, histórica e cultural. Paradoxalmente, estes mesmos territórios são berços de uma imensa riqueza simbólica e cultural, com forte presença de religiões de matriz africana, coletivos artísticos, terreiros e manifestações de resistência negra _ patrimônios ainda pouco valorizados pelas políticas públicas e pelo currículo escolar tradicional. Como ensina Milton Santos, o território transcende o espaço físico, sendo construído por relações sociais, econômicas, afetivas e culturais. O projeto "Mentes e Muros" parte desta perspectiva para ressignificar o entorno escolar como território vivo de aprendizagem e afirmação identitária. Essa abordagem busca combater a desconexão entre os saberes escolares e as realidades periféricas, fator crucial para a evasão escolar e o desinteresse dos estudantes. O IDEB de 5,2 (2023) nos anos finais do ensino fundamental da rede pública, abaixo da meta nacional, reforça a urgência de metodologias inovadoras que tornem a aprendizagem significativa e contextualizada. O projeto visa envolver 100 jovens negros, pardos ou indígenas, de 12 a 18 anos, de escolas públicas periféricas de Santo André, capacitando-os como agentes de transformação e construtores de conhecimento. Através de oficinas de mapeamento afetivo-cultural, atividades artísticas, rodas de conversa e produção de projetos autorais, os jovens explorarão criticamente seus territórios, fortalecendo: Protagonismo juvenil e construção de narrativas próprias; Valorização das culturas locais e afro-brasileiras, promovendo pertencimento; Reconexão entre escola e comunidade; Expansão do conceito de educação, legitimando o território como fonte de saber. Necessidade do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet - 8.313/91): A realização plena deste projeto, com sua abrangência e complexidade metodológica (oficinas, mediação cultural, produção de materiais, eventos comunitários), demanda recursos significativos que transcendem a capacidade orçamentária das instituições proponentes e do poder público local. O financiamento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível para viabilizar a infraestrutura necessária, a remuneração adequada de educadores e artistas populares, a aquisição de materiais e a circulação dos resultados culturais produzidos pelos jovens. Este mecanismo permite a captação de recursos junto à iniciativa privada, compartilhando a responsabilidade social de fomentar a cultura, a educação transformadora e a redução das desigualdades em territórios vulneráveis. O projeto "Mentes e Muros" enquadra-se claramente nos seguintes dispositivos da Lei Rouanet: Art. 1º, Inciso IV: "estimular a difusão cultural e artística". O projeto promove a difusão ativa da cultura afro-brasileira e periférica por meio das atividades e produtos culturais gerados pelos jovens, levando-a para dentro da escola e da comunidade. Art. 1º, Inciso V: "fomentar a formação de plateias". O projeto forma novos públicos ao valorizar e dar visibilidade às expressões culturais locais, criando conexão crítica dos jovens e da comunidade com sua própria produção simbólica. Art. 1º, Inciso VI: "propiciar os meios necessários à preservação do patrimônio cultural e histórico brasileiro". Ao mapear, documentar e valorizar as manifestações culturais negras e periféricas de Santo André, o projeto atua na preservação de um patrimônio vivo e frequentemente marginalizado. Além disso, o projeto contribui diretamente para o alcance dos seguintes objetivos previstos no Art. 3º da Lei: I: "estimular a produção cultural e artística brasileira". Fomenta a produção cultural autoral dos jovens, baseada em suas identidades e realidades. IV: "valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Dá visibilidade e valor às culturas negras, indígenas e periféricas específicas de Santo André e seus fazedores de cultura. VII: "estimular a distribuição regional eqüitativa de recursos". Investe recursos culturais significativos em territórios periféricos historicamente negligenciados dentro de uma grande metrópole. IX: "favorecer a formação e a qualificação de mão-de-obra na área da cultura". Capacita jovens como produtores de cultura e agentes culturais locais, desenvolvendo suas habilidades artísticas, comunicativas e de gestão. X: "estimular a livre manifestação cultural". Cria um espaço seguro e incentivador para a expressão cultural autêntica dos jovens, baseada em suas vivências.

Especificação técnica

1. Oficinas Artístico-CulturaisPaginação: Não se aplica Duração: Cada oficina terá 1 a 2 encontros de 2 horas, totalizando 10 encontros ao longo do projeto Material: Tintas, pincéis, sprays, telas, câmeras fotográficas (ou celulares), equipamentos de som, papel A3, instrumentos percussivos, tecidos, figurinos, projetor, materiais recicláveis, cadernos de anotações Projeto pedagógico: As oficinas foram desenhadas com base em metodologias de educação popular, ensino de artes e pedagogia do território. Serão ministradas por educadores experientes e têm como objetivo estimular o protagonismo dos jovens, a valorização do território e o desenvolvimento de habilidades expressivas por meio da arte. 2. Aulas Formativas sobre TerritorialidadePaginação: Apostilas com média de 8 a 10 páginas por aula (total aproximado: 40 páginas) Duração: 4 aulas teóricas (1h30 cada) + 3 plantões de dúvidas (1h cada) Material: Apostilas digitais, mapas da cidade, quadros, projetor, cartolinas, canetas, computadores e cadernos Projeto pedagógico: Baseadas no pensamento do geógrafo Milton Santos, as aulas introduzem conceitos como território, espaço e identidade, aproximando-os da realidade dos alunos. A proposta é contextualizar o conhecimento com vivências locais, com foco na leitura crítica do espaço urbano. 3. Mapeamento Cultural do TerritórioPaginação: Não se aplica (produto visual e cartográfico) Duração: 3 semanas de investigação de campo Material: Mapas impressos, tablets/celulares com GPS, gravadores de voz, câmeras, fichas de entrevista, papel kraft para mural coletivo, canetas coloridas Projeto pedagógico: O mapeamento é uma prática educativa que integra geografia, história oral, arte e cultura. Estimula a escuta ativa da comunidade e o olhar atento dos estudantes sobre o território, permitindo a construção de um “Mapa da Aprendizagem” como produto coletivo. 4. Produção de Projetos Autorais dos EstudantesPaginação: Variável conforme a linguagem artística (ex: 6 fotos por exposição, roteiro de 2 páginas para vídeo, roteiro teatral de 4 a 6 páginas) Duração: 4 semanas para elaboração e produção Material: Computadores, câmeras, materiais artísticos, figurinos, instrumentos musicais, programas de edição de vídeo e imagem, suporte técnico Projeto pedagógico: A etapa de criação autoral representa o ápice da jornada formativa. Cada grupo de estudantes desenvolverá um projeto que traduz suas leituras sobre o território. Serão orientados por oficineiros e educadores para garantir coerência entre conceito, estética e mensagem. 5. Evento Final – Exposição CulturalPaginação: Catálogo digital com 8 a 12 páginas (opcional) Duração: 1 dia de evento (5 a 6 horas de programação contínua) Material: Expositores, impressões fotográficas, projetores, equipamentos de som, palco móvel ou estrutura para apresentações, cadeiras, banners, panfletos Projeto pedagógico: O evento de culminância é um momento de valorização pública do percurso formativo dos jovens. Reúne escola, famílias e comunidade para dialogar sobre o território por meio da arte. Estimula o reconhecimento social e o fortalecimento dos laços comunitários.

Acessibilidade

Todas as atividades presenciais (oficinas, aulas, evento final) serão realizadas em espaços públicos previamente vistoriados e adaptados, garantindo:Rampas de acesso e elevadores em locais multiníveisBanheiros acessíveis com barras de apoio e sinalização tátilPiso tátil direcional nas áreas de circulaçãoVagas prioritárias próximas aos entornos das atividadesEspaços amplos para manobra de cadeiras de rodas nas salas de atividadesACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOMedidas inclusivas integradas em todas as etapas:Libras: Intérpretes em aulas, oficinas e evento finalAudiodescrição: Recursos em vídeos documentais e exposições fotográficasLegenda descritiva: Em todos os materiais audiovisuais produzidosMateriais táteis: Réplicas 3D de mapas e obras no evento final + braille em apostilas e catálogosVisitas sensoriais guiadas durante a exposição culturalComunicação visual: Sinalização com pictogramas e alto contraste Fundamentação técnica (alinhada às especificações do projeto):Evento final: Estrutura com palco móvel acessível e equipe treinada em mediação inclusivaOficinas: Adaptação de atividades (ex: tintas com textura/aroma para grafite, instrumentos sensoriais para música)Digital: PDF do relatório final com leitor de tela compatível e versão em áudioTreinamento: Todos os educadores e oficineiros capacitados em práticas inclusivasObs.: As medidas atenderão ao Decreto nº 10.782/2021 e às diretrizes do PNUD (Plano Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência).

Democratização do acesso

Todos os produtos culturais gerados pelo projeto terão distribuição gratuita e não comercial, priorizando o acesso público:Exposições e mostras:Projetos autorais (fotografia, vídeos, murais) circularão por escolas públicas, centros culturais e espaços comunitários de Santo André por 6 meses após o evento final.Catálogo digital das obras disponibilizado para download gratuito no site do proponente e redes sociais.Conteúdos educativos:Apostilas das aulas e metodologias de mapeamento distribuídas gratuitamente para bibliotecas públicas e secretarias de educação.PDF do relatório final com registro do processo divulgado em plataformas de acesso aberto (Creative Commons).Produtos audiovisuais:Vídeos documentais exibidos em canais comunitários da cidade e disponíveis no YouTube do projeto, sem restrição de acesso. MEDIDAS COMPLEMENTARES DE AMPLIAÇÃO DE ACESSOMedidaDescriçãoEnsaios abertosReuniões de preparação para o evento final abertas ao público, permitindo interação com o processo criativo dos jovens.Oficinas paralelas- Edições extras das oficinas de grafite e fotografia em praças públicas.- Sessões itinerantes em bairros não atendidos pelo projeto inicial.Transmissão online- Live das rodas de conversa com líderes comunitários.- Streaming do evento final com recursos de acessibilidade (Libras e legenda).Ações descentralizadasParceria com coletivos locais para replicar metodologias em outras regiões periféricas após o término do projeto.Acervo digitalPlataforma online com galeria virtual dos projetos autorais, tutoriais das oficinas e materiais pedagógicos para livre download. POLÍTICA DE ACESSOEntrada franca em todas as atividades presenciais.Prioridade para moradores de territórios periféricos e estudantes da rede pública.Agendamento coletivo para grupos comunitários e escolas.Parcerias com Pontos de Cultura para difusão regional dos produtos.Obs.: A estratégia alinha-se ao Art. 3º, IV da Lei Rouanet ("valorizar e difundir manifestações culturais"), garantindo que os resultados ultrapassem os muros institucionais e alcancem efetivamente a comunidade.

Ficha técnica

Coelho e Fonseca Consultoria - Proponente do projeto A Coelho e Fonseca Consultoria é uma empresa que atua desde 2017, nascida da trajetória de seu fundador, que aliou formação em Tecnologia da Informação, gestão escolar e experiência em territórios periféricos. Com foco na transformação social, a empresa desenvolve soluções que unem educação, cultura, tecnologia e impacto social, sempre priorizando a inclusão e o fortalecimento de comunidades.Ao longo dos anos, a Coelho e Fonseca ampliou sua atuação, oferecendo serviços em consultoria educacional, Business Intelligence (BI), produção cultural e desenvolvimento de projetos sociais, com uma abordagem que integra dados, cultura e práticas pedagógicas. A empresa tem como missão criar ferramentas estratégicas que impulsionem a autonomia, o protagonismo e a geração de oportunidades em contextos de vulnerabilidade, promovendo desenvolvimento humano, cultural e social de forma sustentável.Juvenal Fonseca - Cordenador Geral Juvenal Soares Coelho da Fonseca é gestor de projetos, geógrafo e especialista em inteligência de dados, tecnologia da informação, produção cultural e gestão escolar. Possui MBA em Gestão de Projetos e em Gestão Escolar pela USP/ESALQ, além de formação em Tecnologia da Informação e Redes de Computadores. Com mais de 10 anos de experiência, atua em iniciativas voltadas à educação, cultura, segurança da informação e tecnologia. É fundador da Coelho e Fonseca Consultoria, voltada ao desenvolvimento de projetos de impacto social e cultural, e atua como gerente da área de Tecnologia da Aliança Empreendedora. Desenvolve soluções em dados e estratégias formativas.Coordenou projetos como Desenvolvimento Escolar (Equinox Gold), Escola Nota 10 (Adecoagro), Canaã dos Carajás – Uma Cidade Educadora e Intercultural (CENPEC), e o projeto pedagógico complementar do CONISUL 2024 (Itaú Social). Atuou em Benevides (PA) na concepção da proposta de educação integral para os anos iniciais, com apoio da Associação Bem Comum, e integrou a equipe de implementação do impulsiONar (Fundação Lemann, Imaginable Futures, IDB Lab), em parceria com Instituto Reúna, Quintessa, Nova Escola e Sincroniza. Foi também responsável pela gestão de dados e criação dos dashboards no Pense Grande Digital (Fundação Telefônica Vivo). Foi responsável pela organização da premiação do Festival de Cinema de Santo André 2024. Vitor Coelho - Coordenação Administrativo- FinanceiroFormado em Marketing, atua desde 2010 com produção audiovisual, design e projetos sociais. Dirigiu o curta-metragem “Reza a Lenda”, realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo. Desenvolveu ainda a identidade visual e os materiais do Festival Cine Curta POA (RS) e o Festival Cine Santo André (SP). Nesse, atuou como Secretário executivo, coordenando as ações e patrocínios. Atua com formações de empreendedorismo criativo para ONGs, escolas e projetos de inclusão. Em 2022, atuou como suporte técnico nível 02 nas Olimpíadas de Português, atendendo questões avançadas no Moodle em interface com Casa Aberta e MGN. Participou do projeto do Instituto Heineken (2024) para definição do perfil de ambulantes em grandes eventos, e do programa “Empreendendo o Futuro”, da Suzano, com foco em empreendedores de baixa renda. Em 2025, integrou a equipe de capacitações presenciais da Academia Assaí, oferecendo formações para pequenos negócios de todo o país. Daniel Rodrigues da Silva - ProfessorMestre em Sociologia pelo Programa de Mestrado de Sociologia em Rede Nacional - PROFSOCIO/UNIVASF (2023); especialista em Ensino de Sociologia - IBRA (2023); especialista em Ensino de Geografia - UNIFAVENI (2021); graduado em Geografia pelo Instituto Sumaré de Educação Superior (ISES) (2018) e Graduado em Ciências Sociais pelo Centro Universitário ETEP (2024). Possui experiência na área de Geoprocessamento e planejamento metropolitano. Desenvolveu trabalhos na EMPLASA (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano). Atua como professor e pesquisador na área de Ciências Sociais/Humanidades (Geografia, Sociologia). Erick Ripari de Andrade - ProfessorLicenciado em Geografia e Pedagogia pelo Centro Universitário Sumaré e atua como professor na rede pública estadual de São Paulo desde 2019. Com experiência em projetos interdisciplinares e práticas pedagógicas que integram tecnologia e educação integral, Erick desenvolve ações voltadas à valorização do território como espaço educativo. No projeto Mentes e Muros, contribuirá com a condução de aulas, plantões de dúvidas e acompanhamento das visitas de campo, abordando a territorialidade a partir da perspectiva do geógrafo Milton Santos e suas relações com a escola, a cidade e a vida cotidiana dos estudantes. Antônio Duque de Souza Neto (Tota) - Oficineiro Expressão VisualAntônio Duque de Souza Neto, conhecido como Tota, nasceu na Bahia em 1974 e vive em Santo André desde 1980. É artista visual, arte-educador, muralista e produtor cultural com mais de 30 anos de atuação em arte urbana, Graffiti, pintura automotiva, desenho e educação popular.Reconhecido por sua versatilidade e compromisso com a cultura periférica, Tota foi educador na histórica Casa do Hip Hop de Diadema, participou de projetos nacionais e internacionais, e teve seu trabalho citado pela BBC de Londres e em livros acadêmicos. É fundador da escola itinerante Totarte74, onde desenvolve oficinas de arte urbana e pintura em suportes diversos.Foi sócio fundador da Zulu Nation Brasil, criou o Festival Ponto e Vírgula e executou murais, oficinas e intervenções em mais de 50 cidades pelo SESI. Em 2023, lançou o projeto “A Arte Pede Carona” unindo arte urbana e reciclagem automotiva, e em 2024 foi contemplado pelo Fundo de Cultura de Santo André com oficinas de pintura em tecido e stencil art.Angel - Oficineiro Música e Poesia Angel é bailarina, escritora, comunicadora, artista plástica e poetisa. Atua em espaços públicos, Ongs e eventos. Ativista pelos direitos das travestis e mulheres trans/cis pretas, traz consigo sinceridade e sensibilidade em poesias intituladas "Arte periférica Transvesty". Seus escritos acionam percepções e provocam questionamentos sociais profundos no intuito de TRANSformar-se e ao seu entorno. Audiovisual - A definir Teatro - A definir Fotografia - A definirCrisfanny Souza - MediadoraArtista, comunicadora e mestre de cerimônias com trajetória marcada por projetos culturais e de transformação social. Psicóloga de formação, atua na valorização das juventudes, dos territórios e dos saberes populares, conectando linguagem, identidade e participação cidadã. Já conduziu eventos de grande impacto, como o Prêmio Academia Assaí Bons Negócios (em mais de quatro edições), o Summit de 20 anos da Aliança Empreendedora e o Prêmio Anhanguera. Com uma presença cênica que une afeto, escuta e ancestralidade, Crisfanny transforma cerimônias em experiências vivas e inspiradoras, onde cada voz encontra espaço para ser celebrada.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.