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PRONAC 253452Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ATO FUTURO

LIGA ECOSSISTEMA EDUCACIONAL S/A
Solicitado
R$ 463,0 mil
Aprovado
R$ 463,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-08-04
Término
2026-08-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Proporcionar cursos livres e oficinas gratuitas de teatro, dança, canto e audiovisual, culminando na realização de espetáculos, mostras e exibições abertas à comunidade no Instituto Municipal Nise da Silveira. O projeto visa promover inclusão social, fortalecer a saúde mental e valorizar o patrimônio cultural por meio da produção e circulação de produtos artísticos coletivos criados pelos participantes.

Sinopse

O projeto Ato Futuro oferece os seguintes produtos, todos gratuitos e abertos à participação da comunidade:1) Oficinas Artísticas Presenciais de teatro, dança, canto coral e artes visuais destinadas a usuários dos CAPS e moradores do entorno. As atividades abordam expressão corporal, interpretação teatral, técnicas de dança e canto, práticas de artes plásticas e visuais, promovendo integração, autopercepção e inclusão social. Serão 08 (oito) oficinas no total, sendo duas turmas para cada área. Duração de cada oficina: 6 a 8 encontros presenciais (cada turma), com carga horária entre 18 a 24 horas cada. Classificação indicativa: 18 anos.2) Curso Livre “O Ator e o Performer” gratuito, dividido em quatro turmas, voltado a participantes interessados em explorar os fundamentos da atuação, performance artística e criação coletiva. O conteúdo abrange técnicas de presença cênica, improvisação, trabalho de composição teatral, expressão do corpo e da voz, além de exercícios em grupo e dinâmicas de construção de cena. Carga horária total de 40 horas, divididas em 10 encontros presenciais, duas vezes na semana. Classificação indicativa: 18 anos.3) Espetáculos Teatrais e de Dança: montagem e apresentação de 4 espetáculos abertos ao público, criados a partir das experiências e processos desenvolvidos nas oficinas e cursos. As apresentações valorizam temas ligados à saúde mental, pertencimento, memória local, inclusão e diversidade, promovendo o intercâmbio entre artistas, educadores e comunidade. Os espetáculos são realizados em espaços acessíveis e tradicionais do Instituto Municipal Nise da Silveira. Classificação indicativa: a definir conforme conteúdo de cada espetáculo.4) Leituras Dramatizadas: 4 sessões abertas de leitura cênica de textos teatrais, com participação dos alunos das oficinas e público convidado. Classificação indicativa: livre.5) Exibições Audiovisuais: mostras públicas de 4 curtas-metragens ou documentários audiovisuais produzidos colaborativamente pelos participantes das oficinas, abordando memórias, práticas culturais, trajetórias pessoais, história local e temas ligados à luta antimanicomial. As sessões ocorrem presencialmente e com disponibilização online mediante canais digitais próprios, acompanhadas de legendas.Classificação indicativa: a definir.6) Roda de Conversa: momentos coletivos de reflexão e debate abertos a todos os públicos, abordando história e memória do Instituto Nise da Silveira, saúde mental, práticas inclusivas e cidadania cultural. Classificação indicativa: livre.7) Curta Documentário: Produção de um curta-metragem documental (até 20 minutos) realizado pela Escola de Artes Celso Lisboa, registrando as histórias e memórias da região do Engenho de Dentro, a trajetória do Instituto Nise da Silveira e os principais aprendizados do projeto em relação à saúde mental, cultura e identidade local. O curta será exibido em sessão pública, com legendas e, posteriormente, disponibilizado nas plataformas digitais do projeto. Classificação indicativa: livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a inclusão social, o fortalecimento da saúde mental e a valorização do patrimônio cultural por meio de ações artísticas, formativas e culturais continuadas, acessíveis e gratuitas, realizadas no Instituto Municipal Nise da Silveira, fomentando o protagonismo de pessoas em situação de vulnerabilidade, a democratização do acesso à cultura e o reconhecimento das práticas e memórias do território.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) PRODUTO Curso / Oficina / Capacitação: Realizar, ao longo de 12 meses, 08 (oito) oficinas presenciais e gratuitas de teatro, dança, canto coral e videoarte, voltadas para usuários dos CAPS e comunidade do entorno do Instituto Municipal Nise da Silveira, totalizando 320 vagas.2) PRODUTO Curso / Oficina / Capacitação: Ofertar 04 (quatro) turmas do curso livre: "O ator e o performer", capacitando até 200 participantes ao longo do projeto, através de práticas regulares de expressão e criação coletiva.3) PRODUTO Espetáculo de Artes Cênicas: Produzir e apresentar 04 (quatro) espetáculos gratuitos de teatro a partir das turmas do Curso Livre "O ator e o performer" e 04 (quatro) leituras dramatizadas, abertas ao público da região, impactando em torno de 500 pessoas. 4) PRODUTO Festival/Mostra - AUDIOVISUAL: Produzir 01 (uma) mostra híbrida (presencial e transmitida posterormente online) de videoartes produzidos pelos alunos das oficinas, aberta ao público da região, impactando em torno de 2.000 pessoas.4) PRODUTO Preservação de Acervo Cultural Patrimonial: Realizar rodas de conversa, visitas mediadas e registros audiovisuais sobre a história do Instituto Nise da Silveira e a luta antimanicomial, culminando na criação de um curta documentário de até 15 minutos, possibilitando a transmissão das memórias, práticas e identidades culturais do território para diferentes gerações.

Justificativa

A proponente Liga Ecossistema Educacional está incubada no Centro Universitário Celso Lisboa, uma instituição sem fins lucrativos com mais de meio século de atuação voltada à transformação social na Zona Norte do Rio de Janeiro. No esforço de fortalecer seu compromisso institucional com a educação, cultura e responsabilidade social, o Centro Universitário fundou, em 2015, a Escola de Artes Celso Lisboa. Essa iniciativa inovadora consolidou-se como polo fundamental de criação, reflexão e expressão artística, especialmente diante dos desafios sociais, econômicos e de acesso à cultura vivenciados em seu entorno. A Escola de Artes Celso Lisboa promove, desde sua origem, a democratização da arte e da cultura, levando ações formativas, oficinas, espetáculos, mostras audiovisuais e outras atividades culturais a estudantes, professores e comunidade do entorno, em bairros marcados historicamente pela carência de políticas públicas culturais. Suas propostas são conduzidas por uma equipe multidisciplinar de professores, coordenadores e artistas, todos atuantes nos campos das artes cênicas, produção cultural, audiovisual e demais áreas da Economia Criativa. Os projetos desenvolvidos impulsionam a circulação da produção artística contemporânea e abrem espaço para novos talentos, incluindo jovens em formação e artistas já inseridos no mercado, sobretudo na Zona Norte do município.O projeto Ato Futuro nasce a partir de uma iniciativa da Escola de Artes do Centro Universitário Celso Lisboa de investigar e vivenciar as artes da cena em diálogo profundo com a saúde mental. O contexto pós-pandemia evidenciou ainda mais a importância das artes na reabilitação e manutenção do potencial expressivo e da pulsão de vida do ser humano. Diante desse desafio, o Centro Universitário firmou parceria em 2023 com o Instituto Municipal Nise da Silveira. A partir desse encontro, foi criado o Ato Futuro, sediado no prédio Casa do Sol, dentro do Instituto Municipal Nise da Silveira. Neste espaço, professores, colaboradores e estudantes da Escola de Artes do Celso Lisboa, atuando de forma voluntária, desenvolvendo atividades gratuitas para usuários do CAPS e comunidade do entorno, tais como leituras dramatizadas, oficinas diversas e espetáculos teatrais. Todas as ações têm como eixo central o diálogo entre saúde mental e arte-educação, em sintonia com o legado da Dra. Nise da Silveira. O projeto Ato Futuro é fruto direto dessa trajetória e compromisso: concebido para integrar arte, saúde mental e inclusão comunitária, dedica-se à oferta gratuita e continuada de oficinas, apresentações, cursos livres e ações de valorização do patrimônio cultural e das memórias do território, com especial atenção à população atendida pelos CAPS e moradores da região do Engenho de Dentro. Instalado em área estratégica da cidade, entre importantes vias de circulação e fronteiriço a comunidades de baixa renda, o Centro Universitário e sua Escola de Artes constituem um verdadeiro polo cultural e educacional necessário ao desenvolvimento da Zona Norte. Ato Futuro busca, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, garantir a sustentabilidade financeira de suas atividades, ampliando o acesso à formação cultural, fomentando a criação coletiva e promovendo impacto social positivo em áreas historicamente marcadas pela exclusão. O apoio via mecanismo de incentivo é imprescindível para que as ações culturais, gratuitas e inclusivas do projeto se mantenham acessíveis antes públicos prioritários, cumprindo a missão institucional de fortalecer o tripé Educação, Esporte e Cultura e contribuindo para a difusão e consolidação da cena artística e cidadã na Zona Norte do Rio de Janeiro.A realização do projeto Ato Futuro demanda mobilização de recursos humanos, materiais e estruturais para a oferta gratuita, continuada e acessível de ações formativas, artísticas e culturais à comunidade do entorno do Instituto Municipal Nise da Silveira, especialmente para públicos em situação de vulnerabilidade social. Em virtude do caráter gratuito e inclusivo da proposta, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se mostra essencial para viabilizar o custeio das atividades, remuneração dos profissionais envolvidos e aquisição de materiais para garantir acessibilidade e democratização do acesso à cultura.O projeto se enquadra no Inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e no Inciso VI: "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro".O projeto Ato Futuro também contribui diretamente para o cumprimento do Art. 3º da lei, nos Incisos III: " preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico " e IV: "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais".

Estratégia de execução

Ação Formativa:1) Programa de Monitoria em Práticas Artísticas Comunitárias: durante o projeto, será aberta chamada pública para recrutar 4 (quatro) monitores de oficinas — jovens de 18 a 29 anos, preferencialmente egressos ou participantes de edições anteriores de oficinas artísticas do território, estudantes de escolas públicas da Zona Norte ou pessoas em situação de vulnerabilidade social. Os monitores acompanharão diretamente as atividades de teatro, dança, canto coral e artes visuais, auxiliando na preparação dos espaços, apoio logístico, mediação com público PcD e registro das práticas com a equipe pedagógica. Os monitores receberão certificado de participação e bolsa auxílio.2) Residência em Mediação Cultural: será selecionado 1 (um) jovem artista ou estudante universitário das áreas de Artes Cênicas ou Produção Cultural, para atuar como residente artístico remunerado junto ao núcleo do projeto. O residente participará do processo de planejamento das oficinas e na concepção de ações de mediação. O residente terá supervisão direta da equipe pedagógica, bolsa auxílio e certificado ao final.

Especificação técnica

O projeto ATO FUTURO atua para manter vivas, transformar, transmitir e valorizar práticas culturais, saberes, memórias e o legado imaterial da psiquiatria humanizada, articulando arte, educação, saúde e inclusão. Essa salvaguarda se dá por meio de oficinas, ocupação artística, transmissão de conhecimentos e integração comunitária nos espaços do Instituto Nise da Silveira, no Engenho de Dentro. A herança humanista da Dra. Nise da Silveira foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro (Lei Municipal nº 5.844/2015). Seu método revolucionário de tratamento, que valoriza a expressão artística como instrumento de cuidado, representa um dos mais significativos movimentos de inclusão social e respeito à dignidade humana no Brasil. O Instituto Municipal Nise da Silveira, antigo hospital psiquiátrico do Engenho de Dentro fundado em 1911, transformou-se ao longo do século XX no maior e mais antigo hospital psiquiátrico do Brasil. Em 2021, por meio da luta antimanicomial, o hospital despede-se de seu último paciente, marcando o início de um novo ciclo de valorização do espaço como centro de referência para saúde mental, cultura, arte e cidadania. O Instituto abriga:- O prédio Casa do Sol: espaço histórico, atualmente sede das ações do ATO FUTURO e de múltiplas atividades artísticas, culturais e sociais.- O Museu de Imagens do Inconsciente: fundado por Nise da Silveira, preserva acervo com milhares de obras criadas por pacientes/usuários ao longo de mais de 70 anos, considerado referência nacional e internacional em arte e saúde mental. O Museu de Imagens do Inconsciente e parte do conjunto arquitetônico do Instituto Nise da Silveira são bens tombados em nível estadual (INEPAC – Instituto Estadual do Patrimônio Cultural – Processo E-18/001.287/2011). O próprio museu integra o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do IPHAN, reconhecendo sua importância no patrimônio brasileiro.

Acessibilidade

O foco do projeto é trazer acessibilidade física e de conteúdo. 1) Acessibilidade Física:As atividades presenciais do projeto Ato Futuro, realizadas no Instituto Municipal Nise da Silveira ocorrerão em ambientes adaptados para garantir a plena circulação e participação de pessoas com deficiência (PcD). Os espaços contarão com:- Piso tátil em corredores e áreas de circulação, facilitando o deslocamento de pessoas com deficiência visual;- Elevadores;- Banheiros acessíveis, equipados com assentos elevados, barras de apoio e portas largas;- Reservas de assentos preferenciais e orientadores para PcDs durante espetáculos e exibições;- Equipe de apoio treinada para orientar e auxiliar pessoas com mobilidade reduzida durante oficinas, apresentações e exposições.2) Acessibilidade de Conteúdo:- Contratação de Coordenação de Educação Inclusiva, profissional responsável pelo planejamento, execução e monitoramento das ações de acessibilidade em todos os produtos culturais do projeto.- Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de LIBRAS em todos os espetáculos e legendas descritivas para todos os vídeos, curtas e conteúdos audiovisuais produzidos nas oficinas, facilitando a compreensão de diálogos, músicas e efeitos sonoros para pessoas surdas e ensurdecidas.- Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: serviço de audiodescrição para todos os espetáculos teatrais e de dança. Os conteúdos audiodescritos serão disponibilizados por meio de QR Codes em locais de fácil acesso durante as apresentações.- Acessibilidade para o público autista e pessoas neurodivergentes: disponibilização de um mediador capacitado para atendimento personalizado ao público autista durante apresentações dos espetáculos, além de reserva de ambientes de baixo estímulo sensorial nos eventos presenciais. Orientação prévia sobre horários, duração e possíveis estímulos do espetáculo, via material digital e impresso simplificado, reduzindo situações de desconforto ou ansiedade.Acessibilidade ampliada: conteúdos informativos publicados em linguagem simples e clara, promovendo a compreensão do projeto por todos os públicos.Todas essas medidas são parte integrante do planejamento das ações do Ato Futuro, sendo continuamente avaliadas e aprimoradas de acordo com o perfil dos participantes e demandas identificadas pela Coordenação de Educação Inclusiva, assegurando atendimento, inclusão, autonomia e participação plena de todos os públicos no projeto.

Democratização do acesso

O projeto Ato Futuro tem como premissa central a democratização do acesso à arte, à cultura e à memória local, garantindo que todas as ações sejam totalmente gratuitas, inclusivas e voltadas especialmente para públicos historicamente excluídos do consumo e produção cultural. Para isso, serão adotadas as seguintes estratégias:- Atividades 100% Gratuitas:Todas as oficinas, cursos livres, espetáculos, exibições audiovisuais, rodas de conversa e exposições promovidas pelo projeto Ato Futuro serão oferecidas de forma gratuita para o público. As inscrições para as oficinas e cursos serão feitas via plataforma digital gratuita e presencialmente no Instituto Municipal Nise da Silveira, com ampla divulgação por meio das redes sociais do projeto, do Centro Universitário Celso Lisboa e por informativos distribuídos nas unidades de saúde do território.- Reserva de Vagas e Parcerias Sociais:Será garantida a reserva de pelo menos 50% das vagas das oficinas e cursos para usuários dos CAPS, e as demais para moradores de comunidades do entorno do Instituto, pessoas com deficiência, idosos e estudantes da rede pública. Essas reservas serão realizadas em parceria com lideranças comunitárias, movimentos de saúde mental e projetos sociais já existentes na Zona Norte, ampliando a participação de públicos prioritários.- Transmissão Online e Difusão Digital:Parte das apresentações de espetáculos e exibições de curtas serão transmitidas ao vivo e/ou disponibilizadas no canal de YouTube da Escola de Artes Celso Lisboa. Dessa forma, pessoas de outras regiões do Rio de Janeiro e de outros estados, impossibilitadas de comparecer presencialmente, também poderão acessar o conteúdo artístico, formativo e de valorização do território.- Articulação com Políticas Públicas e Formação de Rede:O projeto contará com articulação direta junto à Secretaria Municipal de Saúde e de Educação, associações comunitárias e coletivos culturais do território para garantir mobilização e divulgação do projeto, ampliando o alcance social das ações.

Ficha técnica

Karina Paternó Castello Lisboa (Dirigente da Liga Educacional): Coordenadora Geral. Minibio:Educadora, performer e produtora cultural, circula entre a educação e a criação artística. Coordena e leciona os cursos superiores da Escola de Artes do Centro Universitário Celso Lisboa. Graduada em administração pela PUC/RJ (2005), especialização em Gestão Empresarial na FGV Rio (2007) e Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação - Miami University (2021). Sua pesquisa é voltada para a cena contemporânea e, a partir dessa premissa, fundou em 2015 a Escola de Artes Celso Lisboa, iniciativa de formação superior em artes cênicas e cinema, na Zona Norte do Rio de Janeiro, sendo homenageada por esse trabalho com a Medalha Chiquinha Gonzaga pela Câmara dos Vereadores em 2024. A Trilogia da Violência foi seu mais recente trabalho artístico junto à companhia Bak Artes Performativas, uma criação coletiva a partir do cruzamento de linguagens como dança, artes visuais e performance em três espetáculos: Dogma [2023], Babel [2022] e Ultraviolence [2022]. Atualmente está em processo de criação do trabalho OXIGÊNIO, performance expandida em audiovisual, contemplado pelo Edital Sesc Pulsar 2024.João Marcello Pallottino: Coordenação Artística. Minibio: Ator e diretor há 26 anos. Vem desenvolvendo sua própria linguagem na cena contemporânea como diretor e professor, trabalhando na pesquisa de uma cena híbrida. Fundou, em 2016, o BAK Artes Performativas – um coletivo de artistas sob sua coordenação, indo para o Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, com dois trabalhos: Alice - Debaixo da terra mora minha mente soterrada e Dilacerado, por Romeo e Julieta (2017). Dirigiu em 2020 a performance Water Steps no Museum of the Moving Image, em Nova York. A partir de 2022, continuou sua pesquisa com a Direçao da Trilogia da Violência, culminando em três espetáculos. Atualmente dirige o trabalho OXIGÊNIO, performance expandida em audiovisual, contemplado pelo Edital Sesc Pulsar 2024.Nome: Evelyn Cristina Gaspar Rocha Pinto. Função: Coordenação de Educação Inclusiva. Minibio: Atriz e educadora. Mestre em Arte e Educação pela UFRJ. Atuou em produções teatrais no Brasil, México e na Europa. Participou de cursos com as Cias Odin Teatret e LUME. Presta consultoria para projetos de educação inclusiva e é docente de pedagogia no Centro Universitário Celso Lisboa desde 2023.Marcelo Asth: Professor do Curso Livre. Minibio: Doutor em Artes Cênicas (2020) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), sendo premiado com a bolsa Doutorado Nota 10 da FAPERJ e tendo a sua tese indicada ao Prêmio CAPES de Teses em 2021 pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Possui Mestrado em Artes Cênicas (2015 - UNIRIO) e graduação em Licenciatura Plena em Artes Cênicas (2012 - UNIRIO). Tem experiência na área de Artes e Pesquisa em Artes, com ênfase em Performance, Teatro e Arte-Educação.Deisilaine Gonçalves: Professora do Curso Livre. Minibio: Artista do corpo. Graduada em História da arte (2015) pela UFRJ, mestre em Dança pelo PPGDAN/UFRJ na linha de Performance e Performatividade(2023). Dirige e integra o Grupo SATS, companhia de dança carioca. Formou-se em teatro (2013) pela Centenária Escola de Teatro Martins Pena, integrando o Grupo Teatral Moitará (2013-2017) e o APA (Ateliê de Pesquisa do Ator) sob orientação de Stephane Brodt (AMOK/RJ) e Carlos Simioni (LUME/SP) com coordenação do SESC/ Paraty.Pedro Henrique dos Santos Ribeiro Assistente de Produção. Minibio: Ator, performer e produtor cultural, circula entre a pesquisa e a criação artística, é produtor a Escola de Artes do Centro Universitário Celso Lisboa. Graduado em bacharel de artes cênicas em 2025 e graduando em licenciatura em artes cênicas pelo UCL (2025), se especializa em Neuropsicopedagogia e Transtorno do Espectro Autista no Centro Universitário Celso Lisboa (2025). Sua pesquisa é voltada para a cena contemporânea e artistas neurodivirgentes. Thaysa Viana da Cunha: Oficineira. Minibio: Atriz, arte educadora e produtora cultural, em constante formação nas artes da cena há mais de 10 anos. Atua como atriz no Bak Artes Performativas, produtora cultural no coletivo Práticas Cênicas e oficineira de teatro no Ato Futuro/IM Nise da Silveira. Foi aluna de diversos cursos e oficinas de formação artística, tais como: ETET Martins Pena, Teatro Miguel Falabella, Nossa Senhora do Teatro, Casa de Artes de Laranjeiras, SESC, COART/UERJ, entre outros. Mylena Maciel Soares Gerente de Projetos. Minibio: Atriz e performer, cursa Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade Celso Lisboa, onde se formou no bacharelado em Artes Cênicas em 2025. Atualmente, trabalha em produções artísticas da companhia BAK Artes Performativas e coordena o espaço Ato Futuro em parceria com a Escola de Artes Celso Lisboa, sediado no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira. O coletivo promove oficinas gratuitas e eventos artísticos para os usuários do CAPS, fortalecendo os vínculos entre arte e saúde mental. Lucas de Queiroz Vidal: Produção Audiovisual. Minibio: Ator, performer e produtor cultural, circula entre a pesquisa e a criação artística. É produtor e editor de vídeos da Escola de Artes do Centro Universitário Celso Lisboa, do coletivo Ato Futuro e administra o projeto Cineteatro Mangueira. Graduado em Cinema (2024) e Artes Cênicas (2021) pelo centro universitário Celso Lisboa, integra desde 2022 a companhia BAK artes performativas, onde realiza sua pesquisa em teatro contemporâneo e a mescla da linguagem teatral e audiovisual. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se os espetáculos, Oxigênio (2025) O Inspetor Geral (2025), Isto não é uma peça (2024), Dogma (2024), Babel (2023), Ultraviolence (2022), Decote (2020) que lhe rendeu o prêmio de melhor ator principal no festival do Teatro Miguel Falabella.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.