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PRONAC 253429Autorizada a captação total dos recursosMecenato

“Pindorama Viva”- Valorização Indigena

56.879.978 VIVIANE LOPES DE LIMA MATIAS DE FREITAS
Solicitado
R$ 554,8 mil
Aprovado
R$ 554,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Itaguaí
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Itaguaí Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Pindorama Viva" tem como objetivo contribuir para a preservação da memória cultural indígena no município de Itaguaí (RJ), por meio da realização de oficinas, rodas de conversa e vivências centradas nos saberes ancestrais, nas línguas, nos cantos, nos modos de vida e nas manifestações culturais dos povos originários da região. As atividades serão desenvolvidas em parceria com escolas, equipamentos culturais e comunidades periféricas, promovendo a valorização do patrimônio imaterial indígena, o fortalecimento da identidade cultural e o diálogo entre gerações. O projeto também busca estimular a escuta ativa, a convivência comunitária e o reconhecimento da presença indígena viva em Itaguaí.Como parte das ações, será produzido um documentário que registre as histórias, memórias e saberes dos povos indígenas locais, com depoimentos de lideranças, registros das oficinas, manifestações artísticas e cenas do cotidiano das comunidades.

Sinopse

"Pindorama Viva" é um projeto de valorização da cultura indígena e promoção da cidadania que nasce do chão ancestral de Itaguaí, com foco na juventude em situação de vulnerabilidade social. A obra se estrutura em dois eixos principais: formação e memória.No primeiro eixo, serão realizadas 12 oficinas culturais ao longo de seis meses, com duração média de 3 horas cada, totalizando 36 horas de formação em arte, cultura popular, cidadania e inclusão. Aproximadamente 50 jovens, com idades entre 14 e 24 anos, participarão ativamente das oficinas, onde trabalharão com materiais naturais como papel reciclado, tintas feitas de urucum e jenipapo, resgatando práticas sustentáveis e saberes originários.O segundo eixo se dá por meio da produção de 3 documentários que registram e narram a importância das ações desenvolvidas, os saberes partilhados e as histórias de resistência e pertencimento que atravessam o território. A câmera, neste projeto, torna-se ferramenta de escuta, visibilidade e reconhecimento da riqueza cultural dos povos originários e das juventudes periféricas.“Pindorama Viva” é, acima de tudo, um chamado à ancestralidade viva, ao respeito às culturas originárias e à construção de futuros mais diversos, inclusivos e conscientes.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover a inclusão social e o desenvolvimento cultural de jovens em situação de vulnerabilidade nos bairros, por meio da realização de oficinas culturais que valorizem as identidades locais, estimulem a criatividade e fortaleçam vínculos comunitários, contribuindo para a prevenção da violência e o protagonismo juvenil.Objetivos especificos:1° PRODUTO: OFICINAS/ CURSOS / ESTÁGIOSRealizar de 12 oficinas culturais ao longo de 6 meses, com duração média de 3 horas por oficina, totalizando 36 horas de formação, com temáticas voltadas à inclusão, cidadania, arte e cultura popular.Formação direta de aproximadamente 50 jovens em situação de vulnerabilidade social, com idades entre 14 e 24 anos, nos bairros do município de Itaguaí. para as oficinas serão utilizados papeis reciclaveis e pinturas serão feitas com URUm e Jenipapo.2°PRODUTO: DOCUMENTÁRIOProduzir de 3 documentários relatando as importância sobre a tematica.Impacto indireto estimado em mais de 3550 pessoas, considerando o público das mostras e o alcance nas redes sociais e comunicação local.Fortalecimento de vínculos comunitários, valorização das identidades locais e estímulo à permanência dos jovens em atividades culturais como estratégia de enfrentamento à violência.Criação de pelo menos 1 rede de articulação entre coletivos, escolas e instituições locais para continuidade das ações culturais no território após o término do projeto.Desenvolvimento de materiais de registro e memória das oficinas (fotos, vídeos e relatórios), que poderão ser utilizados para fins pedagógicos e de prestação de contas.Possibilidade de retorno econômico indireto através do incentivo à profissionalização dos jovens em áreas culturais e criativas.Contribuição para os indicadores locais de acesso à cultura, ocupação de tempo livre e fortalecimento da autoestima juvenil.

Justificativa

O financiamento deste projeto por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é fundamental para viabilizar sua execução e ampliar seu impacto social e cultural. A utilização dessa lei permite o acesso a recursos financeiros por meio de patrocínios e doações incentivadas, possibilitando que ações culturais importantes cheguem a um maior número de pessoas, sobretudo em comunidades vulneráveis, onde o acesso à cultura é limitado.No município de Itaguaí, poucas pessoas se autodeclaram indígenas ou negras, o que revela um desafio importante na valorização e reconhecimento dessas identidades. Embora o IBGE não disponha de dados específicos sobre a população indígena local, Itaguaí carrega em sua história raízes indígenas profundas. O território foi inicialmente desbravado por indígenas da Ilha de Jaguanum, que se fixaram entre os rios Tinguaçu e Itaguaí no século XVII, e mais tarde pela ação dos jesuítas que catequizaram a região. A origem do nome "Itaguaí" remete ao vocabulário tupi, com possíveis significados relacionados a "pedra" e "lago" ou "água amarela", confirmando a forte presença e influência indígena na cultura local.Esse projeto torna-se crucial para que os indígenas e demais moradores da região conheçam seus ancestrais, recuperem suas histórias e tenham orgulho de se autodeclarar indígenas, promovendo a valorização e o fortalecimento dessas identidades culturais.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que definem os objetivos do Sistema Nacional de Cultura:Inciso II: Promover a descentralização da produção e difusão cultural, garantindo o acesso em regiões e grupos sociais menos atendidos.Inciso III: Estimular a valorização das identidades culturais regionais e locais.Inciso IV: Incentivar a participação popular na produção e fruição cultural.Além disso, o projeto contribuirá para alcançar os objetivos previstos no Art. 3º da Lei, especialmente:I. Fomentar a criação e difusão cultural, estimulando o desenvolvimento artístico e cultural brasileiro.III. Garantir o acesso democrático e ampliado à cultura, com foco em populações tradicionalmente excluídas.VI. Incentivar a formação e a profissionalização de agentes culturais e comunidades locais.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo é essencial para garantir a sustentabilidade financeira do projeto, ampliar seu alcance social e cultural, e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e plural, fortalecendo as expressões culturais dos jovens e das comunidades indígenas em Itaguaí.

Estratégia de execução

O projeto “Pindorama Viva – Valorização Indígena” parte do princípio da arte como ferramenta de transformação social e da urgência em reconhecer, valorizar e proteger os saberes dos povos originários, especialmente em territórios urbanos onde esses saberes são constantemente invisibilizados. A iniciativa surge em um contexto local marcado por vulnerabilidades sociais, violência e apagamento cultural, sendo uma ação afirmativa que alia formação, cultura, meio ambiente e inclusão social.A proposta se ancora em metodologias participativas, integrando a pedagogia decolonial e a educação popular, com foco na construção coletiva do conhecimento, no protagonismo juvenil e na escuta ativa da memória e da ancestralidade.Um diferencial do projeto é a utilização de materiais naturais e sustentáveis, como o urucum e o jenipapo, fortalecendo a conexão entre práticas artísticas, território e preservação ambiental. As oficinas envolvem não apenas aprendizado técnico, mas também experiências sensoriais e afetivas que ampliam a consciência cultural e ambiental dos participantes.O projeto também valoriza a acessibilidade e a democratização da informação, garantindo que os produtos finais contem com legendas, tradução em Libras e audiodescrição, ampliando o acesso de pessoas com deficiência e tornando os conteúdos mais inclusivos.Outro ponto importante é a articulação comunitária com escolas públicas, lideranças culturais e equipamentos sociais de Itaguaí, o que garante maior adesão, mobilização e sustentabilidade das ações. A mostra final busca integrar toda a rede envolvida, promovendo o sentimento de pertencimento e celebração do território.Por fim, a trilogia documental representa um instrumento de memória e mobilização, podendo ser amplamente difundida em escolas, eventos culturais, redes sociais e políticas públicas, contribuindo para a construção de uma cultura de paz, valorização da diversidade e resistência dos povos originários.

Especificação técnica

1º PRODUTO: OFICINAS / CURSOS / ESTÁGIOSNome do produto: Oficinas culturais “Pindorama Viva” Quantidade: 12 oficinas Duração total: 6 meses (2 oficinas por mês) Carga horária por oficina: 3 horas Carga horária total: 36 horas Público-alvo: 50 jovens entre 14 e 24 anos, em situação de vulnerabilidade social, dos bairros periféricos do município de Itaguaí.Temáticas abordadas:Cultura e saberes indígenas (arte, grafismo, espiritualidade)Cidadania e identidadeCultura popular e oralidadeSustentabilidade e meio ambienteArte-educação e criatividadeMateriais utilizados:Papéis recicláveis (doação ou reaproveitamento local)Tintas naturais (urucum e jenipapo)Pincéis artesanais, folhas, sementes, tecidos rústicosKit individual por participante: caderno, caneta, ecobag e camiseta do projetoMetodologia pedagógica:Baseada nos princípios da Educação Popular (Paulo Freire) e da Pedagogia Decolonial, o projeto propõe:Aprendizado horizontal (troca entre oficineiros e jovens)Valorização da ancestralidade e do territórioIncentivo à expressão artística e à escuta sensívelUtilização de recursos visuais, corporais e oraisLinguagem acessível e inclusiva, com oficinas participativasPaginação / Entregáveis:Registro fotográfico e textual de cada oficina (relatórios mensais com até 5 páginas cada)Caderno pedagógico digital final com metodologias, fotos e depoimentos (até 30 páginas, PDF, disponibilizado online

Acessibilidade

Todas as oficinas e mostras comunitárias do projeto serão realizadas em espaços públicos acessíveis, como escolas municipais, centros culturais e equipamentos sociais parceiros localizados nos bairros Estrela do Céu, Favela do Carvão e Chaperó, no município de Itaguaí. Esses locais contam com infraestrutura mínima de acessibilidade física, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, piso nivelado e, quando possível, guias táteis, assegurando a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Além disso, o projeto garantirá a acessibilidade de conteúdo ao longo de todas as atividades. Teremos intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as mostras culturais, possibilitando a inclusão de participantes surdos. Os vídeos e materiais de registro terão legendas descritivas, e conteúdos visuais contarão com audiodescrição quando exibidos publicamente ou nas redes sociais. Também serão disponibilizados, sempre que possível, materiais impressos em fonte ampliada e em versão digital acessível (compatível com leitores de tela), especialmente para os registros e relatórios que forem distribuídos como resultado do projeto.Além disso, serão promovidas atividades sensoriais inclusivas em pelo menos uma das oficinas, possibilitando a participação de pessoas com deficiência visual ou múltipla. A equipe do projeto será capacitada previamente para compreender e aplicar práticas inclusivas, com base na perspectiva da cultura acessível e do direito à participação de todos.Essas medidas demonstram o compromisso do projeto com a promoção da cultura acessível e inclusiva, permitindo que pessoas com deficiência possam não apenas acessar os espaços, mas também participar ativamente da construção, fruição e expressão cultural.

Democratização do acesso

Todas as oficinas e mostras comunitárias do projeto serão realizadas em espaços públicos acessíveis, como escolas municipais, centros culturais e equipamentos sociais parceiros localizados nos bairros Ilha da Madeira, Chaperó e Coro Grande no município de Itaguaí. Esses locais contam com infraestrutura mínima de acessibilidade física, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, piso nivelado e, quando possível, guias táteis, assegurando a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Além disso, o projeto garantirá a acessibilidade de conteúdo ao longo de todas as atividades. Teremos intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) caso haja a necessidade durante as mostras culturais, possibilitando a inclusão de participantes surdos. Os vídeos e materiais de registro terão legendas descritivas, e conteúdos visuais contarão com audiodescrição quando exibidos publicamente ou nas redes sociais. Também serão disponibilizados, sempre que possível, materiais impressos em fonte ampliada e em versão digital acessível (compatível com leitores de tela), especialmente para os registros e relatórios que forem distribuídos como resultado do projeto.Exposiçoes aberto ao público de forma gratuita.Além disso, serão promovidas atividades sensoriais inclusivas em pelo menos uma das oficinas, possibilitando a participação de pessoas com deficiência visual ou múltipla. A equipe do projeto será capacitada previamente para compreender e aplicar práticas inclusivas, com base na perspectiva da cultura acessível e do direito à participação de todos.Essas medidas demonstram o compromisso do projeto com a promoção da cultura acessível e inclusiva, permitindo que pessoas com deficiência possam não apenas acessar os espaços, mas também participar ativamente da construção, fruição e expressão cultural.

Ficha técnica

Coordenador Cultural/Coordenador do projeto/Roteirista:Viviane Lopes de Lima Matias de Freitas, 46 anos,indigena, Produtora Cultural organizei tres festivais de música voltado a cena independete, licenciada em História, Pedagoga com formação em Audiovisual. Ao longo da minha carreira desenvolvi cinco curtas metragens.Ultimo trabalho curta "12", gradavo na UERJ, pela TENDI KOATIARA, como roteirista e produção. O curta visa o reconhecimento e valorização indigena na sociedade.Oficineiro/Diretor cinematografico/ Operador de Camera:Nicolly Cristina Matias de Freitas,26 anos, formada em audiovisual pela Universidade Metodista, trabalha na Rede Globo, como operadora de camera.Editor de imagens/Produtor executivo/tratamento imagens:Matheus alexandre de Lima Matias Ferreira, 18 anos, formado em Designer grafico, operador de camera e editor. Trabalhor como editor de video para REDE TV, do Espirito santo. Oficineiro/Cenografo/PalestranteEduardo Domingos Maciel, 38 anos, conhecido também como Ducca Maciel, profissional no mercado audiovisual publicitário o que me levou a trabalhar com a produção em geral atuando em áreas de Produção de Elenco (casting), catering, objetos e figurino. Essa experiência profissional me levou a estudar CINE/TV no CAV - Centro de Audiovisual.Gravou curta SALA de REBOCO com direção de Cynara Thomaz.Oficineiro/Operador de camera/Produtor:Luan Madson, formado em audiovisual, cantor Rap independente.Fotógrafo/Assistente de Coordenaçõa educativa/Continuista:Maximo Gomes, 46 anos, fotógrafo, gravou dois curtas metragens indigenas, um pela Universidade Rural e outro pela UFRJ.Contador a contratarAdvogado a contratar02 Palestrante a contratarIluminador a contratrarAssistente de camera a contratarAssistente de som a contratarEssas acoes contribui para Fomento à Economia Criativa e Geração de Renda Local

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.